Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
141

O salmista ora para que seja preservado no meio da tentação

Salmo de Davi

1411SENHOR, a ti clamo, escuta-me; inclina os teus ouvidos à minha voz, quando a ti clamar. 2Suba a minha

141.2:
Ap 3.4
5.8
oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde. 3Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca: guarda a porta dos meus lábios. 4Não inclines o meu coração para o mal, nem para se ocupar de cousas más, com aqueles que praticam a iniquidade; e não coma das suas delícias. 5Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo, que a minha cabeça não rejeitará; porque continuarei a orar a despeito das suas maldades. 6Quando os seus juízes forem arremessados da rocha, ouvirão as minhas palavras, pois são agradáveis. 7Como quando alguém lavra e sulca a terra, são os nossos ossos espalhados à boca da sepultura. 8Mas os meus olhos te contemplam, ó Deus, Senhor: em ti confio; não desampares a minha alma. 9Guarda-me dos laços que me armaram; e dos laços corrediços dos que praticam a iniquidade. 10Caiam os ímpios nas suas próprias redes, até que eu tenha escapado inteiramente.