Tradução Brasileira (2010) (TB)
31

Não é o Egito quem pode socorrer, mas o Senhor

311Ai dos que descem ao

31.1
Is 30.2,5,7
36.6
Ez 17.15
Egito em busca de socorro e se estribam em cavalos!
31.1
Is 2.7
30.16
Dt 17.16
Sl 20.7
33.17
Ai dos que confiam em carros, por serem muitos, e em cavaleiros, por serem fortes; porém
31.1
Is 9.13
Dn 9.13
Am 5.4-8
não olham para o
31.1
Is 10.17
43.15
Os 11.9
Hc 1.12
3.3
Santo de Israel, nem buscam a Jeová! 2Contudo, também ele é
31.2
Is 28.29
Rm 16.27
sábio;
31.2
Is 45.7
fará vir o mal,
31.2
Nm 23.19
Jr 44.29
não deixará de cumprir as suas palavras, mas levantar-se-á contra a casa dos
31.2
Is 1.4
9.17
14.20
malfeitores e contra o auxílio dos que
31.2
Is 22.14
32.6
obram a iniquidade. 3Ora, os egípcios são
31.3
Ez 28.9
2Ts 2.4
homens e não Deus;
31.3
Is 36.9
os seus cavaleiros são carne e não espírito. Quando Jeová
31.3
Is 9.17
Jr 15.6
Ez 20.33-34
estender a mão, tanto tropeçará
31.3
Is 10.3
20.6
30.5,7
Jr 37.7-10
Mt 15.14
quem dá o auxílio como cairá quem recebe o auxílio, e todos juntamente serão consumidos.

4Pois assim me diz Jeová: Assim como ruge sobre a sua presa

31.4
Nm 24.9
Os 11.10
Am 3.8
o leão, o cachorro do leão, contra o qual se convoca um tropel de pastores e não se espanta da vozeria deles, nem pelo seu alarido se abate, assim descerá Jeová dos Exércitos
31.4
Is 42.13
Zc 12.8
para pelejar sobre o monte de Sião e sobre o seu outeiro. 5Como
31.5
Dt 32.11
Sl 91.4
aves quando adejam, assim Jeová dos Exércitos protegerá a Jerusalém,
31.5
Is 17.13
37.35
38.6
41.11-12
protegendo e livrando, passando e pondo a salvo. 6
31.6
Is 44.22
55.7
Jr 3.10,14,22
Ez 18.31-32
Voltai-vos, filhos de Israel, para aquele contra quem vos tendes profundamente
31.6
Is 1.2,5
rebelado. 7Pois, naquele dia,
31.7
Is 2.20
30.22
lançará fora cada um os seus ídolos de prata e os seus ídolos de ouro, que vos fabricaram as vossas mãos para pecardes. 8Então, o
31.8
Is 10.12
14.25
30.31-33
37.7,36-38
assírio cairá pela espada, não de homem;
31.8
Is 66.16
e a espada, não de homem, o devorará;
31.8
Is 21.15
fugirá diante da espada, e os seus mancebos
31.8
Is 14.2
Gn 49.15
serão condenados a trabalhos forçados. 9Devido ao terror, desaparecerá
31.9
Dt 32.31,37
a sua rocha, e os seus príncipes se assombrarão do
31.9
Is 5.26
13.2
18.3
estandarte, diz Jeová, cujo
31.9
Is 10.16-17
30.33
Zc 2.5
Ml 4.1
fogo está em Sião, e cuja fornalha, em Jerusalém.

32

Reinado do justo rei

321Eis que, em justiça, reinará

32.1
Is 9.6-7
11.4-5
Sl 72.1-4
Jr 23.5
33.15
Ez 37.24
Zc 9.9
um rei, e, em retidão, governarão príncipes. 2Um varão servirá de
32.2
Is 4.6
25.4
abrigo contra o vento, de esconderijo contra a tempestade, de
32.2
Is 35.6
41.18
43.19-20
rios de água numa terra árida e de sombra de uma grande penha numa terra sedenta. 3
32.3
Is 29.18
Os olhos dos que veem não se ofuscarão, e os ouvidos dos que ouvem escutarão. 4Também o coração dos
32.4
Is 29.24
temerários entenderá o conhecimento, e a língua dos gagos estará pronta a falar distintamente. 5
32.5
1Sm 25.25
O tolo não será mais chamado nobre, nem o fraudulento será mais intitulado generoso. 6Pois o tolo falará tolices, e o seu coração
32.6
Is 59.7,13
Pv 19.3
24.7-9
obrará a iniquidade, para praticar
32.6
Is 9.17
10.6
a profanidade e proferir
32.6
Is 3.12
9.15-16
erros contra Jeová, para
32.6
Is 3.15
10.2
deixar vazia a alma do faminto e fazer faltar a bebida ao sedento. 7Também as maquinações do fraudulento são más; é ele
32.7
Jr 5.26-28
Mq 7.3
quem forma planos sinistros para perder
32.7
Is 11.4
29.19
61.1
os mansos com palavras mentirosas,
32.7
Is 5.23
ainda quando o pobre fala o que é justo. 8
32.8
Êx 35.21-29
1Cr 29.6-9,17
Pv 11.25
2Co 9.6-11
O nobre, porém, forma planos nobres e neles permanecerá.

Admoestação às mulheres

9Levantai-vos,

32.9
Is 47.8
Sf 2.15
mulheres indolentes, e ouvi a minha voz;
32.9
Is 28.23
escutai, filhas descuidadas, o meu discurso. 10Num ano e dias, sereis perturbadas, mulheres descuidadas, pois a
32.10
Is 5.5-6
7.23
24.7
vindima está consumida, e não virá a colheita. 11Tremei, mulheres indolentes,
32.11
Is 22.12
turbai-vos, ó descuidadas;
32.11
Is 47.2
despi-vos, ponde-vos nuas e cingi de saco os vossos lombos. 12
32.12
Na 2.7
Baterão nos seus peitos por causa dos campos aprazíveis, por causa da vinha frutífera. 13
32.13
Is 5.6,10,17
27.10
Espinhos e abrolhos virão sobre a terra do meu povo, sobre todas as casas de alegria, numa
32.13
Is 22.2
23.7
cidade jubilosa. 14
32.14
Is 13.22
25.2
34.13
O palácio será abandonado;
32.14
Is 6.11
22.2
24.10,12
a cidade populosa ficará deserta; o outeiro e a atalaia servirão de
32.14
Is 13.21
34.13
covis para sempre, folga dos
32.14
Sl 104.11
Jr 14.6
asnos monteses e pasto dos rebanhos; 15até que sobre nós se derrame
32.15
Is 11.2
44.3
59.21
Ez 39.29
Jl 2.28
o Espírito lá do alto, o deserto se torne
32.15
Is 29.17
35.1-2
Sl 107.35
em campo fértil e o campo fértil seja reputado por um bosque.

16Então, o

32.16
Is 33.5
juízo habitará no deserto, e a justiça morará no campo fértil. 17
32.17
Is 2.4
Sl 72.2-3
85.8
119.165
Rm 14.17
Tg 3.18
A obra da justiça será a paz; e o efeito da justiça será o
32.17
Is 30.15
sossego e confiança para sempre. 18O meu povo habitará em
32.18
Is 26.3,12
morada de paz e
32.18
Is 11.10
14.3
30.15
Os 2.18-23
Zc 2.5
3.10
em lugares quietos de descanso. 19Mas haverá
32.19
Is 28.2,17
30.30
saraiva quando cair o
32.19
Is 10.18-19,34
bosque, e
32.19
Is 24.10,12
26.5
27.10
29.4
a cidade será de todo abatida. 20
32.20
Is 30.23-24
Ec 11.1
Felizes sois vós os que semeais junto a todas as águas, que deixais livres os pés do boi e do jumento.

33

Os inimigos do povo de Deus serão destruídos: Jerusalém será restaurada à sua glória e felicidade

331Ai

33.1
Is 10.6
21.2
de ti que despojas e que não foste despojado, que
33.1
Is 24.16
48.8
procedes perfidamente e que não foste tratado perfidamente! Quando tiveres cessado de despojar,
33.1
Is 10.12
14.25
31.8
Hc 2.8
serás despojado e, quando tiveres acabado de proceder perfidamente, contra ti
33.1
Jr 25.12-14
Mt 7.2
procederão perfidamente. 2
33.2
Is 30.18-19
Compadece-te de nós, Jeová; por ti
33.2
Is 25.9
temos esperado. Sê o
33.2
Is 40.10
51.5
59.16
braço deles de manhã em manhã, como também a nossa salvação no
33.2
Is 37.3
tempo da tribulação. 3Ao som do tumulto,
33.3
Is 11.13
17.13
21.15
fogem os povos; quando
33.3
Is 10.33
17.13
59.16-18
Jr 25.30-31
te levantas, são dispersas as nações. 4O vosso despojo será ajuntado como ajunta a lagarta; como saltam os gafanhotos, assim sobre ele saltarão. 5
33.5
Sl 97.9
Exaltado é Jeová, porque habita no alto;
33.5
Is 1.26
28.6
32.16
tem enchido a Sião de juízo e justiça. 6Nos teus tempos, haverá
33.6
Is 33.20
estabilidade,
33.6
Is 45.17
51.6
abundância de salvação, sabedoria e
33.6
Is 11.9
conhecimento. O
33.6
Is 11.3
2Rs 18.7
Sl 112.1-3
Mt 6.33
temor de Jeová é o tesouro de Sião.

7Eis que os valentes clamam de fora;

33.7
2Rs 18.18,37
os embaixadores da paz choram amargamente. 8As estradas estão desoladas,
33.8
Is 35.8
cessa o viandante; o inimigo
33.8
Is 24.5
violou a aliança, desprezou as cidades e não faz caso algum dos homens. 9
33.9
Is 3.26
24.4
29.2
A terra pranteia, desfalece;
33.9
Is 2.13
10.34
o Líbano está envergonhado e se murcha;
33.9
Is 35.2
65.10
Sarom torna-se como um deserto; Basã e o Carmelo ficam despidos de folhas. 10Agora, me
33.10
Is 2.19,21
Sl 12.5
levantarei, diz Jeová; agora, me erguerei; agora, serei exaltado. 11
33.11
Is 26.18
59.4
Sl 7.14
Tg 1.15
Concebereis feno, parireis restolho; o vosso
33.11
Is 1.31
fôlego é o fogo que vos há de devorar. 12Os povos serão como as queimas de cal,
33.12
Is 10.17
27.4
2Sm 23.6-7
como espinhos cortados que são queimados no fogo.

13

33.13
Is 49.1
Sl 48.10
Ouvi, vós os que estais longe, o que tenho feito; reconhecei, vós os que estais perto, o meu poder. 14
33.14
Is 1.28
Os pecadores em Sião estão assombrados;
33.14
Is 32.11
o tremor apodera-se dos ímpios. Quem, dentre nós, habitará com o
33.14
Is 30.27,30
Hb 12.29
fogo devorante? Quem, dentre nós, habitará com os
33.14
Is 9.18-19
10.16
47.14
ardores sempiternos? 15Aquele que
33.15
Is 58.6-11
Sl 15.2
24.4
anda em justiça e fala o que é reto; aquele que despreza o ganho da opressão, que sacode as suas mãos para não receber peitas, que tapa os seus ouvidos, para não ouvir falar do derramamento de sangue, e
33.15
Sl 119.37
fecha os seus olhos, para não ver o mal; 16este habitará nas alturas.
33.16
Is 25.4
26.1
As fortificações das rochas será o seu alto refúgio;
33.16
Is 49.10
dar-se-lhe-á o seu pão, as suas águas são seguras.

O gracioso reinado de Jeová

17Os teus olhos verão

33.17
Is 33.21-22
6.5
24.23
o rei na sua formosura; verão a
33.17
Is 26.15
terra que se estende amplamente. 18O teu coração meditará
33.18
Is 17.14
o terror: Onde está
33.18
1Co 1.20
aquele que registrou, onde está quem pesou o tributo, onde está o que numerou as torres? 19
33.19
Is 37.33
2Rs 19.32
Não verás o povo feroz, povo de
33.19
Is 28.11
Dt 28.49-50
Jr 5.15
fala profunda, que não se pode perceber, de língua estranha, que não se pode entender. 20
33.20
Sl 48.12
Olha para Sião, cidade das nossas solenidades; os teus olhos verão Jerusalém,
33.20
Is 32.18
Sl 46.5
125.1-2
habitação quieta,
33.20
Is 54.2
tenda que não será removida, cujas estacas nunca serão arrancadas, nem será quebrada nenhuma das suas cordas. 21Mas Jeová ali estará conosco em majestade, ali nesse lugar de largos
33.21
Is 41.18
43.19-20
48.18
66.12
rios e correntes, no qual não entrará baixel a remo, nem por ele passará navio grande. 22Porque Jeová é o nosso
33.22
Is 2.4
11.4
16.5
51.5
juiz, Jeová é o
33.22
Is 1.10
51.4,7
Tg 4.12
nosso legislador, Jeová é o
33.22
Is 33.17
Sl 89.18
Zc 9.9
nosso Rei;
33.22
Is 25.9
35.4
49.25-26
60.16
ele nos salvará. 23As tuas enxárcias estão afrouxadas; não puderam ter firme o seu mastro, nem desfraldar a vela. Então, se repartiu
33.23
2Rs 7.16
a presa de grandes despojos;
33.23
Is 35.6
2Rs 7.8
até os coxos participaram dela. 24Nenhum morador dirá: Estou
33.24
Is 30.26
58.8
Jr 30.17
33.6
doente; quanto ao povo que nela habitar,
33.24
Is 40.2
44.22
Jr 50.20
Mq 7.18-19
1Jo 1.7-9
perdoar-se-lhe-á a sua iniquidade.