Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
4

41EIS que

4.1:
Ct 1.15
5.12
és formosa, amiga minha, eis que és formosa: os teus olhos são como os das pombas entre as tuas tranças: o teu cabelo é como o rebanho de cabras que pastam no monte de Gileade. 2Os
4.2:
Ct 6.6
teus dentes são como o rebanho das ovelhas tosquiadas, que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e nenhuma estéril entre elas. 3Os teus lábios são como um fio de escarlate, e o teu falar é doce:
4.3:
Ct 6.7
a tua fronte é qual pedaço de romã 4.3: ou atrás do teu véuentre as tuas tranças. 4O teu pescoço
4.4:
Ct 7.4
é como a torre de Davi, edificada para pendurar armas: mil escudos pendem dela, todos broquéis de valorosos. 5Os teus dois peitos
4.5:
Pv 5.19
Ct 7.3
são como dois filhos gêmeos da gazela, que se apascentam entre os lírios. 6Antes
4.6:
Ct 2.17
que refresque o dia, e caiam as sombras, irei ao monte da mirra e ao outeiro do incenso. 7Tu és toda formosa,
4.7:
Ef 5.27
amiga minha, e em ti não mancha. 8Vem comigo do Líbano, minha esposa, vem comigo do Líbano: olha desde o cume de Amana,
4.8:
Dt 3.9
desde o cume de Senir e de Hermom, desde as moradas dos leões, desde os montes dos leopardos. 9Tiraste-me o coração, minha irmã, minha esposa: tiraste-me o coração com um dos teus olhos, com um colar do teu pescoço. 10Que belos são os teus amores, irmã minha! ó esposa minha! quanto melhores são os teus amores
4.10:
Ct 1.2
do que o vinho! e o aroma dos teus bálsamos do que o de todas as especiarias! 11Favos de mel manam dos teus lábios,
4.11:
Gn 27.27
Pv 24.13-14
Ct 5.1
Os 14.6-7
minha esposa! mel e leite estão debaixo da tua língua, e o cheiro dos teus vestidos é como o cheiro do Líbano. 12Jardim fechado és tu, irmã minha, esposa minha, manancial fechado, fonte selada. 13Os teus renovos são um pomar de romãs, com frutos excelentes: o cipreste e o nardo, 14O nardo, e o açafrão, o cálamo, e a canela, com toda a sorte de árvores de incenso, a mirra e aloés, com todas as principais especiarias. 15És a fonte
4.15:
Jo 4.10
7.38
dos jardins, poço das águas vivas, que correm do Líbano! 16Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul: assopra no meu jardim, para que se derramem os seus aromas: ah! se viesse o meu amado para o seu jardim, e comesse os seus frutos excelentes!