Tradução Brasileira (2010) (TB)
6

61

6.1
Ct 5.6
Para onde foi o teu amado,

Ó tu,

6.1
Ct 1.8
a mais bela das mulheres?

Para onde se retirou o teu amado,

A fim de que o busquemos juntamente contigo?

2O meu amado desceu ao seu

6.2
Ct 4.16
5.1
jardim, aos
6.2
Ct 5.13
canteiros de bálsamo,

6.2
Ct 1.7
Para apascentar nos jardins, e para colher
6.2
Ct 2.1
5.13
as açucenas.

3

6.3
Ct 2.16
7.10
Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu,

Ele

6.3
Ct 2.16
4.5
apascenta entre as açucenas.

Louvores mútuos do noivo e da noiva

4

6.4
Ct 1.15
Formosa és, amada minha, como
6.4
1Rs 14.17
Tirza,

6.4
Ct 1.5
Bela como
6.4
Sl 48.2
50.2
Jerusalém,

6.4
6.10
Terrível como um exército com bandeiras.

5Desvia de mim os teus olhos,

Porque eles já me tomaram de assalto.

6.5
Ct 4.1
Os teus cabelos são como os rebanhos das cabras,

Que repousam nos flancos de Gileade.

6

6.6
Ct 4.2
Os teus dentes são como um rebanho de ovelhas,

Que sobem do lavadouro,

Das quais cada uma tem gêmeos,

E nenhuma delas é desfilhada.

7

6.7
Ct 4.3
As fontes da tua cabeça são como um pedaço de romã,

Por detrás do teu véu.

8Há sessenta

6.8
1Rs 11.3
rainhas, oitenta concubinas,

6.8
Ct 1.3
E donzelas sem número.

9Uma só é a

6.9
Ct 2.14
5.2
minha pomba, a minha imaculada;

Ela é a única de sua mãe, a escolhida da que lhe deu à luz.

6.9
Gn 30.13
As mulheres viram-na, e chamaram-lhe bem-aventurada;

Viram-na as rainhas e as concubinas, e louvaram-na.

10Quem é esta que aparece como a aurora,

Formosa como a

6.10
Jó 31.26
lua,

Pura

6.10
Mt 17.2
Ap 1.16
como o sol,

6.10
6.4
Terrível como um exército com bandeiras?

11Desci ao jardim das nogueiras,

Para ver os renovos do vale,

Para examinar se as

6.11
Ct 7.12
vides lançavam olhos,

E se as

6.11
Ct 4.13
romãs estavam em flor.

12Sem que eu soubesse como, pôs-me a minha alma

Nos carros do meu nobre povo.

13Volta, volta, ó Sulamita;

Volta, volta, para que te contemplemos.

Por que quereis contemplar a Sulamita,

Como a

6.13
Jz 21.21
dança de
6.13
Gn 32.2
2Sm 17.24
Maanaim?

7

71Quão formosos são os teus pés nas sandálias, ó

7.1
Sl 45.13
filha de príncipe!

Os contornos das tuas coxas são como colares,

Obra das mãos dum artífice perito.

2O teu umbigo é como uma taça redonda,

A que não falta o vinho misturado;

O teu ventre é como montão de trigo,

Cercado de açucenas.

3

7.3
Ct 4.5
Os teus dois peitos são como duas crias

Gêmeas duma veada.

4

7.4
Ct 4.4
O teu pescoço é como a torre de marfim;

Os teus olhos são como as piscinas de

7.4
Nm 21.26
Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim.

O teu nariz é como a torre do Líbano,

Que olha para Damasco.

5A tua cabeça é como o

7.5
Is 35.2
Carmelo,

E os cabelos da tua cabeça como púrpura;

O rei está preso nas tuas tranças.

6Quão

7.6
Ct 1.15-16
4.10
formoso és, ó amor,

E quão aprazível em produzir delícias!

7Essa tua estatura é semelhante a uma palmeira,

E os teus seios cachos de uvas.

8Eu disse: Subirei à palmeira,

Pegarei dos seus ramos:

Sejam os teus seios como cachos de vide,

E o cheiro do teu fôlego como de

7.8
Ct 2.5
maçãs;

9

7.9
Ct 5.16
E a tua boca como o melhor vinho,

7.9
Pv 23.31
Que escoa suavemente para o meu amado,

E faz que se movam os lábios dos que dormem.

União dos noivos em amor invencível

10

7.10
Ct 2.16
6.3
Eu sou do meu amado,

E é para mim que tende

7.10
Sl 45.11
o seu desejo.

11Vem, amado meu, saiamos ao campo;

Moremos nas vilas.

12Levantemo-nos cedo para ir às vinhas,

7.12
Ct 6.11
Vejamos se a vide já lançou olhos e se estão abertas as suas flores,

E se as romãs já estão em flor:

Ali te darei o meu amor.

13

7.13
Gn 30.14
As mandrágoras exalam o seu perfume,

E junto às nossas portas há toda a sorte de

7.13
Ct 2.3
4.13,16
frutos preciosos, novos e velhos,

Que eu guardei para ti, ó meu amado.

8

81Oxalá que fosses como meu irmão,

Que mamou os peitos de minha mãe!

Quando eu te encontrasse lá fora, eu te beijaria,

E ninguém me poderia desprezar.

2Eu te levaria e te

8.2
Ct 3.4
introduziria na casa de minha mãe,

E tu me instruirias.

Eu te daria de beber vinho aromático,

O mosto das minhas romãs.

3

8.3
Ct 2.6
A sua mão esquerda estaria debaixo da minha cabeça,

E a sua direita me abraçaria.

4

8.4
Ct 2.7
3.5
Conjuro-vos, filhas de Jerusalém,

Que não acordeis nem desperteis o amor,

Até que queira.

5

8.5
Ct 3.6
Quem é esta que sobe do deserto,

Apoiada em seu amado?

Debaixo da

8.5
Ct 2.3
macieira te despertei;

Ali tua mãe te deu à luz com dores,

Ali esteve com dores a que te deu à luz.

6Põe-me como selo sobre o teu coração, como

8.6
Is 49.16
Jr 22.24
Ag 2.23
selo sobre o teu braço,

Pois o amor é forte como a morte;

O ciúme é cruel como a sepultura.

8.6
Pv 6.34
Os seus brilhos são brilhos de fogo,

A chama de Jeová.

7Muitas águas não podem extinguir o amor,

Nem os rios podem afogá-lo.

Se o homem desse todos os bens da sua casa pelo amor,

Ele seria de todo desprezado.

8Temos uma irmã menor,

Que

8.8
Ez 16.7
ainda não tem seios;

Que faremos por nossa irmã,

Quando chegar o dia de ser pedida em casamento?

9Se ela for um muro,

Edificaremos sobre ele uma torrezinha de prata;

Se ela for uma porta,

Cercá-la-emos com

8.9
1Rs 6.15
tábuas de cedro.

10Eu sou um muro, e os meus seios são como as suas torres;

Tornei-me aos olhos dele como a que acha paz.

11Salomão teve uma

8.11
Ec 2.4
vinha em Baal-Hamom:

8.11
Mt 21.33
Arrendou-a a uns
8.11
Ct 1.6
guardas;

Cada um pelo

8.11
7.12
Ct 2.3
fruto dela devia trazer
8.11
Is 7.23
mil siclos de prata.

12A minha que me pertence está ao meu dispor;

Tu, ó Salomão, terás os mil siclos,

E os que guardam o fruto dela, duzentos.

13Ó tu, que habitas nos jardins,

8.13
Ct 1.7
Os companheiros estão atentos para ouvir a tua voz;

Digna-te de fazer-me ouvi-la.

14Apressa-te, amado meu,

E sê tu

8.14
Ct 2.7,9,17
como o veado ou como o filho da gazela

Sobre os

8.14
Ct 4.6
montes de aromas.