Tradução Brasileira (2010) (TB)
3

Sobre a guarda da língua

31

3.1
cp.
Não vos torneis, muitos de vós, mestres,
3.1
vd.
meus irmãos, sabendo que receberemos um juízo mais severo. 2Pois todos nós
3.2
vd.
tropeçamos em muitas coisas;
3.2
Tg 3.2-12Mt 12.34-37
se alguém não tropeça em sua palavra, é
3.2
Tg 1.4
um homem perfeito, capaz de
3.2
cp.
refrear também todo o seu corpo. 3Ora,
3.3
Sl 32.9
se pomos freios nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam, também governamos todo o seu corpo. 4Vede também os navios, ainda que sejam grandes e levados por impetuosos ventos, entretanto, com um pequenino leme, se voltam para onde quer o impulso do timoneiro. 5Assim, a língua também é um pequeno membro, mas
3.5
cp.
se gaba de grandes coisas.
3.5
cp.
Vede como um pouco de fogo abrasa um grande bosque! 6E
3.6
Sl 120.3-4
Pv 16.27
a língua é um fogo. Como um mundo de iniquidade, está colocada entre os nossos membros a língua que
3.6
Mt 15.11,1812.36
contamina o corpo todo, e incendeia o curso da vida, e é incendiada pelo fogo da
3.6
vd.
Geena. 7Pois toda espécie de feras, e de aves, e de répteis, e de peixes se doma e tem sido domada pela espécie humana; 8porém a língua, não há homem que a possa domar; é um mal irrequieto, está cheia de
3.8
Sl 140.3
Rm 3.13
Ec 10.11
veneno mortífero. 9Com ela, bendizemos ao
3.9
cp.
Senhor e Pai; e, com ela, amaldiçoamos aos homens,
3.9
vd.
que foram criados à imagem de Deus. 10Da mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que isso assim seja. 11Porventura, a fonte lança por uma mesma abertura água doce e água amargosa? 12
3.12
cp.
Acaso, meus irmãos, pode uma figueira dar azeitonas ou uma videira figos? Nem tampouco pouco pode uma fonte de água salgada dar água doce.

A sabedoria que vem lá do alto

13Quem entre vós é sábio e instruído?

3.13
cp.
Mostre, por seu
3.13
cp.
bom procedimento, as suas obras em mansidão de sabedoria. 14Mas, se tendes
3.14
Tg 3.16Rm 2.82Co 12.20
zelo amargo e o espírito de contenda nos vossos corações, não vos glorieis e não mintais contra
3.14
Tg 5.191.181Tm 2.4
a verdade. 15Essa sabedoria não é a sabedoria que vem
3.15
vd.
de cima, mas é
3.15
cp.
terrena,
3.15
cp.
animal e
3.15
cp.
diabólica; 16porque, onde há zelo e espírito de contenda, ali também há confusão e toda obra má. 17Mas a sabedoria que vem lá de cima é primeiramente
3.17
cp.
pura; depois,
3.17
cp.
pacífica,
3.17
vd.
moderada, fácil de se conciliar,
3.17
Lc 6.36Tg 2.13
cheia de misericórdia e de bons frutos,
3.17
Tg 2.4
sem parcialidade,
3.17
Rm 12.9
2Co 6.6
sem hipocrisia. 18Ora, o
3.18
Pv 11.18
Is 32.17
Os 10.12
Am 6.12
Fp 1.11
Gl 6.8
fruto da justiça é semeado em paz para aqueles que são pacificadores.

4

Devemos resistir às paixões

41Donde vêm as guerras, e donde vêm as

4.1
Tt 3.9
contendas entre vós? Não vêm, porventura, disto: dos vossos deleites, que
4.1
vd.
combatem nos vossos membros? 2Cobiçais e não possuis;
4.2
1Jo 3.15Tg 5.6
matais, e invejais, e não podeis alcançar; contendeis e fazeis guerras. Não tendes, porque não pedis; 3pedis e
4.3
1Jo 3.22
5.14
não recebeis, porque pedis erradamente, a fim de o despenderdes em vossos deleites. 4
4.4
Is 54.5
Jr 2.2
Ez 16.32Mt 12.39
Adúlteros, não sabeis que a
4.4
vd.
amizade do mundo é
4.4
Rm 8.7
1Jo 2.15
inimizade contra Deus?
4.4
Jo 15.19Mt 6.24
Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. 5Acaso, julgais que é
4.5
cp.
em vão que a Escritura diz: Com zelos anela por nós
4.5
1Co 6.19
2Co 6.16
o Espírito, que ele fez habitar em nós? 6Porém
4.6
Is 54.7Mt 13.12
dá maior graça, pelo que também diz:

4.6
1Pe 5.5Sl 138.6
Pv 3.34
Mt 23.12
Deus resiste aos orgulhosos e dá graça aos humildes.

7
4.7
cp.
Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas
4.7
1Pe 5.8Ef 4.27
6.11
resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós. 8
4.8
2Cr 15.2
Zc 1.3
Ml 3.7Hb 7.19
Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós.
4.8
Is 1.16Jó 17.91Tm 2.8
Lavai, pecadores, as mãos, e,
4.8
Tg 1.8
vós de espírito vacilante,
4.8
Jr 4.141Pe 1.22
1Jo 3.3Tg 3.17
purificai os corações. 9
4.9
Lc 6.25Pv 14.13
Ne 8.9
Afligi-vos, pranteai e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. 10
4.10
Tg 4.6
Jó 5.11Ez 21.26
Lc 1.52
Humilhai-vos diante do Senhor, e ele vos exaltará.

Não falemos mal uns dos outros

11

4.11
Tg 5.7,9,10Tg 1.16
Irmãos,
4.11
2Co 12.20
1Pe 2.1Tg 5.9
não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal dum irmão
4.11
Mt 7.1
Rm 14.4
ou julga a seu irmão fala contra
4.11
cp.
a Lei e julga a Lei; mas, se julgas a Lei, não és mais
4.11
Tg 1.22
observador da Lei, mas juiz. 12Um só é
4.12
Is 33.22Tg 5.9
o Legislador e o Juiz, aquele que
4.12
Mt 10.28
pode salvar e destruir; tu, porém,
4.12
Rm 14.4
quem és que julgas ao teu próximo?

A incerteza da vida

13

4.13
Tg 5.1
Eia agora, vós que dizeis:
4.13
Pv 27.1
Lc 12.18-20
Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, ali passaremos um ano, negociaremos e ganharemos. 14Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Pois
4.14
Sl 102.3Jó 7.7
Sl 39.5
144.4
nada mais sois que um vapor que aparece por um pouco e logo se desvanece. 15Em vez de dizerdes:
4.15
vd.
Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo. 16Agora, porém, vos jactais das vossas presunções.
4.16
cp.
Toda jactância tal como esta é maligna. 17
4.17
cp.
Portanto, para quem sabe fazer o bem e não o faz, para este é pecado.

5

O dinheiro mal adquirido traz uma maldição

51

5.1
Tg 4.13
Eia, agora,
5.1
Lc 6.241Tm 6.9
vós ricos,
5.1
Is 13.6
15.3
Ez 30.2
chorai, dando urros por causa das desgraças que hão de vir sobre vós. 2
5.2
Jó 13.28
Is 50.9
Mt 6.19
As vossas riquezas estão corruptas, as vossas vestes estão roídas pela traça, 3o vosso ouro e a vossa prata estão enferrujados, e a sua ferrugem dará testemunho contra vós e devorará a vossa carne como um fogo. Entesourastes
5.3
Tg 5.7-8
nos últimos dias. 4Eis que
5.4
Lv 19.13
Jó 24.10Jr 22.13
Ml 3.5
o salário que defraudastes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e
5.4
Dt 24.15
Jó 31.38Êx 2.23
as vozes dos ceifadores têm chegado aos ouvidos do
5.4
Rm 9.29
Senhor dos Exércitos. 5Tendes
5.5
Lc 16.19
2Pe 2.13Ez 16.49
1Tm 5.6
vivido em delícias sobre a terra e vos tendes regalado; tendes cevado os vossos corações no
5.5
Jr 12.3
25.34
dia do morticínio. 6Tendes condenado e
5.6
cp.
matado o
5.6
Hb 10.38
1Pe 4.18
justo; ele não vos resiste.

Exortação à paciência

7Tende, pois, paciência,

5.7
vd.
irmãos,
5.7
vd.
até a vinda do Senhor.
5.7
vd.
Vede como o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber esta
5.7
Dt 11.14
Jr 5.24
Jl 2.23
as primeiras e as últimas
5.7
cp.
chuvas. 8
5.8
1Ts 3.13
Tende vós também paciência;
5.8
vd.
fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima. 9
5.9
cp.
Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para não serdes julgados; eis
5.9
Tg 4.121Co 4.5
Hb 10.25
1Pe 4.5
que o Juiz está
5.9
Mt 24.33
Mc 13.29
à porta. 10Irmãos, tomai como exemplo no sofrimento e na paciência
5.10
vd.
os profetas, que falaram em nome do Senhor. 11Eis que chamamos
5.11
Mt 5.10
1Pe 3.14
felizes aos que sofreram. Tendes ouvido da
5.11
Jó 1.212.10
paciência de Jó e tendes visto
5.11
Jó 42.10,12
o fim do Senhor, que
5.11
Êx 34.6
Sl 103.8
o Senhor é cheio de ternura e de compaixão.

Acerca de juramentos

12Mas, sobretudo,

5.12
vd.
irmãos meus,
5.12
Mt 5.34-37
não jureis, nem pelo céu, nem pela terra, nem façais outro qualquer juramento; porém o vosso sim seja sim, e o vosso não seja não, para não incorrerdes no juízo.

O que se deve fazer, quando aflito, alegre e doente. Confissão mútua

13Está

5.13
cp.
aflito alguém entre vós?
5.13
Sl 50.15
Ore. Está alguém alegre?
5.13
Cl 3.161Co 14.15
Cante louvores. 14Está alguém doente? Chame
5.14
vd.
os presbíteros da igreja; e estes façam oração sobre ele,
5.14
Mc 6.13Mc 16.18
ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. 15
5.15
cp.
A oração da fé
5.15
vd.
salvará o doente, e o Senhor
5.15
vd.
o restabelecerá; e, se tiver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. 16
5.16
Mt 3.6
Mc 1.5
At 19.18
Confessai os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes
5.16
cp.
curados.
5.16
Gn 18.23-32Jo 9.31
Muito pode a súplica fervorosa do justo. 17Elias era
5.17
vd.
homem de natureza semelhante à nossa
5.17
1Rs 17.1
18.1
e pediu, com fervor, que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante
5.17
Lc 4.25
três anos e seis meses; 18
5.18
1Rs 18.42
tornou a pedir, e
5.18
1Rs 18.45
o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto.

O que resulta da conversão de um pecador

19Meus irmãos,

5.19
cp.
se algum de vós se desviar da
5.19
vd.
verdade, e algum outro o converter, 20sabei que aquele que converte um pecador do erro do seu caminho
5.20
vd.
salvará uma alma da morte e
5.20
1Pe 4.8
cobrirá uma multidão de pecados.