Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
143

O salmista ora para que seja livre de inimigos

Salmo de Davi

1431Ó SENHOR, ouve a minha oração, inclina os ouvidos às minhas súplicas: escuta-me segundo a tua verdade, e segundo a tua justiça, 2E não entres em juízo com o teu servo,

143.2:
Rm 3.20
Gl 2.16
porque à tua vista não se achará justo nenhum vivente. 3Pois o inimigo perseguiu a minha alma; abateu-me até ao chão; fez-me habitar na escuridão, como aqueles que morreram há muito. 4Pelo que o meu espírito se angustia em mim; e o meu coração em mim está desolado. 5Lembro-me dos dias antigos; considero todos os teus feitos; medito na obra das tuas mãos. 6Estendo para ti as minhas mãos; a minha alma tem sede de ti, como terra sedenta. (Selá.) 7Ouve-me depressa, ó Senhor; o meu espírito desfalece; não escondas de mim a tua face, para que não seja semelhante aos que descem à cova. 8Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a minha alma. 9Livra-me, ó Senhor, dos meus inimigos; porque em ti é que eu me refugio. 10Ensina-me a fazer a tua vontade, pois és o meu Deus:
143.10:
Ne 9.20
Is 26.10
guie-me o teu bom Espírito por terra plana. 11Vivifica-me, ó Senhor, por amor do teu nome; por amor da tua justiça, tira a minha alma da angústia. 12E por tua misericórdia desarraiga os meus inimigos, e destrói a todos os que angustiam a minha alma: pois sou teu servo.