Tradução Brasileira (2010) (TB)
7

O sonho dos quatro animais simbólicos

71No

7.1
Dn 8.1
primeiro ano de
7.1
Dn 5.1-22,30
Belsazar, rei de Babilônia, teve Daniel
7.1
Dn 1.17
2.1,26-28
4.5-9
Jó 33.14-16
Jl 2.28
um sonho e
7.1
Dn 7.7,13,15
Gn 15.1
46.2
Ez 1.1
Jl 2.28
visões da sua cabeça, estando na sua cama; então,
7.1
Jr 36.4,32
escreveu o sonho e relatou a soma das coisas. 2Falou Daniel e disse: Vi na minha
7.2
Dn 7.7,13
visão noturna, e eis que
7.2
Ap 7.1
os quatro ventos do céu irrompiam sobre o grande mar. 3
7.3
Dn 7.17
Quatro grandes
7.3
Ap 13.1
animais, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4O
7.4
Dn 7.12
primeiro era como um leão e tinha asas de águia; enquanto eu olhava, foram-lhe arrancadas as asas, ele foi levantado da terra e posto em dois pés como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. 5Eis
7.5
Dn 7.12
outro animal, o segundo, semelhante a um urso, que se levantou sobre um dos seus lados e tinha três costelas na boca; e diziam-lhe assim: Levanta-te, devora muita carne. 6Depois disso, estava eu olhando, e eis
7.6
Dn 7.12
outro, semelhante a um leopardo, que tinha nas costas quatro asas de ave; tinha o animal também quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7Depois disso, vi nas
7.7
Dn 7.2
visões noturnas, e eis um
7.7
Dn 7.19-20,23
quarto animal, terrível, e espantoso, e sobremaneira forte; tinha grandes dentes de ferro; devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que o precediam e tinha
7.7
Ap 12.3
13.1
dez chifres. 8Eu considerava os chifres, e eis que entre eles subia
7.8
Dn 7.19-26
outro chifre, pequenino, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que nesse chifre havia olhos como olhos de homem e uma boca que falava
7.8
Dn 7.11,25
Dn 11.36
grandes coisas.

O sonho do Antigo de dias e do filho do homem

9Eu estava olhando até que foram postos uns tronos, e um que era

7.9
Dn 7.13,22
Antigo de dias se assentou; o seu
7.9
Mc 9.3
vestido era branco como a neve, e
7.9
Ap 1.14
os cabelos da sua cabeça, como pura lã;
7.9
Ez 1.13,26
o seu trono eram chamas de fogo,
7.9
Ez 10.2,6
e as rodas, do mesmo fogo ardente. 10De diante dele, manava e saía um
7.10
Sl 18.8
50.3
97.3
Is 30.27,33
rio de fogo;
7.10
Ap 5.11
milhares de milhares o serviam,
7.10
Dt 33.2
e miríades de miríades assistiam diante dele; assentou-se o
7.10
Dn 7.22,26
Sl 96.11-13
juízo,
7.10
Dn 12.1
Ap 20.11-15
e abriram-se os livros. 11Eu estava olhando nesse tempo, por causa da voz das
7.11
Dn 7.8
grandes palavras que falava o chifre. Eu estava olhando até que foi morto
7.11
Dn 7.7
o animal e destruído o seu corpo; e ele foi entregue para ser
7.11
Ap 19.20
20.10
queimado pelo fogo. 12Quanto aos
7.12
Dn 7.3-6
outros animais, foi-lhes tirado o seu domínio; todavia, as suas vidas foram prolongadas para uma estação e um tempo.

13Vi nas

7.13
Dn 7.2
visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como
7.13
Mt 26.64
Mc 14.62
Filho do Homem, que se chegou até o
7.13
Dn 7.9,22
Antigo de dias; foi apresentado diante dele. 14Foi-lhe dado
7.14
Dn 7.27
1Co 15.27
Ef 1.20-22
Fp 2.9-11
Ap 1.6
domínio, e glória, e um reino, para que
7.14
Sl 72.11
102.22
todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é
7.14
Dn 7.27
Dn 6.26
um domínio sempiterno, que não passará, e o seu reino tal, que
7.14
Hb 12.28
não será destruído.

O sonho interpretado

15Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi contrariado no meio do meu corpo,

7.15
Dn 7.1
e as visões da minha cabeça
7.15
Dn 7.28
Dn 4.19
me perturbaram. 16Cheguei-me a um dos
7.16
Zc 1.9,19
Ap 5.5
7.13-14
circunstantes e perguntei-lhe a verdade a respeito de tudo isso. Assim,
7.16
Dn 8.16-17
9.22
ele me disse e fez-me saber a interpretação das coisas: 17Estes
7.17
Dn 7.3
grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra. 18Mas
7.18
Dn 7.22,25,27
os santos do Altíssimo
7.18
Dn 7.14
Sl 149.5-9
Is 60.12-14
Ap 2.26-27
20.4
receberão o reino e possuirão o reino para sempre, sim, para todo o sempre. 19Então, tive desejo de saber a verdade a respeito do
7.19
Dn 7.7-8
quarto animal, que era diferente de todos eles, sobremaneira terrível, cujos dentes eram de ferro, e as suas unhas, de cobre, que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava; 20a respeito dos dez chifres que ele tinha na cabeça e a respeito do outro chifre que subiu e diante do qual caíram três, a saber, daquele chifre que tinha olhos, e uma boca que falava grandes coisas, e pareceu ser mais robusto do que os seus companheiros. 21Eu estava olhando, e o mesmo chifre
7.21
Ap 13.7
fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles, 22até que veio
7.22
Dn 7.9,13
o Antigo de dias, e
7.22
Dn 7.10
1Co 6.2-3
o juízo foi dado aos
7.22
Dn 7.18
santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.

23Ele disse assim:

7.23
Dn 7.7,19
O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos, e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24Quanto aos
7.24
Dn 7.7-8
dez chifres, deste reino se levantarão dez reis; depois deles, se levantará outro; ele será diferente dos primeiros e abaterá a três reis. 25Ele
7.25
Dn 11.36
Ap 13.6
falará palavras contra
7.25
Dn 3.26
4.2,17,34
o Altíssimo
7.25
Ap 13.7
e consumirá os santos do Altíssimo; cuidará em
7.25
Dn 2.21
mudar os tempos e a lei, e os santos lhe serão entregues nas mãos até
7.25
Dn 12.7
Ap 12.14
um tempo e tempos e metade dum tempo. 26Mas
7.26
Dn 7.10
o juízo se assentará,
7.26
Ap 17.14
19.20
e tirar-lhe-ão o domínio, para o consumir e destruir até o fim. 27O
7.27
Dn 7.14,18,22
Is 54.3
Ap 20.4
reino, e o domínio, e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos
7.27
Dn 7.18,22
santos do Altíssimo; esse reino é um
7.27
Dn 7.14
Dn 2.44
4.34
Sl 145.13
Is 9.7
reino sempiterno, e todos os domínios
7.27
Sl 2.6-12
22.27
72.11
86.9
Is 60.12
Ap 11.15
o servirão e lhe obedecerão. 28Aqui é o fim do assunto. Quanto a mim, Daniel, muito
7.28
Dn 7.15
Dn 4.19
me perturbaram os meus pensamentos, e o meu semblante se me mudou; mas
7.28
Lc 2.19,51
guardei o assunto no meu coração.

8

A visão dum carneiro e dum bode

81No

8.1
Dn 7.1
terceiro ano do reinado do rei
8.1
Dn 5.1,30
Belsazar, apareceu-me uma visão,
8.1
Dn 8.15
Dn 7.15,28
9.2
a mim, Daniel, depois daquela que me apareceu no princípio. 2Eu
8.2
Dn 8.3
Dn 7.2,15
Nm 12.6
vi na visão (ora, foi assim que, quando vi, eu estava no castelo de
8.2
Ne 1.1
Et 1.2
2.8
Susã, que é na província de
8.2
Gn 10.22
14.1
Is 11.11
Jr 25.25
Ez 32.24
Elão), vi na visão e eu estava junto ao rio
8.2
Dn 8.16
Ulai. 3Então,
8.3
Dn 10.5
levantei os meus olhos e vi, e eis que estava em pé diante do rio um
8.3
Dn 8.20
carneiro que tinha dois chifres: os dois chifres eram altos, mas um era mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. 4Vi que o carneiro
8.4
Dt 33.17
1Rs 22.11
Ez 34.21
dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; nenhum animal podia parar diante dele, nem havia quem os
8.4
Dn 8.7
pudesse livrar do poder dele; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandeceu.

5Estando eu considerando, eis que um

8.5
Dn 8.21
bode vinha do ocidente sobre a face de toda a terra e não tocava na terra; esse bode tinha um
8.5
Dn 8.8,21
Dn 11.3
chifre insigne entre os olhos. 6Viu o
8.6
Dn 8.3
carneiro que tinha os dois chifres, o qual vi em pé diante do rio, e correu contra ele no furor do seu poder. 7Eu o vi chegar perto do carneiro e foi
8.7
Dn 11.11
movido de cólera contra ele. Feriu ao carneiro e quebrou-lhe os dois chifres; não havia força no carneiro para lhe resistir; mas o bode
8.7
Dn 7.7
o lançou por terra e o pisou aos pés, e não havia quem pudesse livrar o carneiro do poder dele. 8O bode se engrandeceu sobremaneira; e,
8.8
Dn 5.20
2Cr 26.16
estando forte,
8.8
Dn 8.22
quebrou-se-lhe o grande chifre, e, em lugar dele, quatro chifres insignes saíram para os
8.8
Dn 7.2
Ap 7.1
quatro ventos do céu.

9Dum dos chifres saiu

8.9
Dn 8.23
um chifre pequeno e tornou-se muito forte para o sul, e para o oriente, e para a
8.9
Dn 11.16,41
terra gloriosa. 10Tornou-se forte, até contra o exército do céu; lançou por terra alguns do exército
8.10
Is 14.13
e das estrelas
8.10
Dn 8.7
Dn 7.7
e pisou-os aos pés. 11Sim,
8.11
Dn 8.25
Dn 11.36-37
2Rs 19.22-23
2Cr 32.15-17
Is 37.23
se engrandeceu até contra o príncipe do exército; tirou dele
8.11
Dn 11.31
12.11
Ez 46.14
o holocausto perpétuo, e o lugar do seu santuário foi deitado abaixo. 12Por causa da transgressão, foi-lhe entregue o exército, juntamente com o holocausto perpétuo; lançou por terra
8.12
Is 59.14
a verdade, fez o que era do seu agrado e prosperou. 13Então, ouvi a um
8.13
Dn 4.13,23
santo falar, e outro santo disse àquele que falava:
8.13
Dn 12.6,8
Sl 74.10
79.5
Is 6.11
Ap 6.10
Até quando durará a visão relativamente ao holocausto perpétuo e à transgressão assoladora, visão na qual são entregues tanto o santuário como o exército para serem
8.13
Is 63.18
Jr 12.10
Lc 21.24
Hb 10.29
Ap 11.2
pisados aos pés? 14Ele me disse: Até
8.14
Dn 7.25
12.7,11
Ap 11.2-3
12.14
13.5
duas mil e trezentas tardes e manhãs; então, o santuário será purificado.

Gabriel interpreta a visão de Daniel

15Quando eu, sim,

8.15
Dn 8.1
eu, Daniel, tinha visto a visão, procurei entendê-la; e eis que se me apresentou diante uma como aparência
8.15
Dn 7.13
10.16,18
de homem. 16Ouvi uma voz de homem entre as margens
8.16
Dn 8.2
de Ulai, a qual gritou e disse:
8.16
Dn 9.21
Lc 1.19,26
Gabriel, faze que este homem entenda a visão. 17Veio, pois, perto do lugar em que eu estava; quando ele veio, fiquei amedrontado e
8.17
Dn 2.46
Ez 1.28
44.4
prostrei-me com o rosto em terra. Porém ele me disse: Entende, filho do homem, pois a visão pertence ao
8.17
Dn 8.19
Dn 11.35,40
tempo do fim. 18Ora, enquanto ele falava comigo,
8.18
Dn 10.9
Lc 9.32
caí num profundo sono, tendo o meu rosto virado para a terra; ele, porém,
8.18
Dn 10.10,16,18
Ez 2.2
me tocou, pôs-me em pé 19e disse: Eis que
8.19
Dn 8.15-17
te farei saber o que há de acontecer nos últimos dias da indignação, porque pertence ao tempo determinado do fim. 20O
8.20
Dn 8.3
carneiro que tu viste, que tinha dois chifres, estes são os reis da Média e da Pérsia. 21
8.21
Dn 8.5
O bode peludo
8.21
Dn 10.20
é o rei da Grécia; e o chifre grande que ele tem entre os olhos é o primeiro rei. 22Quanto ao chifre
8.22
Dn 8.8
que se quebrou e em cujo lugar se levantaram quatro, levantar-se-ão da nação quatro reinos, porém não com a força dele. 23Nos últimos dias dos seus reinos, quando os transgressores tiverem chegado ao auge, levantar-se-á um
8.23
Dn 8.9-12
rei, feroz de cara e entendedor de enigmas. 24Grande será a sua força, porém não será de si mesmo;
8.24
Dn 8.11-13
Dn 12.7
Ap 16.6
ele destruirá maravilhosamente, prosperará, fará o que quiser e destruirá os poderosos e o povo santo. 25Pela sua sutileza, fará prosperar o engano na sua mão, e no seu coração
8.25
Dn 8.11
se engrandecerá, e destruirá muitos que vivem em segurança; levantar-se-á contra o príncipe dos príncipes; porém será quebrado
8.25
Dn 2.34,46
Jó 34.20
sem intervir mão de homem. 26A visão da tarde e da manhã, que foi dita, é
8.26
Dn 10.1
verdadeira. Por isso,
8.26
Dn 12.4,9
encerra tu a visão, pois será para
8.26
Dn 10.14
muitos dias. 27Eu, Daniel,
8.27
Dn 7.28
8.17
Hc 3.16
desmaiei e fiquei doente por alguns dias; depois, me levantei e tratei dos
8.27
Dn 6.2
negócios do rei. Eu estava espantado da visão, porém
8.27
Dn 8.15-17
não havia quem a entendesse.

9

A oração de Daniel

91No primeiro ano de

9.1
Dn 5.31
11.1
Dario, filho de Assuero, da raça dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, 2no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros o número dos anos, a saber, setenta anos, de que falou a palavra de Jeová ao profeta
9.2
2Cr 36.21
Ed 1.1
Jr 25.11-12
29.10
Zc 7.5
Jeremias, em que se haviam de cumprir as desolações de Jerusalém.

3Voltei o meu rosto para o

9.3
Dn 9.20
Senhor Deus, a fim de implorar com oração e súplicas, em jejum, e saco, e cinza. 4Orei a Jeová, meu
9.4
Dt 7.21
Ne 9.32
Deus, confessei e disse: Ó Senhor, Deus grande e terrível, que
9.4
Dt 7.9
guardas a aliança e a misericórdia para com os que te amam e observam os teus mandamentos; 5temos
9.5
Sl 106.6
pecado, temo-nos havido perversamente, procedido impiamente e nos temos
9.5
Lm 1.18,20
rebelado,
9.5
Dn 9.11
Sl 119.176
Is 53.6
desviando-nos dos teus preceitos e dos teus juízos; 6nem temos
9.6
Jr 44.4-5,21
escutado os teus servos, os profetas, que falaram em teu nome aos nossos
9.6
Dn 9.8
reis, e aos nossos príncipes, e a nossos pais, e a todo o povo da terra. 7Ó Senhor, a ti pertence
9.7
Dn 9.18
Jr 23.6
33.16
a justiça, porém a nós,
9.7
Sl 44.15
Jr 2.26-27
3.25
confusão de rosto, como hoje se vê, aos homens de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo o Israel, que estão perto e que estão longe, em todos os
9.7
Dt 4.27
2Rs 17.6-7
Jr 24.9
Ez 39.23-24
Am 9.9
países para onde os tens lançado, por causa das suas transgressões que cometeram contra ti. 8Ó Jeová, a nós pertence confusão de rosto, aos nossos
9.8
Dn 9.6
reis, aos nossos príncipes e a nossos pais, porque temos
9.8
Dn 9.5
pecado contra ti. 9Ao Senhor, nosso Deus, pertencem
9.9
Ne 9.17
Sl 130.4
as misericórdias e os perdões, porque nos temos
9.9
Dn 9.5-6
Sl 106.43
Jr 14.7
rebelado contra ele, 10nem temos obedecido à voz de Jeová, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que
9.10
2Rs 17.13-15
18.12
nos propôs pelos seus servos, os profetas. 11
9.11
Lv 26.14-39
Dt 28.15-68
2Rs 17.18-23
Is 1.4-6
Jr 8.5-10
Todos os de Israel têm transgredido a tua lei, desviando-se, para não obedecerem à tua voz; por isso, tem sido a maldição derramada sobre nós e bem assim o juramento que está escrito na lei de Moisés, servo de Deus, porque temos pecado contra ele. 12Ele acaba
9.12
Is 44.26
Jr 44.2-6
Lm 2.17
Zc 1.6
de confirmar as suas palavras, que falou contra nós e contra os nossos
9.12
Jó 12.17
Sl 82.2-7
148.11
juízes que nos julgaram, trazendo sobre nós um grande mal; pois, debaixo de todo o céu,
9.12
Lm 1.12
2.13
Ez 5.9
nunca se fez o que se tem feito a Jerusalém. 13Como está escrito na
9.13
Dn 9.11
Lv 26.14-45
Dt 28.15-68
lei de Moisés, todo este mal nos é sobrevindo; contudo, não temos
9.13
Jó 36.13
Is 9.13
Jr 2.30
5.3
implorado o favor de Jeová, nosso Deus, para nos
9.13
Jr 31.18
convertermos das nossas iniquidades e termos discernimento na tua verdade. 14Jeová
9.14
Jr 31.28
44.27
vigiou sobre o mal e o trouxe sobre nós, pois Jeová, nosso Deus, é
9.14
Dn 9.7
Sl 51.14
justo em todas as obras que faz, e nós
9.14
Dn 9.10
não temos obedecido à sua voz. 15Agora, Senhor, nosso Deus, que
9.15
Dt 5.15
tiraste ao teu povo, com mão poderosa, da terra do Egito
9.15
Ne 9.10
Jr 32.20
e adquiriste para ti renome, como hoje se vê; temos
9.15
Dn 9.5
pecado, temos procedido impiamente. 16Ó Senhor, segundo toda a
9.16
Dn 9.14
tua justiça, apartem-se da tua cidade Jerusalém,
9.16
Dn 9.20
Sl 87.1-3
Jl 3.17
Zc 8.3
teu santo monte,
9.16
Jr 32.31-32
a tua ira e o teu furor, pois, por causa dos nossos pecados e por causa das iniquidades de nossos pais, servem de
9.16
Ez 5.14
opróbrio Jerusalém e o teu povo a todos os que nos rodeiam. 17Agora, pois, Deus nosso, escuta a oração do teu servo e as suas súplicas e,
9.17
Dn 9.19
por amor do Senhor,
9.17
Nm 6.24-26
Sl 80.3,7,19
faze brilhar o teu rosto sobre o teu santuário, que está
9.17
Lm 5.18
desolado. 18
9.18
Is 37.17
Inclina, Deus meu, os teus ouvidos e ouve; abre os teus olhos
9.18
Sl 80.14
e contempla as nossas desolações e a cidade que é
9.18
Jr 7.10-12
chamada do teu nome; pois não é por causa das
9.18
Dn 9.7
nossas justiças que
9.18
Jr 36.7
apresentamos perante ti as nossas súplicas, mas por causa das tuas grandes misericórdias. 19Ó Senhor, perdoa; ó Senhor, escuta e põe mãos à obra;
9.19
Sl 44.23
74.10-11
não te demores, por amor de ti mesmo, Deus meu, porque a tua cidade e o teu povo são chamados do teu nome.

As setenta semanas e o príncipe ungido

20Estando eu ainda

9.20
Dn 9.3
Dn 10.12
Sl 145.18
Is 58.9
falando, e orando, e confessando o meu pecado e o pecado
9.20
Is 6.5
do meu povo de Israel, e apresentando as minhas súplicas diante de Jeová, meu Deus, a favor do santo monte do meu Deus; 21sim, estando eu falando em oração, o varão
9.21
Dn 8.16
Lc 1.19,26
Gabriel, que eu tinha visto ao princípio na visão, enviado a
9.21
Is 6.2
Ez 1.11,14
voar rapidamente,
9.21
Dn 8.18
10.10,16,18
tocou-me mais ou menos ao tempo da
9.21
Êx 29.39
1Rs 18.36
Ed 9.4-5
oblação da tarde. 22Ele me instruiu, falou comigo e disse: Ó Daniel, saí agora mesmo para te dar
9.22
Dn 8.16
10.21
Zc 1.9,14
discernimento. 23No
9.23
Dn 10.12
princípio das tuas súplicas saiu o mandamento, e eu sou vindo para te informar, pois és
9.23
Dn 10.11,19
Lc 1.28
muito amado. Portanto, considera tu a coisa
9.23
Mt 24.15
e entende a visão.

24Setenta

9.24
Lv 25.8
Nm 14.34
Ez 4.6
semanas estão decretadas sobre o teu povo e sobre a tua santa cidade para consumir a transgressão, para dar fim aos pecados, para
9.24
2Cr 29.24
Is 53.10
Rm 5.10
expiar a iniquidade, para trazer a
9.24
Is 51.6,8
56.1
Jr 23.5-6
Rm 3.21-22
justiça eterna, para selar a visão e profecia e
9.24
Sl 2.2,6
Is 61.1
Lc 4.18
para ungir o
9.24
Lc 1.35
At 3.14
santíssimo. 25Sabe, pois, e entende que desde a saída
9.25
Ed 4.24
6.1-15
Ne 2.1-8
3.1
da palavra para restaurar e para edificar a Jerusalém até o
9.25
Jo 1.41
4.25
Ungido,
9.25
Dn 8.11,25
Is 9.6
o Príncipe, haverá sete
9.25
Dn 9.24
semanas; e em sessenta e duas semanas estará reedificada com rua e fosso em tempos angustiosos. 26Depois de sessenta e duas semanas, será
9.26
Is 53.8
Mc 9.12
Lc 24.26
exterminado o Ungido e não terá nada; e o povo do príncipe que há de vir
9.26
Mt 24.2
Mc 13.2
Lc 19.43-44
destruirá a cidade e o santuário; ele acabará num
9.26
Na 1.8
dilúvio, e até o fim haverá guerra;
9.26
Dn 9.27
desolações são determinadas. 27Ele fará uma firme aliança com muitos por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oblação; sobre a asa das
9.27
Dn 11.31
Mt 24.15
Mc 13.14
Lc 21.20
abominações virá o assolador; e até
9.27
Is 10.23
28.22
a consumação, que é determinada, será derramada ira sobre o assolador.