Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
16

161ENVIAI

16.1:
2Rs 3.4
o cordeiro ao dominador da terra, desde Sela, no deserto, até ao monte da filha de Sião. 2Doutro modo sucederá que serão as filhas de Moabe junto aos vaus
16.2:
Nm 21.13
de Arnom como o pássaro vagueante, lançado fora do ninho. 3Toma conselho, executa o juízo, põe a tua sombra no pino do meio-dia como a noite; esconde os desterrados, e não descubras os vagueantes. 4Habitem entre ti os meus desterrados, ó Moabe; serve-lhes de refúgio perante a face do destruidor; porque o homem violento terá fim; a destruição é desfeita, e os opressores são consumidos sobre a terra. 5Porque
16.5:
Dn 7.14,27
Mq 4.7
Lc 1.33
um trono se firmará em benignidade, e sobre ele no tabernáculo de Davi se assentará em verdade um que julgue, e busque o juízo, e se apresse a fazer justiça. 6Ouvimos da
16.6:
Jr 48.29
Sf 2.10
soberba de Moabe, a soberbíssima: da sua altivez, e da sua soberba, e do seu furor;
16.6:
Is 28.15
a sua jactância é vã. 7Portanto Moabe
16.7:
Jr 48.20
2Rs 3.25
uivará por Moabe; todos uivarão: gemereis pelos fundamentos de Quir-Haresete, pois já estão abalados. 8Porque
16.8:
Is 24.7
16.9
os campos de Hesbom enfraqueceram, e a vinha de Sibma; os senhores das nações talaram as suas melhores plantas; vão chegando a Jazer; andam vagueando pelo deserto: os seus ramos se estenderam e já passaram além do mar. 9Pelo que prantearei,
16.9:
Jr 48.32
com o pranto de Jazer, a vinha de Sibma; regar-te-ei com as minhas lágrimas,
16.9:
Is 15.4
ó Hesbom e Eleale; porque o júbilo dos teus frutos de verão e da tua sega desapareceu. 10E fugiu o folguedo e a alegria
16.10:
Is 24.8
Jr 48.33
do campo fértil, e nas vinhas se não canta, nem há júbilo algum; o pisador não pisará as uvas nos lagares. Eu fiz cessar o júbilo. 11Pelo que minhas entranhas soam
16.11:
Is 15.5
Jr 48.36
por Moabe como harpa, e o meu interior por Quir-Heres. 12E será que, quando Moabe se apresentar, quando se cansar
16.12:
Is 15.2
nos altos, e entrar no seu santuário a orar, nada alcançará. 13Esta é a palavra que o Senhor falou no passado contra Moabe. 14Mas agora falou o Senhor, dizendo: Dentro em três anos (tais quais os anos
16.14:
Is 21.16
de jornaleiros), será envilecida a glória de Moabe, com toda a sua grande multidão; e o resíduo será pouco, pequeno e impotente.

17

Profecia contra Damasco e Efraim

17117.1: ou SentençaPESO

17.1:
Jr 49.23
Am 1.3
Zc 9.1
2Rs 16.9
de Damasco. Eis que Damasco será tirada, e já não será cidade, mas um montão de ruínas. 2As cidades de Aroer serão abandonadas; hão de ser para os rebanhos, que se deitarão
17.2:
Jr 7.33
sem haver quem os espante. 3E a fortaleza
17.3:
Is 7.16
8.4
de Efraim cessará, como também o reino de Damasco e o resíduo da Síria; serão como a glória dos filhos de Israel, diz o Senhor dos Exércitos. 4E será diminuída naquele dia a glória de Jacó, e a gordura da sua carne desaparecerá. 5Porque será
17.5:
Jr 51.33
como o segador que colhe o trigo, e com o seu braço sega as espigas: e será também como o que colhe espigas no vale de Refaim. 6Mas ainda ficarão
17.6:
Is 24.13
nele alguns rabiscos, como no sacudir da oliveira: duas ou três azeitonas na mais alta ponta dos ramos, e quatro ou cinco nos ramos mais exteriores de uma árvore frutífera, diz o Senhor Deus de Israel. 7Naquele dia atentará
17.7:
Mq 7.7
o homem para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel. 8E não atentará para os altares, obra das suas mãos, nem olhará para o que fizeram seus dedos, nem para os bosques, nem para as imagens do sol. 9Naquele dia serão as suas cidades fortes como os lugares abandonados no bosque ou sobre o cume das montanhas, os quais foram abandonados ante os filhos de Israel: e haverá assolação. 10Porquanto te esqueceste do Deus da tua salvação, e não te lembraste da rocha da tua fortaleza: pelo que bem plantarás plantas formosas, e as cercarás de sarmentos estranhos. 11No dia em que as plantares as cercarás, e pela manhã farás que a tua semente brote: mas a colheita voará no dia da tribulação e das dores insofríveis.

Prediz-se a ruína do exército dos assírios

12Ai da multidão dos grandes povos que bramam como bramam os mares,

17.12:
Jr 6.23
e do rugido das nações que rugem como rugem as impetuosas águas. 13Bem rugirão as nações, como rugem as muitas águas, mas ele repreendê-las-á e fugirão para longe;
17.13:
Os 13.3
e serão afugentadas como a pragana dos montes diante do vento, e como a bola diante do tufão. 14Ao anoitecer eis que pavor, e antes que amanheça eles não serão. Esta é a parte daqueles que nos despojam, e a sorte daqueles que nos saqueiam.

18

A destruição dos assírios é anunciada à Etiópia

181AI da terra

18.1:
Is 20.4-5
Ez 30.4-5,9
Sf 2.12
3.10
que ensombra com 18.1: ou o roçar das asas,as suas asas, que está além dos rios 18.1: Hebr. de Cuxe!da Etiópia. 2Que envia embaixadores por mar em navios de junco sobre as águas, dizendo: Ide, mensageiros velozes,
18.2:
Is 18.7
a uma nação alta e polida, a um povo terrível desde o seu princípio; a uma nação de medidas e de vexames, cuja terra os rios dividem. 3Vós, todos os habitadores do mundo, e vós os moradores da terra,
18.3:
Is 5.26
quando se arvorar a bandeira nos montes, o vereis; e quando se tocar a trombeta, o ouvireis. 4Porque assim me disse o Senhor: Estarei quieto, olhando desde a minha morada, como o ardor do sol resplandecente, como a nuvem do orvalho no calor da sega. 5Porque antes da sega, quando o renovo está perfeito, e as uvas verdes amadurecem, então podará os sarmentos e tirará os ramos, e os cortará. 6Eles serão deixados juntos às aves dos montes e aos animais da terra: e sobre eles veranearão as aves de rapina, e todos os animais da terra invernarão sobre eles. 7Naquele tempo trará um presente
18.7:
Is 16.1
Sf 3.10
Ml 1.11
ao Senhor dos exércitos um povo alto e polido, e um povo terrível desde o seu princípio; uma nação de medidas e de vexames cuja terra os rios dividem; ao lugar do nome do Senhor dos Exércitos, ao monte de Sião.

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