Tradução Brasileira (2010) (TB)
3

Lamentações dos aflitos

31Eu sou o homem que

3.1
Jó 19.21
Sl 88.7,15-16
Jr 15.17-18
viu a aflição causada pela vara do seu furor.

2Ele guiou-me e fez-me andar

3.2
Jó 30.26
Is 59.9
Jr 4.23
nas trevas e não na luz.

3Certamente, fez

3.3
Sl 38.2
Is 5.25
virar e revirar a sua mão contra mim o dia todo.

4Gastou

3.4
Sl 31.9-10
38.2-8
102.3-5
a minha carne e a minha pele, quebrou-me
3.4
Sl 51.8
Is 38.13
Jr 50.17
os ossos.

5

3.5
Jó 19.8
Levantou trincheiras contra mim e cercou-me de
3.5
Lm 3.19
Sl 69.21
Jr 23.15
fel e de trabalho.

6Fez-me habitar em

3.6
Sl 88.5-6
143.3
lugares tenebrosos, como os que estão mortos para sempre.

7

3.7
Jó 3.23
19.8
Cercou-me de uma sebe, de sorte que eu não posso sair;
3.7
Jr 40.4
agravou os meus grilhões.

8Quando grito e clamo por socorro,

3.8
Jó 30.20
Sl 22.2
ele exclui a minha oração.

9

3.9
Os 2.6
Fechou os meus caminhos com pedras lavradas, fez
3.9
Is 63.17
tortas as minhas veredas.

10Fez-me como

3.10
Os 13.8
Am 5.18-19
urso de emboscada, como leão em esconderijos.

11Desviou os meus caminhos

3.11
Jó 16.12-13
Jr 15.3
e fez-me em pedaços; tornou-me em desolação.

12

3.12
Lm 2.4
Sl 7.12-13
Armou o seu arco e pôs-me como alvo
3.12
Jó 6.4
7.20
à seta.

13Meteu nos meus rins as flechas da sua

3.13
Jr 5.16
aljava.

14Estou feito um

3.14
Sl 22.6-7
123.3-4
Jr 20.7
objeto de escárnio para todo o meu povo e
3.14
Lm 3.63
Jó 30.9
o assunto da sua canção, o dia todo.

15Encheu-me de

3.15
Lm 3.19
Rt 1.20
Jr 9.15
amargura, fartou-me de absinto.

16

3.16
Sl 3.7
58.6
Quebrou-me os dentes com
3.16
Pv 20.17
pedrinhas, cobriu-me de
3.16
Jr 6.26
cinzas.

17

3.17
Is 59.11
Jr 12.12
Alongaste da paz a minha alma; estou esquecido da prosperidade.

18Eu disse: Já pereceu de Jeová a minha força e

3.18
Jó 17.15
Ez 37.11
a minha expectação.

19Lembra-te da minha aflição e do meu andar errante,

3.19
Lm 3.5,15
Jr 9.15
do absinto e do fel.

20A minha alma ainda os conserva

3.20
Jó 21.6
Hb 10.34
na memória e
3.20
Sl 42.5-6,11
43.5
44.25
está abatida dentro de mim.

21Torno a trazer isso à mente; portanto, tenho

3.21
Sl 130.7
esperança.

22As

3.22
Sl 78.38
Jr 3.12
30.11
misericórdias de Jeová são a causa de não sermos consumidos,
3.22
Ml 3.6
porque não falham as suas misericórdias.

23

3.23
Sf 3.5
Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.

24A minha

3.24
Sl 16.5
73.26
porção é Jeová, diz a minha alma; portanto,
3.24
Sl 33.18
esperarei nele.

25Bom é Jeová

3.25
Sl 27.14
Is 25.9
para os que esperam por ele, para a alma
3.25
Is 26.9
que o busca.

26Boa coisa é

3.26
Sl 52.9
1Pe 1.13
esperar e
3.26
Sl 40.1
Is 30.15
aguardar, em silêncio, a salvação de Jeová.

27Bom é para o homem

3.27
Ec 12.1
levar o jugo na sua mocidade.

28Que

3.28
Lm 2.10
Sl 39.2,9
se assente ele, sozinho, e fique calado, porque Jeová o pôs sobre ele.

29Ponha a sua boca

3.29
Jó 16.15
40.4
no pó, a ver se há
3.29
Jr 31.17
esperança.

30Dê a sua

3.30
Jó 16.10
Is 50.6
face ao que o fere; farte-se de opróbrio

31Pois o Senhor

3.31
Sl 77.7,10
94.14
Is 54.7-10
não rejeitará para sempre.

32Embora entristeça, contudo, terá

3.32
Sl 78.38
106.43-45
Os 11.8
compaixão segundo a multidão das suas misericórdias.

33Porquanto

3.33
Jr 31.20
Ez 33.11
não aflige, nem oprime os filhos dos homens.

34O

3.34
Is 14.17
esmagar debaixo dos pés todos os presos da terra,

35o perverter o

3.35
Sl 140.12
Pv 17.15
direito de um homem diante do Altíssimo,

36o

3.36
Jr 22.3
Hc 1.13
subverter ao homem no seu pleito não são do agrado do Senhor.

37Quem é o que diz uma coisa

3.37
Sl 33.9-11
Pv 19.21
21.30
que se realiza, quando o Senhor o não mandar?

38Acaso, não é da boca do Altíssimo

3.38
Jó 2.10
Is 45.7
Jr 32.42
que saem o mal e o bem?

39Por que

3.39
Jr 30.15
Mq 7.9
Hb 12.5-6
se queixa o vivente? Por que se queixa o varão do castigo dos seus pecados?

Esperança de auxílio pela misericórdia de Deus

40

3.40
Sl 119.59
139.23-24
2Co 13.5
Esquadrinhemos e provemos os nossos caminhos e voltemos a Jeová.

41

3.41
Sl 25.1
28.2
141.2
Levantemos os nossos corações com as mãos a Deus, que está nos céus.

42Nós

3.42
Ne 9.26
Jr 14.20
Dn 9.5
transgredimos e nos rebelamos; tu
3.42
2Rs 24.4
Jr 5.7,9
não nos perdoaste.

43Cobriste-nos

3.43
Lm 2.21
de ira e
3.43
Lm 3.66
Sl 83.15
nos perseguiste; mataste-nos
3.43
Lm 2.2,17,21
e não mostraste piedade.

44

3.44
Lm 2.1
Sl 97.2
Cobriste-nos de nuvens, para que
3.44
Lm 3.8
Zc 7.13
a nossa oração não passe.

45Puseste-nos como

3.45
Lm 3.45
4.15
1Co 4.13
escória e refugo no meio dos povos.

46Todos os nossos inimigos

3.46
Lm 2.16
Jó 30.9-10
Sl 22.6-8
abriram contra nós a sua boca.

47

3.47
Is 24.17-18
Jr 48.43-44
O pavor e a cova são vindos sobre nós, a assolação e a destruição.

48Dos meus

3.48
Lm 1.16
2.11,18
Sl 119.136
Jr 9.1,18
olhos correm rios de água, por causa da destruição da filha do meu povo.

49Os meus olhos derramam lágrimas

3.49
Sl 77.2
Jr 14.17
e não cessam, sem haver intermissão,

50até que Jeová

3.50
Lm 5.1
Sl 80.14
Is 63.15
olhe e veja lá do céu.

51Os meus

3.51
Jr 14.18
olhos afligem a minha alma por causa de todos os filhos da minha cidade.

52

3.52
1Sm 26.20
Sl 11.1
124.7
Como ave, me caçaram os que,
3.52
Sl 35.7,19
sem causa, são os meus inimigos.

53Cortaram-me a vida na

3.53
Jr 37.16
masmorra e puseram sobre mim uma pedra.

54Correram águas

3.54
Sl 69.2
Jn 2.3-5
sobre a minha cabeça; eu disse: Estou cortado!

55

3.55
Jr 38.9
Jn 2.2
At 16.24-25
Da mais profunda masmorra invoquei o teu nome, Jeová.

56

3.56
Jó 34.28
Sl 116.12
Ouviste a minha voz;
3.56
Sl 55.1
não escondas o teu ouvido ao meu suspiro, ao meu clamor.

57

3.57
Sl 145.18
Chegaste-nos no dia em que te invoquei; disseste:
3.57
Is 41.10,14
Não temas.

58

3.58
Jr 50.34
Pleiteaste, Senhor, as causas da minha alma;
3.58
Sl 34.22
remiste a minha vida.

59

3.59
Jr 18.19-20
Viste, Jeová, o mal que sofri;
3.59
Sl 26.1
43.1
julga tu a minha causa.

60

3.60
Sl 10.14
Jr 11.20
Viste toda a sua vingança e todos os seus
3.60
Jr 18.18
desígnios contra mim.

61

3.61
Êx 2.24
Ouviste, Jeová,
3.61
Lm 5.1
Sl 74.18
89.50
Sf 2.8
o seu opróbrio e todos os seus desígnios contra mim;

62

3.62
Sl 59.7,12
140.3
Ez 36.3
os lábios dos que se levantam contra mim e a sua meditação contra mim o dia todo.

63Observa-os,

3.63
Sl 139.2
ao sentarem-se e ao levantarem-se;
3.63
Lm 3.14
Jó 30.9
eu sou a sua canção.

64Tu, Jeová,

3.64
Sl 28.4
Jr 51.6,24,56
lhes darás a recompensa segundo a obra das suas mãos.

65Dar-lhes-ás

3.65
Êx 14.8
Dt 2.30
Is 6.10
dureza de coração, dar-lhes-ás a tua maldição.

66Em ira os

3.66
Lm 3.43
Êx 14.28
Sl 35.6
perseguirás, e os destruirás de debaixo dos céus
3.66
Sl 8.3
Is 66.1
de Jeová.

4

Descrição das calamidades do cerco

41Como

4.1
2Rs 25.9-10
Ez 7.19-22
se escureceu o ouro! Como se mudou o ouro puríssimo!

4.1
Jr 52.13-14
Mt 24.2
As pedras do santuário estão espalhadas pelas esquinas de todas as ruas.

2Os preciosos

4.2
Is 51.18
filhos de Sião, comparáveis com o ouro fino,

como são reputados como

4.2
Is 30.14
Jr 19.1,11
vasos de barro, obra das mãos de oleiro!

3Até os

4.3
Is 13.22
34.13
chacais descobrem os peitos, dão de mamar aos seus cachorros;

A filha do meu povo tem-se tornado

4.3
Is 49.15
Ez 5.10
cruel como as
4.3
Jó 39.14-17
avestruzes no deserto.

4A língua da criança que mama fica-lhe,

4.4
Jr 14.3
pela sede, pegada ao céu da boca.

Os pequeninos

4.4
Lm 2.12
pedem pão, e ninguém lho reparte.

5Os que comiam

4.5
Is 3.16-26
Jr 6.2
Am 6.3-7
delicadamente desfalecem nas ruas.

Os que se criavam em escarlata abraçam

4.5
1Sm 2.8
Sl 113.7
monturos.

6Pois a iniquidade da filha do meu povo é maior que o pecado de

4.6
Is 1.10
Ez 16.48
Sodoma,

a qual foi

4.6
Gn 19.25
Jr 20.16
submetida como num momento, e nenhumas mãos foram postas sobre ela.

7Os seus nobres eram

4.7
Sl 51.7
mais puros que a neve, mais alvos que o leite.

De corpo, eram mais ruivos que corais, e a sua forma era como de

4.7
Êx 24.10
Jó 28.16
safira.

8O seu parecer é

4.8
Lm 5.10,14
Jó 30.30
mais escuro do que o negrume; eles não são conhecidos nas ruas.

A sua

4.8
Lm 3.4
Jó 19.20
Sl 38.3
102.3-5,11
pele pega-se-lhes aos ossos; secou-se e tornou-se como um pau.

9Mais felizes são os mortos

4.9
Jr 15.2
16.4
à espada do que os que morrem de fome;

porque estes

4.9
Lv 26.39
Ez 24.23
se esgotam, traspassados por falta dos frutos do campo.

10As mãos das mulheres compassivas

4.10
Lm 2.20
2Rs 6.29
Jr 19.9
cozeram seus filhos;

estes lhes serviram

4.10
Dt 28.53-55
de alimento na ruína da filha do meu povo.

11

4.11
Lm 4.22
Jr 2.17
Jr 7.20
Ez 22.31
Deu Jeová cumprimento ao seu furor, derramou a ardor da sua ira;

em Sião,

4.11
Dt 32.22
Jr 17.27
acendeu um fogo, que devorou os fundamentos dela.

12

4.12
Dt 29.24-28
1Rs 9.8-9
Não creram os reis da terra, nem todos os moradores do mundo

4.12
Jr 21.13
que entrasse o adversário e o inimigo pelas portas de Jerusalém.

13É por causa dos pecados dos seus

4.13
Lm 2.14
Jr 5.31
6.13
Ez 22.26-28
Mq 3.11-12
profetas e por causa das iniquidades dos seus sacerdotes

que se derramou no meio dela

4.13
Jr 2.30
26.8-9
o sangue dos justos.

14Vagueiam

4.14
Dt 28.28-29
Is 29.10
56.10
59.9-10
como cegos pelas ruas, são contaminados
4.14
Is 1.15
Jr 19.4
de sangue,

de modo que não se lhes podem tocar

4.14
Jr 2.34
as suas roupas.

15Retirai-vos!

4.15
Lv 13.45-46
Imundo! — gritaram-lhes.
4.15
2Co 6.17
Retirai-vos! Retirai-vos! Não toqueis!

Quando

4.15
Jr 49.5
fugiram e andaram vagueando, dizia-se entre as nações: Não habitarão nunca aqui.

16Espalhou-se a ira de Jeová, e ele não tornará a olhar para eles.

4.16
Is 9.14-16
Jr 52.24-27
Não respeitaram as pessoas dos sacerdotes, nem se compadeceram dos anciãos.

17Os nossos olhos ainda desfalecem, esperando o nosso

4.17
Lm 1.7
Jr 37.7
vão socorro.

Vigiando, temos estado de vigia para

4.17
Ez 29.6-7,16
uma nação que não podia saber.

18

4.18
Jr 16.16
Espreitam os nossos passos, de sorte que não podemos andar em nossas ruas.

4.18
Jr 5.31
Ez 7.2-12
Am 8.2
Perto está o nosso fim, cumpridos estão os nossos dias, porque é chegado o nosso fim.

19Os nossos perseguidores foram

4.19
Is 5.26-28
30.16-17
Jr 4.13
Hc 1.8
mais velozes do que as águias do céu;

perseguiram-nos sobre os montes, armaram-nos ciladas no

4.19
1Sm 13.6
deserto.

20

4.20
Jr 39.5
Foi apanhado nas covas deles
4.20
2Sm 1.14
19.21
o ungido de Jeová, aquele que é
4.20
2Sm 18.3
o ar das nossas narinas;

e do que dissemos: Debaixo da sua

4.20
Dn 4.12
sombra, viveremos entre as nações.

21Regozija-te e alegra-te, filha de

4.21
Sl 83.3-6
137.7
Jr 25.20-21,27
Edom, que habitas na terra de Uz;

4.21
Is 34.7
63.1-6
Am 1.11-12
Ob 1,16
o copo te passará a ti também; serás embriagada e te descobrirás.

22

4.22
Is 40.2
Jr 33.7-8
se cumpriu o castigo da tua iniquidade, ó filha de Sião; Jeová não tornará a levar-te para o cativeiro;

4.22
Jr 49.10
Ml 1.3-4
ele visitará a tua iniquidade, ó filha de Edom; descobrirá os teus pecados.

5

Lamentações por causa das misérias do cativeiro

51

5.1
Lm 3.19
Ne 1.8-9
Lembra-te, Jeová, do que nos tem acontecido;

considera e olha para o nosso

5.1
Sl 44.13-16
opróbrio.

2A nossa herança passou a

5.2
Is 1.7
Os 8.7-8
estrangeiros,

as nossas

5.2
Sf 1.13
casas, a forasteiros.

3Somos órfãos

5.3
Êx 22.24
Jr 15.8
18.21
sem pai;

nossas mães são como viúvas.

4A nossa

5.4
Is 3.1
água, por dinheiro a temos bebido,

a nossa lenha nos é vendida.

5Os nossos perseguidores estão sobre os nossos

5.5
Is 10.27
47.6
Jr 28.14
pescoços;

estamos cansados e

5.5
Ne 9.36-37
não temos descanso.

6Submetemo-nos aos

5.6
Jr 2.36
Os 5.13
7.11
9.3
egípcios

e aos assírios, para sermos fartos de pão.

7Nossos

5.7
Jr 14.20
16.12
pais pecaram e já não existem;

e nós levamos as iniquidades deles.

8

5.8
Ne 5.15
Servos dominam sobre nós;

5.8
Sl 7.2
Zc 11.6
não há quem nos livre da mão deles.

9

5.9
Jr 40.9-12
Com perigo das nossas vidas, obtemos o nosso pão,

por causa da espada do deserto.

10A nossa pele está

5.10
Lm 4.8
Jó 30.30
abraseada como um forno,

por causa do calor ardente da fome.

11Humilharam

5.11
Is 13.16
Zc 14.2
as mulheres em Sião;

as donzelas, nas cidades de Judá.

12Foram pendurados pelas mãos os príncipes,

5.12
Lm 4.16
Is 47.6
as faces dos anciãos não foram honradas.

13Os mancebos levaram a mó,

e os meninos tropeçaram debaixo

5.13
Jr 7.18
das cargas de lenha;

14

5.14
Lm 4.8
os anciãos deixaram de se assentar nas portas,

os moços deixaram da sua

5.14
Is 24.8
Jr 7.34
música.

15

5.15
Jr 25.10
Am 8.10
Desvaneceu-se o gozo do nosso coração;

converteu-se em lamentação a nossa dança.

16Caiu da nossa cabeça

5.16
Jó 19.9
Sl 89.39
Jr 13.18
a coroa;

5.16
Is 3.9-11
ai de nós, porque temos pecado!

17Portanto, desmaia

5.17
Is 1.5
o nosso coração.

Por isso, se escurecem

5.17
Lm 2.11
Jó 17.7
os nossos olhos.

18Pelo

5.18
Sl 74.2-3
Mq 3.12
monte de Sião, que está desolado,

5.18
Ne 4.3
os chacais andam por ele.

19Tu,

5.19
Sl 102.12,25-27
Jeová, permaneces para sempre;

5.19
Sl 45.6
o teu trono subsiste de geração em geração.

20Por que

5.20
Sl 13.1
44.24
te esqueces de nós para sempre?

E nos abandonas por tanto tempo?

21

5.21
Sl 80.3
Jr 31.18
Converte-nos a ti, Jeová, e seremos convertidos;

renova

5.21
Is 60.20-22
os nossos dias como dantes,

22se é que

5.22
Sl 60.1-2
Jr 7.29
não nos tens, de todo, rejeitado,

se é que não estás

5.22
Is 64.9
sobremaneira irado contra nós.