Nova Tradução na Linguagem de Hoje (2000) (NTLH)
29

As ofertas da Festa do Ano-Novo

Levítico 23.23-25

291O Senhor deu a Moisés as seguintes ordens para o povo de Israel:

— No dia primeiro do sétimo mês vocês se reunirão para adorar o Senhor, e ninguém trabalhará. Nesse dia as trombetas tocarão. 2Ofereçam a Deus, o Senhor, um sacrifício que será completamente queimado, que tem um cheiro agradável a ele. Esse sacrifício será de um touro novo, um carneiro e sete carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 3Com cada touro novo, ofereçam três quilos da melhor farinha misturada com azeite. Com cada carneiro, ofereçam dois quilos de farinha misturada com azeite 4e, com cada carneirinho, um quilo. 5Ofereçam a Deus também um bode como sacrifício para tirar os pecados do povo. 6Tragam isso, além da oferta que é completamente queimada em sacrifício no primeiro dia do mês, junto com a sua oferta de cereais, e além da oferta que é completamente queimada todos os dias, junto com a oferta de cereais e a oferta de vinho que a acompanha. Essas ofertas de alimento têm um cheiro agradável ao Senhor.

As ofertas do Dia do Perdão

Levítico 23.26-32

7— No dia dez do sétimo mês vocês se reunirão para adorar a Deus. Nesse dia não comam nada e não trabalhem. 8Deem a Deus, o Senhor, uma oferta que será completamente queimada em sacrifício e que tem um cheiro agradável a ele. Esse sacrifício será de um touro novo, um carneiro e sete carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 9Com cada touro novo, ofereçam três quilos da melhor farinha misturada com azeite. Com cada carneiro, ofereçam dois quilos de farinha misturada com azeite 10e, com cada carneirinho, um quilo. 11Ofereçam também um bode como sacrifício para tirar os pecados, além do bode que é oferecido para purificar o povo e além do sacrifício que é queimado e que é oferecido todos os dias, junto com a oferta de cereais e a oferta de vinho que o acompanha.

29.7-11
Lv 16.29-34

As ofertas da Festa das Barracas

Levítico 23.33-44

12— No dia quinze do sétimo mês vocês se reunirão para adorar a Deus. Essa festa em honra do Senhor Deus deverá durar sete dias. 13No primeiro dia da festa tragam ao Senhor uma oferta de alimento que tem um cheiro agradável a ele. Essa oferta será de treze touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 14Com cada touro novo, ofereçam três quilos da melhor farinha misturada com azeite. Com cada carneiro, ofereçam dois quilos de farinha misturada com azeite 15e, com cada carneirinho, um quilo, junto com as ofertas de vinho que acompanham essa oferta. 16Ofereçam também um bode como sacrifício para tirar os pecados do povo. Ofereçam isso, além do sacrifício que é completamente queimado todos os dias, junto com a oferta de cereais e a oferta de vinho que o acompanha.

17— No segundo dia ofereçam doze touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 18-19Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

20— No terceiro dia ofereçam onze touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 21-22Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

23— No quarto dia ofereçam dez touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 24-25Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

26— No quinto dia ofereçam nove touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 27-28Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

29— No sexto dia ofereçam oito touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 30-31Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

32— No sétimo dia ofereçam sete touros novos, dois carneiros e catorze carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 33-34Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

35— No oitavo dia vocês se reunirão para adorar a Deus, e ninguém trabalhará. 36Ofereçam a Deus, o Senhor, um sacrifício que será completamente queimado, como uma oferta de alimento que tem um cheiro agradável a ele. Essa oferta será de um touro novo, um carneiro e sete carneirinhos de um ano, todos sem defeito. 37-38Junto com eles, deem também as outras ofertas que são exigidas para o primeiro dia.

29.12-38
Dt 16.13-15

39— São essas as leis a respeito dos sacrifícios que são completamente queimados, das ofertas de cereais, das ofertas de vinho e das ofertas de paz que vocês devem dar a Deus, o Senhor, nas datas marcadas para as festas. Essas coisas vocês devem oferecer a Deus e mais as ofertas que vocês prometerem ou as ofertas que fizerem por vontade própria.

40Assim, Moisés disse aos israelitas tudo o que o Senhor lhe havia ordenado.

30

Promessas e juramentos

301Moisés disse aos chefes das tribos dos israelitas o seguinte:

— O que o Senhor Deus ordenou é isto: 2Quando alguém prometer dar alguma coisa ao Senhor ou jurar que fará ou deixará de fazer qualquer coisa, deverá cumprir a palavra e fazer tudo o que tiver prometido.

30.2
Dt 23.21-23
Mt 5.33

3— Quando uma moça que ainda estiver morando na casa do seu pai prometer dar alguma coisa a Deus, o Senhor, ou jurar que fará ou deixará de fazer qualquer coisa, 4se o pai, sabendo disso, não disser nada, então ela deverá fazer tudo o que prometeu ou jurou. 5Mas, se o pai, logo que souber disso, a proibir de cumprir o que havia prometido, então ela não precisará cumprir a sua palavra. O Senhor a perdoará, pois o pai não a deixou cumprir o que ela havia prometido.

6— Se uma moça solteira prometer alguma coisa a Deus, sabendo o que está fazendo ou sem pensar, ou jurar que fará ou deixará de fazer qualquer coisa, e depois casar, 7e, se o marido, sabendo disso, não disser nada, então ela deverá fazer tudo o que prometeu ou jurou. 8Mas, se o marido, logo que souber disso, a proibir de cumprir o que tinha prometido, então ela não precisará cumprir a sua palavra. O Senhor a perdoará.

9— Tanto as viúvas como as divorciadas deverão dar o que prometeram a Deus, o Senhor, e cumprir o que juraram que fariam ou deixariam de fazer.

10— Se uma mulher casada prometer alguma coisa a Deus ou jurar que fará ou deixará de fazer qualquer coisa, 11e, se o marido, sabendo disso, não disser nada, então ela deverá cumprir tudo o que prometeu ou jurou. 12Mas, se o marido, logo que souber disso, a proibir de cumprir o que prometeu, então ela não precisará cumprir a sua palavra. O Senhor a perdoará, pois o marido não a deixou cumprir o que ela havia prometido. 13O marido tem o direito de confirmar ou de anular qualquer promessa ou juramento que ela tenha feito. 14Mas, se até o dia seguinte o marido não disser nada a ela a respeito do assunto, então ela deverá fazer tudo o que prometeu ou jurou. O marido confirmou o juramento, pois não disse nada a ela logo que soube do caso. 15Porém, se mais tarde o marido anular o que ela prometeu, será ele o castigado, e não ela.

16São esses os regulamentos que o Senhor deu a Moisés a respeito de promessas feitas por moças solteiras e por mulheres casadas.

31

A batalha contra os midianitas

311O Senhor Deus disse a Moisés:

2— Mande que os israelitas se vinguem do mal que os midianitas lhes fizeram. Depois disso você vai morrer.

3Então Moisés disse ao povo:

— Preparem homens para a batalha, ataquem os midianitas e se vinguem deles pelo que fizeram contra Deus, o Senhor. 4Cada tribo deve mandar mil soldados para esta guerra.

5Assim, dos milhares de israelitas foram mandados de cada tribo mil soldados armados, doze mil ao todo. 6Moisés mandou esses soldados para a batalha, debaixo do comando de Fineias, filho do sacerdote Eleazar, que levou também os objetos sagrados e as cornetas para dar os sinais. 7Eles atacaram os midianitas, como o Senhor havia ordenado a Moisés, e mataram todos os homens. 8Entre os mortos estavam Evi, Requém, Zur, Hur e Reba, os cinco reis midianitas. Também mataram à espada Balaão, filho de Beor.

9Os israelitas levaram presas as mulheres e as crianças dos midianitas. Pegaram também as suas ovelhas e cabras, o seu gado e todos os seus bens. 10Incendiaram todas as cidades onde os midianitas moravam e queimaram todos os acampamentos. 11Eles pegaram o que haviam tomado dos midianitas e também os prisioneiros e os animais 12e levaram tudo a Moisés, ao sacerdote Eleazar e ao povo de Israel, que estavam acampados nas planícies de Moabe, perto do rio Jordão, na altura de Jericó, que ficava no outro lado do rio.

A volta do exército israelita

13Moisés, o sacerdote Eleazar e todas as autoridades do povo saíram do acampamento e foram ao encontro do exército. 14Moisés ficou muito zangado com os oficiais que haviam voltado da batalha, isto é, os comandantes dos batalhões e das companhias. 15Moisés perguntou:

— Por que vocês deixaram vivas todas as mulheres? 16Lembrem que foram as mulheres que, seguindo os conselhos de Balaão, fizeram com que os israelitas fossem infiéis a Deus, o Senhor, adorando o deus Baal-Peor. Foi por isso que houve uma epidemia no meio do povo de Deus.

31.16
Nm 25.1-9
17Agora matem todos os meninos e todas as mulheres que não forem virgens. 18Mas deixem viver todas as meninas e as moças que forem virgens; elas pertencem a vocês. 19Agora todos os que tiverem matado alguém ou que tiverem tocado em algum morto devem ficar fora do acampamento sete dias. No terceiro dia e no sétimo, vocês e as prisioneiras devem se purificar. 20Purifiquem também todas as roupas, todos os objetos feitos de couro, tudo o que é feito de pelos de cabra e tudo o que é feito de madeira.

21Então o sacerdote Eleazar disse aos homens que tinham voltado da batalha:

— A lei que o Senhor Deus ordenou a Moisés é esta: 22-23Tudo o que o fogo não destrói, como ouro, prata, bronze, ferro, estanho e chumbo, deverá ser purificado pelo fogo. Mas tudo o que o fogo pode destruir será purificado com água. 24No sétimo dia, para se purificarem, vocês deverão lavar as roupas que estiverem vestindo. Depois disso vocês poderão entrar no acampamento.

A divisão das coisas tomadas dos midianitas

25O Senhor Deus disse a Moisés:

26— Você, com a ajuda do sacerdote Eleazar e das autoridades do povo, faça uma lista de tudo o que foi tomado na batalha, incluindo as pessoas e os animais. 27Divida em duas partes iguais o que foi tomado: uma parte para os soldados e a outra para o resto do povo. 28Da parte que pertence aos soldados que estiveram na batalha, separe um imposto para Deus, o Senhor: uma pessoa de cada quinhentas e a mesma coisa quanto aos bois, jumentos, ovelhas e cabras. 29Pegue esse imposto e entregue ao sacerdote Eleazar, como oferta ao Senhor. 30Da parte que pertence ao povo, pegue um de cada cinquenta, tanto de pessoas como de bois, de jumentos, de ovelhas, de cabras e de qualquer outro animal, e dê aos levitas, que cuidam da Tenda do Senhor.

31Moisés e Eleazar fizeram o que o Senhor havia ordenado.

32-35Esta é a lista do que foi tomado pelos soldados, sem contar o que eles pegaram para si mesmos: seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas e cabras, setenta e dois mil bois e vacas, sessenta e um mil jumentos e trinta e duas mil pessoas. 36-40A metade que ficou para os soldados foi de trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas e cabras, das quais seiscentas e setenta e cinco foram o imposto para Deus, o Senhor; trinta e seis mil bois e vacas para os soldados, dos quais setenta e dois foram o imposto para o Senhor; trinta mil e quinhentos jumentos para os soldados, dos quais sessenta e um foram o imposto para Deus; e dezesseis mil virgens para os soldados, das quais trinta e duas foram o imposto para Deus. 41Assim, Moisés deu a Eleazar o imposto como uma oferta especial a Deus, o Senhor, como o Senhor havia ordenado.

42-46A parte do povo foi igual à parte dos soldados, isto é, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas e cabras, trinta e seis mil bois e vacas, trinta mil e quinhentos jumentos e dezesseis mil virgens. 47Como o Senhor havia ordenado, dessa metade que pertencia ao povo, Moisés pegou um de cada cinquenta, tanto de pessoas como de animais, e deu aos levitas, que cuidavam da Tenda Sagrada.

A oferta dos oficiais

48Os oficiais do exército, isto é, os comandantes dos batalhões e das companhias, foram falar com Moisés 49e disseram:

— Contamos os soldados que estão debaixo do nosso comando, e não está faltando nenhum. 50Assim trouxemos o que cada um pegou: objetos de ouro, correntinhas, pulseiras, anéis, brincos e colares. Nós os oferecemos a Deus, o Senhor, como pagamento pela nossa vida, para que ele nos proteja.

51Moisés e o sacerdote Eleazar receberam todas essas joias de ouro. 52O peso total do ouro que foi separado e oferecido a Deus, o Senhor, pelos oficiais foi de cento e noventa e um quilos. 53Os que não eram oficiais ficaram com as coisas que tiraram dos inimigos. 54Assim, Moisés e o sacerdote Eleazar receberam o ouro dos oficiais e o levaram para a Tenda Sagrada a fim de que o Senhor protegesse o povo de Israel.

Utilizamos cookies de acordo com o nossa Política de Privacidade, respeitando todos as suas informações pessoais.[ocultar]