Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
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Vários conselhos práticos

51GUARDA

5.1:
Êx 3.5
o teu pé, quando entrares na casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal. 2Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu estás sobre a terra;
5.2:
Pv 10.19
Mt 6.7
pelo que sejam poucas as tuas palavras. 3Porque, da muita ocupação vêm os sonhos,
5.3:
Pv 10.19
e a voz do tolo da multidão das palavras. 4Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo;
5.4:
Nm 30.2
Dt 23.21-23
porque não se agrada de tolos: o que votares, paga-o. 5Melhor
5.5:
Pv 20.25
At 5.4
é que não votes do que votes e não pagues. 6Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem
5.6:
1Co 11.10
digas diante do anjo que foi erro: por que razão se iraria Deus contra a tua voz, de sorte que destruísse a obra das tuas mãos? 7Porque, como na multidão dos sonhos vaidades, assim também nas muitas palavras:
5.7:
Ec 12.13
mas tu teme a Deus. 8Se vires em alguma província opressão de pobres, e a violência em lugar do juízo e da justiça, não te maravilhes de semelhante caso; porque o que mais alto é do que os altos para isso atenta; e mais altos do que eles. 9O proveito da terra é para todos; até o rei se serve do campo. 10O que amar o dinheiro nunca se fartará de dinheiro; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda: também isto é vaidade. 11Onde a fazenda se multiplica, aí se multiplicam também os que a comem: que mais proveito pois têm os seus donos do que verem-na com os seus olhos? 12Doce é o sono do trabalhador, quer coma pouco quer muito; mas a fartura do rico não o deixa dormir. 13Há mal que vi debaixo do sol,
5.13:
Ec 6.1
e atrai enfermidades: as riquezas que os seus donos guardam para o seu próprio dano; 14Porque as mesmas riquezas se perdem por qualquer má aventura; e havendo algum filho nada fica na sua mão. 15Como
5.15:
Jó 1.21
1Tm 6.7
saiu do ventre de sua mãe, assim nu voltará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão. 16Também isto é um mal que causa enfermidades: que, infalivelmente, como veio, assim ele vai; e que proveito lhe vem de trabalhar para o vento. 17E de haver comido todos os seus dias nas trevas, e de haver padecido muito enfado, e enfermidades, e cruel furor? 18Eis aqui o que eu vi, uma boa e bela cousa:
5.18:
Ec 2.24
3.12-13,22
9.7
11.9
comer e beber, e gozar cada um do bem de todo o seu trabalho, em que trabalhou debaixo do sol, todos os dias da sua vida que Deus lhe deu;
5.18:
Ec 2.10
3.22
porque esta é a sua porção. 19E quanto
5.19:
Ec 2.24
3.13
6.2
ao homem, a quem Deus deu riquezas e fazenda, e lhe deu poder para delas comer, e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho: isto é dom de Deus. 20Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida; porquanto Deus lhe responde na alegria do seu coração.