Tradução Brasileira (2010) (TB)

A cura dum leproso

81Quando Jesus desceu do monte, acompanharam-no grandes multidões. 2

8.2
Mt 8.2-4
Mc 1.40-44
Lc 5.12-14
Aproximando-se um leproso,
8.2
Mt 9.18
15.25
18.26
20.20
Jo 9.38
At 10.25
adorava-o, dizendo: Senhor, se quiseres, bem podes tornar-me limpo. 3Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; fica limpo. No mesmo instante, ficou limpa a sua lepra. 4Disse-lhe Jesus:
8.4
Mt 9.30
12.16
17.9
Mc 1.44
3.12
5.43
7.36
8.30
9.9
Lc 4.41
8.56
9.21
Olha, não o digas a alguém, mas
8.4
Mc 1.44
Lc 5.14
17.14
Lv 13.49
14.2
vai mostrar-te ao sacerdote e fazer a oferta que Moisés ordenou, para lhes servir de testemunho.

A cura do criado dum centurião

5

8.5
Mt 8.5-13
Lc 7.1-10
Tendo Jesus entrado em Cafarnaum, chegou-se a ele um centurião e rogou-lhe: 6Senhor, o meu criado jaz em casa
8.6
vd.
paralítico, padecendo horrivelmente. 7Disse-lhe ele: Eu irei curá-lo. 8Mas o centurião respondeu: Senhor, não sou digno de que entres em minha casa; porém dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar. 9Pois também eu sou homem sujeito à autoridade, e tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: Vai ali, e ele vai; a outro: Vem cá, e ele vem; e ao meu servo: Faze isto, e ele o faz. 10Jesus, ouvindo isso, admirou-se e disse aos que o acompanhavam: Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé. 11Digo-vos que
8.11
Lc 13.29Is 49.12
59.19
Ml 1.11
muitos virão do Oriente e do Ocidente e hão de sentar-se com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus; 12mas
8.12
cp.
os filhos do reino serão lançados nas
8.12
Mt 22.13
25.30
trevas exteriores;
8.12
Mt 13.42,50
22.13
24.51
25.30
Lc 13.28
ali haverá o choro e o ranger de dentes. 13Disse Jesus ao centurião: Vai-te, e,
8.13
Mt 9.299.22
como creste, assim te seja feito. Naquela mesma hora, sarou o criado.

A cura da sogra de Pedro. Muitos curados

14

8.14
Mt 8.14-16
Mc 1.29-34
Lc 4.38-41
Tendo entrado Jesus na casa de Pedro, viu que a sogra deste estava de cama e com febre; 15e, tocando-lhe a mão, a febre a deixou. Ela se levantou e o servia. 16À tarde, trouxeram-lhe muitos
8.16
vd.
endemoninhados; ele, com a sua palavra, expeliu os espíritos e curou todos os doentes; 17para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:
8.17
Is 53.4
Ele mesmo tomou as nossas enfermidades e carregou com as nossas doenças.

Jesus põe à prova uns que iam segui-lo

18Vendo Jesus uma multidão ao redor de si,

8.18
Mc 4.35
Lc 8.22
mandou passar para a outra margem do lago. 19
8.19
Mt 8.19-22
Lc 9.57-60
Chegou um escriba e disse-lhe: Mestre, seguir-te-ei para onde quer que fores. 20Respondeu-lhe Jesus: As raposas têm covis, e as aves do céu, pousos; mas
8.20
Mt 9.6
12.8,32,40
13.41
16.13,2717.9
10.28
26.64
Mc 8.38
Lc 12.8
18.8
21.36
Jo 1.51
3.136.27
12.34
At 7.56Dn 7.13
o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. 21Um outro discípulo disse-lhe: Senhor, deixa-me ir primeiro enterrar meu pai. 22Porém Jesus respondeu-lhe:
8.22
Mt 9.9
Mc 2.14
Lc 9.59
Jo 1.43
21.19
Segue-me e deixa que os mortos enterrem os seus mortos.

Jesus acalma uma tempestade

23

8.23
Mt 8.23-27
Mc 4.36-41
Lc 8.22-25
Entrando ele na barca, seus discípulos acompanharam-no. 24Eis que se levantou no mar tão grande tempestade, que as ondas cobriam a barca; mas Jesus dormia. 25Os discípulos, aproximando-se, acordaram-no, dizendo: Salva-nos, Senhor, que perecemos. 26Ele lhes disse: Por que temeis,
8.26
Mt 6.30
14.31
16.8
homens de pouca fé? Então, erguendo-se, repreendeu os ventos e o mar; e fez-se grande bonança. 27Todos se maravilharam, dizendo: Que homem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?

A cura de dois endemoninhados gadarenos

28

8.28
Mt 8.28-34
Mc 5.1-17
Lc 8.26-37
Tendo ele chegado à outra banda, à terra dos gadarenos, dois endemoninhados, em extremo furiosos, de modo que ninguém podia passar por aquele caminho, saindo dos túmulos, vieram-lhe ao encontro. 29Eles gritaram:
8.29
Jz 11.12
2Sm 16.10
19.22
1Rs 17.18
2Rs 3.13
2Cr 35.21
Mc 1.24
5.7
Lc 4.34
8.28
Jo 2.4
Que temos nós contigo, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo? 30Ora, a alguma distância deles pastava uma grande manada de porcos. 31Os demônios rogavam-lhe: Se nos expeles, envia-nos para a manada de porcos. 32Disse-lhes Jesus: Ide. Tendo eles saído, passaram para os porcos; toda a manada precipitou-se pelo declive no mar, e ali se afogaram. 33Os pastores fugiram, foram à cidade, contaram todas essas coisas e o que tinha acontecido aos
8.33
vd.
endemoninhados. 34Então, a cidade toda saiu ao encontro de Jesus; e, ao verem-no, rogaram-lhe que se retirasse daqueles termos.