Tradução Brasileira (2010) (TB)
19

Zaqueu, o publicano

191Tendo Jesus

19.1
Lc 18.35
entrado em Jericó, atravessava a cidade. 2Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos publicanos e rico; 3este procurava ver quem era Jesus, porém não o podia conseguir por causa da multidão, porque era de baixa estatura. 4Correndo adiante, subiu a um
19.4
1Rs 10.27
1Cr 27.28
2Cr 1.15
9.27
Sl 78.47
Is 9.10Lc 17.6
sicômoro, a fim de vê-lo, porque estava para passar por ali. 5Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa. 6Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria. 7Vendo isso, todos murmuravam, dizendo que ele tinha ido hospedar-se em casa de um pecador. 8Zaqueu, levantando-se, disse a Jesus:
19.8
Lc 7.13
Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se em alguma coisa
19.8
Lc 3.14
defraudei a alguém, lho restituirei
19.8
cp.
quadruplicado. 9Disse-lhe Jesus: Hoje, entrou a salvação nesta casa, porquanto este também é
19.9
cp.
filho de Abraão; 10porque
19.10
Mt 18.11
o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

A parábola das dez minas

11Ouvindo eles isso, prosseguiu Jesus e propôs uma parábola, visto estar

19.11
Lc 9.51
ele perto de Jerusalém e pensarem eles que
19.11
Lc 17.20
o reino de Deus havia de manifestar-se imediatamente. 12Disse, pois:
19.12
Lc 19.12-27Mt 25.14-30
Certo homem ilustre foi para um país longínquo, a fim de obter para si o governo e voltar. 13Chamou dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até eu voltar. 14Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: Não queremos que este homem nos governe. 15Quando ele voltou, depois de haver tomado posse do governo, mandou chamar os servos a quem dera o dinheiro, a fim de saber como cada um havia negociado. 16Apresentou-se o primeiro e disse: Senhor, a tua mina rendeu dez. 17Respondeu-lhe o senhor: Muito bem, servo bom, porque foste
19.17
Lc 16.10
fiel no mínimo, terás autoridade sobre dez cidades. 18Veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco. 19A este respondeu: Sê tu também sobre cinco cidades. 20Veio outro, dizendo: Senhor, eis a tua mina, que tive guardada em um lenço; 21pois eu tinha medo de ti, porque és homem severo, tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste. 22Respondeu-lhe: Servo mau, pela tua boca eu te julgarei. Sabias que sou homem severo, que tiro o que não pus e ceifo o que não semeei; 23por que, pois, não puseste o meu dinheiro no banco? E, então, na minha vinda, o teria exigido com juros. 24Disse aos que estavam presentes: Tirai-lhe a mina e dai-a ao que tem as dez. 25Responderam-lhe: Senhor, este já tem dez. 26
19.26
Mt 13.12
Lc 8.18
Declaro-vos que a todo o que tem dar-se-lhe-á; mas ao que não tem até aquilo que tem, lhe será tirado. 27Quanto, porém,
19.27
Lc 19.14
a esses meus inimigos, que não quiseram que eu os governasse, trazei-os aqui e
19.27
cp.
matai-os diante de mim.

Jesus vai a Jerusalém

28Depois de ter Jesus assim falado,

19.28
Mc 10.32
ia adiante deles,
19.28
Lc 9.51
subindo para Jerusalém.

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

29

19.29
Lc 19.29-38
Mt 21.1-9
Mc 11.1-10
Ao aproximar-se de Betfagé e de
19.29
Mt 21.17
Betânia, junto ao monte chamado
19.29
Lc 21.37
At 1.12
Olival, enviou dois de seus discípulos, 30dizendo-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós e, ao entrar ali, achareis preso um jumentinho que nunca foi montado; desprendei-o e trazei-o. 31Se alguém vos perguntar: Por que o desprendeis? Respondereis assim: O Senhor precisa dele. 32Partiram os que tinham sido enviados e acharam conforme lhes dissera Jesus. 33Enquanto desprendiam o jumentinho, perguntaram-lhes os seus donos: Por que desprendeis o jumentinho? 34Responderam: O Senhor precisa dele. 35Trouxeram-no a Jesus e,
19.35
Lc 19.35-38
Jo 12.12-15
lançando as suas capas sobre o jumentinho, fizeram-no montar. 36Enquanto ele caminhava, muitos estendiam as suas capas na estrada. 37Quando ele já ia chegando à descida do
19.37
Mt 21.1Lc 19.29
monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou, jubilosa,
19.37
Lc 18.43
a louvar a Deus em altas vozes por todos os milagres que tinha visto, 38dizendo:
19.38
Sl 118.26
Bendito é o
19.38
Mt 2.225.34
Rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e
19.38
Lc 2.14Mt 21.9
glória nas maiores alturas! 39
19.39
cp.
Alguns dos fariseus dentre a multidão lhe disseram: Mestre, repreende os teus discípulos. 40Respondeu-lhes: Declaro-vos que, se estes se calarem,
19.40
cp.
as pedras clamarão.

Jesus chora sobre Jerusalém

41Quando Jesus já estava perto, ao ver a cidade,

19.41
cp.
chorou sobre ela, 42dizendo: Ah! Se tu conheceras ainda hoje o que te pode trazer a paz! Mas isso está agora oculto aos teus olhos. 43Pois sobre ti virão dias, em que os teus inimigos
19.43
cp.
levantarão trincheiras em redor de ti,
19.43
Lc 21.20
te cercarão e te apertarão de todos os lados 44e te derribarão a ti bem como a teus filhos que estiverem dentro de ti;
19.44
Mt 24.2
Mc 13.2
Lc 21.6
e não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não conheceste
19.44
1Pe 2.12
o tempo da tua visitação.

A purificação do templo

45

19.45
Lc 19.45-46
Mt 21.12-16
Mc 11.15-18Jo 2.13-16
Tendo entrado no templo, começou a expulsar os que ali vendiam, 46dizendo-lhes: Está escrito:
19.46
Is 56.7
Mt 21.13
Mc 11.17
A minha casa será casa de oração, mas vós a fizestes um
19.46
Jr 7.11
covil de salteadores.

Jesus ensina no templo

47

19.47
Mt 26.55
Todos os dias ensinava no templo; mas os principais sacerdotes, os escribas e os principais entre o povo
19.47
Lc 20.19
procuravam tirar-lhe a vida 48e não sabiam o que haviam de fazer; pois todo o povo o escutava com muita atenção.

20

Acerca da autoridade de Jesus. O batismo de João

201

20.1
Lc 20.1-8
Mt 21.23-27
Mc 11.27-33
Em um dos dias em que Jesus
20.1
Mt 26.55
Lc 19.47
ensinava ao povo no templo e
20.1
Lc 8.1
anunciava o evangelho,
20.1
At 4.1
6.12
sobrevieram os principais sacerdotes e os escribas, juntamente com os anciãos, 2e falaram-lhe nestes termos: Dize-nos: Com que autoridade fazes essas coisas ou quem é o que te deu esta autoridade? 3Respondeu-lhes: Também eu vos farei uma pergunta; respondei-me: 4O batismo de João era do céu ou dos homens? 5Eles, consultando entre si, diziam: Se dissermos que era do céu, ele dirá: Por que, então, não lhe destes crédito? 6Mas, se dissermos que era dos homens, todo o povo nos apedrejará, porque está convencido de que João era
20.6
Mt 11.9Lc 7.29-30
profeta. 7Responderam, por fim, que não sabiam donde era. 8Replicou-lhes Jesus: Nem eu vos digo com que autoridade faço essas coisas.

A parábola dos lavradores maus

9

20.9
Lc 20.9-19
Mt 21.33-46
Mc 12.1-12
Começou a propor ao povo esta parábola: Um homem plantou uma vinha, arrendou-a a alguns lavradores e partiu para outro país, onde se demorou muito. 10No tempo próprio, mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem do fruto da vinha; os lavradores, porém, depois de o espancarem, mandaram-no embora sem coisa alguma. 11Tornou a enviar outro servo; e a este, depois de o espancarem e ultrajarem, despediram vazio. 12Enviou ainda outro, e feriram também a este e enxotaram-no. 13Então, disse o dono da vinha: Que farei? Enviarei meu filho amado; a ele talvez
20.13
Lc 18.2
respeitarão. 14Mas, quando os lavradores o viram, discorreram entre si, dizendo: Este é o herdeiro; matemo-lo para que a herança seja nossa. 15Lançaram-no fora da vinha e o mataram. Que lhes fará, pois, o dono da vinha? 16Virá, e
20.16
cp.
exterminará esses lavradores, e dará a vinha a outros. Ao ouvirem isso, disseram:
20.16
Rm 3.4,6,31
6.2,15
7.7,13
9.14
11.1,11
1Co 6.15
Gl 2.17
3.21
6.14
Tal não aconteça! 17Mas Jesus, olhando para eles, disse: Que quer, então, dizer o que está escrito:

20.17
Sl 118.22
A pedra que os edificadores rejeitaram,

esta foi posta como

20.17
cp.
a pedra angular?

18
20.18
Mt 21.44
Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; mas aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó.

A questão do tributo

19Naquela mesma hora, os escribas e os principais sacerdotes

20.19
Lc 19.47
procuraram pôr-lhe as mãos, mas temeram o povo; pois perceberam que, em referência a eles, havia dito esta parábola. 20
20.20
Lc 20.20-26
Mt 22.15-22
Mc 12.13-17
Observando-o,
20.20
Mc 3.2
enviaram-lhe emissários que se fingiram justos,
20.20
Lc 11.54
Lc 20.26
para o apanhar em alguma palavra, de modo que o pudessem entregar à jurisdição e à autoridade do
20.20
Mt 27.2
governador. 21E perguntaram-lhe: Mestre, sabemos que falas, e ensinas retamente, e não te deixas levar de respeitos humanos, mas ensinas o caminho de Deus segundo a verdade; 22é-nos lícito ou não
20.22
Lc 23.2
Mt 17.25
pagar tributo a César? 23Mas Jesus, percebendo a astúcia deles, disse-lhes: 24Mostrai-me um denárioUm denário valia 315 réis, moeda brasileira.. De quem é a efígie e a inscrição que ele tem? Responderam: De César. 25Disse-lhes Jesus: Dai,
20.25
Mt 22.21
Mc 12.17
pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. 26Não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, maravilhados da sua resposta, calaram-se.

Os saduceus e a ressurreição

27

20.27
Lc 20.27-40
Mt 22.23-33
Mc 12.18-27
Chegando alguns dos saduceus, homens que negam a ressurreição, 28perguntaram-lhe: Mestre,
20.28
Dt 25.5
Moisés nos deixou escrito que, se morrer um homem casado e não deixar filhos, seu irmão case com a viúva e dê sucessão ao falecido. 29Havia, pois, sete irmãos: o primeiro casou e morreu sem filhos; 30o segundo 31e o terceiro casaram com a viúva; e, assim, os sete e morreram sem deixarem filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33De qual deles, pois, será a mulher na ressurreição? Porque os sete casaram com ela. 34Respondeu-lhes Jesus: Os filhos
20.34
Mt 12.32
Lc 16.8
deste mundo casam-se e dão-se em casamento; 35mas aqueles que são julgados dignos de alcançar o mundo vindouro e a ressurreição dentre os mortos não se casam, nem se dão em casamento. 36Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são
20.36
cp.
filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. 37Mas que os mortos ressuscitam, Moisés o indicou
20.37
Êx 3.6
Mc 12.26
na passagem a respeito da sarça, onde se diz que o Senhor é o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. 38
20.38
Mt 22.32
Mc 12.27
Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; pois
20.38
cp.
todos vivem para ele. 39Alguns dos escribas disseram: Mestre, respondeste bem. 40
20.40
Mt 22.46Lc 14.6
Não ousaram mais perguntar-lhe coisa alguma.

O Cristo, filho de Davi

41

20.41
Lc 20.41-44
Mt 22.41-46
Mc 12.35-37
Perguntou-lhes Jesus: Como dizem que o Cristo
20.41
Mt 9.27
é filho de Davi? 42Porque o próprio Davi disse no livro dos Salmos:

20.42
Sl 110.1
Disse o Senhor ao meu Senhor:

Senta-te à minha mão direita,

43até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés.

44Assim, pois, Davi lhe chama Senhor e como é ele seu filho?

Jesus censura os escribas

45

20.45
Lc 20.45-47
Mt 23.1-7
Mc 12.38-40
Ouvindo-o todo o povo, disse Jesus a seus discípulos: 46Guardai-vos dos escribas,
20.46
Lc 11.4314.7
que querem andar com vestes compridas, gostam das saudações nas praças, dos primeiros assentos nas sinagogas e dos primeiros lugares nos banquetes; 47os quais devoram as casas das viúvas e fazem, por pretexto, longas orações; estes hão de receber muito maior condenação.

21

A oferta da viúva pobre

211

21.1
Lc 21.1-4
Mc 12.41-44
Levantando os olhos, viu Jesus os ricos que lançavam as suas ofertas no gazofilácio. 2Viu também uma pobre viúva lançar ali
21.2
Mc 12.42
dois leptosUm lepto valia 14 réis, moeda brasileira., 3e disse: Em verdade vos digo que esta pobre viúva deu mais do que todos; 4porque todos estes deram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu
21.4
Mc 12.44
tudo o que tinha para o seu sustento.

O sermão profético. A destruição do templo

5

21.5
Lc 21.5-36
Mt 24
Mc 13
Falando algumas pessoas a respeito do templo, como estava ornado de belas pedras e de donativos, disse: 6Quanto ao que vedes, dias virão em que
21.6
Lc 19.44
não ficará pedra sobre pedra, que não seja derribada. 7Perguntaram-lhe: Mestre, quando, pois, sucederá isso? E que sinal haverá, quando estiver para se cumprir? 8Respondeu ele: Vede que não sejais enganados; porque muitos virão em meu nome, dizendo:
21.8
Jo 8.24
Sou eu; e também: O tempo está próximo;
21.8
cp.
não os sigais. 9Quando ouvirdes falar de guerras e tumultos, não vos assusteis; pois é necessário que primeiro aconteçam essas coisas, mas não é ainda o fim.

O princípio das dores

10Então, lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; 11haverá grandes terremotos, pestes e fomes em diversos lugares, e haverá terrores e grandes sinais do céu. 12Mas, antes de tudo isso,

21.12
Lc 21.12-17
Mt 10.19-22
Mc 13.11-13
vos hão de prender e perseguir, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, levando-vos à presença de reis e governadores por causa do meu nome; 13
21.13
cp.
isso se tornará em testemunho a vosso favor. 14
21.14
Lc 12.11
Determinai, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de fazer a vossa defesa; 15porque
21.15
cp.
eu vos darei uma boca e uma sabedoria a que todos os vossos adversários não poderão resistir, nem contradizer. 16Sereis entregues até por vossos pais, irmãos, parentes e amigos, e alguns de vós serão mortos; 17e sereis odiados de todos por causa do meu nome. 18Mas de modo algum se perderá
21.18
Mt 10.30
Lc 12.7
um cabelo da vossa cabeça; 19
21.19
cp.
pela vossa perseverança, ganhareis as vossas almas.

A grande tribulação

20Mas, quando virdes os exércitos

21.20
Lc 19.43
cercarem Jerusalém, então, sabei que está próxima a sua desolação. 21Os que nessa ocasião se acharem na Judeia, fujam para os montes;
21.21
cp.
os que estiverem dentro da cidade, retirem-se; e os que estiverem no campo, não entrem na cidade; 22porque estes
21.22
Is 63.4
Os 9.7Dn 9.24-27
são dias de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. 23Ai das que estiverem grávidas e das que amamentarem naqueles dias! Porque
21.23
cp.
haverá grande aflição sobre a terra e ira contra este povo. 24Muitos cairão
21.24
Gn 34.26
Êx 17.13Hb 11.34
ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações,
21.24
cp.
e Jerusalém será
21.24
Ap 11.2
pisada pelos gentios, até
21.24
Rm 11.25
se completarem os tempos deles.

A vinda do Filho do Homem

25Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas, e sobre a terra haverá angústia das nações em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas, 26desfalecendo os homens de medo e pela expectação das coisas que sobreveem ao mundo; pois as potestades dos céus serão abaladas. 27

21.27
Mt 24.30
Mc 13.26
Mt 16.27
26.64
Então, verão o Filho do Homem vir numa nuvem, com poder e grande glória. 28Quando, porém, essas coisas começarem a acontecer, exultai e levantai as vossas cabeças; porque
21.28
cp.
a vossa redenção se aproxima.

A parábola da figueira

29Propôs-lhes uma parábola: Vede a figueira e todas as árvores; 30quando começarem a brotar,

21.30
cp.
sabeis por vós mesmos, ao vê-las, que o verão está próximo; 31assim também vós, quando virdes acontecerem essas coisas, sabei que
21.31
Mt 3.2
está próximo o reino de Deus. 32Em verdade vos digo que não passará esta geração, sem que tudo se cumpra. 33
21.33
Mt 5.18
Lc 16.17
Passará o céu e a terra, mas não passarão as minhas palavras.

Exortação à vigilância

34

21.34
cp.
Guardai-vos, para não suceder que os vossos corações fiquem pesados com o excesso no comer e no beber e com os cuidados desta vida, e que aquele dia venha sobre vós de repente, como um laço; 35pois há de vir a todos os que estão sobre a face da terra. 36
21.36
Mc 13.33Lc 12.40
Vigiai, porém, em todo o tempo, orando para que possais escapar de todas essas coisas que hão de acontecer e para que
21.36
cp.
possais manter-vos na presença do Filho do Homem.

O povo ia ter com ele para o ouvir

37Jesus

21.37
Mt 26.55
ensinava todos os dias no templo; e, saindo
21.37
Mc 11.19
todas as noites, pousava
21.37
cp.
no monte chamado Olival. 38E todo o povo ia de
21.38
Jo 8.2
madrugada ao templo ter com ele, para o ouvir.