Almeida Revista e Corrigida (1969) (RC69)

A suprema excelência da caridade

131AINDA que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse 13.1: ou amorcaridade, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. 2E ainda que tivesse o dom de profecia,

13.2:
1Co 12.8
Mt 7.22
e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé,
13.2:
Mt 17.20
Mc 11.23
Lc 17.6
de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse caridade, nada seria. 3E ainda que distribuísse toda a minha fortuna
13.3:
Mt 6.1-2
para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse caridade, nada disso me aproveitaria. 4A caridade é sofredora,
13.4:
Pv 10.12
1Pe 4.8
é benigna: a caridade não é invejosa: a caridade não trata com leviandade, não se ensoberbece, 5Não se porta com indecência, não busca
13.5:
1Co 10.24
Fp 2.4
os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; 6Não folga com a injustiça,
13.6:
Rm 1.32
2Jo 4
mas folga com a verdade; 7Tudo sofre,
13.7:
Rm 15.1
Gl 6.2
2Tm 2.24
tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8A caridade nunca falha: mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; 9Porque, em parte,
13.9:
1Co 8.2
conhecemos, e em parte profetizamos; 10Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. 11Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. 12Porque agora vemos por espelho em enigma,
13.12:
2Co 3.18
5.7
Fp 3.12
Mt 18.10
1Jo 3.2
mas então veremos face a face: agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. 13Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três, mas a maior destas é a caridade.