Tradução Brasileira (2010) (TB)
15

Oráculo concernente a Moabe

151A sentença acerca de

15.1
Is 11.14
25.10-11
Jr 48
Ez 25.8-11
Am 2.1-3
Sf 2.8-11
Moabe.

Certamente, de noite, Ar-Moabe é devastada, é aniquilada; certamente, de noite,

15.1
Jr 48.41
Quir-Moabe é devastada, é aniquilada. 2
15.2
Jr 48.18,22
Dibom sobe ao templo, aos altos, para chorar; no cume de Nebo e de Medeba, pranteia Moabe. Em todas as suas cabeças, há
15.2
Lv 21.5
Jr 48.37
calva, e toda barba, é rapada. 3Nas suas ruas cingem-se de
15.3
Jn 3.6-8
saco;
15.3
Jr 48.38
sobre os seus telhados e nas suas praças, todos pranteiam, desatando-se
15.3
Is 22.4
em lágrimas. 4Grita
15.4
Nm 21.28,30
Jr 48.34
Hesbom, bem como Eleale; a sua voz ouve-se até Jaaz. Por isso, os armados de Moabe gritam em alta voz; estremece-lhe a alma. 5O meu coração geme sobre Moabe, cujos fugitivos vão até
15.5
Jr 48.34
Zoar, novilha de três anos; pois vão subindo com choro
15.5
Jr 48.5
pela encosta de Luíte, porque no caminho de Horonaim levantam um grito
15.5
Is 59.7
Jr 4.20
de destruição. 6
15.6
Is 19.5-7
Jr 48.34
As águas de Ninrim tornam-se desoladas, porquanto já se secou a relva, se foi a erva verde, e
15.6
Jl 1.10-12
2.3
não há verdura alguma. 7Portanto, a
15.7
Is 30.6
Jr 48.36
abundância que têm adquirido, e o que têm guardado, levam-nos para além das torrentes dos salgueiros. 8O grito de pranto já se fez ouvir em torno dos confins de Moabe; chegou até Eglaim o seu pranto, e até Beer-Elim, o seu pranto. 9As águas de Dimom estão cheias de sangue; porque ainda trarei mais sobre Dimom: um
15.9
2Rs 17.25
Jr 50.17
leão sobre aquele que escapa de Moabe e sobre o que resta da terra.

16

Devastação de Moabe

161De

16.1
Is 42.11
2Rs 14.7
Sela, que olha para o deserto,
16.1
2Rs 3.4
Ed 7.17
enviai ao
16.1
Is 10.32
monte da filha de Sião os cordeiros para quem domina a terra. 2Pois,
16.2
Pv 27.8
como os pássaros que vagueiam, como o ninho espalhado, assim serão as filhas de
16.2
Jr 48.19-20,46
Moabe junto aos vaus de
16.2
Nm 21.13-14
Arnom. 3Dá conselhos, executa juízo no meio da luz meridiana, faze
16.3
Is 25.4
32.2
1Rs 18.4
a tua sombra como a noite; esconde os desterrados e não traias aquele que foge. 4Habitem contigo os meus desterrados; quanto a Moabe, serve-lhe de esconderijo da face do devastador; porque já teve seu fim o que pratica extorsão, terminada está a destruição, consumidos da terra estão
16.4
Is 9.4
14.4
49.26
51.13
54.14
os opressores. 5Será estabelecido em benignidade
16.5
Is 9.6-7
32.1
55.4
Dn 7.14
Mq 4.7
Lc 1.33
um trono, e sobre ele se assentará em verdade na tenda de
16.5
Is 9.7
Davi quem julgue, procure juízo e seja versado em retidão.

6

16.6
Jr 48.29
Am 2.1
Ob 3-4
Sf 2.8,10
Temos ouvido a soberba de Moabe e que é em extremo soberbo; temos ouvido a sua arrogância, e a sua soberba, e a sua indignação;
16.6
Jr 48.30
de nada valem as suas jactâncias. 7Portanto, Moabe pranteará em alta voz por Moabe, todos, à uma, prantearão; pelos
16.7
1Cr 16.3
cachos de passas de
16.7
2Rs 3.25
Jr 48.31
Quir-Haresete suspirareis, inteiramente desanimados. 8Na verdade, são murchos os campos de
16.8
Is 15.4
Hesbom, e a vide de
16.8
Nm 32.38
Sibma, cujas melhores plantas derrubaram os senhores das nações, chegaram até Jazer e penetraram no deserto,
16.8
Jr 48.32
estendendo-se os seus renovos e passando à outra banda do mar. 9Por isso,
16.9
Jr 48.32
chorarei com o choro de Jazer pela vide de Sibma; com as minhas lágrimas, regar-te-ei, ó
16.9
Is 15.4
Hesbom, ó Eleale, pois,
16.9
Jr 40.10,12
48.32
sobre a tua ceifa e sobre a tua vindima, já caiu o grito da batalha. 10
16.10
Is 24.8
Jr 48.33
A alegria e o regozijo são tirados do fértil campo;
16.10
Is 24.7
Jz 9.27
Am 5.11,17
nas vinhas, não há cântico nem júbilo;
16.10
Jó 24.11
Am 9.13
o pisador não pisa vinho nos lagares; fiz cessar os gritos da vindima. 11Por essa razão, as minhas entranhas
16.11
Is 15.5
63.15
Jr 48.36
Os 11.8
Fp 2.1
fazem por Moabe ruído como harpa, e o meu interior, por Quir-Heres, 12Quando Moabe se
16.12
Nm 22.39-41
Jr 48.35
apresentar,
16.12
1Rs 18.29
se cansar
16.12
Is 15.2
nos altos e entrar no seu santuário para orar,
16.12
2Rs 19.12
Sl 115.4-7
Jr 10.5
1Co 8.4
10.20
não prevalecerá.

13Esta é a palavra que Jeová antes falou acerca de Moabe. 14Agora, porém, acaba Jeová de falar: Dentro de três anos, como os anos

16.14
Is 21.16
Jó 7.1
14.6
de jornaleiros, virá a ser desprezada a glória de
16.14
Is 25.10
Jr 48.42
Moabe, juntamente com toda a sua grande multidão; e o que lhe resta será pequeno e de nenhum valor.

17

Oráculo concernente a Damasco e Efraim

171

17.1
Is 13.1
A sentença acerca de
17.1
Gn 14.15
15.2
2Rs 16.9
Jr 49.23
Am 1.3-5
Zc 9.1
At 9.2
Damasco.

Eis que Damasco está

17.1
Is 7.16
8.4
10.9
removida para não mais ser cidade e se tornará um
17.1
Is 25.2
Jr 49.2
Mq 1.6
montão de ruínas. 2Abandonadas são as cidades de
17.2
Nm 32.34
Aroer; hão de ser para os
17.2
Is 7.21-22
Ez 25.5
Sf 2.6
rebanhos, que aí se deitarão,
17.2
Mq 4.4
e não haverá quem os espante. 3Também de Efraim
17.3
Is 7.8,16
8.4
a fortaleza cessará, e de Damasco, o reino; e os restantes da Síria serão
17.3
Is 17.4
Os 9.11
como a glória dos filhos de Israel, diz Jeová dos Exércitos.

4Naquele dia, será atenuada a

17.4
Is 10.3
glória de Jacó, e
17.4
Is 10.16
a gordura da sua carne emagrecerá. 5Será como
17.5
Is 17.11
Jr 51.33
Jl 3.13
Mt 13.30
quando o ceifador ajunta a cana do trigo e o seu braço colhe as espigas; sim, como quando alguém colhe espigas
17.5
2Sm 5.18,22
no vale de Refaim. 6Todavia, ficarão nele
17.6
Is 24.13
27.12
Dt 4.27
Ob 5
uns rabiscos, como no varejar de uma oliveira; duas ou três azeitonas na ponta do ramo mais alto, quatro ou cinco nos ramos da árvore frutífera, diz Jeová, Deus de Israel. 7Naquele dia,
17.7
Is 10.20
Os 3.5
6.1
Mq 7.7
olhará o homem para o seu Criador, e os seus olhos atentarão para o Santo de Israel. 8Não olhará para
17.8
Is 27.9
2Cr 34.7
os altares, obra das suas mãos, nem atentará para o que
17.8
Is 2.8,20
30.22
31.7
os seus dedos fizeram, para os
17.8
Êx 34.13
Dt 7.5
Mq 5.14
Aserins e para as imagens do sol. 9Naquele dia, as suas cidades fortificadas serão como
17.9
Is 7.25
os lugares abandonados nos bosques e no cume dos montes, abandonados à vista dos filhos de Israel; haverá uma desolação. 10Porque
17.10
Is 51.13
te esqueceste do
17.10
Is 12.2
33.2
61.10
62.11
Sl 68.19
Deus da tua salvação e não te lembraste da
17.10
Is 26.4
30.29
44.8
Dt 32.4,18,31
Rocha da tua fortaleza; por isso, fazes plantações deleitosas e pões nela sarmentos de uma vide estranha. 11No dia em que a plantares,
17.11
Mt 21.23
fazes uma sebe ao redor e,
17.11
Sl 90.6
pela manhã, fazes que a tua semente floresça;
17.11
Jó 4.8
Os 8.7
10.13
desvanece, porém, a ceifa no dia da enfermidade e das dores mortais.

Prediz-se a ruína do exército dos assírios

12Ai do bramido de muitos povos,

17.12
Is 5.30
8.9-10
13.4
Jr 6.23
Ez 43.2
Lc 21.25
que bramem como o bramido dos mares, e do rugido das nações que rugem como o
17.12
Sl 18.4
rugido de grandes águas! 13
17.13
Is 33.3
As nações rugirão como o rugido de grandes águas. Mas Deus as
17.13
Is 41.11
Sl 9.5
repreenderá, de maneira que
17.13
Is 13.14
fugirão para longe e serão afugentadas
17.13
Is 29.5
41.15-16
Jó 21.18
Sl 1.4
83.13
como a palha dos montes diante do vento e como o que é levado num redemoinho diante da tempestade. 14No tempo da tarde, eis o terror; e, antes de amanhecer o dia, já
17.14
Is 41.12
2Rs 19.35
não existe. Este é
17.14
Is 3.14-15
16.4
49.26
Jz 5.31
Jó 20.29
o quinhão daqueles que nos despojam e a sorte dos que nos saqueiam.