Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
7

A visão dos quatro animais simbólicos

71NO primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia,

7.1:
Nm 12.6
Am 3.7
Dn 2.28
teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça: escreveu logo o sonho, e relatou a suma das cousas. 2Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu combatiam no mar grande. 3E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4O primeiro
7.4:
Dt 28.49
Jr 4.7,13
48.40
Ez 7.3
Hc 1.8
era como leão, e tinha asas de águia: eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. 5Continuei olhando, e
7.5:
Dn 2.39
eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas:
7.6:
Dn 8.8,22
tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite,
7.7:
Dn 2.40
7.19,23
e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele,
7.7:
Dn 2.41
Ap 13.1
e tinha dez 7.7: Hebr. chifres, aqui e nos versículos que se seguempontas. 8Estando eu considerando as pontas,
7.8:
Dn 7.20-21,24
8.9
eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem,
7.8:
Ap 9.7
13.5
Dn 7.25
e uma boca que falava grandiosamente. 9Eu continuei olhando,
7.9:
Ap 1.14
20.4
Dn 7.13,22
até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou: o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como a limpa lã; o seu trono chamas de fogo,
7.9:
Ez 1.15-16
e as rodas dele fogo ardente. 10Um rio de fogo
7.10:
Is 30.3
66.15
1Rs 22.19
Hb 12.22
Ap 5.11
manava e saía de diante dele: milhares de milhares o serviam,
7.10:
Ap 20.4,12
e milhões de milhões estavam diante dele: assentou-se o juízo, e abriram-se os livros. 11Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que provinha da ponta:
7.11:
Ap 19.20
estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo. 12E, quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida até certo espaço de tempo. 13Eu estava olhando nas minhas visões da noite,
7.13:
Ez 1.26
Mt 24.30
26.64
Ap 1.7,13
14.14
e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem: e dirigiu-se ao ancião de dias,
7.13:
Dn 7.9
e o fizeram chegar até ele. 14E
7.14:
Mt 11.27
28.18
Jo 3.35
1Co 15.27
Ef 1.22
Dn 2.24
3.4
7.27
foi-lhe dado o domínio e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno,
7.14:
Mq 4.7
Lc 1.33
Jo 12.34
Hb 12.28
que não passará, e o seu reino o único que não será destruído. 15Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me espantavam. 16Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das cousas. 17Estes
7.17:
Dn 7.3
grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18Mas
7.18:
Is 60.12
Dn 7.22,27
Ap 2.26-27
3.21
20.4
os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade. 19Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do
7.19:
Dn 7.7
quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e as suas unhas de metal; que devorava, fazia em pedaços e pisava a pés o que sobrava. 20E também das dez pontas que tinha na cabeça, e da outra que subia, de diante da qual caíram três, daquela ponta, digo, que tinha olhos, e uma boca que falava grandiosamente, e cujo parecer era mais firme do que o das suas companheiras. 21Eu olhava,
7.21:
Dn 8.12,24
Ap 11.7
13.7
17.14
19.19
e eis que esta ponta fazia guerra contra os santos, e os vencia. 22Até que
7.22:
Dn 7.9,18
1Co 6.2
Ap 1.6
5.10
20.4
veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. 23Disse assim:
7.23:
Dn 2.43
O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24E,
7.24:
Dn 7.7-8,20
Ap 17.12
quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25E
7.25:
Is 37.23
Dn 8.24-25
11.28,30-31,36
Ap 13.5-6
proferirá palavras contra o Altíssimo,
7.25:
Ap 17.6
18.24
e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos,
7.25:
Dn 2.21
12.7
Ap 12.14
e a lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade dum tempo. 26Mas o juízo estabelecer-se-á, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim. 27E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu
7.27:
Dn 7.14,18,22
serão dados ao povo dos santos do Altíssimo: o seu reino será um reino eterno,
7.27:
Dn 2.44
Lc 1.33
Is 60.12
e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. 28Aqui findou a visão. Quanto a mim, Daniel,
7.28:
Dn 7.15
10.8,16
os meus pensamentos muito me espantavam, e mudou-se em mim o meu semblante;
7.28:
Lc 2.19,51
mas guardei estas cousas no meu coração.

8

A visão dum carneiro e dum bode

81NO ano terceiro do reinado do rei Belsazar apareceu-me uma visão, a mim, Daniel,

8.1:
Dn 7.1
depois daquela que me apareceu no princípio. 2E vi na visão
8.2:
Et 1.2
(acontecendo, quando vi, que eu estava na cidadela de Susã, na província de Elão), vi pois, na visão, que eu estava junto ao rio Ulai. 3E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha duas pontas; e as duas pontas eram altas, mas uma era mais alta do que a outra; e a mais alta subiu por último. 4Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o meio-dia; e nenhuns animais podiam estar diante dele, nem havia quem pudesse livrar-se da sua mão; e ele fazia conforme a sua vontade,
8.4:
Dn 5.19
e se engrandecia. 5E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão;
8.5:
Dn 8.21
e aquele bode tinha uma ponta notável entre os olhos; 6Dirigiu-se ao carneiro que tinha as duas pontas, ao qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o ímpeto da sua força. 7E o vi chegar perto do carneiro, irritar-se contra ele; e feriu o carneiro, e lhe quebrou as duas pontas, pois não havia força no carneiro para parar diante dele; e o lançou por terra, e o pisou a pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão. 8E o bode se engrandeceu em grande maneira; mas, estando na sua maior força, aquela grande ponta foi quebrada: e subiram no seu lugar quatro também notáveis,
8.8:
Dn 8.22
para os quatro ventos do céu. 9E
8.9:
Dn 7.8
11.25
de uma delas saiu uma ponta mui pequena, a qual cresceu muito para o meio-dia, e para o oriente, e para a terra formosa. 10E
8.10:
Dn 11.28
Is 14.13
Ap 12.4
se engrandeceu até ao exército do céu; e a alguns do exército, e das estrelas, deitou por terra, e as pisou. 11E
8.11:
Jr 48.26,42
Dn 8.25
11.36
se engrandeceu até ao príncipe do exército: e por ele foi tirado o contínuo sacrifício,
8.11:
Êx 29.38
Nm 28.3
Ez 46.13
e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. 12E
8.12:
Dn 11.31
Is 59.14
o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra;
8.12:
Dn 8.4
fez isso, e prosperou. 13Depois
8.13:
1Pe 1.2
ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo sacrifício, e da transgressão assoladora para que seja entregue o santuário, e o exército, a fim de serem pisados? 14E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. 15E aconteceu que, havendo eu, Daniel, visto a visão,
8.15:
Dn 12.8
1Pe 1.10-11
busquei entendê-la
8.15:
Ez 1.26
e eis que se me apresentou diante uma como semelhança de homem. 16E ouvi uma voz de homem nas margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. 17E veio perto donde eu estava; e vindo ele, fiquei assombrado,
8.17:
Ez 2.1
Ap 1.17
e caí sobre o meu rosto; mas ele me disse: Entende, filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo. 18E,
8.18:
Dn 10.9-10
Lc 9.32
estando ele falando comigo, caí com o meu rosto em terra, adormecido;
8.18:
Ez 2.2
ele, pois, me tocou, e me fez estar em pé. 19E disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira;
8.19:
Dn 9.27
11.27,35-36
12.7
Hc 2.3
porque ela se exercerá no determinado tempo do fim. 20Aquele carneiro
8.20:
Dn 8.3
que viste com duas pontas são os reis da Média e da Pérsia, 21Mas
8.21:
Dn 8.5
11.3
o bode peludo é o rei da Grécia; e a ponta grande que tinha entre os olhos é o rei primeiro; 22O ter
8.22:
Dn 8.8
11.4
sido quebrada, levantando-se quatro em lugar dela, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dela. 23Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem,
8.23:
Dt 28.50
Dn 8.6
se levantará um rei, feroz de cara, e será entendido em adivinhações. 24E
8.24:
Ap 17.13,17
Dn 8.12
11.36
se fortalecerá a sua força, mas não pelo seu próprio poder; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver: e destruirá os fortes
8.24:
Dn 7.25
8.10
e o povo santo. 25E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e
8.25:
Dn 11.36
no seu coração se engrandecerá, e por causa da tranquilidade destruirá muitos, e se levantará contra o príncipe dos príncipes,
8.25:
Jó 34.20
Lm 4.6
Dn 2.34-45
mas sem mão será quebrado. 26E
8.26:
Ez 12.27
Dn 10.1,14
12.4,9
Ap 22.10
a visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira: tu, porém, cerra a visão, porque só daqui a muitos dias se cumprirá. 27E eu,
8.27:
Dn 6.2-3
7.28
10.8,16
Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então levantei-me e tratei do negócio do rei: e espantei-me acerca da visão,
8.27:
Dn 8.16
e não havia quem a entendesse.

9

A oração de Daniel: as setenta semanas: o Messias

91NO ano primeiro

9.1:
Dn 1.21
5.31
6.28
de Dario, filho de Assuero, da nação dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus. 2No ano primeiro do seu reinado, eu, Daniel entendi pelos livros que o número de anos,
9.2:
2Cr 36.21
Jr 25.11-12
29.10
de que falou o Senhor ao profeta Jeremias, em que haviam de acabar as assolações de Jerusalém, era de setenta anos. 3E
9.3:
Ne 1.4
Jr 29.12-13
Tg 4.8-10
eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e rogos, com jejum, e saco e cinza. 4E orei ao Senhor meu Deus, e confessei, e disse:
9.4:
Êx 20.6
Dt 7.9
Ne 1.5
9.32
Ah! Senhor! Deus grande e tremendo, que guardas o concerto e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos; 5Pecamos,
9.5:
1Rs 8.47-48
Ne 1.6-7
9.33-34
Is 64.5-7
Jr 14.7
Dn 9.5
e cometemos iniquidade, e procedemos impiamente, e fomos rebeldes, apartando-nos dos teus mandamentos e dos teus juízos; 6E não demos
9.6:
2Cr 36.15-16
Dn 9.10
ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, nossos príncipes, e nossos pais, como também a todo o povo da terra. 7A ti,
9.7:
Ne 9.33
ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto, como se vê neste dia; aos homens de Judá, e aos moradores de Jerusalém, e a todo o Israel; aos de perto e aos de longe, em todas as terras por onde os tens lançado, por causa da sua prevaricação, com que prevaricaram contra ti. 8Ó Senhor,
9.8:
Dn 9.7
a nós pertence a confusão de rosto, aos nossos reis, aos nossos príncipes, e a nossos pais, porque pecamos contra ti. 9
9.9:
Ne 9.17
Ao Senhor, nosso Deus, pertence a misericórdia e o perdão; pois nos rebelamos contra ele, 10E não obedecemos
9.10:
Dn 9.6
à voz do Senhor, nosso Deus, para andarmos nas suas leis, que nos deu pela mão de seus servos, os profetas. 11Sim,
9.11:
Is 1.4-6
Jr 8.5,10
todo o Israel transgrediu a tua lei, desviando-se, para não obedecer à tua voz; por isso a maldição, o juramento
9.11:
Lv 26.14
Dt 27.15
28.15
29.20
30.17-18
31.17
32.19
Lm 2.17
que está escrito na lei de Moisés, servo de Deus, se derramou sobre nós; porque pecamos contra ele. 12E ele confirmou
9.12:
Zc 1.6
a sua palavra, que falou contra nós, e contra os nossos juízes que nos julgavam, trazendo sobre nós um grande mal; porquanto nunca
9.12:
Lm 1.12
2.13
Ez 5.9
Am 3.2
debaixo de todo o céu aconteceu como em Jerusalém. 13Como
9.13:
Dt 28.15
Lm 2.17
está escrito na lei de Moisés, todo aquele mal nos sobreveio:
9.13:
Is 9.13
Jr 2.30
5.3
Os 7.7,10
apesar disso, não suplicamos à face do Senhor nosso Deus, para nos convertermos das nossas iniquidades, e para nos aplicarmos à tua verdade. 14Por isso, o Senhor vigiou
9.14:
Jr 31.28
44.27
Ne 9.33
Dn 9.7
sobre o mal, e o trouxe sobre nós; porque justo é o Senhor, nosso Deus, em todas as suas obras, que fez,
9.14:
Dn 9.10
pois não obedecemos à sua voz. 15Na verdade, ó Senhor, nosso Deus, que tiraste
9.15:
Êx 6.1,6
32.11
1Rs 8.51
Ne 1.10
Jr 32.21
o teu povo da terra do Egito com mão poderosa, e
9.15:
Ne 9.10
Jr 32.20
Dn 9.5
ganhaste para ti nome, como se vê neste dia, pecamos; obramos impiamente. 16Ó Senhor,
9.16:
1Sm 12.7
Mq 6.4-5
segundo todas as tuas justiças, aparte-se a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte;
9.16:
Dn 9.20
Zc 8.3
porquanto por causa dos nossos pecados, e por causa das iniquidades de nossos pais, tornou-se Jerusalém e o teu povo um opróbrio para todos os que estão em redor de nós. 17Agora pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas,
9.17:
Nm 6.25
Dn 9.19
e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor. 18Inclina,
9.18:
Is 37.17
Êx 3.7
ó Deus meu, os teus ouvidos; e ouve: abre os teus olhos, e olha para a nossa desolação,
9.18:
Jr 25.29
e para a cidade que é chamada pelo teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a tua face fiados em nossas justiças, mas em tuas muitas misericórdias. 19Ó Senhor, ouve; ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e opera sem tardar; por amor de ti mesmo, ó Deus meu; porque a tua cidade e o teu povo se chamam pelo teu nome. 20Estando
9.20:
Is 65.24
eu ainda falando e orando, e confessando o meu pecado, e o pecado do meu povo Israel, e lançando a minha súplica perante a face do Senhor, meu Deus, pelo monte santo do meu Deus, 21Estando eu, digo, ainda falando na oração,
9.21:
Dn 8.16
o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente,
9.21:
Dn 8.18
10.10,16
e tocou-me à hora do sacrifício da tarde. 22E me instruiu, e falou comigo, e disse: Daniel, agora saí para fazer-te entender o sentido. 23No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem,
9.23:
Dn 10.11-12,19
Mt 24.15
e eu vim, para to declarar, porque és mui amado: toma pois bem sentido na palavra, e entende a visão. 24Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados,
9.24:
Is 53.10-11
Jr 23.5-6
Hb 9.11-12
Ap 14.6
e para expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos. 25Sabe
9.25:
Dn 9.23
Mt 24.15
Ed 4.24
6.1,15
e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém,
9.25:
Jo 4.25
Is 55.4
até ao Messias, o Príncipe, sete semanas, e sessenta e duas semanas: as ruas e as tranqueiras se reedificarão,
9.25:
Ne 4.8,16-18
mas em tempos angustiosos. 26E depois das sessenta e duas semanas
9.26:
Is 53.8
Mt 22.7
Mc 9.12
Lc 24.26,46
1Pe 2.21
3.18
será tirado o Messias, e não será mais:
9.26:
Lc 19.44
Mt 24.6,12,14
e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra: estão determinadas assolações. 27E ele firmará um concerto com muitos
9.27:
Ez 16.60-62
Mt 24.15
26.28
Rm 5.15,19
11.26
Hb 9.28
Mc 13.14
Lc 21.20,24
Is 10.22-23
Dn 11.36
por uma semana: e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.

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