Nova Tradução na Linguagem de Hoje (2000) (NTLH)
23

As festas religiosas

231O Senhor Deus mandou que Moisés 2desse aos israelitas as seguintes leis a respeito das festas religiosas mais importantes, quando o povo se reúne para adorar o Senhor:

O Sábado

3Vocês têm seis dias para trabalhar, mas o sétimo dia é o dia sagrado de descanso, quando todos deverão se reunir para adorar a Deus. Não façam nenhum trabalho nesse dia. Em todos os lugares onde os israelitas morarem, o sábado é um dia dedicado a Deus, o Senhor.

23.3
Êx 20.8-10
23.12
31.15
34.21
35.2
Dt 5.12-14

A Festa da Páscoa e a Festa dos Pães sem Fermento

Êxodo 12.1-20; Números 28.16-25; Deuteronômio 16.1-8

4São estas as festas religiosas, quando o povo deverá se reunir para adorar a Deus, o Senhor. Cada uma destas festas será realizada na data marcada.

5A Festa da Páscoa, comemorada em honra de Deus, o Senhor, começa ao pôr do sol no dia catorze do primeiro mês.

6No dia quinze desse mês começa a Festa dos Pães sem Fermento, em honra de Deus, o Senhor. Durante os sete dias dessa festa o pão que vocês comerem deverá ser feito sem fermento. 7No primeiro dia dessa festa ninguém trabalhará, e todos deverão se reunir para adorar a Deus. 8Durante esses sete dias apresentem ao Senhor ofertas de alimento e no sétimo dia reúnam-se para adorar a Deus. Nesse dia ninguém deverá trabalhar.

23.6-8
Êx 23.15
34.18

A Festa da Primeira Colheita

9O Senhor Deus mandou Moisés 10dizer ao povo de Israel o seguinte:

— Quando vocês entrarem na terra que eu lhes estou dando e fizerem a primeira colheita de trigo, levem ao sacerdote um feixe do que colherem. 11No dia que vem depois do sábado, o sacerdote apresentará esse feixe de trigo a Deus, o Senhor, para que ele aceite vocês. 12Nesse mesmo dia apresentem ao Senhor como uma oferta que vai ser completamente queimada um carneirinho de um ano, sem defeito. 13E apresentem como oferta de alimento dois quilos de farinha misturada com azeite. O cheiro dessa oferta é agradável ao Senhor. Apresentem também como oferta de bebida um litro de vinho. 14Não comam espigas de trigo verdes, nem espigas torradas, nem pão, até o dia em que apresentarem a oferta a Deus. Em todos os lugares onde morarem, vocês e os seus descendentes deverão obedecer a essa lei para sempre.

A Festa da Colheita

Números 28.26-31; Deuteronômio 16.9-12

15— Contem sete semanas a partir do dia em que oferecerem a Deus o primeiro feixe de trigo que foi colhido. 16No dia seguinte, isto é, cinquenta dias depois que ofereceram esse feixe, apresentem a Deus, o Senhor, outra oferta da colheita de cereais. 17Cada família deverá apresentar dois pães feitos com a melhor farinha e com fermento. Cada pão deverá pesar dois quilos. Esses pães são uma oferta a Deus, o Senhor, tirada da melhor parte da colheita de trigo. 18Junto com os pães ofereçam sete carneirinhos de um ano, sem defeito, um touro novo e dois carneiros. Esses animais deverão ser apresentados ao Senhor como uma oferta que vai ser completamente queimada, junto com as ofertas de trigo e de vinho. O cheiro dessa oferta de alimento é agradável ao Senhor. 19Ofereçam também um bode para tirar pecados e dois carneirinhos de um ano como oferta de paz. 20O sacerdote oferecerá ao Senhor os dois carneirinhos, junto com os pães, como uma oferta especial. Essa é uma oferta sagrada que pertence aos sacerdotes. 21Nesse dia ninguém deverá trabalhar, e todos se reunirão para adorar a Deus. Em todos os lugares onde morarem, vocês e os seus descendentes deverão obedecer a essa lei para sempre.

23.15-21
Êx 23.16
34.22

22— Quando fizerem a colheita do trigo, não colham as espigas dos pés que ficam na beira do campo, nem voltem atrás para pegar as espigas que não tiverem sido colhidas. Deixem essas espigas para os pobres e para os estrangeiros. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.

23.22
Lv 19.9-10
Dt 24.19-22

A Festa do Ano-Novo

Números 29.1-6

23O Senhor Deus mandou Moisés 24dizer ao povo de Israel o seguinte:

— O dia primeiro do sétimo mês é um dia sagrado de descanso, festejado com toques de trombetas; e todos deverão se reunir para adorar a Deus. 25Não trabalhem nesse dia e apresentem a Deus, o Senhor, ofertas de alimento.

O Dia do Perdão

Levítico 16.29-34

26O Senhor Deus disse a Moisés:

27— O dia dez do sétimo mês é o dia em que os pecados do povo são perdoados. Nesse dia ninguém deverá comer nada, e todos deverão apresentar a Deus, o Senhor, ofertas de alimento. 28Ninguém trabalhará nesse dia, pois é o dia em que é apresentado ao Senhor, o Deus de vocês, o sacrifício para conseguir o perdão dos pecados do povo. 29Qualquer pessoa que comer alguma coisa no Dia do Perdão será expulsa do meio do povo. 30E, se alguém trabalhar nesse dia, eu mesmo destruirei essa pessoa. 31Não façam nenhum trabalho nesse dia; em todos os lugares onde morarem, vocês e os seus descendentes deverão obedecer a essa lei para sempre. 32Desde o pôr do sol do dia nove até o pôr do sol do dia dez, esse será considerado um dia sagrado de descanso, e nele ninguém deverá comer nada.

A Festa das Barracas

Números 29.12—30.1

33O Senhor Deus deu a Moisés 34as seguintes leis para o povo de Israel:

O dia quinze do sétimo mês é o dia em que começa a Festa das Barracas. Essa festa em honra de Deus, o Senhor, durará sete dias. 35No primeiro dia haverá uma reunião sagrada, e ninguém deverá trabalhar. 36Em cada um dos sete dias da festa apresentem a Deus, o Senhor, ofertas de alimento. No oitavo dia todos se reunirão para adorar a Deus e para lhe apresentarem ofertas de alimento. É dia de uma reunião sagrada, e nele ninguém trabalhará.

23.33-36
Dt 16.13-15

37(São essas as festas religiosas em que o povo se reunirá para adorar a Deus, o Senhor. Nessas festas serão apresentadas ao Senhor ofertas de alimento, ofertas que são completamente queimadas, ofertas de cereais, sacrifícios e ofertas de vinho. Cada festa será realizada na data marcada. 38Além dos sábados, que serão guardados em honra de Deus, o Senhor, façam também essas festas e apresentem essas ofertas além das ofertas de costume, das ofertas para pagar promessas e das ofertas que são apresentadas por vontade própria ao Senhor.)

39Depois de terminadas as colheitas, haverá uma festa em honra de Deus, o Senhor. Essa festa começará no dia quinze do sétimo mês e irá até o dia vinte e dois. No primeiro dia e no oitavo ninguém deverá trabalhar. 40No primeiro dia o povo colherá frutas das melhores árvores, cortará folhas de palmeiras e galhos de vários tipos de árvores cheias de folhas, e durante sete dias todos farão uma festa em honra do Senhor, o Deus de vocês. 41E para sempre, no sétimo mês de cada ano, o povo fará essa festa de sete dias. 42Durante os sete dias todos os israelitas morarão em cabanas feitas de galhos de árvores 43a fim de que eles e os seus descendentes lembrem sempre que Deus fez com que o povo morasse em barracas, quando os tirou do Egito. Ele é o Senhor, o Deus de vocês.

44Foi assim que Moisés deu ao povo de Israel as leis a respeito das festas que eles deviam fazer em honra de Deus, o Senhor.

24

O candelabro

Êxodo 25.31-40; 27.20-21

241O Senhor Deus disse a Moisés o seguinte:

2— Diga aos israelitas que lhe tragam o melhor azeite, para manter sempre aceso o candelabro que está na Tenda Sagrada. 3Todas as tardes Arão acenderá o candelabro e o manterá aceso a noite toda, ali na presença de Deus, o Senhor, do lado de fora da cortina que fica em frente da arca da aliança. Essa lei deverá ser obedecida por vocês e pelos seus descendentes para sempre. 4Arão cuidará dos pavios das lamparinas do candelabro de ouro puro, para que fiquem sempre acesas na presença do Senhor.

O pão sagrado

5Doze pães, cada um pesando dois quilos, deverão ser feitos da melhor farinha 6e postos na mesa de ouro puro que fica na presença de Deus, o Senhor. Os pães deverão ser arrumados em duas pilhas, seis pães em cada pilha.

24.5-6
Êx 25.30
7Em cima das duas pilhas será colocado incenso puro para lembrar que todos os pães são oferecidos ao Senhor como oferta de alimento. 8Todos os sábados, para sempre, o Grande Sacerdote colocará os pães em ordem na mesa, na presença de Deus, o Senhor. Esses pães representam a aliança eterna dos israelitas com o Senhor 9e pertencerão para sempre aos sacerdotes, que são descendentes de Arão. Os pães são muito sagrados, pois são uma oferta de alimento dada ao Senhor; por isso os sacerdotes os comerão num lugar sagrado.
24.9
Mt 12.4
Mc 2.26
Lc 6.4

Pecado e castigo

10-11Havia entre os israelitas um homem que era filho de um egípcio casado com uma mulher israelita. Ela se chamava Selomite e era filha de Dibri, da tribo de Dã. Certo dia no acampamento, numa briga com um israelita, esse homem blasfemou contra o nome de Deus, o Senhor, e o amaldiçoou. Levaram o homem a Moisés 12e o deixaram preso até que o Senhor dissesse o que deviam fazer. 13O Senhor Deus disse a Moisés:

14— Leve esse homem para fora do acampamento. As pessoas que o ouviram blasfemar contra mim colocarão as mãos na cabeça dele, e depois o povo todo o matará a pedradas. 15E diga ao povo: “Quem amaldiçoar o seu Deus pagará por esse pecado 16e será morto a pedradas por todo o povo. Não importa que seja israelita ou um estrangeiro que mora no meio de vocês; quem blasfemar contra o nome do Senhor Deus será morto.

17— “Aquele que matar uma pessoa será morto.

24.17
Êx 21.12
18Quem matar um animal doméstico de outra pessoa dará ao dono outro animal do mesmo valor, um animal pelo outro. 19Se alguém ferir outra pessoa, farão com ele a mesma coisa que ele fez: 20quebradura por quebradura, olho por olho, dente por dente. Ele será ferido do mesmo jeito que feriu o outro.
24.20
Êx 21.23-25
Dt 19.21
Mt 5.38
21Quem matar um animal doméstico de outra pessoa dará ao dono outro animal. Quem matar uma pessoa será morto. 22A lei é a mesma para os estrangeiros que moram no meio de vocês e para os israelitas. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.”
24.22
Nm 15.16

23Então Moisés disse tudo isso aos israelitas. Aí eles pegaram o homem que havia amaldiçoado o nome de Deus e o levaram para fora do acampamento. E ali o mataram a pedradas. Assim, eles fizeram aquilo que o Senhor havia ordenado a Moisés.

25

O Sétimo Ano

Deuteronômio 15.1-11

251O Senhor Deus falou com Moisés no monte Sinai 2e mandou que ele desse ao povo de Israel as seguintes leis:

Quando vocês entrarem na terra que o Senhor Deus lhes vai dar, deixem que de sete em sete anos a terra descanse, em honra do Senhor. 3Durante seis anos semeiem os seus campos, podem as parreiras e colham as uvas. 4Mas o sétimo ano será um ano de descanso sagrado para a terra, um descanso dedicado a Deus, o Senhor. Nesse ano ninguém semeará o seu campo, nem podará as suas parreiras. 5Ninguém colherá o trigo que crescer por si mesmo, nem podará as parreiras, nem colherá as uvas. Será um ano de descanso completo para a terra. 6Os campos não serão semeados, mas mesmo assim produzirão o bastante para alimentar todos os israelitas, os seus escravos e as suas escravas, os seus empregados, os estrangeiros que vivem no meio do povo 7e também os animais domésticos e os animais selvagens. Tudo o que a terra produzir servirá de alimento.

25.1-7
Êx 23.10-11

O Ano da Libertação

8Contem sete semanas de anos, isto é, sete anos vezes sete, o que dá um total de quarenta e nove anos. 9Então, no dia dez do sétimo mês, que é o Dia do Perdão, mandem um homem tocar trombeta por todo o país. 10Pois esse ano, que vem depois de cada quarenta e nove anos, é o ano sagrado da libertação, em que vocês anunciarão liberdade a todos os moradores do país. Nesse ano todos os que tiverem sido vendidos como escravos voltarão livres para as suas famílias, e todos os campos que tiverem sido vendidos voltarão a pertencer ao primeiro dono. 11Nesse ano ninguém semeará os seus campos, nem colherá o trigo que crescer por si mesmo, nem podará as parreiras, nem colherá as uvas, 12pois o Ano da Libertação é sagrado para o povo, e nele todos se alimentarão somente daquilo que a terra produzir por si mesma.

13No Ano da Libertação todas as terras que tiverem sido vendidas voltarão a pertencer ao primeiro dono. 14Na venda ou na compra de terras, não explorem os outros. 15-16O preço será calculado na base do Ano da Libertação; pois o que se vende não são, de fato, as terras, mas as colheitas que elas produzem. Portanto, o comprador descontará do preço o número de colheitas desde o último Ano da Libertação; e o vendedor calculará o preço na base dos anos de colheita que ainda faltam até o seguinte Ano da Libertação. Se ainda forem muitos anos, o preço subirá; se forem poucos, o preço baixará. 17Que ninguém explore os outros; que todos temam a Deus, pois ele é o Senhor, nosso Deus.

A questão do Sétimo Ano

18Obedeçam a todas as leis e mandamentos de Deus para que vivam em segurança na terra que vai ser de vocês. 19Ela produzirá as suas colheitas, haverá bastante comida para todos, e todos viverão em segurança. 20Mas alguém é capaz de perguntar como é que haverá comida durante o sétimo ano, quando ninguém vai semear nem fazer a colheita. 21A resposta é que Deus abençoará a terra, e no sexto ano ela produzirá colheitas que serão suficientes para três anos. 22Quando vocês semearem os seus campos no oitavo ano, estarão comendo daquilo que colheram no sexto ano, e haverá bastante para comerem até a colheita do nono ano.

Leis a respeito de propriedades

23A terra é de Deus; portanto, ela não será para sempre daquele que a comprar. Deus é o dono dela, e para ele nós somos estrangeiros que moram por um pouco de tempo na terra dele. 24Assim, quando um terreno for vendido, o seu antigo dono será o primeiro a ter o direito de tornar a comprá-lo.

25Se um israelita ficar pobre e precisar vender uma parte das suas terras, o seu parente mais chegado deve tornar a comprar o que ele vendeu. 26Mas, se ele não tiver um parente que compre as terras, é possível que mais tarde ele mesmo fique rico outra vez, podendo assim tornar a comprar o terreno que vendeu. 27Ele descontará o valor das colheitas que o terreno tiver produzido desde o último Ano da Libertação e calculará o preço a pagar, tendo como base os anos de colheita que ainda faltarem até o seguinte Ano da Libertação. E assim ele será novamente o dono do terreno. 28Mas, se ele não tiver o suficiente para tornar a comprar o terreno, então este ficará pertencendo ao comprador até o seguinte Ano da Libertação. Nesse ano o terreno voltará a pertencer ao primeiro dono.

29Se um homem vender uma casa que fica numa cidade protegida por muralhas, ele terá o direito de tornar a comprar a casa até um ano depois da venda. 30Mas, se dentro de um ano ele não comprá-la, então ela pertencerá ao comprador e aos seus descendentes para sempre. Nem mesmo no Ano da Libertação a casa voltará a ser do primeiro dono. 31Porém as casas que ficam em cidades sem muralhas são como os terrenos; o primeiro dono tem o direito de tornar a comprar a casa, e no Ano da Libertação ela volta a ser do primeiro dono.

32Os levitas têm sempre o direito de tornar a comprar as suas casas que ficam nas cidades onde moram. 33Mas, se um levita vender a sua casa numa dessas cidades e não tornar a comprá-la, então no Ano da Libertação a casa volta a ser dele; pois as casas das cidades onde os levitas moram serão sua propriedade permanente no meio do povo de Israel. 34Mas os campos em volta das cidades onde os levitas moram não podem ser vendidos; eles pertencem aos levitas para sempre.

Leis a respeito dos pobres

35Se um israelita que mora perto de você ficar pobre e não puder sustentar-se, então você tem o dever de tomar conta dele. Ajude-o como se ele fosse um estrangeiro que mora no meio do povo, a fim de que ele continue a morar perto de você.

25.35
Dt 15.7-8
36Não cobre juros sobre o dinheiro que você lhe emprestar. Respeite a ordem de Deus para que esse homem continue a morar perto de você. 37Não cobre juros sobre o que você lhe emprestar, nem tire lucro dos alimentos que você lhe vender.
25.37
Êx 22.25
Dt 23.19-20
38É isso o que o Senhor, nosso Deus, nos manda fazer. Foi ele quem nos tirou do Egito para nos dar a terra de Canaã e para ser o nosso Deus.

Leis a respeito dos escravos

39Se um israelita que mora perto de você ficar tão pobre, que chegue a ponto de ter de se vender a você para ser seu escravo, não o faça trabalhar como escravo. 40Trate-o como se ele fosse um empregado ou um estrangeiro que mora com você. Ele trabalhará para você até o Ano da Libertação, 41e nesse ano ele e os seus filhos irão embora e voltarão para a sua própria família e para as terras dos seus antepassados. 42Os israelitas são escravos do Senhor Deus, que os tirou do Egito; eles não deverão ser vendidos como escravos. 43Portanto, não os trate com crueldade, mas respeite a ordem de Deus.

44Se precisarem de escravos ou escravas, vocês poderão comprá-los dos povos vizinhos do seu país. 45Também poderão comprar os filhos dos estrangeiros que moram no meio de vocês. Essas crianças que nascerem na terra de Israel poderão ser compradas como escravos, 46e os seus donos poderão deixá-los como herança aos filhos, a quem esses escravos deverão servir a vida inteira. Mas um israelita não pode ter outro israelita como escravo, nem pode tratá-lo com crueldade.

25.39-46
Êx 21.2-6
Dt 15.12-18

47Pode acontecer que um estrangeiro que vive no meio do povo fique rico e que um vizinho israelita fique pobre e se venda como escravo a esse estrangeiro ou a alguém da família dele. 48Nesse caso, depois de vendido, o israelita tem o direito de ser comprado de novo. Um irmão, 49um tio, um primo ou outro parente chegado poderá comprá-lo. Ou, se ganhar bastante dinheiro, ele mesmo poderá comprar a sua liberdade. 50Ele e o homem que o comprou combinarão o preço que deverá ser pago, de acordo com o número de anos desde o ano em que ele se vendeu até o seguinte Ano da Libertação. O cálculo será feito tendo como base o salário que um empregado recebe. 51Se ainda faltarem muitos anos até o Ano da Libertação, ele pagará uma parte maior do dinheiro que recebeu quando se vendeu; 52mas, se faltarem poucos anos, a parte será menor. 53O dono o tratará como se ele fosse um empregado que é contratado para trabalhar por ano. Não deixem que o dono o trate com crueldade.

54E, se o homem não for libertado por nenhum desses modos, então no seguinte Ano da Libertação ele e os seus filhos ficarão livres. 55Pois os israelitas são escravos de Deus, que os tirou do Egito. Ele é o Senhor, o Deus deles.