Tradução Brasileira (2010) (TB)
9

A cura dum paralítico em Cafarnaum

91Jesus entrou numa barca, atravessou para o outro lado e foi

9.1
Mt 4.13Mc 5.21
à sua cidade. 2
9.2
Mt 9.2-8
Mc 2.3-12
Lc 5.18-26
Trouxeram-lhe um
9.2
vd.
paralítico, deitado em um leito. Vendo Jesus a fé que eles tinham, disse ao paralítico:
9.2
Mt 9.22
14.27
Mc 6.50
10.49
Jo 16.33
At 23.11
Tem ânimo, filho;
9.2
Mc 2.5,9
Lc 5.20,23
7.48
perdoados são os teus pecados. 3Alguns escribas disseram consigo: Este homem blasfema. 4Mas Jesus,
9.4
Mt 12.25
Lc 6.8
9.47
conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Por que pensais mal nos vossos corações? 5Pois qual é mais fácil? Dizer:
9.5
Mc 2.5,9
Lc 5.20,23
7.48
Perdoados são os teus pecados, ou dizer: Levanta-te e anda? 6Para que saibais que
9.6
vd.
o Filho do homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse então ao
9.6
Mt 4.24
5.2
paralítico: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa. 7Ele se levantou e foi para sua casa. 8Vendo isso as multidões, temeram e
9.8
Mt 5.16
15.31
Mc 2.12
Lc 2.20
5.25-26
7.16
13.13
17.15
23.47
Jo 15.8
At 4.21
11.18
21.20
2Co 9.13
Gl 1.24
glorificaram a Deus, que dera tal autoridade aos homens.

A vocação de Mateus

9

9.9
Mt 9.9-17
Mc 2.14-22
Lc 5.27-38
Jesus, partindo dali, viu um homem chamado
9.9
Mt 10.3
Mc 3.18
Lc 6.15
At 1.13Mc 2.14
Mateus sentado na coletoria e disse-lhe:
9.9
vd.
Segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

Jesus come com pecadores

10Estando ele à mesa em casa, vieram muitos publicanos e pecadores e sentaram-se com Jesus e com seus discípulos. 11Os fariseus, vendo isso, perguntavam aos discípulos:

9.11
Mt 11.19
Mc 2.16
Lc 5.30
15.2
Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? 12Mas Jesus, ouvindo-o, disse:
9.12
Mc 2.17
Lc 5.31
Os sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos. 13Porém ide
9.13
Mt 12.7
Os 6.6
aprender o que significa: Misericórdia quero e não holocaustos;
9.13
Mc 2.17
Lc 5.321Tm 1.15
pois não vim chamar os justos, mas os pecadores.

A questão do jejum

14Depois, o procuraram os discípulos de João e lhe perguntaram: Por que é que nós e

9.14
Lc 18.12
os fariseus jejuamos, mas teus discípulos não jejuam? 15Respondeu-lhes Jesus: Podem, porventura, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles? Porém dias virão, em que lhes será tirado o noivo, e nesses dias jejuarão. 16Ninguém põe remendo de pano novo em vestido velho; porque o remendo tira parte do vestido, e fica maior a rotura. 17Nem se põe vinho novo em odres velhos; de outro modo, arrebentam os odres, e derrama-se o vinho, e estragam-se os odres. Mas vinho novo é posto em odres novos, e ambos se conservam.

O pedido de Jairo. A cura de uma mulher hemorrágica. A ressurreição da filha de Jairo

18

9.18
Mt 9.18-26
Mc 5.22-43
Lc 8.41-56
Enquanto assim lhes falava, veio um chefe da sinagoga e
9.18
vd.
adorava-o, dizendo: Neste momento, acaba de expirar minha filha; mas vem, põe a tua mão sobre ela, e viverá. 19Jesus, levantando-se, o foi seguindo com seus discípulos. 20Uma mulher, padecendo há doze anos de uma hemorragia, veio por detrás dele e tocou-lhe
9.20
Nm 15.38
Dt 22.12
Mt 14.36
23.5
a fímbria da capa; 21porque dizia consigo: Se eu lhe
9.21
cp.
tocar somente a capa, ficarei curada. 22Jesus, voltando-se e vendo-a, disse:
9.22
vd.
Tem ânimo, filha;
9.22
Mc 5.34
10.52
Lc 7.50
8.48
17.19
18.42Mt 5.29
15.28
a tua fé te sarou. Desde aquela hora, a mulher ficou sã. 23Quando Jesus chegou à casa do chefe da sinagoga, vendo os
9.23
cp.
tocadores de flauta e a multidão em alvoroço, 24disse: Retirai-vos; pois a menina
9.24
Jo 11.13At 20.10
não está morta, mas sim dormindo. Riam-se dele. 25Mas, retirada a multidão, entrou Jesus, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26A
9.26
Mt 9.31
4.24
14.1
Mc 1.28,45
Lc 4.14,37
5.15
7.17
fama desse fato correu por toda aquela terra.

A cura de dois cegos

27Saindo Jesus dali, seguiram-no dois cegos, clamando: Tem compaixão de nós,

9.27
Mt 12.23
15.22
20.30-31
21.9,15
22.42
Mc 10.47-48
12.35
Lc 18.38-39
20.41Mt 1.1
filho de Davi! 28Tendo ele entrado em casa, vieram a ele os cegos; Jesus perguntou-lhes: Credes que posso fazer isso? Responderam eles: Cremos, Senhor. 29Então lhes tocou os olhos, dizendo:
9.29
cp.
Faça-se-vos conforme a vossa fé. 30Abriram-se-lhes os olhos. Jesus
9.30
vd.
advertiu-lhes com energia, dizendo: Vede que ninguém o saiba. 31Eles, porém, saíram e lhe
9.31
Mt 4.24
9.26
14.1
Mc 1.28,45
Lc 4.14,37
5.15
7.17
divulgaram a fama por toda aquela terra.

A cura de um mudo endemoninhado. A blasfêmia dos fariseus

32Quando se retiravam,

9.32
cp.
foi-lhe trazido um mudo
9.32
vd.
endemoninhado. 33Expulso o demônio, falou o mudo; e a multidão maravilhou-se, dizendo:
9.33
Mc 2.12
Nunca tal se viu em Israel! 34Mas os fariseus afirmavam: É pelo
9.34
Mt 12.24
Mc 3.22
Lc 11.15Jo 7.20
príncipe dos demônios que ele expele os demônios.

Jesus ia por toda a parte fazendo o bem. A seara e os trabalhadores

35Jesus percorria todas as cidades e aldeias,

9.35
vd.
ensinando nas sinagogas,
9.35
vd.
pregando o evangelho do reino
9.35
vd.
e curando todas as doenças e enfermidades. 36
9.36
vd.
Vendo ele as turbas, compadeceu-se delas,
9.36
Mc 6.34
Nm 27.17
Ez 34.5
Zc 10.2
porque estavam aflitas e exaustas como ovelhas sem pastor. 37Então, disse a seus discípulos:
9.37
Lc 10.2
A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos; 38rogai, pois, ao Senhor da seara que envie trabalhadores para a sua seara.