Tradução Brasileira (2010) (TB)
7

Jesus e a tradição dos anciãos. O que contamina o homem

71

7.1
Mc 7.1-23
Mt 15.1-20
Vieram ter com Jesus os fariseus e alguns escribas, chegados
7.1
Mt 15.1
de Jerusalém. 2Tendo visto que alguns discípulos de Jesus comiam pão com mãos
7.2
Mc 7.5
At 10.14,28
11.8
Rm 14.14
Hb 10.29
Ap 21.27Mt 15.2
Lc 11.38
impuras, isto é, por lavar 3(pois os fariseus e todos os judeus, observando a
7.3
Mc 7.5,8,9,13
Gl 1.14
tradição dos anciãos, 4não comem sem lavar as mãos cuidadosamente; e, quando voltam da rua, não comem sem se aspergir, e muitas outras coisas há que receberam e guardam, como a lavagem de
7.4
Mt 23.25
copos, jarros e vasos de metal.) 5perguntaram-lhe os fariseus e os escribas: Por que não seguem os teus discípulos a tradição dos anciãos, mas comem com mãos impuras? 6Respondeu ele: Hipócritas, bem profetizou de vós Isaías, como está escrito:

7.6
Is 29.13
Este povo honra-me com os lábios,

mas o seu coração está longe de mim.

7Adoram-me, porém, em vão,

ensinando doutrinas que são preceitos de homens.

8Vós, deixando o mandamento de Deus, observais
7.8
Êx 20.12
Dt 5.16
Êx 21.17
Lv 20.9
a tradição dos homens. 9Continuou: Sabeis muito bem rejeitar o mandamento de Deus, para manter a vossa tradição. 10Pois Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe, seja morto; 11mas vós ensinais: Se um homem disser a seu pai ou a sua mãe: Aquilo que eu te poderia dar é
7.11
Lv 1.2
Corbã, isto é, uma oferenda a Deus, 12não mais lhe permitis fazer coisa alguma pelo pai ou pela mãe, 13invalidando a palavra de Deus pela tradição que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas semelhantes. 14Chamando ele de novo a multidão, disse-lhe: Ouvi-me todos e entendei. 15Nada há fora do homem que, nele entrando, possa contaminá-lo; pelo contrário, as coisas que saem dele são as que o contaminamMuitas antigas autoridades inserem v. 16: Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.. 16[Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.] 17Tendo deixado a multidão,
7.17
Mc 9.282.1
3.19
entrou em casa, e pediam-lhe
7.17
cp.
seus discípulos a explicação da parábola. 18Ele respondeu: Assim também vós não entendeis? Não compreendeis que tudo o que está fora do homem, entrando nele, não pode contaminá-lo, 19porque não entra no coração, mas no ventre, e é lançado no lugar escuso? Isso disse,
7.19
Rm 14.1-12
Cl 2.16
purificando
7.19
cp.
todos os alimentos. 20Continuou:
7.20
Mt 15.18
Mc 7.23
O que sai do homem, isso é o que o contamina. 21Pois, de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, as fornicações, os furtos, os homicídios, os adultérios, 22as avarezas, as malícias, o dolo, a lascívia, a
7.22
Dt 15.9
inveja, a blasfêmia, a soberba e a loucura. 23Todas essas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

A mulher cananeia

24

7.24
Mc 7.24-30
Mt 15.21-28
Levantando-se, saiu dali para as fronteiras de
7.24
Mt 11.21
Mc 7.31
Tiro. Entrando numa casa, quis que ninguém o soubesse e não pôde ocultar-se. 25Uma mulher, porém, cuja filha estava possessa dum espírito imundo, ouvindo logo falar dele, foi, e prostrou-se-lhe aos pés 26(a mulher era gentia, de origem siro-fenícia.), e rogava-lhe que expelisse de sua filha o demônio. 27Ele lhe disse: Deixa primeiro que se fartem os filhos, porque não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. 28Ela, porém, replicou: Assim é, Senhor; mas até os cachorrinhos, debaixo da mesa, comem as migalhas que as crianças deixam. 29Ele lhe disse: Por esta palavra, vai-te; o demônio já saiu de tua filha. 30Ela, voltando para sua casa, achou a menina deitada na cama e que o demônio havia saído.

A cura de um surdo e gago

31

7.31
Mc 7.31-37
Mt 15.29-31
De novo, se retirou das fronteiras de Tiro e foi por Sidom,
7.31
Mt 4.18
ao mar da Galileia, atravessando o território
7.31
Mc 5.20
Mt 4.25
de Decápolis. 32Trouxeram-lhe um surdo e gago e pediram-lhe que
7.32
Mc 5.23
pusesse a mão sobre ele. 33Jesus, tirando-o da multidão, levou-o à parte, pôs os seus dedos nos ouvidos dele e,
7.33
Mc 8.23
cuspindo, tocou-lhe a língua; 34depois, erguendo os olhos ao céu,
7.34
Mc 8.12
deu um suspiro e disse: Efatá, isto é, Abre-te! 35Abriram-se-lhe os ouvidos, e logo se lhe desfez a prisão da língua, e falava com clareza. 36
7.36
Mt 8.4
Recomendou-lhes Jesus expressamente que a ninguém o contassem; mas, quanto mais o recomendava, tanto mais eles
7.36
Mc 1.45
o publicavam. 37Admiravam-se sobremaneira, dizendo: Ele tudo tem feito bem, faz até os surdos ouvir e os mudos falar.

8

A segunda multiplicação dos pães

81Naqueles dias, como houvesse de novo concorrido uma grande multidão, e não tivesse o que comer,

8.1
Mc 8.1-96.32-44
Mt 15.32-39
chamou Jesus os discípulos e disse-lhes: 2
8.2
Mt 9.366.34
Tenho compaixão deste povo, porque há três dias que está sempre comigo e nada tem que comer; 3se eu os mandar para suas casas em jejum, desfalecerão no caminho; pois alguns há que vieram de longe. 4Disseram seus discípulos: Donde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto? 5Ele perguntou: Quantos pães tendes? Responderam eles: Sete. 6Ordenou ao povo que se assentasse no chão; tomando os sete pães, depois de haver dado graças, partiu-os e entregou a seus discípulos, para que os distribuíssem; e eles os distribuíram pela multidão. 7Tinham também alguns peixinhos;
8.7
Mt 14.19
e, abençoando-os, mandou que estes igualmente fossem distribuídos. 8Todos comeram e se fartaram; e levantaram, dos pedaços que sobejaram, sete
8.8
Mc 8.20
Mt 15.37
alcofas. 9Eram cerca de quatro mil homens. 10Depois, Jesus os despediu, e entrando logo na barca com seus discípulos, dirigiu-se para o território de
8.10
cp.
Dalmanuta.

Os fariseus pedem um sinal do céu

11Saíram

8.11
Mc 8.11-21
Mt 16.1-12
os fariseus e começaram a discutir com ele,
8.11
Mt 12.38
procurando obter dele um sinal do céu, para o experimentarem. 12Ele, dando
8.12
Mc 7.34
um profundo suspiro em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração nenhum sinal será dado. 13E, deixando-os, tornou a embarcar e foi para o outro lado.

O fermento dos fariseus e o de Herodes

14Os discípulos esqueceram-se de levar pão e não tinham consigo na barca senão um só. 15Jesus deu-lhes este preceito:

8.15
Mt 16.6
Lc 12.1
Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de
8.15
Mt 14.1Mt 22.16
Herodes. 16Eles discorriam entre si, porque não tinham pão. 17Ele, percebendo-o, lhes perguntou: Por que discorreis, por não terdes pão?
8.17
cp.
Não compreendeis ainda, nem entendeis? Tendes o vosso coração endurecido? 18Tendo olhos, não vedes? Tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais, 19quando parti
8.19
Mc 6.41-44
os cinco pães para cinco mil, quantos
8.19
Mt 14.20
cestos cheios de pedaços levantastes? Responderam eles: Doze. 20Quando parti
8.20
Mc 8.6-9
os sete para quatro mil, quantas
8.20
Mc 8.8
alcofas levantastes? Responderam: Sete. 21Disse-lhes:
8.21
cp.
Ainda não entendeis?

A cura de um cego, em Betsaida

22Então, chegaram a

8.22
Mt 11.21Mc 6.45
Betsaida. Trouxeram-lhe um cego e pediram-lhe que
8.22
Mc 3.10
o tocasse. 23Jesus, tomando o cego pela mão,
8.23
Mc 7.33
conduziu-o para fora da aldeia; cuspindo-lhe nos olhos,
8.23
Mc 5.23
pôs as mãos sobre ele e perguntou-lhe: Vês alguma coisa? 24Este, elevando os olhos, respondeu: Vejo os homens, porque, como árvores, os percebo andando. 25Então, lhe pôs outra vez as mãos sobre os olhos; e ele, olhando atentamente, ficou são; e distinguia tudo com clareza. 26Depois, o mandou para sua casa e disse:
8.26
cp.
Não entres nem na
8.26
Mc 8.23
aldeia.

A confissão de Pedro

27

8.27
Mc 8.27-29
Mt 16.13-16
Lc 9.18-20
Saiu Jesus com seus discípulos para as aldeias de
8.27
Mt 16.13
Cesareia de Filipe; e, no caminho, perguntou-lhes: Quem dizem os homens que sou eu? 28
8.28
Mc 6.14
Eles responderam: Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Um dos profetas. 29Ele lhes perguntou: Mas vós, quem dizeis que sou eu? Respondeu-lhe Pedro: Tu és o Cristo. 30
8.30
Mt 16.20
Lc 9.21Mt 8.4
Ordenou-lhes Jesus que a ninguém falassem a respeito dele.

Jesus prediz a sua morte, ressurreição e vinda

31

8.31
Mc 8.31—9.1
Mt 16.21-28
Lc 9.22-27
Então, começou a ensinar-lhes que era necessário
8.31
Mt 16.21
que o Filho do Homem padecesse muitas coisas, que fosse rejeitado pelos anciãos, pelos principais sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto e que depois de três dias ressuscitasse. 32Isso dizia
8.32
Jo 18.2010.24
11.14
16.25,29
claramente. Pedro, chamando-o à parte, começou a admoestá-lo. 33Mas Jesus, virando-se e olhando para seus discípulos, repreendeu a Pedro e disse: Sai de diante de mim,
8.33
Mt 4.10
Satanás, porque não cuidas das coisas de Deus, mas sim das dos homens. 34Chamando a si a multidão com seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo,
8.34
Mt 10.38
tome a sua cruz e siga-me. 35Pois
8.35
Mt 10.39
quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho salvá-la-á. 36Que aproveita a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua vida? 37Que daria um homem em troca da sua vida? 38Porque, se
8.38
Lc 9.26Mt 10.33
Hb 11.16
alguém, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também dele se envergonhará
8.38
Mt 8.20
o Filho do Homem
8.38
Mt 16.27Mc 13.26
Lc 9.27
quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos.

9

91Disse-lhes mais:

9.1
Mt 16—27
Mc 8.38Mc 13.26
Lc 9.27
Em verdade vos digo que alguns dos que estão aqui de maneira nenhuma morrerão, enquanto não virem já chegado o reino de Deus com poder.

A transfiguração

2

9.2
Mc 9.2-8
Mt 17.1-8
Lc 9.28-36
Seis dias depois, tomou Jesus consigo a
9.2
Mc 5.37
Pedro, a Tiago e a João e levou-os à parte, sós, a um alto monte. Foi transfigurado diante deles; 3as
9.3
Mt 28.3
suas vestes tornaram-se resplandecentes e, em extremo, brancas, como nenhum lavandeiro sobre a terra as pode alvejar. 4Apareceu-lhes Elias com Moisés, e estes falavam com Jesus. 5Pedro disse a Jesus:
9.5
Mt 23.7
Mestre, bom é estarmos aqui;
9.5
cp.
façamos três tabernáculos: um para ti, outro, para Moisés, e outro para Elias. 6Não sabia o que havia de dizer, pois estavam aterrorizados. 7Veio
9.7
2Pe 1.17
uma nuvem que os envolveu, e dela saiu uma voz, dizendo:
9.7
Mc 1.11
Mt 3.17
Este é o meu Filho dileto; ouvi-o. 8Eles, olhando de repente em redor, não viram mais a ninguém consigo, senão só a Jesus.

A vinda de Elias

9

9.9
Mc 9.9-13
Mt 17.9-13
Enquanto desciam do monte,
9.9
Mc 5.43
7.368.30
Mt 8.4
ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, senão quando o Filho do Homem houvesse ressurgido dentre os mortos. 10Eles guardaram essas palavras, discutindo entre si o que seria o ressurgir dentre os mortos. 11Então, lhe perguntaram: Como é que os escribas dizem que
9.11
Mt 11.14
Elias deve vir primeiro? 12Respondeu ele: Elias, com efeito, vem primeiro e há de restaurar todas as coisas; e como é que está escrito acerca
9.12
Mc 9.31
do Filho do Homem
9.12
cp.
que padecesse muitas coisas e fosse rejeitado? 13Mas digo-vos que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo quanto quiseram, como dele está escrito.

A cura de um epilético

14

9.14
Mc 9.14-28
Mt 17.14-19
Lc 9.37-42
Quando chegaram aos discípulos, viram uma grande multidão, que os rodeava, e alguns escribas discutindo com eles. 15Imediatamente, toda a multidão, vendo a Jesus,
9.15
Mc 14.33
16.5-6
ficou muito surpreendida e, correndo para ele, o saudava. 16Ele lhes perguntou: Que estais discutindo com eles? 17Respondeu-lhe um dentre a multidão: Mestre, eu te trouxe meu filho, que está possesso dum espírito mudo, 18e este, onde quer que o apanha, o lança por terra; ele espuma, range os dentes e vai definhando. Roguei a teus discípulos que o expelissem, e eles não puderam. 19Disse-lhes Jesus: Ó geração incrédula, até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei? Trazei-mo. 20Então, lho trouxeram. Ao ver a Jesus, logo o espírito o convulsionou; ele caiu por terra e se estorceu, espumando. 21Perguntou Jesus ao pai dele: Há quanto tempo acontece-lhe isso? Respondeu ele: Desde a infância; 22e muitas vezes o tem lançado tanto no fogo como na água, para o destruir; mas, se podes alguma coisa, compadece-te de nós e ajuda-nos. 23Disse-lhe Jesus: Se podes!
9.23
cp.
Tudo é possível ao que crê. 24Imediatamente, o pai do menino exclamou: Creio! Ajuda a minha incredulidade. 25Jesus, vendo que
9.25
Mc 9.15
uma multidão afluía, repreendeu ao espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele e nunca mais nele entres. 26Gritando e agitando-o muito, saiu; o menino ficou como morto, de maneira que a maior parte do povo dizia: Morreu. 27Jesus, porém, tomando-o pela mão, ergueu-o, e ele ficou em pé. 28Depois que entrou
9.28
Mc 7.17Mc 2.1
em casa, perguntaram-lhe seus discípulos particularmente: Como é que não podemos nós expulsá-lo? 29Respondeu-lhes: Esta espécie só pode sair à força de oração.

De novo Jesus prediz a sua morte e ressurreição

30

9.30
Mc 9.30-32
Mt 17.22-23
Lc 9.43-45
Tendo partido dali, passaram pela Galileia, e ele não queria que ninguém o soubesse; 31pois ensinava a seus discípulos e lhes dizia:
9.31
Mc 9.12
Mc 8.31
Mt 16.21
O Filho do Homem será entregue às mãos dos homens e tirar-lhe-ão a vida; e, depois de morto, ressurgirá ao terceiro dia. 32Mas
9.32
cp.
eles não compreendiam essas palavras e temiam interrogá-lo.

O maior no reino dos céus

33

9.33
Mc 9.33-37
Mt 17.24
18.1-5
Lc 9.46-48
E vieram a Cafarnaum. Estando ele
9.33
cp.
em casa, perguntou-lhes: Sobre que discorríeis pelo caminho? 34Mas eles se calaram, porque, pelo caminho,
9.34
Lc 22.24Mc 9.50
haviam discutido entre si qual deles era o maior. 35Sentando-se, chamou os doze e disse-lhes:
9.35
Mt 20.26
Se alguém quer ser o primeiro, será o último de todos e servo de todos. 36Tomando um menino, pô-lo no meio deles e, abraçando-o, disse-lhes: 37
9.37
Mt 10.40
Aquele que receber um destes meninos em meu nome a mim é que recebe; e aquele que me receber recebe não a mim, mas àquele que me enviou.

Jesus ensina a tolerância e caridade. Os tropeços

38

9.38
Mc 9.38-40
Lc 9.49-50
Disse-lhe João: Mestre, vimos um homem que não nos segue expelir demônios em teu nome
9.38
cp.
e lho proibimos, porque não nos seguia. 39Mas Jesus respondeu: Não lho proibais, porque não há ninguém que faça milagre em meu nome e logo depois possa falar mal de mim. 40
9.40
Mt 12.30
Pois quem não é contra nós é por nós. 41
9.41
Mt 10.42
Aquele que vos der de beber um copo de água, porque sois de Cristo, em verdade vos digo que de modo algum perderá a sua recompensa. 42Mas
9.42
Mt 18.6
Lc 17.21Co 8.12
quem puser uma pedra de tropeço no caminho de um destes pequeninos que creem, melhor seria que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho e que fosse lançado no mar. 43
9.43
Mt 5.30
18.817.27
Se a tua mão te servir de pedra de tropeço, corta-a; melhor é entrares na vida manco do que, tendo duas mãos, ires para a
9.43
Mt 5.22
Geena,
9.43
Mt 3.12
Mt 25.41
para o fogo inextinguívelonde o seu verme não morre, e o fogo não se apaga.. 44[onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga.] 45Se o teu pé te servir de pedra de tropeço, corta-o; melhor é entrares na vida aleijado, do que, tendo dois pés, seres lançado na Geena. 46[onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga.] 47Se
9.47
Mt 5.29
18.917.27
o teu olho te servir de pedra de tropeço, arranca-o; melhor é entrares no reino de Deus com um só de teus olhos, do que, tendo dois, seres lançado na Geena, 48
9.48
Is 66.24
onde o seu verme não morre e o fogo não se apaga. 49Pois cada um será salgado com fogo. 50O sal é bom; mas,
9.50
Mt 5.13
Lc 14.34
se o sal se tiver tornado insípido, com que haveis de restaurar-lhe o sabor?
9.50
Cl 4.6
Tende sal em vós mesmos e
9.50
cp.
estai em paz uns com os outros.