Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
21

Os israelitas destroem os cananeus

211OUVINDO

21.1:
Nm 33.21
Jz 1.16
o cananeu, o rei de Harade, que habitava para a banda do sul, que Israel vinha pelo
21.1:
Nm 13.21
caminho dos espias, pelejou contra Israel, e dele levou alguns deles por prisioneiros. 2Então Israel
21.2:
Gn 28.20
Jz 11.30
fez um voto ao Senhor, dizendo: Se totalmente entregares este povo na minha mão,
21.2:
Lv 27.28
destruirei totalmente as suas cidades. 3O Senhor pois ouviu a voz de Israel, e entregou os cananeus, que foram destruídos totalmente, eles e as suas cidades: e o nome daquele lugar chamou Hormá.

As serpentes ardentes e a serpente de metal

4Então partiram

21.4:
Nm 20.22
33.41
Jz 11.18
do monte de Hor, pelo caminho do Mar Vermelho, a rodear a terra de Edom: porém a alma do povo angustiou-se neste caminho. 5E o povo falou
21.5:
Êx 16.3
17.3
Sl 78.19
contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morrêssemos neste deserto? pois aqui nem pão nem água ;
21.5:
Nm 11.6
e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil. 6Então o Senhor
21.6:
Dt 8.15
1Co 10.9
mandou entre o povo serpentes ardentes, que morderam o povo; e morreu muito povo de Israel. 7Pelo que o povo veio a Moisés, e
21.7:
Nm 21.5
Sl 78.34
disse: Havemos pecado, porquanto temos falado contra o Senhor e contra ti;
21.7:
Êx 8.8,28
1Sm 12.19
1Rs 13.6
At 8.24
ora ao Senhor que tire de nós estas serpentes. Então Moisés orou pelo povo. 8E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste: e será que viverá todo o mordido que olhar para ela. 9E Moisés
21.9:
2Rs 18.4
Jo 3.14
fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal, e ficava vivo.

Jornadas dos israelitas

10Então os filhos de Israel partiram,

21.10:
Nm 33.43
e alojaram-se em Obote. 11Depois partiram
21.11:
Nm 33.44
de Obote, e alojaram-se nos outeiros de Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, ao nascente do sol. 12Dali partiram,
21.12:
Dt 2.13
e alojaram-se junto ao ribeiro de Zerede. 13E dali partiram, e alojaram-se desta banda de Arnom, que está no deserto e sai dos termos dos amorreus: porque
21.13:
Nm 22.36
Jz 11.18
Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus. 14Pelo que se diz no livro das guerras do Senhor: Contra Vaebe em Sufá, e contra os ribeiros de Arnom, 15E contra a corrente dos ribeiros, que se volve para a situação de Ar,
21.15:
Dt 2.18-19
e se encosta aos termos de Moabe. 16E dali partiram para Beer; este é o poço
21.16:
Jz 9.21
do qual o Senhor disse a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água. 17(Então
21.17:
Êx 15.1
Sl 105.2
106.12
Israel cantou este cântico: Sobe, poço, e vós cantai dele: 18Tu poço, que cavaram os príncipes, que escavaram os nobres do povo, e o legislador
21.18:
Is 33.22
com os seus bordões.) E do deserto partiram para Matana; 19E de Matana para Naaliel, e de Naaliel para Bamote;

Os israelitas ferem os reis de Moabe e de Basã

20E de Bamote ao vale que está no campo de Moabe,

21.20:
Nm 23.28
no cume de Pisga, e à vista do deserto. 21Então Israel
21.21:
Dt 2.26-27
Jz 11.19
mandou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, dizendo: 22Deixa-me
21.22:
Nm 20.17
passar pela tua terra; não nos desviaremos pelos campos nem pelas vinhas, as águas dos poços não beberemos: iremos pela estrada real até que passemos os teus termos. 23Porém
21.23:
Dt 29.7
Seom não deixou passar a Israel pelos seus termos; antes Seom congregou todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel ao deserto, e veio
21.23:
Dt 2.32
Jz 11.20
a Jaaz, e pelejou contra Israel. 24Mas Israel
21.24:
Dt 2.33
29.7
Js 12.1-2
24.8
Ne 9.22
Sl 135.10
136.19
Am 2.9
o feriu ao fio da espada, e tomou a sua terra em possessão, desde Arnom até Jaboque, até aos filhos de Amom: porquanto o termo dos filhos de Amom era firme. 25Assim Israel tomou todas estas cidades: e Israel habitou em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom e em todas as suas aldeias. 26Porque Hesbom era cidade de Seom, rei dos amorreus, que tinha pelejado contra o precedente rei dos moabitas, e tinha tomado da sua mão toda a sua terra até Arnom. 27Pelo que dizem os que falam em provérbios: Vinde a Hesbom; edifique-se e fortifique-se a cidade de Seom. 28Porque fogo
21.28:
Dt 2.9,18
Is 15.1
Jr 48.45
saiu de Hesbom, e uma chama da cidade de Seom; e consumiu a Ar dos moabitas, e os senhores dos altos de Arnom. 29Ai de ti Moabe! perdido és, povo de Camós!
21.29:
Jz 11.24
1Rs 11.7,33
2Rs 23.13
Jr 48.7,13
Entregou seus filhos, que iam fugindo, e suas filhas, como cativas a Seom, rei dos amorreus. 30E nós os derribamos:
21.30:
Jr 48.18,22
Hesbom perdida é até Dibom, e os assolamos até Nofá, que se estende até
21.30:
Is 15.2
Medeba. 31Assim Israel habitou na terra dos amorreus. 32Depois mandou Moisés espiar a
21.32:
Nm 32.1
Jr 48.32
Jaezer, e tomaram as suas aldeias, e daquela possessão lançaram os amorreus que estavam ali. 33Então viraram-se
21.33:
Dt 3.1
29.7
e subiram o caminho de Basã: e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, e todo o seu povo, à peleja em
21.33:
Js 13.12
Edrei. 34E disse o Senhor a
21.34:
Dt 3.2
Moisés: Não o temas, porque eu to tenho dado na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e à sua terra,
21.34:
Nm 21.24
Sl 135.10
136.20
e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom. 35E de tal maneira o feriram,
21.35:
Dt 3.3-4
a ele e a seus filhos e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou: e tomaram a sua terra em possessão.

22

Balaque e Balaão

221DEPOIS

22.1:
Nm 33.48
partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, desta banda do Jordão de Jericó. 2Viu pois
22.2:
Jz 11.25
Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus. 3E Moabe temeu
22.3:
Êx 15.15
muito diante deste povo, porque era muito: e Moabe andava angustiado por causa dos filhos de Israel. 4Pelo que Moabe disse aos
22.4:
Nm 31.8
Js 13.21
anciãos dos midianitas: Agora lamberá esta congregação tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Naquele tempo Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas. 5Este enviou
22.5:
Dt 23.4
Js 13.22
24.9
Ne 13.1
Mq 6.5
2Pe 2.15
Jd 11
Ap 2.14
mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo:
22.5:
Nm 23.7
Dt 23.4
Eis que um povo saiu do Egito: eis que cobre a face da terra, e parado está defronte de mim. 6Vem pois agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; para ver se o poderei ferir, e o lançarei fora da terra: porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado. 7Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos:
22.7:
1Sm 9.7-8
e chegaram a Balaão, e lhe disseram as palavras de Balaque. 8E ele lhes disse: Passai
22.8:
Nm 22.13
aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar: então os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão. 9E veio Deus a Balaão,
22.9:
Gn 20.3
Nm 22.20
e disse: Quem são estes homens que estão contigo? 10E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, mos enviou dizendo: 11Eis que o povo que saiu do Egito cobriu a face da terra: vem agora, amaldiçoa-mo; porventura poderei pelejar contra ele, e o lançarei fora. 12Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto
22.12:
Nm 23.20
Rm 11.29
bendito é. 13Então Balaão levantou-se pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o Senhor recusa deixar-me ir convosco. 14E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco. 15Porém Balaque prosseguiu ainda em enviar mais príncipes, e mais honrados do que aqueles. 16Os quais vieram a Balaão, e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim, 17Porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres: vem pois, rogo-te,
22.17:
Nm 22.6
amaldiçoa-me este povo. 18Então Balaão
22.18:
Nm 24.3
respondeu, e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro,
22.18:
1Rs 22.14
2Cr 18.13
eu não poderia traspassar 22.18: Hebr. a palavrao mandado do Senhor meu Deus, para fazer cousa pequena ou grande; 19Agora, pois, rogo-vos que também aqui
22.19:
Nm 22.8
fiqueis esta noite, para que eu saiba o que o Senhor me dirá mais. 20Veio pois o Senhor a Balaão, de noite, e disse-lhe:
22.20:
Nm 22.35
23.12,26
24.13
Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser. 21Então Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi-se com os príncipes de Moabe. 22E a ira de
22.22:
Êx 4.24
Deus acendeu-se, porque ele se ia: e o anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho por adversário: e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus moços com ele. 23Viu pois a
22.23:
2Rs 6.17
Dn 10.7
At 22.9
Jd 11
jumenta o anjo do Senhor, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho e foi-se pelo campo: então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho. 24Mas o anjo do Senhor pôs-se numa vereda de vinhas, havendo uma parede desta banda e uma parede da outra. 25Vendo pois a jumenta o anjo do Senhor, apertou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão; pelo que tornou a espancá-la. 26Então o anjo do Senhor passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda. 27E, vendo a jumenta o anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão: e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão. 28Então o Senhor abriu
22.28:
2Pe 2.16
a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes? 29E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim:
22.29:
Pv 12.10
oxalá tivera eu uma espada na mão, porque agora te matara. 30E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu fui tua até hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo? E ele respondeu: Não. 31Então o Senhor abriu os
22.31:
Gn 21.19
2Rs 6.17
Lc 24.16,31
olhos a Balaão, e ele viu o anjo do Senhor, que estava no caminho, e a sua espada desembainhada
22.31:
Êx 34.8
na mão: pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face. 32Então o anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto
22.32:
2Pe 2.14-15
o teu caminho é perverso diante de mim: 33Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim: se ela se não desviara de diante de mim, na verdade que eu agora te tivera matado, e a ela deixara com vida. 34Então Balaão disse ao anjo do Senhor:
22.34:
1Sm 15.24,30
26.21
2Sm 12.13
Jó 34.31
Pequei, que não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, tornar-me-ei. 35E disse o anjo do Senhor a Balaão: Vai-te com estes
22.35:
Nm 22.20
homens, mas somente a palavra que eu falar a ti esta falarás. Assim Balaão foi-se com os príncipes de Balaque. 36Ouvindo pois Balaque que Balaão vinha, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe,
22.36:
Gn 14.17
Nm 21.13
que está no termo de Arnom, na extremidade do termo dele. 37E Balaque disse a Balaão: Porventura não enviei diligentemente a chamar-te?
22.37:
Nm 22.17
24.11
por que não vieste a mim? não posso eu na verdade honrar-te? 38Então Balaão disse a Balaque: Eis que eu tenho vindo a ti: porventura poderei eu agora de alguma forma falar alguma cousa?
22.38:
Nm 23.26
24.13
1Rs 22.14
2Cr 18.13
a palavra que Deus puser na minha boca essa falarei. 39E Balaão foi com Balaque, e vieram a Quiriate-Huzote. 40Então Balaque matou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele. 41E sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão, e o fez subir
22.41:
Dt 12.2
aos altos de Baal, e viu ele dali a última parte do povo.

23

Balaque edifica sete altares

231ENTÃO Balaão disse a Balaque:

23.1:
Nm 23.29
Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros. 2Fez pois Balaque como Balaão dissera:
23.2:
Nm 23.14,30
e Balaque e Balaão ofereceram um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 3Então Balaão disse a Balaque:
23.3:
Nm 23.15
Fica-te ao pé do teu holocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá
23.3:
Nm 24.1
ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um alto. 4E, encontrando-se Deus,
23.4:
Nm 23.16
com Balaão, lhe disse este: Preparei sete altares, e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 5Então o Senhor pôs a palavra
23.5:
Nm 22.35
Dt 18.18
Jr 1.9
na boca de Balaão, e disse: Torna para Balaque, e fala assim. 6E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas. 7Então alçou a
23.7:
Nm 23.18
24.3,15,23
Jó 27.1
29.1
Sl 78.2
Ez 17.2
Mq 2.4
Hc 2.6
sua parábola, e disse: De Arão me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente,
23.7:
Nm 22.6,11,17
1Sm 17
Is 47.12
dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel. 8Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? e como detestarei, quando o Senhor não detesta? 9Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo:
23.9:
Êx 33.16
Dt 33.28
Ed 9.2
Ef 2.14
eis que este povo habitará só, e entre as gentes não será contado. 10Quem contará
23.10:
Gn 13.16
22.17
Sl 116.15
o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu. 11Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste?
23.11:
Nm 22.11,17
24.10
chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste. 12E ele respondeu,
23.12:
Nm 22.38
e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca? 13Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, donde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás: e amaldiçoa-mo dali. 14Assim o tomou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga: e edificou sete
23.14:
Nm 23.1-2
altares, e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 15Então disse a Balaque: Fica aqui ao pé do teu holocausto, e eu irei ali ao seu encontro. 16E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs
23.16:
Nm 22.35
23.5
uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e fala assim. 17E, vindo a ele, eis que estava ao pé do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele: disse-lhe pois Balaque: Que cousa falou o Senhor?

As profecias de Balaão

18Então alçou a sua parábola, e disse:

23.18:
Jz 2.20
1Sm 15.29
Ml 3.6
Rm 11.29
Tt 1.2
Tg 1.17
Levanta-te, Balaque, e ouve: inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor. 19Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? ou falaria, e não o confirmaria? 20Eis que recebi mandado de abençoar:
23.20:
Gn 12.2
22.17
Nm 22.12
pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar. 21Não viu iniquidade
23.21:
Rm 4.7
em Israel, nem contemplou maldade em Jacó: o Senhor seu Deus
23.21:
Êx 13.21
29.45-46
33.14
Sl 89.16
é com ele, e nele, e entre eles se ouve o alarido dum rei. 22Deus
23.22:
Nm 24.8
Dt 33.17
Jó 39.10
os tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio. 23Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel: neste tempo se dirá de Jacó e de Israel:
23.23:
Sl 31.20
44.2
Que cousas Deus tem obrado! 24Eis que o povo se levantará como leoa,
23.24:
Gn 49.9,27
e se exalçará como leão: não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue de mortos. 25Então Balaque disse a Balaão: Nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás. 26Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que
23.26:
Nm 22.38
23.12
1Rs 22.14
o Senhor falar aquilo farei? 27Disse mais Balaque a
23.27:
Nm 23.13
Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar: porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes. 28Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor,
23.28:
Nm 21.20
que olha para a banda do deserto. 29Balaão disse a Balaque:
23.29:
Nm 23.1
Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros. 30Balaque pois fez como dissera Balaão; e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.