Nova Tradução na Linguagem de Hoje (2000) (NTLH)
2

Os que voltaram da Babilônia

Neemias 7.4-73

21Entre os israelitas que o rei Nabucodonosor, da Babilônia, tinha levado como prisioneiros, havia muitos que eram da província de Judá. Estes voltaram para Jerusalém e Judá, cada um para a sua própria cidade. 2Os seus líderes eram Zorobabel, Josué, Neemias, Seraías, Reelaías, Mordecai, Bilsã, Mispar, Bigvai, Reum e Baaná.

Esta é a lista dos grupos de famílias do povo de Israel que voltaram da Babilônia, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:

3-20Parós: dois mil cento e setenta e dois;

Sefatias: trezentos e setenta e dois;

Ará: setecentos e setenta e cinco;

Paate-Moabe, isto é, os descendentes de Jesua e de Moabe: dois mil oitocentos e doze;

Elão: mil duzentos e cinquenta e quatro;

Zatu: novecentos e quarenta e cinco;

Zacai: setecentos e sessenta;

Bani: seiscentos e quarenta e dois;

Bebai: seiscentos e vinte e três;

Azgade: mil duzentos e vinte e dois;

Adonicã: seiscentos e sessenta e seis;

Bigvai: dois mil e cinquenta e seis;

Adim: quatrocentos e cinquenta e quatro;

Ater, também chamado de Ezequias: noventa e oito;

Besai: trezentos e vinte e três;

Jora: cento e doze;

Hasum: duzentos e vinte e três;

Gibar: noventa e cinco.

21-35Também voltaram as pessoas cujos antepassados haviam morado nas seguintes cidades:

Belém: cento e vinte e três;

Netofa: cinquenta e seis;

Anatote: cento e vinte e oito;

Azmavete: quarenta e duas;

Quiriate-Arim, Cefira e Beerote: setecentas e quarenta e três;

Ramá e Geba: seiscentas e vinte e uma;

Micmás: cento e vinte e duas;

Betel e Ai: duzentas e vinte e três;

Nebo: cinquenta e duas;

Magbis: cento e cinquenta e seis;

A outra Elão: mil duzentas e cinquenta e quatro;

Harim: trezentas e vinte;

Lode, Hadide e Ono: setecentas e vinte e cinco;

Jericó: trezentas e quarenta e cinco;

Senaá: três mil seiscentas e trinta.

36-39Esta é a lista dos grupos de famílias de sacerdotes que voltaram do cativeiro, sendo indicados o nome do chefe e o número de pessoas de cada grupo:

Jedaías, descendente de Jesua: novecentos e setenta e três;

Imer: mil e cinquenta e dois;

Pasur: mil duzentos e quarenta e sete;

Harim: mil e dezessete.

40-42Esta é a lista dos grupos de famílias de levitas que voltaram do cativeiro:

Levitas descendentes de Jesua e Cadmiel, que eram descendentes de Hodavias: setenta e quatro.

Músicos descendentes de Asafe: cento e vinte e oito.

Porteiros descendentes de Salum, de Ater, de Talmom, de Acube, de Hatita e de Sobai: ao todo, cento e trinta e nove.

43-54Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores do Templo que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:

Zia, Hasufa, Tabaote, Queros, Sia, Padom, Lebana, Hagaba, Acube, Hagabe, Salmai, Hanã, Gidel, Gaar, Reaías, Rezim, Necoda, Gazã, Uzá, Paseia, Besai, Asnate, Meunim, Nefisim, Baquebuque, Hacufa, Harur, Baslute, Meída, Harsa, Barcôs, Sísera, Temá, Nesias e Hatifa.

55-57Esta é a lista dos grupos de famílias de servidores de Salomão que voltaram do cativeiro, sendo indicado o nome do chefe de cada grupo:

Sotai, Soferete, Peruda, Jaala, Darcom, Gidel, Sefatias, Hatil, Poquerete-Hazebaim e Ami.

58O total dos trabalhadores do Templo e dos descendentes dos servidores de Salomão era de trezentos e noventa e dois.

59-60Havia seiscentos e cinquenta e dois que eram dos grupos de famílias de Delaías, Tobias e Necoda que voltaram das cidades de Tel-Melá, Tel-Harsa, Querube, Adã e Imer. Mas eles não puderam provar que eram israelitas por raça ou por parentesco.

61Os grupos de famílias dos sacerdotes Habaías, Coz e Barzilai não puderam encontrar registros que provassem de quem eram descendentes. (O antepassado do grupo de famílias de Barzilai tinha casado com uma das filhas de Barzilai, o gileadita, e ficou com o nome do seu sogro.) 62Eles não foram aceitos como sacerdotes porque não puderam provar quem eram os seus antepassados. 63O governador mandou que não comessem dos alimentos sagrados até que aparecesse um sacerdote que pudesse decidir a questão, usando o Urim e o Tumim.

2.63
Nm 27.21

64-67Total dos israelitas que voltaram: quarenta e dois mil trezentos e sessenta;

Os seus escravos e escravas: sete mil trezentos e trinta e sete.

Cantores e cantoras: duzentos.

Cavalos: setecentos e trinta e seis;

Mulas: duzentas e quarenta e cinco;

Camelos: quatrocentos e trinta e cinco;

Jumentos: seis mil setecentos e vinte.

68Quando chegaram ao Templo do Senhor, em Jerusalém, alguns chefes dos grupos de famílias entregaram ofertas para tornar a construir o Templo de Deus no mesmo lugar. 69Deram para o fundo de construção, de acordo com o que podiam, quinhentos e catorze quilos de ouro, dois mil e oitocentos quilos de prata e cem mantos sacerdotais.

70Os sacerdotes, os levitas e algumas pessoas do povo ficaram morando em Jerusalém ou ali perto. Os músicos, os serventes e os porteiros do Templo e os outros israelitas ficaram nas cidades onde os seus antepassados tinham vivido.

2.70
1Cr 9.2
Ne 11.3

3

O altar e os sacrifícios

31Quando chegou o sétimo mês e os israelitas já estavam morando nas suas cidades, todo o povo se reuniu em Jerusalém. 2Então o sacerdote Josué, filho de Jozadaque, e os seus companheiros, os outros sacerdotes, e também Zorobabel, filho de Salatiel, e os seus parentes construíram o altar do Deus de Israel, para oferecer sobre ele os sacrifícios que manda a Lei de Moisés, homem de Deus.

3.2
Êx 27.1
3Mesmo tendo medo da gente daquela região, eles construíram de novo o altar no lugar em que ele estava antes. Então começaram a oferecer sacrifícios sobre ele todas as manhãs e todas as tardes.
3.3
Nm 28.1-8
4Além disso, comemoraram a Festa das Barracas de acordo com a Lei de Moisés, oferecendo cada dia os sacrifícios ordenados para aquele dia.
3.4
Nm 29.12-38
5Trouxeram também os sacrifícios que deviam ser completamente queimados diariamente e os que deviam ser apresentados na Festa da Lua Nova e nas outras festas sagradas. E ofereceram também aquilo que traziam por vontade própria.
3.5
Nm 28.11—29.39
6O povo começou a oferecer sacrifícios ao Senhor desde o dia primeiro do sétimo mês, antes mesmo que o Templo do Senhor começasse a ser construído de novo.

Começa a reconstrução do Templo

7O povo deu dinheiro para pagar os pedreiros e carpinteiros; e deu comida, bebida e azeite para serem mandados às cidades de Tiro e Sidom. Essas coisas foram trocadas por madeira de cedro, que foi trazida por mar do Líbano até o porto de Jope. Tudo isso foi feito com a permissão de Ciro, rei da Pérsia.

8E assim, no ano seguinte ao da sua volta, no segundo mês, os israelitas começaram a construir de novo o Templo de Deus, que fica em Jerusalém. Zorobabel, filho de Salatiel, e Josué, filho de Jozadaque, junto com os seus parentes, os sacerdotes e os levitas e todos os israelitas que haviam voltado para Jerusalém, pegaram firme no trabalho. Todos os levitas maiores de vinte anos foram encarregados de dirigir as obras. 9Josué e os seus filhos e irmãos formaram um grupo junto com Cadmiel e os seus filhos, que eram descendentes de Hodavias. Esse grupo dirigia os que trabalhavam na construção e era ajudado pelos levitas do grupo de famílias de Henadade.

10Quando os construtores colocaram os alicerces do Templo, os sacerdotes ficaram de pé, vestidos com roupas especiais para aquela ocasião e com trombetas nas mãos. Os levitas descendentes de Asafe carregavam pratos musicais para louvar a Deus, o Senhor, de acordo com o que Davi, rei de Israel, havia mandado.

3.10
1Cr 25.1
11Uns cantavam louvores e agradeciam ao Senhor, e os outros respondiam. Eles diziam:

“O Senhor é bom,

e o seu amor pelo povo de Israel dura para sempre!”

E todo o povo gritava bem alto e louvava o Senhor porque a construção do seu novo Templo já havia começado.

3.11
1Cr 16.34
2Cr 5.13
7.3
Sl 100.5
106.1
107.1
118.1
136.1
Jr 33.11
12Muitos sacerdotes, levitas e chefes de famílias eram velhos e tinham visto o primeiro Templo. Eles choravam alto ao verem que os alicerces do novo Templo haviam sido colocados. Mas os outros que estavam ali gritavam de alegria. 13E assim ninguém podia saber se o povo gritava de alegria ou se chorava, pois gritavam tão alto, que de longe se ouvia o barulho.

4

Os inimigos fazem parar as obras

41Os inimigos das tribos de Judá e Benjamim souberam que os que haviam voltado da Babilônia estavam construindo de novo o Templo do Senhor, o Deus de Israel. 2Então foram falar com Zorobabel e com os chefes das famílias. Disseram o seguinte:

— Queremos construir o Templo junto com vocês. Nós adoramos o mesmo Deus que vocês e temos oferecido sacrifícios a ele desde o tempo de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos mandou morar aqui4.2 Isto é, desde 676 antes de Cristo..

4.2
2Rs 17.24-41

3Porém Zorobabel, Josué e os outros chefes das famílias israelitas responderam:

— Não precisamos que vocês nos ajudem a construir um templo para o Senhor, nosso Deus. Nós vamos fazer isso sozinhos, como Ciro, rei da Pérsia, mandou.

4Então a gente daquela região fez tudo para desanimar os israelitas e para pôr medo neles a fim de parar a construção. 5Além disso, deram dinheiro a certos funcionários do governo para que estes atrapalhassem os planos dos israelitas. E os inimigos fizeram isso durante todo o tempo em que Ciro foi rei da Pérsia, até o reinado de Dario, rei da Pérsia4.5 A descrição destes acontecimentos continua em Ed 4.24. O que está descrito em Ed 4.6-23 aconteceu quase cem anos mais tarde..

Uma carta para o rei

6No começo do reinado de Xerxes4.6 Xerxes em hebraico é “Assuero”. Ele começou a reinar em 485 antes de Cristo., os inimigos escreveram uma acusação contra os moradores de Judá e de Jerusalém.

4.6
Et 1.1

7Bislã, Mitredate, Tabeel e os seus companheiros escreveram uma carta a Artaxerxes4.7 Artaxerxes I, que reinou de 464 a 423 antes de Cristo., rei da Pérsia. A carta foi escrita em aramaico4.7 De 4.8—6.18 o texto vem escrito em aramaico, em vez de hebraico. e traduzida para a língua persa. 8Reum, que era o governador, e Sinsai, o escrivão, também escreveram uma carta ao rei Artaxerxes contra os moradores de Jerusalém. A carta dizia:

9“Esta carta é enviada por Reum, o governador, e Sinsai, o escrivão, junto com os seus companheiros, os juízes e todos os outros funcionários, que são naturais de Ereque, da Babilônia e de Susã, na terra de Elão, 10e junto com os outros povos que o grande e poderoso Assurbanipal4.10 Assurbanipal reinou de 668 a 630 antes de Cristo. tirou dos seus países e levou para morar na cidade de Samaria e no resto da província do Eufrates-Oeste4.10 No tempo em que era dominado pela Pérsia, o território de Judá fazia parte desta grande província persa, que ficava a oeste do rio Eufrates..”

11A carta continuava assim:

“Ao rei Artaxerxes, os seus servidores da província do Eufrates-Oeste escrevem o que segue:

12“Ó rei, levamos ao seu conhecimento que os judeus que o senhor mandou para cá chegaram a Jerusalém e estão construindo de novo essa cidade rebelde e má. Já começaram a levantar as muralhas e logo vão acabar esse trabalho. 13É bom que o rei também saiba que, se essa cidade for reconstruída, e se as suas muralhas forem levantadas de novo, essa gente não vai querer pagar nenhum imposto nem taxas, e por causa disso o rei terá muito prejuízo. 14Como nós somos seus servidores, não queremos que o senhor fique prejudicado. Por isso, sugerimos 15que o senhor mande fazer uma investigação nos arquivos dos seus antepassados. Se fizer isso, descobrirá que Jerusalém é uma cidade rebelde e que, desde os tempos antigos, ela tem dado trabalho aos reis e aos governadores das províncias. Em outros tempos, tem havido revoltas nela, e por isso ela foi destruída. 16Portanto, ó rei, nós estamos certos de que, se essa cidade for construída de novo, e se as suas muralhas forem consertadas, o senhor não poderá mais controlar a província do Eufrates-Oeste.”

A resposta do rei

17Então o rei Artaxerxes4.17 Artaxerxes I, que reinou de 464 a 423 antes de Cristo. mandou a seguinte resposta:

“A Reum, o governador, a Sinsai, o escrivão, e aos seus companheiros que vivem em Samaria4.17 Samaria é outro nome dado a Israel, o Reino do Norte (ver 1Rs 21.1). e no resto da província do Eufrates-Oeste: Saudações.

18“A carta que vocês mandaram foi traduzida para a língua persa e lida para mim. 19Então mandei que fizessem uma investigação, e descobriu-se que, desde os tempos antigos, Jerusalém tem se revoltado contra a autoridade do rei e que ela sempre esteve cheia de rebeldes e de criadores de casos. 20Reis poderosos reinaram ali e governaram toda a província do Eufrates-Oeste, e o povo lhes pagava impostos e taxas. 21Portanto, deem ordens para que parem as obras. Essa cidade não será construída de novo enquanto eu não mandar. 22Cumpram essa ordem com todo o cuidado para evitar que eu tenha mais prejuízos.”

23A carta do rei Artaxerxes foi lida para Reum, para Sinsai e para os seus companheiros. Então todos eles foram imediatamente a Jerusalém e, ameaçando os israelitas com armas, os obrigaram a parar as obras.

A reconstrução do Templo

24O trabalho da construção do Templo havia sido interrompido e tinha continuado parado até o segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia4.24 Ver Ed 4.5, nota..

4.24
Ag 1.1
Zc 1.1