Tradução Brasileira (2010) (TB)
16

Devastação de Moabe

161De

16.1
Is 42.11
2Rs 14.7
Sela, que olha para o deserto,
16.1
2Rs 3.4
Ed 7.17
enviai ao
16.1
Is 10.32
monte da filha de Sião os cordeiros para quem domina a terra. 2Pois,
16.2
Pv 27.8
como os pássaros que vagueiam, como o ninho espalhado, assim serão as filhas de
16.2
Jr 48.19-20,46
Moabe junto aos vaus de
16.2
Nm 21.13-14
Arnom. 3Dá conselhos, executa juízo no meio da luz meridiana, faze
16.3
Is 25.4
32.2
1Rs 18.4
a tua sombra como a noite; esconde os desterrados e não traias aquele que foge. 4Habitem contigo os meus desterrados; quanto a Moabe, serve-lhe de esconderijo da face do devastador; porque já teve seu fim o que pratica extorsão, terminada está a destruição, consumidos da terra estão
16.4
Is 9.4
14.4
49.26
51.13
54.14
os opressores. 5Será estabelecido em benignidade
16.5
Is 9.6-7
32.1
55.4
Dn 7.14
Mq 4.7
Lc 1.33
um trono, e sobre ele se assentará em verdade na tenda de
16.5
Is 9.7
Davi quem julgue, procure juízo e seja versado em retidão.

6

16.6
Jr 48.29
Am 2.1
Ob 3-4
Sf 2.8,10
Temos ouvido a soberba de Moabe e que é em extremo soberbo; temos ouvido a sua arrogância, e a sua soberba, e a sua indignação;
16.6
Jr 48.30
de nada valem as suas jactâncias. 7Portanto, Moabe pranteará em alta voz por Moabe, todos, à uma, prantearão; pelos
16.7
1Cr 16.3
cachos de passas de
16.7
2Rs 3.25
Jr 48.31
Quir-Haresete suspirareis, inteiramente desanimados. 8Na verdade, são murchos os campos de
16.8
Is 15.4
Hesbom, e a vide de
16.8
Nm 32.38
Sibma, cujas melhores plantas derrubaram os senhores das nações, chegaram até Jazer e penetraram no deserto,
16.8
Jr 48.32
estendendo-se os seus renovos e passando à outra banda do mar. 9Por isso,
16.9
Jr 48.32
chorarei com o choro de Jazer pela vide de Sibma; com as minhas lágrimas, regar-te-ei, ó
16.9
Is 15.4
Hesbom, ó Eleale, pois,
16.9
Jr 40.10,12
48.32
sobre a tua ceifa e sobre a tua vindima, já caiu o grito da batalha. 10
16.10
Is 24.8
Jr 48.33
A alegria e o regozijo são tirados do fértil campo;
16.10
Is 24.7
Jz 9.27
Am 5.11,17
nas vinhas, não há cântico nem júbilo;
16.10
Jó 24.11
Am 9.13
o pisador não pisa vinho nos lagares; fiz cessar os gritos da vindima. 11Por essa razão, as minhas entranhas
16.11
Is 15.5
63.15
Jr 48.36
Os 11.8
Fp 2.1
fazem por Moabe ruído como harpa, e o meu interior, por Quir-Heres, 12Quando Moabe se
16.12
Nm 22.39-41
Jr 48.35
apresentar,
16.12
1Rs 18.29
se cansar
16.12
Is 15.2
nos altos e entrar no seu santuário para orar,
16.12
2Rs 19.12
Sl 115.4-7
Jr 10.5
1Co 8.4
10.20
não prevalecerá.

13Esta é a palavra que Jeová antes falou acerca de Moabe. 14Agora, porém, acaba Jeová de falar: Dentro de três anos, como os anos

16.14
Is 21.16
Jó 7.1
14.6
de jornaleiros, virá a ser desprezada a glória de
16.14
Is 25.10
Jr 48.42
Moabe, juntamente com toda a sua grande multidão; e o que lhe resta será pequeno e de nenhum valor.

17

Oráculo concernente a Damasco e Efraim

171

17.1
Is 13.1
A sentença acerca de
17.1
Gn 14.15
15.2
2Rs 16.9
Jr 49.23
Am 1.3-5
Zc 9.1
At 9.2
Damasco.

Eis que Damasco está

17.1
Is 7.16
8.4
10.9
removida para não mais ser cidade e se tornará um
17.1
Is 25.2
Jr 49.2
Mq 1.6
montão de ruínas. 2Abandonadas são as cidades de
17.2
Nm 32.34
Aroer; hão de ser para os
17.2
Is 7.21-22
Ez 25.5
Sf 2.6
rebanhos, que aí se deitarão,
17.2
Mq 4.4
e não haverá quem os espante. 3Também de Efraim
17.3
Is 7.8,16
8.4
a fortaleza cessará, e de Damasco, o reino; e os restantes da Síria serão
17.3
Is 17.4
Os 9.11
como a glória dos filhos de Israel, diz Jeová dos Exércitos.

4Naquele dia, será atenuada a

17.4
Is 10.3
glória de Jacó, e
17.4
Is 10.16
a gordura da sua carne emagrecerá. 5Será como
17.5
Is 17.11
Jr 51.33
Jl 3.13
Mt 13.30
quando o ceifador ajunta a cana do trigo e o seu braço colhe as espigas; sim, como quando alguém colhe espigas
17.5
2Sm 5.18,22
no vale de Refaim. 6Todavia, ficarão nele
17.6
Is 24.13
27.12
Dt 4.27
Ob 5
uns rabiscos, como no varejar de uma oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, quatro ou cinco nos ramos da árvore frutífera, diz Jeová, Deus de Israel. 7Naquele dia,
17.7
Is 10.20
Os 3.5
6.1
Mq 7.7
olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel. 8Não olhará para
17.8
Is 27.9
2Cr 34.7
os altares, obra das suas mãos, nem atentará para o que
17.8
Is 2.8,20
30.22
31.7
os seus dedos fizeram, para os
17.8
Êx 34.13
Dt 7.5
Mq 5.14
Aserins e para as imagens do sol. 9Naquele dia, as suas cidades fortificadas serão como
17.9
Is 7.25
os lugares abandonados nos bosques e no cume dos montes, abandonados à vista dos filhos de Israel; haverá uma desolação. 10Porque
17.10
Is 51.13
te esqueceste do
17.10
Is 12.2
33.2
61.10
62.11
Sl 68.19
Deus da tua salvação e não te lembraste da
17.10
Is 26.4
30.29
44.8
Dt 32.4,18,31
Rocha da tua fortaleza; por isso, fazes plantações deleitosas e pões nela sarmentos de uma vide estranha. 11No dia em que a plantares,
17.11
Mt 21.23
fazes uma sebe ao redor e,
17.11
Sl 90.6
pela manhã, fazes que a tua semente floresça;
17.11
Jó 4.8
Os 8.7
10.13
desvanece, porém, a ceifa no dia da enfermidade e das dores mortais.

Prediz-se a ruína do exército dos assírios

12Ai do bramido de muitos povos,

17.12
Is 5.30
8.9-10
13.4
Jr 6.23
Ez 43.2
Lc 21.25
que bramem como o bramido dos mares, e do rugido das nações que rugem como o
17.12
Sl 18.4
rugido de grandes águas! 13
17.13
Is 33.3
As nações rugirão como o rugido de grandes águas. Mas Deus as
17.13
Is 41.11
Sl 9.5
repreenderá, de maneira que
17.13
Is 13.14
fugirão para longe e serão afugentadas
17.13
Is 29.5
41.15-16
Jó 21.18
Sl 1.4
83.13
como a palha dos montes diante do vento e como o que é levado num redemoinho diante da tempestade. 14No tempo da tarde, eis o terror; e, antes de amanhecer o dia, já
17.14
Is 41.12
2Rs 19.35
não existe. Este é
17.14
Is 3.14-15
16.4
49.26
Jz 5.31
Jó 20.29
o quinhão daqueles que nos despojam e a sorte dos que nos saqueiam.

18

Uma profecia concernente à Etiópia

181Ai da terra onde há bater de asas, dessa terra além dos rios de

18.1
Is 20.3-5
2Rs 19.9
Ez 30.4-5,9
Sf 2.12
3.10
Etiópia, 2que envia mensageiros por mar e em navios de
18.2
Êx 2.3
junco sobre as águas, dizendo: Ide, mensageiros velozes, a uma nação
18.2
Is 18.7
alta e polida, a um povo
18.2
Gn 10.8-9
2Cr 12.2-4
14.9
16.8
terrível desde o seu princípio; a uma nação que mede e pisa aos pés, cuja terra está dividida pelos rios. 3
18.3
Is 26.11
Olhai,
18.3
Sl 49.1
Mq 1.2
todos vós, habitantes do mundo, e vós, moradores da terra,
18.3
Is 5.26
quando um estandarte for levantado sobre os montes; ouvi, quando for tocada a trombeta.

4Pois, assim me falou Jeová: Estarei quieto e na minha

18.4
Is 26.21
Os 5.15
morada contemplarei, enquanto houver a clara luz
18.4
2Sm 23.4
Hc 3.3-4
no brilhar do sol, enquanto houver nuvens de
18.4
Is 26.19
Pv 19.12
Os 14.5
névoas noturnas no ardor da messe. 5Pois
18.5
Is 17.10-11
Ez 17.6-10
antes da messe, quando acaba a flor, e o gomo se torna uva prestes a amadurecer, ele cortará com foices os sarmentos,
18.5
Is 27.11
removerá e despedaçará os renovos. 6Serão deixados juntamente para as
18.6
Is 46.11
56.9
Jr 7.33
Ez 32.4-6
39.17-20
aves dos montes e para os animais da terra; sobre eles, passarão o verão as aves de rapina, e sobre eles passarão o inverno os animais da terra. 7Naquele tempo, será levado um presente a Jeová dos Exércitos por um
18.7
Is 45.14
Sl 68.31
Sf 3.10
At 8.27-38
povo alto e polido e por um povo terrível desde o seu princípio; por uma nação que mede e pisa aos pés, cuja terra está dividida pelos rios, será levado um presente ao
18.7
Zc 14.16-17
lugar do nome de Jeová dos Exércitos, ao monte de Sião.