Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
4

Eliseu aumenta o azeite da viúva

41E UMA mulher

4.1:
1Rs 20.35
das mulheres dos filhos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo: Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor, a levar-me
4.1:
Lv 25.39
Mt 18.25
os meus dois filhos para serem servos. 2E Eliseu lhe disse: Que te hei de eu fazer? Declara-me que é o que tens em casa. E ela disse: Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite. 3Então disse ele: Vai, pede para ti vasos emprestados
4.3:
2Rs 3.16
a todos os teus vizinhos, vasos vazios, não poucos. 4Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todos aqueles vasos, e põe à parte o que estiver cheio. 5Partiu pois dele, e fechou a porta sobre si e sobre seus filhos; e eles lhe traziam os vasos, e ela os enchia. 6E sucedeu que, cheios que foram os vasos, disse a seu filho: Traze-me ainda um vaso. Porém ele lhe disse: Não mais vaso nenhum. Então o azeite parou. 7Então veio ela, e o fez saber ao homem de Deus; e disse ele: Vai, vende o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto.

A sunamita e o seu filho

8Sucedeu também um dia que, indo Eliseu

4.8:
Js 19.18
a Suném, havia ali uma mulher grave, a qual o reteve a comer pão: e sucedeu que todas as vezes que passava, ali se dirigia a comer pão. 9E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado, que este que passa sempre por nós é um santo homem de Deus. 10Façamos-lhe pois um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, e uma mesa, e uma cadeira e um candeeiro: e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se retirará. 11E sucedeu um dia que veio ali, e retirou-se àquele quarto, e se deitou ali. 12Então disse ao seu moço Geazi: Chama esta sunamita. E chamando-a ele, ela se pôs diante dele. 13Porque lhe tinha dito: Dize-lhe: Eis que tu nos tens tratado com todo o desvelo; que se há de fazer por ti? haverá alguma cousa de que se fale por ti ao rei, ou ao chefe do exército? E dissera ela: Eu habito no meio do meu povo. 14Então disse ele: Que se há de fazer pois por ela? E Geazi disse: Ora ela não tem filho, e seu marido é velho. 15Pelo que disse ele: Chama-a. E, chamando-a ele, ela se pôs à porta. 16E ele disse: A este tempo determinado,
4.16:
Gn 18.10,14
segundo o tempo da vida, abraçarás um filho. E disse ela: Não, meu senhor, homem de Deus,
4.16:
2Rs 4.28
não mintas à tua serva. 17E concebeu a mulher, e deu à luz um filho, no tal tempo determinado, segundo o tempo da vida que Eliseu lhe dissera. 18E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para seu pai, que estava com os segadores. 19E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o a sua mãe. 20E ele o tomou e o levou a sua mãe: e esteve sobre os seus joelhos até ao meio-dia, e morreu. 21E subiu ela, e o deitou sobre a cama do homem de Deus; e fechou sobre ele a porta, e saiu. 22E chamou a seu marido, e disse: Manda-me já um dos moços, e uma das jumentas, para que corra ao homem de Deus, e para que volte. 23E disse ele: Por que vais a ele hoje? não é lua nova nem sábado. E ela disse: Tudo vai bem. 24Então albardou a jumenta, e disse ao seu moço: Guia e anda, e não te detenhas no caminhar, senão quando eu to disser. 25Partiu ela pois e veio ao homem de Deus, ao monte
4.25:
2Rs 2.25
Carmelo: e sucedeu que, vendo-a o homem de Deus de longe, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita. 26Agora pois corre-lhe ao encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu filho? E ela disse: Vai bem. 27Chegando ela pois ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para a retirar: disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma nela está triste de amargura, e o Senhor mo encobriu, e não mo manifestou. 28E disse ela: Pedi eu a meu senhor algum filho? Não disse eu: Não me
4.28:
2Rs 4.16
enganes? 29E ele disse a Geazi: cinge
4.29:
1Rs 18.46
2Rs 9.1
os teus lombos, e toma o meu bordão na tua mão, e vai;
4.29:
Êx 7.19
14.16
2Rs 2.8,14
Lc 10.4
At 19.12
se encontrares alguém, não o saúdes, e se alguém te saudar, não lhe respondas: e põe o meu bordão sobre o rosto do menino. 30Porém disse a mãe do menino: Vive o Senhor,
4.30:
2Rs 2.2
e vive a tua alma, que não te hei de deixar. Então ele se levantou, e a seguiu. 31E Geazi passou adiante deles, e pôs o bordão sobre o rosto do menino; porém não havia nele voz nem sentido: e voltou a encontrar-se com ele, e lhe trouxe aviso, dizendo:
4.31:
Jo 11.11
Não despertou o menino. 32E, chegando Eliseu àquela casa, eis que o menino jazia morto sobre a sua cama. 33Então
4.33:
1Rs 17.20
2Rs 4.4
Mt 6.6
entrou ele, e fechou a porta sobre eles ambos, e orou ao Senhor. 34E subiu, e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele:
4.34:
1Rs 17.21
At 20.10
e a carne do menino aqueceu. 35Depois voltou, e passeou naquela casa duma parte para a outra, e tornou a subir, e se estendeu sobre
4.35:
1Rs 17.21
2Rs 8.1,5
ele: então o menino espirrou sete vezes, e o menino abriu os olhos. 36Então chamou a Geazi, e disse: Chama essa sunamita. E chamou-a, e veio a ele. E disse ele: Toma o teu filho. 37E veio ela, e se prostrou a seus pés, e se inclinou à terra; e tomou
4.37:
1Rs 17.23
Hb 11.35
o seu filho, e saiu.

A morte que havia na panela é tirada

38E voltando Eliseu a Gilgal, havia fome

4.38:
1Rs 2.1,3
8.1
Lc 10.39
At 22.3
naquela terra, e os filhos dos profetas estavam assentados na sua presença: e disse ao seu moço: Põe a panela grande ao lume, e faze um caldo de ervas para os filhos dos profetas. 39Então um saiu ao campo a apanhar ervas, e achou uma parra brava, e colheu dela a sua capa cheia de coloquíntidas: e veio, e as cortou na panela do caldo; porque as não conheciam. 40Assim tiraram de comer para os homens. E sucedeu que, comendo eles daquele caldo, clamaram e disseram: Homem de Deus, morte na panela.
4.40:
Êx 10.17
Não puderam comer. 41Porém ele disse:
4.41:
Êx 15.25
2Rs 2.21
5.10
Jo 9.6
Trazei pois farinha. E deitou-a na panela, e disse: Tirai de comer para o povo. Então não havia mal nenhum na panela.

Vinte pães satisfazem cem homens

42E um homem veio de Baal-Salisa,

4.42:
1Sm 9.4,7
1Co 9.11
Gl 6.6
e trouxe ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes na sua palha, e disse: Dá ao povo, para que coma. 43Porém seu servo disse: Como
4.43:
Lc 9.13,17
Jo 6.9,11
hei de eu pôr isto diante de cem homens? E disse ele: Dá-o ao povo, para que coma; porque assim diz o Senhor: Comer-se-á, e sobejará. 44Então lhos pôs diante, e comeram, e deixaram sobejos,
4.44:
Mt 14.20
15.37
Jo 6.13
conforme a palavra do Senhor.

5

Naamã é curado da lepra

51E NAAMÃ,

5.1:
Êx 11.3
Lc 4.27
chefe do exército do rei da Síria, era um grande homem diante do seu senhor, e de muito respeito; porque por ele o Senhor dera livramento aos siros: e era este varão homem valoroso porém leproso. 2E saíram tropas da Síria, e da terra de Israel, e levaram presa uma menina que ficou ao serviço da mulher de Naamã. 3E disse esta à sua senhora: Oxalá que o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria: ele o restauraria da sua lepra. 4Então entrou Naamã e o notificou a seu senhor, dizendo: Assim e assim falou a menina que é da terra de Israel. 5Então disse o rei da Síria: Vai, anda, e enviarei uma carta ao rei de Israel. E foi
5.5:
1Sm 9.8
2Rs 8.8-9
e tomou na sua mão dez talentos de prata, e seis mil siclos de ouro e dez mudas de vestidos. 6E levou a carta ao rei de Israel, dizendo: Logo, em chegando a ti esta carta, saibas que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o restaures da sua lepra. 7E sucedeu que, lendo o rei de Israel a carta, rasgou os seus vestidos, e disse:
5.7:
Gn 30.2
Dt 32.39
1Sm 2.6
Sou eu Deus, para matar e para vivificar, para que este envie a mim, para eu restaurar a um homem da sua lepra? Pelo que deveras notai, peço-vos e vede que busca ocasião contra mim. 8Sucedeu porém que, ouvindo Eliseu, homem de Deus, que o rei de Israel rasgara os seus vestidos, mandou dizer ao rei: Por que rasgaste os teus vestidos? Deixa-o vir a mim, e saberá que há profeta em Israel. 9Veio pois Naamã com os seus cavalos, e com o seu carro, e parou à porta da casa de Eliseu. 10Então Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo: Vai, e lava-te sete
5.10:
2Rs 4.41
Jo 9.7
vezes no Jordão, e a tua carne te tornará, e ficarás purificado. 11Porém Naamã muito se indignou, e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, pôr-se-á em pé, e invocará o nome do Senhor seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso. 12Não são porventura Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles, e ficar purificado? E voltou-se, e se foi com indignação. 13Então chegaram-se a ele os seus servos, e lhe falaram, e disseram: Meu pai, se o profeta te dissera alguma grande cousa, porventura não a farias? Quanto mais, dizendo-te ele: Lava-te, e ficarás purificado. 14Então desceu, e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus: e a sua
5.14:
Jó 33.25
Lc 4.27
carne tornou, como a carne dum menino, e ficou purificado. 15Então voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva, e veio, e pôs-se diante dele, e disse: Eis que tenho conhecido que em toda a terra não
5.15:
Gn 33.11
Dn 2.27
3.29
6.26-27
Deus senão em Israel: agora pois te peço que tomes uma bênção do teu servo. 16Porém ele disse:
5.16:
Gn 14.23
2Rs 3.14
Mt 10.8
At 8.18,20
Vive o Senhor em cuja presença estou, que a não tomarei. E instou com ele para que a tomasse, mas ele recusou. 17E disse Naamã: Seja assim; contudo dê-se a este teu servo uma carga de terras dum jugo de mulas; porque nunca mais oferecerá este teu servo holocausto nem sacrifício a outros deuses, senão ao Senhor. 18Nisto perdoe o Senhor a teu servo: Quando meu senhor entra na casa de Rimom para ali adorar,
5.18:
2Rs 7.2,17
e ele se encosta na minha mão, e eu também me tenha de encurvar na casa de Rimom; quando assim me encurvar na casa de Rimom, nisto perdoe o Senhor a teu servo. 19E ele lhe disse: Vai em paz. E foi-se dele a uma pequena distância.

Geazi é atacado da lepra

20Então Geazi, moço de Eliseu, homem de Deus, disse: Eis que meu senhor impediu a este siro Naamã que da sua mão se desse alguma cousa do que trazia; porém, vive o Senhor que hei de correr atrás dele, e tomar dele alguma cousa. 21E foi Geazi em alcance de Naamã; e Naamã, vendo que corria atrás dele, saltou do carro a encontrá-lo, e disse-lhe: Vai tudo bem? 22E ele disse: Tudo vai bem; meu senhor me mandou dizer: Eis que agora mesmo vieram a mim dois mancebos dos filhos dos profetas da montanha de Efraim; dá-lhes pois um talento de prata e duas mudas de vestidos. 23E disse Naamã: Sê servido tomar dois talentos. E instou com ele, e amarrou dois talentos de prata em dois sacos, com duas mudas de vestidos; e pô-los sobre dois dos seus moços os quais os levaram diante dele. 24E, chegando ele à altura, tomou-os das suas mãos, e os depositou na casa: e despediu aqueles homens, e foram-se. 25Então ele entrou, e pôs-se diante de seu senhor. E disse-lhe Eliseu: Donde vens, Geazi? E disse: Teu servo não foi nem a uma nem a outra parte. 26Porém ele lhe disse: Porventura não foi contigo o meu coração, quando aquele homem voltou de sobre o seu carro, a encontrar-te? Era isto ocasião para tomares prata, e para tomares vestidos, e olivais, e vinhas, e ovelhas, e bois e servos e servas? 27Portanto a lepra de Naamã se pegará a

5.27:
Êx 4.6
Nm 12.10
2Rs 15.5
1Tm 6.10
ti e à tua semente para sempre. Então saiu de diante dele leproso branco como a neve.

6

Eliseu faz flutuar um ferro dum machado

61E DISSERAM os filhos

6.1:
2Rs 4.38
dos profetas a Eliseu: Eis que o lugar em que habitamos diante da tua face, nos é estreito. 2Vamos pois até ao Jordão, e tomemos de lá, cada um de nós, uma viga, e façamo-nos ali um lugar, para habitar ali. E disse ele: Ide. 3E disse um: Serve-te de ires com os teus servos. E disse: Eu irei. 4E foi com eles; e, chegando eles ao Jordão, cortaram madeira. 5E sucedeu que, derribando um deles uma viga, o ferro caiu na água: e clamou, e disse: Ai, meu senhor! porque era emprestado. 6E disse o homem de Deus: Onde caiu? E mostrando-lhe ele o lugar, cortou um pau, e o lançou
6.6:
2Rs 2.21
ali, e fez nadar o ferro. 7E disse: Levanta-o. Então ele estendeu a sua mão e o tomou.

Eliseu adivinha os conselhos do rei da Síria

8E o rei da Síria fazia guerra a Israel; e consultou com os seus servos dizendo: Em tal e em tal lugar estará o meu acampamento. 9Mas o homem de Deus enviou ao rei de Israel, dizendo: Guarda-te de passares por tal lugar; porque os siros desceram ali. 10Pelo que o rei de Israel enviou àquele lugar de que o homem de Deus lhe falara, e de que o tinha avisado, e se guardou ali, não uma nem duas vezes. 11Então se turbou com este incidente o coração do rei da Síria, e chamou os seus servos e lhes disse: Não me fareis saber quem dos nossos é pelo rei de Israel? 12E disse um dos seus servos: Não, ó rei meu senhor; mas o profeta Eliseu, que está em Israel, faz saber ao rei de Israel as palavras que tu falas na tua câmara de dormir. 13E ele disse: Vai, e vê onde ele está, para que envie, e mande trazê-lo. E fizeram-lhe saber, dizendo:

6.13:
Gn 37.17
Eis que está em Dotã. 14Então enviou para lá cavalos, e carros e um grande exército, os quais vieram de noite, e cercaram a cidade. 15E o moço do homem de Deus se levantou mui cedo, e saiu, e eis que um exército tinha cercado a cidade com cavalos e carros; então o seu moço lhe disse: Ai, meu senhor! que faremos? 16E ele disse: Não temas; porque mais são os que estão conosco do que os que estão
6.16:
2Cr 32.7
Rm 8.31
com eles. 17E orou Eliseu, e disse: Senhor, peço-te que lhe abras os olhos, para que veja. E o Senhor abriu os olhos do moço, e viu; e eis que o monte estava cheio de cavalos e
6.17:
2Rs 2.11
Zc 1.8
6.1-7
carros de fogo, em redor de Eliseu. 18E, como desceram a ele, Eliseu orou ao Senhor, e disse:
6.18:
Gn 19.11
Fere, peço-te, esta gente de cegueira. E feriu-a de cegueira, conforme a palavra de Eliseu. 19Então Eliseu lhes disse: Não é este o caminho, nem é esta a cidade; segui-me, e guiar-vos-ei ao homem que buscais. E os guiou a Samaria. 20E sucedeu que, chegando eles a Samaria, disse Eliseu: Ó Senhor, abre a estes os olhos para que vejam. O Senhor lhes abriu os olhos, para que vissem, e eis que estavam no meio de Samaria. 21E, quando o rei de Israel os viu, disse a Eliseu: Feri-los-ei, feri-los-ei, meu pai? 22Mas ele disse: Não os ferirás; feririas tu os que tomasses prisioneiros com a tua espada e com o teu arco?
6.22:
Rm 12.20
Põe-lhes diante pão e água, para que comam e bebam, e se vão para seu senhor. 23E apresentou-lhes um grande banquete, e comeram e beberam: e os despediu e foram para seu senhor: e não entraram mais tropas
6.23:
2Rs 5.2
6.7,9
de siros na terra de Israel.

Samaria é cercada

24E sucedeu, depois disto, que Benadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército: e subiu, e cercou a Samaria. 25E houve grande fome em Samaria, porque eis que a cercaram, até que se vendeu uma cabeça dum jumento por oitenta 6.25: ou siclospeças de prata, e a quarta parte dum cabo de esterco de pombas por cinco peças de prata. 26E sucedeu que, passando o rei pelo muro uma mulher lhe bradou, dizendo: Acode-me, ó rei meu senhor. 27E ele lhe disse: Se o Senhor te não acode, donde te acudirei eu, da eira ou do lagar? 28Disse-lhe mais o rei: Que tens? E disse ela: Esta mulher me disse: Dá o teu filho, para que hoje o comamos e amanhã comeremos o meu filho. 29Cozemos pois

6.29:
Lv 26.29
Dt 28.53,57
o meu filho, e o comemos; mas dizendo-lhe eu ao outro dia: Dá o teu filho para que o comamos; escondeu o seu filho. 30E sucedeu que, ouvindo o rei as palavras desta mulher, rasgou os seus
6.30:
1Rs 21.27
vestidos, e ia passando pelo muro; e o povo viu que trazia cilício por dentro, sobre a sua carne. 31E disse: Assim me faça
6.31:
Rt 1.17
1Rs 19.2
Deus, e outro tanto, se a cabeça de Eliseu, filho de Safate, hoje ficar sobre ele. 32Estava então Eliseu assentado em sua casa, e também os
6.32:
Ez 8.1
20.1
anciãos estavam assentados com ele. E enviou o rei um homem de diante de si; mas, antes que o mensageiro viesse a ele, disse ele aos anciãos:
6.32:
1Rs 18.4
Lc 13.32
Vistes como o filho do homicida mandou tirar-me a cabeça? Olhai, quando vier o mensageiro, fechai-lhe a porta, e empurrai-o para fora com a porta; porventura não vem o ruído dos pés de seu senhor após ele? 33E, estando ele ainda falando com eles, eis que o mensageiro descia a ele; e disse: Eis que este mal vem do Senhor, que
6.33:
Jó 2.9
mais pois esperaria do Senhor?

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