Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
16

161E CHEGOU a

16.1:
At 14.6
Derbe e Listra. E eis que estava ali um certo discípulo por nome
16.1:
At 19.22
Rm 16.21
1Co 4.17
Fp 2.19
1Ts 3.2
1Tm 1.2
2Tm 1.2
Timóteo,
16.1:
2Tm 1.5
filho de uma judia que era crente, mas de pai grego; 2Do qual
16.2:
At 6.3
davam bom testemunho os irmãos que estavam em Listra e em Icônio. 3Paulo quis que este fosse com ele: e
16.3:
1Co 9.20
Gl 2.3
5.8
tomando-o, o circuncidou, por causa dos judeus que estavam naqueles lugares; porque todos sabiam que seu pai era grego. 4E, quando iam passando pelas cidades, lhes entregavam, para serem observados, os decretos
16.4:
At 15.28-29
que haviam sido estabelecidos pelos apóstolos e anciãos em Jerusalém. 5De sorte
16.5:
At 15.41
que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número. 6E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. 7E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não lho permitiu. 8E, tendo passado por Mísia,
16.8:
2Co 2.12
2Tm 4.13
desceram a Troas.

A visão em Troas. Paulo passa à Macedônia e prega em Filipos. Lídia, a pitonisa. O carcereiro de Filipos

9E Paulo teve de noite uma visão, em que se apresentou

16.9:
At 10.30
um varão da Macedônia, e lhe rogou, dizendo: Passa à Macedônia, e ajuda-nos. 10E, logo depois desta visão, procuramos partir
16.10:
2Co 2.13
para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciarmos o evangelho. 11E, navegando de Troas, fomos correndo em caminho direito para a Samotrácia, e no dia seguinte para Nápoles; 12E dali para
16.12:
Fp 1.1
Filipos, que é a primeira cidade desta parte da Macedônia, e é uma colônia; e estivemos alguns dias nesta cidade. 13E no dia de sábado saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos ter lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que ali se ajuntaram. 14E uma certa mulher, chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, nos ouvia,
16.14:
Lc 24.45
e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia. 15E, depois que foi batizada ela e a sua casa, nos rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa, e ficai
16.15:
Gn 19.3
33.11
Jz 19.21
Lc 24.29
Hb 13.2
ali. E nos constrangeu a isso. 16E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem,
16.16:
1Sm 28.7
que tinha espírito de adivinhação,
16.16:
At 19.24
a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. 17Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. 18E isto fez ela por muitos dias. Mas
16.18:
Mc 1.25,34
Paulo, perturbado, voltou-se, e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela.
16.18:
Mc 16.17
E na mesma hora saiu. 19E,
16.19:
At 19.25-26
vendo seus senhores que a esperança do seu lucro estava perdida, prenderam
16.19:
2Co 6.5
Mt 10.18
Paulo e Silas, e os levaram à praça, à presença dos magistrados. 20E, apresentando-os aos magistrados, disseram: Estes homens
16.20:
1Rs 18.17
At 17.6
sendo judeus, perturbaram a nossa cidade. 21E nos expõem costumes que nos não é lícito receber nem praticar, visto que somos romanos. 22E a multidão se levantou unida contra eles,
16.22:
2Co 6.5
11.23,25
1Ts 2.2
e os magistrados, rasgando-lhes os vestidos, mandaram açoitá-los com varas. 23E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. 24O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco. 25E, perto da meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. 26E
16.26:
At 4.31
de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo
16.26:
At 5.19
12.7,10
se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. 27E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos tinham fugido. 28Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. 29E, pedindo luz, saltou dentro, e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. 30E, tirando-os para fora, disse: Senhores,
16.30:
Lc 3.10
At 2.37
9.6
que é necessário que eu faça para me salvar? 31E eles disseram:
16.31:
Jo 3.16,36
6.47
1Jo 5.10
Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa. 32E lhe pregavam a palavra do Senhor, e a todos os que estavam em sua casa. 33E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus. 34E, levando-os a sua casa,
16.34:
Lc 5.29
19.6
lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus alegrou-se com toda a sua casa. 35E, sendo já dia, os magistrados mandaram quadrilheiros, dizendo: Soltai aqueles homens. 36E o carcereiro anunciou a Paulo estas palavras, dizendo: Os magistrados mandaram que vos soltasse; agora pois saí, e ide em paz. 37Mas Paulo replicou: Açoitaram-nos publicamente, e, sem sermos condenados,
16.37:
At 22.25
sendo homens romanos, nos lançaram na prisão, e agora encobertamente nos lançam fora? Não será assim; mas venham eles mesmos e tirem-nos para fora. 38E os quadrilheiros foram dizer aos magistrados estas palavras; e eles temeram, ouvindo que eram romanos. 39E, vindo,
16.39:
Mt 8.34
lhes dirigiram súplicas; e, tirando-os para fora, lhes pediram que saíssem da cidade. 40E, saindo da prisão,
16.40:
At 16.14
entraram em casa de Lídia, e, vendo os irmãos, os confortaram, e depois partiram.