Tradução Brasileira (2010) (TB)
10

A excelência da sabedoria

101As moscas mortas fazem que o unguento do

10.1
Êx 30.25
perfumista emita mau cheiro, assim um pouco de estultícia pesa mais do que a sabedoria e a honra. 2O coração do sábio está à sua direita, mas o coração do tolo, à sua esquerda. 3Quando o tolo anda pelo caminho, falta-lhe o entendimento, e ele
10.3
Pv 13.16
18.2
diz a todos: Sois tolos. 4Se o espírito de quem governa se levantar contra ti,
10.4
Ec 8.3
não deixes o teu lugar, pois
10.4
1Sm 25.24-33
Pv 25.15
a submissão aplaca grandes ofensas.

5Há um mal que vi debaixo do sol, semelhante a um

10.5
Ec 5.6
erro de governador: 6a
10.6
Et 3.1
Pv 28.12
29.2
estultícia está posta em grande dignidade, e os ricos estão sentados em lugares humildes. 7Vi os
10.7
Pv 19.10
servos
10.7
Et 6.8
a cavalo e os príncipes andando sobre a terra como servos.

8

10.8
Sl 7.15
Pv 26.27
Quem abre uma cova nela cairá; e quem rompe um muro
10.8
Am 5.19
uma cobra o morderá. 9Aquele que tira pedras delas será maltratado; e o que racha lenha corre perigo nisso. 10Se for embotado o ferro, e não se lhe amolar o corte, será preciso mais força; mas a sabedoria é proveitosa para dar prosperidade. 11Se a cobra morder
10.11
Sl 58.4-5
Jr 8.17
antes de estar encantada, não há vantagem no encantador.

12As

10.12
Pv 10.32
22.11
Lc 4.22
palavras que saem da boca do sábio são cheias de graça, porém os lábios do
10.12
Ec 4.5
Pv 10.14
18.7
tolo o destruirão. 13As primeiras palavras que saem da boca do tolo são estultícia, e as últimas do seu discurso são
10.13
Ec 7.25
loucura perversa. 14
10.14
Ec 5.3
Pv 15.2
O tolo multiplica as palavras; todavia, o homem não sabe o que acontecerá; quem lhe poderá declarar
10.14
Ec 3.22
6.12
7.14
8.7
o que será depois de si? 15O trabalho dos tolos o fatiga, porque não sabe ir a cidade.

16Ai de ti, ó terra, quando o teu

10.16
Is 3.4,12
rei é criança e quando os teus príncipes se banqueteiam de manhã! 17Feliz és tu, ó terra, quando o teu rei é filho de nobres e quando os teus príncipes comem em tempo próprio para refazerem as forças e não
10.17
Pv 31.4
Is 5.11
para bebedice! 18Pela muita
10.18
Pv 24.30-34
preguiça abate o teto, e pela frouxidão das mãos a casa tem goteiras. 19O festim faz-se para rir, e
10.19
Ec 2.3
Jz 9.13
Sl 104.15
o vinho torna alegre a vida; e o
10.19
Ec 7.12
dinheiro obtém tudo. 20Nem ainda no teu pensamento
10.20
Êx 22.28
At 23.5
amaldiçoes o rei; e não amaldiçoes o rico nem ainda na tua
10.20
2Rs 6.12
Lc 12.3
câmara; porque as aves do céu levarão a tua voz, e o que tem asas declarará as tuas palavras.

11

Façamos o que é bom no tempo oportuno

111

11.1
Is 32.20
Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o
11.1
Dt 15.10
Pv 19.17
Mt 10.42
2Co 9.8
Gl 6.9
Hb 6.10
acharás. 2
11.2
Sl 112.9
Mt 5.42
Lc 6.30
1Tm 6.18-19
Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes
11.2
Ec 11.8
12.1
que mal haverá sobre a terra. 3Se as nuvens estiverem cheias de chuva, derramam-na sobre a terra; e, se a árvore cair para o sul ou para o norte, no lugar em que cair, aí ficará. 4Quem observa o vento não semeará; e quem atenta para as nuvens não ceifará. 5Como tu
11.5
Jo 3.8
não sabes qual seja o caminho do vento,
11.5
Sl 139.13-16
nem de que maneira se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim
11.5
Ec 1.13
3.10-11
8.17
não conheces as obras de Deus, que tudo faz. 6
11.6
Ec 9.10
Semeia, de manhã, a tua semente e, de tarde, não deixes repousar a tua mão, pois não sabes qual das duas prosperará, se esta ou aquela ou se ambas serão igualmente boas. 7Na verdade, a luz é doce, e agradável é aos olhos
11.7
Ec 6.5
7.11
ver o sol. 8Se, pois, o homem viver muitos anos,
11.8
Ec 9.7
regozije-se em todos eles; contudo, lembre-se dos
11.8
Ec 12.1
dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo o que há de vir é vaidade.

A mocidade deve preparar-se para a velhice e morte

9

11.9
Ec 2.10
Regozija-te, mancebo, na tua mocidade; anime-te o teu coração nos dias da tua mocidade, e
11.9
Nm 15.39
Jó 31.7
anda pelo caminho do teu coração e pela vista dos teus olhos; mas sabe que, por todas essas coisas,
11.9
Ec 3.17
12.14
Rm 14.10
Deus te trará a juízo. 10Portanto, afasta do teu coração o desgosto e
11.10
2Co 7.1
2Tm 2.22
alonga da tua carne o mal, pois a mocidade e a flor dos anos são vaidade.

12

121

12.1
Dt 8.18
Ne 4.14
Sl 63.6
119.55
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham
12.1
Ec 11.8
os maus dias e cheguem os anos em que dirás:
12.1
2Sm 19.35
Não tenho prazer neles; 2antes que se escureçam
12.2
Is 5.30
13.10
Ez 32.7-8
Jl 3.15
Mt 24.29
o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva; 3no dia em que tremerem os guardas da casa, e
12.3
Sl 35.14
38.6
vergarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por serem poucos, e se escurecerem
12.3
Gn 27.1
48.10
1Sm 3.2
os que olham pelas janelas, 4e se fecharem
12.4
Sl 141.3
as portas na rua; no dia em que a mó fizer
12.4
Jr 25.10
Ap 18.22
pouco ruído, e nos levantarmos à voz das aves, e ficarem abatidas
12.4
2Sm 19.35
as filhas da música; 5temer-se-á o que é alto, e haverá espantos no caminho e lançará flores a amendoeira, e o gafanhoto virá a ser uma carga, e a alcaparra se tornará ineficaz; porque o homem se vai para a
12.5
Jó 17.13
30.23
sua casa eterna, e os
12.5
Gn 50.10
Jr 9.17
pranteadores andam pelas ruas; 6antes que se rompa o cordão de prata, ou se quebre
12.6
Zc 4.2-3
o vaso de ouro, ou se despedace o cântaro junto à fonte, ou se desfaça a roda junto à cisterna, 7
12.7
Ec 3.20
Gn 3.19
Jó 34.15
Sl 104.29
e o pó volte para a terra como era, e
12.7
Ec 3.21
Jó 34.14
Lc 23.46
At 7.59
o espírito volte
12.7
Nm 16.22
27.16
Is 57.16
Zc 12.1
para Deus que o deu. 8Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade
12.8
Ec 1.2
.

9Além disso, porque o Pregador era sábio, ainda ensinou ao povo o conhecimento; ele meditou, esquadrinhou e pôs em ordem

12.9
1Rs 4.32
muitos provérbios. 10O Pregador procurou achar
12.10
Pv 10.32
palavras aceitáveis e o que tinha escrito com retidão, a saber,
12.10
Pv 22.20-21
palavras de verdade.

Todo o dever do homem consiste em temer a Deus e em guardar os seus mandamentos

11

12.11
Ec 7.5
10.12
Pv 1.6
22.17
As palavras dos sábios são como
12.11
At 2.37
aguilhões, e como
12.11
Ed 9.8
Is 22.23
pregos bem afixados são as palavras dos mestres de assembleias; elas são dadas pelo único pastor. 12Além disso, filho meu, sê admoestado: de fazer
12.12
1Rs 4.32-33
muitos livros não há fim, e
12.12
Ec 1.18
muito estudar é enfado da carne.

13Este é o fim do discurso. Já tudo foi ouvido:

12.13
Ec 3.14
5.7
7.18
8.12
teme a Deus e
12.13
Ec 8.5
Dt 4.2
observa os seus mandamentos, porque isso é o
12.13
Dt 10.12
Mq 6.8
tudo do homem. 14Pois
12.14
Ec 3.17
11.9
Mt 10.26
Rm 2.16
1Co 4.5
Deus trará a juízo todas as obras, mesmo as que estão escondidas, quer boas, quer más.