Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)
2

21MAS deliberei isto comigo mesmo: não ir mais ter convosco em

2.1:
2Co 1.23
12.20-21
tristeza. 2Porque, se eu vos entristeço, quem é que me alegrará, senão aquele que por mim foi contristado? 3E escrevi-vos isto mesmo, para que, quando for,
2.3:
2Co 12.21
Gl 5.10
não tenha tristeza da parte dos que deveriam alegrar-me; confiando em vós todos, que a minha alegria é a de todos vós. 4Porque em muita tribulação e angústia do coração vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis,
2.4:
2Co 7.8-9,12
mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho. 5Porque, se alguém me
2.5:
1Co 5.1
Gl 4.12
contristou, não me contristou a mim senão em parte, para vos não sobrecarregar a vós todos. 6Basta-lhe ao tal esta repreensão feita por
2.6:
1Co 5.4-5
1Tm 5.20
muitos. 7De maneira que pelo contrário
2.7:
Gl 6.1
deveis antes perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja de modo algum devorado de demasiada tristeza. 8Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. 9E para isso vos escrevi também, para por esta prova saber se
2.9:
2Co 7.15
10.6
sois obedientes em tudo. 10E a quem perdoardes alguma coisa também eu; porque, o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás; 11Porque não ignoramos os seus ardis. 12Ora,
2.12:
At 16.8
1Co 16.9
quando cheguei a Troas para pregar o evangelho de Cristo, e abrindo-se-me uma porta no Senhor, 13Não tive descanso
2.13:
2Co 7.5-6
no meu espírito, porque não achei ali meu irmão Tito; mas, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.

O caráter e os frutos do ministério de Paulo

14E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo, e por meio de nós manifesta em todo o lugar o

2.14:
Ct 1.3
cheiro do seu conhecimento. 15Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo,
2.15:
1Co 1.18
2Co 4.3
nos que se salvam e nos que se perdem. 16Para estes certamente cheiro
2.16:
Jo 9.39
1Pe 2.7-8
de morte para morte: mas para aqueles cheiro de vida para vida. E para
2.16:
1Co 15.10
estas coisas quem é idôneo? 17Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus,
2.17:
2Pe 2.3
2Co 1.12
antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.

3

31PORVENTURA começamos outra

3.1:
2Co 5.12
At 18.27
vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de recomendação de vós? 2Vós
3.2:
1Co 9.2
sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. 3Porque é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós,
3.3:
1Co 3.5
Êx 24.12
Jr 31.33
e escrita, não com tinta, mas, com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. 4E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; 5Não que sejamos
3.5:
Jo 15.5
Fp 2.13
capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, 6O qual nos fez também capazes de ser ministros
3.6:
1Co 3.5
Ef 3.7
Cl 1.25,29
dum novo 3.6: ou Concertotestamento, não da letra, mas do espírito, porque a letra mata, e o espírito vivifica. 7E, se o ministério da morte, gravado
3.7:
Rm 7.10
com letras em pedras, veio em
3.7:
Êx 34.1,28-30,35
glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual 3.7: Gr. estava sendo abolidaera transitória, 8Como não será de maior glória o ministério do
3.8:
Gl 3.5
espírito? 9Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória
3.9:
Rm 1.17
3.21
o ministério da justiça. 10Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória. 11Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. 12Tendo, pois, tal esperança, usamos
3.12:
2Co 7.4
Ef 6.19
de muita ousadia no falar. 13E não somos como Moisés, que punha um véu
3.13:
Êx 34.33,35
Rm 10.4
sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório. 14Mas os seus
3.14:
Is 6.10
Mt 13.11,14
Jo 12.40
sentidos foram endurecidos: porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do velho testamento, o qual foi por Cristo abolido; 15E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16Mas, quando se converterem
3.16:
Rm 11.23,26
ao Senhor, então o véu se tirará. 17Ora o Senhor
3.17:
2Co 3.6
1Co 15.45
é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí liberdade. 18Mas todos nós, com cara descoberta,
3.18:
1Co 13.12
1Tm 1.11
refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

4

Jesus Cristo é o único assunto do ministério de Paulo

41PELO que, tendo este

4.1:
1Co 7.25
1Tm 1.13
ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; 2Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia
4.2:
2Co 6.4,7
7.14
nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 3Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto,
4.3:
1Co 1.18
2Ts 2.10
para os que se perdem está encoberto. 4Nos quais o deus deste século cegou
4.4:
Jo 12.31,40
14.30
16.11
os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 5Porque não nos pregamos
4.5:
1Co 1.13,23
10.33
a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. 6Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse
4.6:
Gn 1.3
2Pe 1.19
a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 7Temos, porém, este tesouro em vasos de
4.7:
2Co 5.1
1Co 2.5
barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 8Em tudo somos atribulados, mas
4.8:
2Co 7.5
não angustiados: perplexos, mas não desanimados; 9Perseguidos, mas não desamparados; abatidos,
4.9:
Sl 37.24
mas não destruídos; 10Trazendo sempre por
4.10:
1Co 15.31
Rm 8.17
1Pe 4.13
toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos; 11E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues
4.11:
Rm 8.36
1Co 15.31,49
à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em a nossa carne mortal. 12De maneira que em nós opera a morte,
4.12:
2Co 13.9
mas em vós a vida. 13E temos portanto o mesmo espírito
4.13:
Rm 1.12
2Pe 1.1
de fé, como está escrito: Cri, por isso falei: nós cremos também, por isso também falamos. 14Sabendo que o que ressuscitou
4.14:
Rm 8.11
1Co 6.14
o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. 15Porque tudo isto é por amor
4.15:
1Co 3.21
Cl 1.24
2Tm 2.10
de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.

O desígnio e efeito das aflições. As coisas visíveis são contrapostas às invisíveis

16Por isso não desfalecemos: mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa,

4.16:
Rm 7.22
Cl 3.10
1Pe 3.4
o interior, contudo, se renova de dia em dia, 17Porque a nossa leve e momentânea tribulação
4.17:
Mt 5.12
Rm 8.18
1Pe 1.6
produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; 18Não atentando nós
4.18:
Rm 8.24
Hb 11.1
nas coisas que se veem mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

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