Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
11

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

Mateus 21.1-11

111E, LOGO

11.1:
Lc 19.29
Jo 12.14
que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto do monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos, 2E disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o, e trazei-mo. 3E, se alguém vos disser: Por que fazeis isso? dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para aqui. 4E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois caminhos, e o soltaram. 5E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho? 6Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha mandado; e deixaram-nos ir. 7E levaram o jumentinho a Jesus, e lançaram, sobre ele os seus vestidos, e assentou-se sobre ele. 8E muitos
11.8:
Mt 21.8
estendiam os seus vestidos pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. 9E aqueles que iam adiante, e os que seguiam, clamavam, dizendo: Hosana,
11.9:
Sl 118.26
bendito o que vem em nome do Senhor; 10Bendito o reino do nosso pai Davi,
11.10:
Sl 149.1
que vem em nome do Senhor; Hosana nas alturas. 11E Jesus entrou em
11.11:
Mt 21.12
Jerusalém, no templo, e, tendo visto tudo em redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia com os doze.

A figueira seca: a purificação do templo

Mateus 21.12-22

12E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome, 13E,

11.13:
Mt 21.19
vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. 14E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isto. 15E vieram a Jerusalém;
11.15:
Lc 19.45
Jo 2.14
e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derribou as mesas dos cambiadores e as cadeiras dos que vendiam pombas. 16E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo. 17E os ensinava dizendo: Não está escrito — A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração?
11.17:
Is 56.7
Mas vós a tendes feito covil
11.17:
Jr 7.11
de ladrões. 18E os escribas
11.18:
Mt 21.45-46
Lc 19.47
e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque
11.18:
Mt 7.28
Mc 1.22
Lc 4.32
toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. 19E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade. 20E eles, passando pela
11.20:
Mt 21.19
manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes. 21E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira, que tu amaldiçoaste, se secou. 22E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus; 23Porque em verdade vos digo que
11.23:
Mt 17.19
21.21
Lc 17.6
qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar; e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. 24Por isso vos digo que tudo o que pedirdes,
11.24:
Mt 7.7
Jo 11.13
Lc 11.9
15.7
16.24
Tg 1.5
orando, crede que o recebereis, e tê-lo-eis; 25E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém,
11.25:
Mt 6.14
Cl 3.13
para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas; 26Mas, se vós
11.26:
Mt 18.35
não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.

Interrogação acerca do batismo de João

27E tornaram a Jerusalém, e, andando ele pelo

11.27:
Mt 21.23
Lc 20.1
templo, os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos se aproximaram dele, 28E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas? 29Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Também eu vos perguntarei uma coisa, e respondei-me; e então vos direi com que autoridade faço estas coisas: 30O batismo de João era do céu ou dos homens? respondei-me. 31E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu; ele nos dirá: Então porque o não crestes? 32Se, porém dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos sustentavam que
11.32:
Mt 3.5
14.5
Mc 6.20
João verdadeiramente era profeta. 33E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu vos não direi com que autoridade faço estas coisas.

12

Parábola dos lavradores malvados

Mateus 21.33-46

121E COMEÇOU

12.1:
Lc 20.9
a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra; 2E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha. 3Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio. 4E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça, e o mandaram embora, tendo-o afrontado. 5E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram. 6Tendo ele pois ainda um seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho. 7Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. 8E, pegando dele, o mataram, e o lançaram fora da vinha. 9Que fará pois o Senhor da vinha? Virá, e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros. 10Ainda não lestes esta Escritura:
12.10:
Sl 118.22
A pedra, que os edificadores rejeitaram, esta foi posta por cabeça da esquina; 11Isto foi feito pelo Senhor e é coisa maravilhosa aos nossos olhos? 12E buscavam
12.12:
Mt 21.45-46
Mc 11.18
Jo 7.25,30,44
prendê-lo, mas temiam a multidão; porque entendiam que contra eles dizia esta parábola; e, deixando-o, foram-se.

Interrogação acerca do tributo

Mateus 22.15-22

13E enviaram-lhe alguns

12.13:
Lc 20.20
dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem nalguma palavra. 14E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade, e de ninguém se te dá, porque não olhas à aparência dos homens, antes com verdade ensinas o caminho de Deus; é lícito dar o tributo a César, ou não? Daremos, ou não daremos? 15Então ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? trazei-me uma moeda, para que a veja. 16E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César. 17E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele.

Os saduceus e a ressurreição

Mateus 22.23-33

18Então os

12.18:
Lc 20.27
saduceus, que dizem que não há
12.18:
At 23.8
ressurreição, aproximaram-se dele, e perguntaram-lhe, dizendo: 19Mestre,
12.19:
Dt 25.5
Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse mulher e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele, e suscitasse descendência a seu irmão. 20Ora havia sete irmãos, e o primeiro tomou mulher, e morreu sem deixar descendência; 21E o segundo também a tomou e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro da mesma maneira. 22E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? porque os sete a tiveram por mulher. 24E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? 25Porquanto, quando ressuscitarem dos mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como
12.25:
1Co 15.42,49,52
os anjos que estão nos céus. 26E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou
12.26:
Êx 3.6
o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? 27Ora, Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos. Por isso vós errais muito.

O primeiro de todos os mandamentos

Mateus 22.35-40 e refs.

28Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? 29E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve,

12.29:
Dt 6.4
Lc 10.27
Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. 30Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças: este é o primeiro mandamento. 31E o segundo, semelhante a este, é:
12.31:
Lv 19.18
Mt 22.39
Rm 13.9
Gl 5.14
Tg 2.8
Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. 32E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só
12.32:
Dt 4.39
Is 45.6,14
46.9
Deus, e que não há outro além dele; 33E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos
12.33:
1Sm 15.22
Os 6.6
Mq 6.6-8
os holocaustos e sacrifícios. 34E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do reino de Deus. E já ninguém
12.34:
Mt 22.46
ousava perguntar-lhe mais nada.

O Cristo, filho de Davi

Mateus 22.41-46

35E, falando

12.35:
Lc 20.41
Jesus, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi? 36O próprio Davi disse pelo Espírito Santo:
12.36:
2Sm 23.2
Sl 110.1
O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. 37Pois, se Davi mesmo lhe chama Senhor, como é logo seu filho? E a grande multidão o ouvia de boa vontade.

Jesus censura os escribas

Mateus 23.6, etc.

38E, ensinando-os,

12.38:
Mc 4.2
Lc 20.46
11.43
dizia-lhes: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestidos compridos, e das saudações nas praças, 39E das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos primeiros assentos nas ceias; 40Que devoram
12.40:
Mt 23.14
as casas das viúvas, e isso com pretexto de largas orações. Estes receberão mais grave condenação.

A oferta da viúva pobre

Lucas 21.1-4

41E, estando Jesus assentado defronte da

12.41:
2Rs 12.9
arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos deitavam muito. 42Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou duas pequenas moedas, que valiam cinco réis. 43E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre
12.43:
2Co 8.12
viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro; 44Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo
12.44:
Dt 24.6
1Jo 3.17
o que tinha, todo o seu sustento.

13

O sermão profético; o princípio de dores

Mateus 24.1-14 e refs.

131E, SAINDO ele do

13.1:
Lc 21.5
templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras, e que edifícios! 2E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra
13.2:
Lc 19.44
que não seja derribada. 3E, assentando-se ele no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João e André lhe perguntaram em particular: 4Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá quando
13.4:
Mt 24.3
Lc 21.27
todas elas estiverem para se cumprir. 5E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém
13.5:
Jr 29.8
Ef 5.6
1Ts 2.3
vos engane; 6Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. 7E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim. 8Porque se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes. Isto será o princípio
13.8:
Mt 24.8
de dores. 9Mas olhai por vós mesmos,
13.9:
Mt 10.7,18
24.9
Ap 2.10
porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; sereis açoitados, e sereis apresentados ante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho. 10Mas importa que o
13.10:
Mt 24.14
evangelho seja primeiramente pregado entre todas as gentes. 11Quando pois vos conduzirem para vos entregarem, não
13.11:
Mt 10.19
Lc 12.11
21.14
At 2.4
4.8,31
estejais solícitos d’antemão pelo que haveis de dizer; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. 12E o irmão
13.12:
Mq 7.6
Mt 10.21
24.10
Lc 21.16
entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer. 13E sereis aborrecidos
13.13:
Mt 10.22
24.9,13
Lc 21.17
Dn 12.12
Ap 2.10
por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim esse será salvo.

O sermão profético continua: a grande tribulação

Mateus 24.15-18 e refs.

14Ora, quando vós virdes

13.14:
Dn 9.27
a abominação do assolamento, que foi predito, estar onde não deve estar (quem lê, entenda), então os que estiverem na Judeia
13.14:
Lc 21.21
fujam para os montes. 15E o que estiver sobre o telhado não desça para casa, nem entre a tomar coisa alguma de sua casa; 16E o que estiver no campo não volte atrás, para tomar o seu vestido. 17Mas ai das
13.17:
Lc 21.23
23.29
grávidas, e das que criarem naqueles dias! 18Orai pois, para que a vossa fugida não suceda no inverno; 19Porque naqueles dias
13.19:
Dn 9.26
12.1
Jl 2.2
Mt 24.21
haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá. 20E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos que escolheu, abreviou aqueles dias. 21E então, se alguém vos disser: Eis aqui
13.21:
Mt 24.23
Lc 17.23
21.8
o Cristo; ou: Ei-lo ali; não acrediteis. 22Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos. 23Mas vós vede;
13.23:
2Pe 3.17
eis que d’antemão vos tenho dito tudo.

O sermão profético continua: A vinda do Filho do homem

Mateus 24.29-45, etc.

24Ora,

13.24:
Dn 7.10
Sf 1.15
Lc 21.25
naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz. 25E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas. 26E então verão
13.26:
Dn 7.13-14
Mt 16.27
24.30
Mc 14.62
At 1.11
1Ts 4.16
2Ts 1.7,10
Ap 1.7
vir o Filho do homem nas nuvens, com grande poder e glória. 27E ele enviará os seus anjos, e ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu. 28Aprendei pois a parábola
13.28:
Mt 24.32
Lc 21.29
da figueira: Quando já o seu ramo se torna tenro, e brota folhas, bem sabeis que está próximo o verão. 29Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que está perto, às portas. 30Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que todas estas coisas aconteçam. 31Passará o céu e a terra,
13.31:
Is 40.8
mas as minhas palavras não passarão.

O sermão profético continua: A vigilância

32Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. 33Olhai, vigiai

13.33:
Mt 24.42
25.13
Lc 12.40
21.24
Rm 13.11
1Ts 5.6
e orai; porque não sabeis quando chegará o tempo. 34É como se um homem,
13.34:
Mt 24.45
25.14
partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um a sua obra, e mandasse ao porteiro que vigiasse. 35Vigiai
13.35:
Mt 24.42,44
pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, 36Para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo. 37E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai.