Tradução Brasileira (2010) (TB)
32

Reinado do justo rei

321Eis que, em justiça, reinará

32.1
Is 9.6-7
11.4-5
Sl 72.1-4
Jr 23.5
33.15
Ez 37.24
Zc 9.9
um rei, e, em retidão, governarão príncipes. 2Um varão servirá de
32.2
Is 4.6
25.4
abrigo contra o vento, de esconderijo contra a tempestade, de
32.2
Is 35.6
41.18
43.19-20
rios de água numa terra árida e de sombra de uma grande penha numa terra sedenta. 3
32.3
Is 29.18
Os olhos dos que veem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem escutarão. 4Também o coração dos
32.4
Is 29.24
temerários entenderá o conhecimento, e a língua dos gagos estará pronta a falar distintamente. 5
32.5
1Sm 25.25
O tolo não será mais chamado nobre, nem o fraudulento será mais intitulado generoso. 6Pois o tolo falará tolices, e o seu coração
32.6
Is 59.7,13
Pv 19.3
24.7-9
obrará a iniquidade, para praticar
32.6
Is 9.17
10.6
a profanidade e proferir
32.6
Is 3.12
9.15-16
erros contra Jeová, para
32.6
Is 3.15
10.2
deixar vazia a alma do faminto e fazer faltar a bebida ao sedento. 7Também as maquinações do fraudulento são más; é ele
32.7
Jr 5.26-28
Mq 7.3
quem forma planos sinistros para perder
32.7
Is 11.4
29.19
61.1
os mansos com palavras mentirosas,
32.7
Is 5.23
ainda quando o pobre fala o que é justo. 8
32.8
Êx 35.21-29
1Cr 29.6-9,17
Pv 11.25
2Co 9.6-11
O nobre, porém, forma planos nobres e neles permanecerá.

Admoestação às mulheres

9Levantai-vos,

32.9
Is 47.8
Sf 2.15
mulheres indolentes, e ouvi a minha voz;
32.9
Is 28.23
escutai, filhas descuidadas, o meu discurso. 10Num ano e dias, sereis perturbadas, mulheres descuidadas, pois a
32.10
Is 5.5-6
7.23
24.7
vindima está consumida, e não virá a colheita. 11Tremei, mulheres indolentes,
32.11
Is 22.12
turbai-vos, ó descuidadas;
32.11
Is 47.2
despi-vos, ponde-vos nuas e cingi de saco os vossos lombos. 12
32.12
Na 2.7
Baterão nos seus peitos por causa dos campos aprazíveis, por causa da vinha frutífera. 13
32.13
Is 5.6,10,17
27.10
Espinhos e abrolhos virão sobre a terra do meu povo, sobre todas as casas de alegria, numa
32.13
Is 22.2
23.7
cidade jubilosa. 14
32.14
Is 13.22
25.2
34.13
O palácio será abandonado;
32.14
Is 6.11
22.2
24.10,12
a cidade populosa ficará deserta; o outeiro e a atalaia servirão de
32.14
Is 13.21
34.13
covis para sempre, folga dos
32.14
Sl 104.11
Jr 14.6
asnos monteses e pasto dos rebanhos; 15até que sobre nós se derrame
32.15
Is 11.2
44.3
59.21
Ez 39.29
Jl 2.28
o Espírito lá do alto, o deserto se torne
32.15
Is 29.17
35.1-2
Sl 107.35
em campo fértil e o campo fértil seja reputado por um bosque.

16Então, o

32.16
Is 33.5
juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. 17
32.17
Is 2.4
Sl 72.2-3
85.8
119.165
Rm 14.17
Tg 3.18
A obra da justiça será a paz; e o efeito da justiça será o
32.17
Is 30.15
sossego e confiança para sempre. 18O meu povo habitará em
32.18
Is 26.3,12
morada de paz e
32.18
Is 11.10
14.3
30.15
Os 2.18-23
Zc 2.5
3.10
em lugares quietos de descanso. 19Mas haverá
32.19
Is 28.2,17
30.30
saraiva quando cair o
32.19
Is 10.18-19,34
bosque, e
32.19
Is 24.10,12
26.5
27.10
29.4
a cidade será de todo abatida. 20
32.20
Is 30.23-24
Ec 11.1
Felizes sois vós os que semeais junto a todas as águas, que deixais livres os pés do boi e do jumento.