Nova Tradução na Linguagem de Hoje (2000) (NTLH)
17

Deus castigará a Síria e Israel

171Esta é a mensagem contra a Síria:

“Damasco não será mais uma cidade;

ela vai virar um montão de ruínas.

2As cidades da Síria ficarão abandonadas para sempre;

os rebanhos irão até lá para descansar,

e ninguém os espantará dali.

3As fortalezas de Israel serão destruídas,

e a Síria deixará de ser um reino.

Os sírios que não forem mortos

serão como o povo de Israel:

eles viverão na miséria.

Sou eu, o Senhor Todo-Poderoso, quem está falando.

17.1-3
Jr 49.23-27
Am 1.3-5
Zc 9.1

4“Está chegando o dia em que Israel perderá todo o seu poder,

e todas as suas riquezas acabarão.

5Naquele dia, o país ficará parecido com um campo

depois que todo o trigo foi colhido

ou como o vale dos Gigantes

depois de colhidas todas as espigas.

6Mas umas poucas pessoas ficarão vivas,

e Israel será como uma oliveira depois da colheita.

Depois que a oliveira é sacudida,

ainda fica com duas ou três azeitonas

nos galhos mais altos

ou umas quatro ou cinco nos galhos de baixo.

Eu, o Senhor, o Deus de Israel, estou falando.”

7Naquele dia, as pessoas olharão para o seu Criador a fim de pedir ajuda; todos se voltarão para o Santo Deus de Israel. 8Não confiarão mais nos altares que eles construíram, nem nas imagens que eles mesmos fizeram, nem nos postes da deusa Aserá, nem nos altares de queimar incenso.

9Naquele dia, as cidades protegidas por muralhas ficarão desertas como as cidades que os heveus e os amorreus abandonaram quando os israelitas invadiram a sua terra; tudo será arrasado.

10Povo de Israel, vocês esqueceram o seu Deus,

que os salvou,

e não lembram mais do seu forte protetor.

Vocês plantam jardins sagrados17.10 Ver Is 1.29, nota.

em honra dos deuses pagãos.

11Mas ainda que as plantas desses jardins brotem e floresçam

no mesmo dia em que forem plantadas,

ainda assim não haverá colheitas nos campos

quando chegar o dia de sofrimento e de dor sem cura.

A derrota dos inimigos

12Escutem o barulho de muitas nações

que se agitam e se revoltam;

parece o rugido do mar,

parece o estrondo de ondas violentas.

13Os povos rugem como o mar,

mas Deus os repreenderá, e eles fugirão.

Serão como a palha que o vento leva pelos montes

ou como o pó que a ventania espalha.

14Ao pôr do sol, metem medo,

mas de manhã já não existem mais.

É isso o que vai acontecer com os nossos inimigos,

que arrasam a nossa terra

e levam embora todos os nossos bens.