Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
137

Saudades de Sião

1371Às margens dos rios da Babilônia,

nós nos assentávamos

e chorávamos,

lembrando-nos de Sião.

137.1
Ne 1.4

2Nos salgueiros que lá havia,

pendurávamos as nossas harpas,

3pois aqueles que

nos levaram cativos

nos pediam canções,

e os nossos opressores queriam

que fôssemos alegres, dizendo:

“Cantem para nós

um dos cânticos de Sião.”

4Mas como poderíamos entoar

um cântico ao Senhor

em terra estranha?

5Se eu me esquecer de você,

ó Jerusalém,

que a minha mão direita

se resseque.

6Que a minha língua fique colada

ao céu da boca,

se eu não me lembrar de você,

se eu não preferir Jerusalém

à minha maior alegria.

7Contra os filhos de Edom,

lembra-te, Senhor,

do dia em que Jerusalém

foi tomada,

137.7
Ez 25.12-14
Am 1.11

pois diziam: “Arrasem!

Arrasem Jerusalém

até os seus alicerces!”

8Filha da Babilônia,

você que será destruída,

feliz aquele que lhe retribuir

o mal que você nos fez.

137.8
Is 13.1-22
Jr 25.12
Ap 18.6

9Feliz aquele que pegar

os seus filhos

e esmagá-los contra a pedra.

137.9
2Rs 8.12
Is 13.16
Os 13.16
Na 3.10