Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
6

Daniel na cova dos leões

61E PARECEU bem a Dario

6.1:
Et 1.1
constituir sobre o reino a cento e vinte presidentes, que estivessem sobre todo o reino; 2E sobre eles três príncipes, dos quais Daniel era um, aos quais estes presidentes dessem conta, para que o rei não sofresse dano. 3Então o mesmo Daniel se distinguiu destes príncipes e presidentes,
6.3:
Dn 5.12
porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino. 4Então os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa. 5Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus. 6Então estes príncipes e presidentes foram juntos ao rei, e disseram-lhe assim: Ó rei Dario,
6.6:
Dn 2.4
6.21
vive para sempre! 7Todos os príncipes do reino, os prefeitos e presidentes, capitães e governadores, tomaram conselho a fim de estabelecerem um edito real e fazerem firme este mandamento: que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8Agora pois, ó rei, confirma o edito e assina a escritura, para que não seja mudada,
6.8:
Et 1.19
8.8
Dn 6.12,15
conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9Por esta causa o rei Dario assinou esta escritura e edito. 10Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto
6.10:
1Rs 8.44,48
Jn 2.4
janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus,
6.10:
At 10.9
como também antes costumava fazer. 11Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. 12Então se apresentaram,
6.12:
Dn 3.8
e disseram ao rei: No tocante ao mandamento real, porventura não assinaste o edito, pelo qual todo o homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, seria lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, e disse:
6.12:
Dn 6.8
Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 13Então responderam, e disseram diante do rei:
6.13:
Dn 1.6
5.13
Daniel, que é dos transportados de Judá,
6.13:
Dn 3.12
não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste, antes três vezes por dia faz a sua oração. 14Ouvindo então o rei o negócio,
6.14:
Mc 6.26
ficou muito penalizado, e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou por o salvar. 15Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram ao rei:
6.15:
Dn 6.8
Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar. 16Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará. 17E
6.17:
Lm 3.53
foi trazida uma pedra e foi posta sobre a boca da cova;
6.17:
Mt 27.66
e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus grandes, para que se não mudasse a sentença acerca de Daniel. 18Então o rei dirigiu-se para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música;
6.18:
Dn 2.1
e fugiu dele o sono. 19E pela manhã cedo se levantou, e foi com pressa à cova dos leões. 20E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e, falando o rei, disse a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo!
6.20:
Dn 3.15
dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21Então Daniel falou ao rei:
6.21:
Dn 2.4
Ó rei, vive para sempre! 22O meu Deus
6.22:
Dn 3.28
Hb 11.33
enviou o seu anjo, e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum. 23Então o rei muito se alegrou em si mesmo, e mandou tirar a Daniel da cova: assim foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele,
6.23:
Hb 11.33
porque crera no seu Deus. 24E ordenou o rei,
6.24:
Dt 19.19
e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado Daniel, e foram lançados na cova dos leões, eles,
6.24:
Et 9.10
Dt 24.16
2Rs 14.6
seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos. 25Então
6.25:
Dn 4.1
o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e gente de diferentes línguas, que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada. 26Da minha parte
6.26:
Dn 3.29
é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente,
6.26:
Dn 2.44
7.14,27
Lc 11.33
e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até ao fim. 27Ele livra e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões. 28Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario,
6.28:
Dn 1.21
Ez 1.1-2
e no reinado de Ciro, o persa.

7

A visão dos quatro animais simbólicos

71NO primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia,

7.1:
Nm 12.6
Am 3.7
Dn 2.28
teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça: escreveu logo o sonho, e relatou a suma das cousas. 2Falou Daniel, e disse: Eu estava olhando, na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu combatiam no mar grande. 3E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4O primeiro
7.4:
Dt 28.49
Jr 4.7,13
48.40
Ez 7.3
Hc 1.8
era como leão, e tinha asas de águia: eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra, e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. 5Continuei olhando, e
7.5:
Dn 2.39
eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas:
7.6:
Dn 8.8,22
tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite,
7.7:
Dn 2.40
7.19,23
e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele,
7.7:
Dn 2.41
Ap 13.1
e tinha dez 7.7: Hebr. chifres, aqui e nos versículos que se seguempontas. 8Estando eu considerando as pontas,
7.8:
Dn 7.20-21,24
8.9
eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem,
7.8:
Ap 9.7
13.5
Dn 7.25
e uma boca que falava grandiosamente. 9Eu continuei olhando,
7.9:
Ap 1.14
20.4
Dn 7.13,22
até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou: o seu vestido era branco como a neve, e o cabelo da sua cabeça como a limpa lã; o seu trono chamas de fogo,
7.9:
Ez 1.15-16
e as rodas dele fogo ardente. 10Um rio de fogo
7.10:
Is 30.3
66.15
1Rs 22.19
Hb 12.22
Ap 5.11
manava e saía de diante dele: milhares de milhares o serviam,
7.10:
Ap 20.4,12
e milhões de milhões estavam diante dele: assentou-se o juízo, e abriram-se os livros. 11Então estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que provinha da ponta:
7.11:
Ap 19.20
estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo desfeito, e entregue para ser queimado pelo fogo. 12E, quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia foi-lhes dada prolongação de vida até certo espaço de tempo. 13Eu estava olhando nas minhas visões da noite,
7.13:
Ez 1.26
Mt 24.30
26.64
Ap 1.7,13
14.14
e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem: e dirigiu-se ao ancião de dias,
7.13:
Dn 7.9
e o fizeram chegar até ele. 14E
7.14:
Mt 11.27
28.18
Jo 3.35
1Co 15.27
Ef 1.22
Dn 2.24
3.4
7.27
foi-lhe dado o domínio e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno,
7.14:
Mq 4.7
Lc 1.33
Jo 12.34
Hb 12.28
que não passará, e o seu reino o único que não será destruído. 15Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me espantavam. 16Cheguei-me a um dos que estavam perto, e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isto. E ele me disse, e fez-me saber a interpretação das cousas. 17Estes
7.17:
Dn 7.3
grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18Mas
7.18:
Is 60.12
Dn 7.22,27
Ap 2.26-27
3.21
20.4
os santos do Altíssimo receberão o reino, e possuirão o reino para todo o sempre, e de eternidade em eternidade. 19Então tive desejo de conhecer a verdade a respeito do
7.19:
Dn 7.7
quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e as suas unhas de metal; que devorava, fazia em pedaços e pisava a pés o que sobrava. 20E também das dez pontas que tinha na cabeça, e da outra que subia, de diante da qual caíram três, daquela ponta, digo, que tinha olhos, e uma boca que falava grandiosamente, e cujo parecer era mais firme do que o das suas companheiras. 21Eu olhava,
7.21:
Dn 8.12,24
Ap 11.7
13.7
17.14
19.19
e eis que esta ponta fazia guerra contra os santos, e os vencia. 22Até que
7.22:
Dn 7.9,18
1Co 6.2
Ap 1.6
5.10
20.4
veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. 23Disse assim:
7.23:
Dn 2.43
O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24E,
7.24:
Dn 7.7-8,20
Ap 17.12
quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. 25E
7.25:
Is 37.23
Dn 8.24-25
11.28,30-31,36
Ap 13.5-6
proferirá palavras contra o Altíssimo,
7.25:
Ap 17.6
18.24
e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos,
7.25:
Dn 2.21
12.7
Ap 12.14
e a lei; e eles serão entregues na sua mão por um tempo, e tempos, e metade dum tempo. 26Mas o juízo estabelecer-se-á, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim. 27E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu
7.27:
Dn 7.14,18,22
serão dados ao povo dos santos do Altíssimo: o seu reino será um reino eterno,
7.27:
Dn 2.44
Lc 1.33
Is 60.12
e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. 28Aqui findou a visão. Quanto a mim, Daniel,
7.28:
Dn 7.15
10.8,16
os meus pensamentos muito me espantavam, e mudou-se em mim o meu semblante;
7.28:
Lc 2.19,51
mas guardei estas cousas no meu coração.

8

A visão dum carneiro e dum bode

81NO ano terceiro do reinado do rei Belsazar apareceu-me uma visão, a mim, Daniel,

8.1:
Dn 7.1
depois daquela que me apareceu no princípio. 2E vi na visão
8.2:
Et 1.2
(acontecendo, quando vi, que eu estava na cidadela de Susã, na província de Elão), vi pois, na visão, que eu estava junto ao rio Ulai. 3E levantei os meus olhos, e vi, e eis que um carneiro estava diante do rio, o qual tinha duas pontas; e as duas pontas eram altas, mas uma era mais alta do que a outra; e a mais alta subiu por último. 4Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte e para o meio-dia; e nenhuns animais podiam estar diante dele, nem havia quem pudesse livrar-se da sua mão; e ele fazia conforme a sua vontade,
8.4:
Dn 5.19
e se engrandecia. 5E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente sobre toda a terra, mas sem tocar no chão;
8.5:
Dn 8.21
e aquele bode tinha uma ponta notável entre os olhos; 6Dirigiu-se ao carneiro que tinha as duas pontas, ao qual eu tinha visto diante do rio; e correu contra ele com todo o ímpeto da sua força. 7E o vi chegar perto do carneiro, irritar-se contra ele; e feriu o carneiro, e lhe quebrou as duas pontas, pois não havia força no carneiro para parar diante dele; e o lançou por terra, e o pisou a pés; não houve quem pudesse livrar o carneiro da sua mão. 8E o bode se engrandeceu em grande maneira; mas, estando na sua maior força, aquela grande ponta foi quebrada: e subiram no seu lugar quatro também notáveis,
8.8:
Dn 8.22
para os quatro ventos do céu. 9E
8.9:
Dn 7.8
11.25
de uma delas saiu uma ponta mui pequena, a qual cresceu muito para o meio-dia, e para o oriente, e para a terra formosa. 10E
8.10:
Dn 11.28
Is 14.13
Ap 12.4
se engrandeceu até ao exército do céu; e a alguns do exército, e das estrelas, deitou por terra, e as pisou. 11E
8.11:
Jr 48.26,42
Dn 8.25
11.36
se engrandeceu até ao príncipe do exército: e por ele foi tirado o contínuo sacrifício,
8.11:
Êx 29.38
Nm 28.3
Ez 46.13
e o lugar do seu santuário foi lançado por terra. 12E
8.12:
Dn 11.31
Is 59.14
o exército lhe foi entregue, com o sacrifício contínuo, por causa das transgressões; e lançou a verdade por terra;
8.12:
Dn 8.4
fez isso, e prosperou. 13Depois
8.13:
1Pe 1.2
ouvi um santo que falava; e disse outro santo àquele que falava: Até quando durará a visão do contínuo sacrifício, e da transgressão assoladora para que seja entregue o santuário, e o exército, a fim de serem pisados? 14E ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado. 15E aconteceu que, havendo eu, Daniel, visto a visão,
8.15:
Dn 12.8
1Pe 1.10-11
busquei entendê-la
8.15:
Ez 1.26
e eis que se me apresentou diante uma como semelhança de homem. 16E ouvi uma voz de homem nas margens do Ulai, a qual gritou, e disse: Gabriel, dá a entender a este a visão. 17E veio perto donde eu estava; e vindo ele, fiquei assombrado,
8.17:
Ez 2.1
Ap 1.17
e caí sobre o meu rosto; mas ele me disse: Entende, filho do homem, porque esta visão se realizará no fim do tempo. 18E,
8.18:
Dn 10.9-10
Lc 9.32
estando ele falando comigo, caí com o meu rosto em terra, adormecido;
8.18:
Ez 2.2
ele, pois, me tocou, e me fez estar em pé. 19E disse: Eis que te farei saber o que há de acontecer no último tempo da ira;
8.19:
Dn 9.27
11.27,35-36
12.7
Hc 2.3
porque ela se exercerá no determinado tempo do fim. 20Aquele carneiro
8.20:
Dn 8.3
que viste com duas pontas são os reis da Média e da Pérsia, 21Mas
8.21:
Dn 8.5
11.3
o bode peludo é o rei da Grécia; e a ponta grande que tinha entre os olhos é o rei primeiro; 22O ter
8.22:
Dn 8.8
11.4
sido quebrada, levantando-se quatro em lugar dela, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dela. 23Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem,
8.23:
Dt 28.50
Dn 8.6
se levantará um rei, feroz de cara, e será entendido em adivinhações. 24E
8.24:
Ap 17.13,17
Dn 8.12
11.36
se fortalecerá a sua força, mas não pelo seu próprio poder; e destruirá maravilhosamente, e prosperará, e fará o que lhe aprouver: e destruirá os fortes
8.24:
Dn 7.25
8.10
e o povo santo. 25E pelo seu entendimento também fará prosperar o engano na sua mão; e
8.25:
Dn 11.36
no seu coração se engrandecerá, e por causa da tranquilidade destruirá muitos, e se levantará contra o príncipe dos príncipes,
8.25:
Jó 34.20
Lm 4.6
Dn 2.34-45
mas sem mão será quebrado. 26E
8.26:
Ez 12.27
Dn 10.1,14
12.4,9
Ap 22.10
a visão da tarde e da manhã, que foi dita, é verdadeira: tu, porém, cerra a visão, porque só daqui a muitos dias se cumprirá. 27E eu,
8.27:
Dn 6.2-3
7.28
10.8,16
Daniel, enfraqueci, e estive enfermo alguns dias; então levantei-me e tratei do negócio do rei: e espantei-me acerca da visão,
8.27:
Dn 8.16
e não havia quem a entendesse.