Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
14

A rebelião do povo

141Então toda a congregação se levantou e gritou em alta voz; e o povo chorou aquela noite. 2Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse:

— Quem dera tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! 3E por que o Senhor nos traz a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não seria melhor voltarmos para o Egito?

4E diziam uns aos outros:

— Vamos escolher um chefe e voltemos para o Egito.

5Então Moisés e Arão caíram sobre o seu rosto diante da congregação dos filhos de Israel. 6E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram daqueles que espiaram a terra, rasgaram as suas roupas 7e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo:

— A terra pela qual passamos para espiar é terra muitíssimo boa. 8Se o Senhor se agradar de nós, então nos fará entrar e nos dará essa terra, que é uma terra que mana leite e mel. 9Tão somente não sejam rebeldes contra o Senhor e não tenham medo do povo dessa terra, porque, como pão, os podemos devorar; a proteção que eles tinham se foi. O Senhor está conosco; não tenham medo deles.

10Apesar disso, toda a congregação disse que Josué e Calebe deviam ser apedrejados; porém a glória do Senhor apareceu na tenda do encontro a todos os filhos de Israel. 11O Senhor disse a Moisés:

— Até quando este povo me provocará e até quando não crerá em mim, apesar de todos os sinais que fiz no meio dele? 12Vou feri-lo com pestilência e deserdá-lo; e farei de você povo maior e mais forte do que este.

Moisés intercede pelo povo

13Moisés respondeu ao Senhor:

— Os egípcios não somente ouviram que, com o teu poder, fizeste este povo sair do meio deles, 14mas também o disseram aos moradores desta terra. Eles ouviram que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo, que face a face, ó Senhor, lhes apareces, tua nuvem está sobre eles e vais adiante deles numa coluna de nuvem, de dia, e, numa coluna de fogo, de noite. 15Se matares este povo de uma só vez, as nações, que antes ouviram a tua fama, dirão: 16“Visto que o Senhor não conseguiu fazer este povo entrar na terra que lhe prometeu com juramento, matou-os no deserto.” 17Agora, pois, peço que a força do meu Senhor se engrandeça, como tens falado, dizendo: 18“O Senhor é tardio em irar-se e rico em bondade;

14.18
Êx 20.5-6
34.6-7
Dt 5.9-10
7.9
ele perdoa a iniquidade e a transgressão, mas não inocenta o culpado, e visita a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração.” 19Perdoa, pois, a iniquidade deste povo, segundo a grandeza da tua misericórdia e como também tens perdoado a este povo desde a terra do Egito até aqui.

O castigo dado por Deus

Dt 1.34-40

20O Senhor respondeu:

— Conforme você me pediu, eu perdoei. 21Porém, tão certo como eu vivo, e como toda a terra se encherá da glória do Senhor, 22nenhum dos homens que viram a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, e mesmo assim me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, 23nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais; sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá. 24Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar na terra que espiou, e a sua descendência a possuirá.

14.24
Js 14.9-12
25Ora, os amalequitas e os cananeus habitam no vale; portanto, amanhã mudem de rumo e caminhem para o deserto, pelo caminho do mar Vermelho.

26Depois, o Senhor disse a Moisés e a Arão:

27— Até quando vou aguentar esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim. 28Diga-lhes: “Tão certo como eu vivo, diz o Senhor, vou tratar vocês de acordo com o que falaram aos meus ouvidos. 29Neste deserto, cairá o cadáver de vocês — de todos vocês que foram contados no censo, de vinte anos para cima, e que murmuraram contra mim. 30Vocês não entrarão na terra na qual jurei que os faria habitar, com a exceção de Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. 31Mas os seus filhos, dos quais vocês dizem que serão por presa, esses eu farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vocês desprezaram. 32Porém, quanto a vocês, o seu cadáver cairá neste deserto. 33Os filhos de vocês serão pastores neste deserto durante quarenta anos

14.33
At 7.36
e levarão sobre si as infidelidades de vocês, até que o cadáver de vocês se consuma neste deserto. 34Segundo o número dos dias em que vocês espiaram a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, vocês levarão sobre si as suas iniquidades durante quarenta anos e terão experiência do meu desagrado. 35Eu, o Senhor, falei. Assim farei a toda esta má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto, se consumirão e aí morrerão.”
14.1-35
Hb 3.16-19

36Os homens que Moisés havia mandado para espiar a terra e que, voltando, fizeram murmurar toda a congregação contra ele, falando mal da terra, 37esses mesmos homens que falaram mal da terra morreram de praga diante do Senhor. 38Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, sobreviveram.

O povo é derrotado em Horma

Dt 1.41-46

39Moisés falou estas palavras a todos os filhos de Israel, e o povo ficou muito triste. 40Levantaram-se de manhã cedo e subiram ao alto do monte, dizendo:

— Aqui estamos e subiremos ao lugar que o Senhor nos prometeu, porque pecamos.

41Porém Moisés respondeu:

— Por que vocês estão transgredindo o mandado do Senhor? Isso não prosperará. 42Não vão, porque o Senhor não estará no meio de vocês, e vocês serão derrotados pelos seus inimigos. 43Porque os amalequitas e os cananeus estão logo ali adiante, e vocês cairão à espada. Uma vez que se desviaram do Senhor, o Senhor não estará com vocês.

44Contudo, eles teimaram em querer entrar na região montanhosa. No entanto, a arca da aliança do Senhor e Moisés não saíram do meio do arraial. 45Então os amalequitas e os cananeus que habitavam na região montanhosa desceram e os atacaram, derrotando-os até Horma.

15

Leis a respeito de ofertas

151O Senhor disse a Moisés:

2— Fale aos filhos de Israel e diga-lhes: Quando entrarem na terra em que vocês vão habitar, a terra que eu lhes darei, 3e ao Senhor fizerem oferta queimada, holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou em oferta voluntária, ou, nas suas festas fixas, apresentarem ao Senhor aroma agradável com o sacrifício de gado e ovelhas, 4então aquele que apresentar a sua oferta ao Senhor, por oferta de cereais, trará dois litros da melhor farinha, misturada com um litro de azeite. 5E de vinho para libação prepare um litro para cada cordeiro, além do holocausto ou do sacrifício. 6Para cada carneiro prepare uma oferta de cereais de quatro litros da melhor farinha, misturada com um litro e meio de azeite. 7E de vinho para a libação ofereça um litro e meio ao Senhor, em aroma agradável. 8Quando você preparar um novilho para holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou um sacrifício pacífico ao Senhor, 9traga com o novilho uma oferta de cereais de seis litros da melhor farinha, misturada com dois litros de azeite, 10e de vinho para a libação traga dois litros, oferta queimada de aroma agradável ao Senhor.

11— Assim se fará com todos os novilhos, carneiros, cordeiros e bodes. 12Segundo o número que vocês oferecerem, assim o farão para cada um. 13Todos os naturais da terra assim farão estas coisas, trazendo oferta queimada de aroma agradável ao Senhor. 14Se também morar com vocês algum estrangeiro ou quem quer que estiver entre vocês ou os seus descendentes e trouxer uma oferta queimada de aroma agradável ao Senhor, deverá fazer o mesmo que vocês fazem. 15Quanto à congregação, haja apenas um estatuto, tanto para vocês como para os estrangeiros que morarem entre vocês, por estatuto perpétuo nas suas gerações; vocês e os estrangeiros serão iguais diante do Senhor. 16A mesma lei e o mesmo rito

15.16
Lv 24.22
se aplicam a vocês e aos estrangeiros que moram com vocês.

17O Senhor disse a Moisés:

18— Fale aos filhos de Israel e diga-lhes: Quando chegarem à terra em que eu os farei entrar, 19ao comerem do pão da terra, apresentem uma oferta ao Senhor. 20Das primícias da farinha grossa vocês apresentarão um bolo como oferta; como oferta da eira, assim vocês o apresentarão. 21Das primícias da farinha grossa vocês apresentarão ao Senhor oferta nas suas gerações.

Sacrifícios pelos pecados involuntários

Lv 4.13-21

22— Quando vocês cometerem pecado involuntário e não cumprirem todos estes mandamentos que o Senhor falou a Moisés, 23sim, tudo o que o Senhor lhes ordenou por meio de Moisés, desde o dia em que o Senhor ordenou e daí em diante, nas suas gerações, 24então, quando se fizer alguma coisa de forma involuntária e isso for oculto aos olhos da coletividade, toda a congregação oferecerá um novilho, para holocausto de aroma agradável ao Senhor, com a sua oferta de cereais e de libação, segundo o rito, e um bode, para oferta pelo pecado. 25O sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porque foi algo involuntário, e eles trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao Senhor, e a sua oferta pelo pecado diante do Senhor, por causa do seu pecado involuntário. 26Assim, toda a congregação dos filhos de Israel e também os estrangeiros que habitam no meio deles serão perdoados, pois todo o povo foi envolvido nesse pecado involuntário.

27— Se alguma pessoa cometer pecado involuntário, apresentará uma cabra de um ano como oferta pelo pecado. 28O sacerdote fará expiação pela pessoa que errou, quando cometer pecado involuntário diante do Senhor, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

15.27-28
Lv 4.27-31
29Tanto para o natural dos filhos de Israel como para o estrangeiro que habita no meio deles a lei será a mesma, caso alguém cometer pecado involuntário. 30Mas a pessoa que fizer alguma coisa deliberadamente, quer seja dos naturais da terra quer dos estrangeiros, está blasfemando contra o Senhor; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo, 31pois desprezou a palavra do Senhor e desrespeitou o seu mandamento. Essa pessoa será eliminada, e a sua iniquidade será sobre ela.

Castigo pela violação do sábado

32Quando os filhos de Israel estavam no deserto, encontraram um homem apanhando lenha no dia de sábado. 33Os que o encontraram apanhando lenha o levaram a Moisés, a Arão e a toda a congregação. 34Eles o mantiveram preso, porque ainda não estava declarado o que se devia fazer com ele. 35Então o Senhor disse a Moisés:

— Esse homem deve ser morto; toda a congregação o apedrejará fora do arraial.

36Assim, toda a congregação o levou para fora do arraial, e o apedrejaram; e ele morreu, como o Senhor havia ordenado a Moisés.

As franjas das capas

Dt 22.12

37O Senhor disse a Moisés:

38— Fale aos filhos de Israel e diga-lhes que ao longo das suas gerações coloquem franjas nas extremidades das suas capas e ponham um cordão azul em cada franja. 39E as franjas estarão ali para que, ao vê-las, vocês se lembrem de todos os mandamentos do Senhor e os cumpram, para que vocês não se deixem arrastar à infidelidade, seguindo os desejos do seu coração e dos seus olhos. 40As franjas estarão ali para que vocês se lembrem de todos os meus mandamentos, os cumpram e sejam santos ao Deus de vocês. 41Eu sou o Senhor, o Deus de vocês, que os tirei da terra do Egito, para ser o Deus de vocês. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês.

16

A rebelião de Corá, Datã e Abirão

161Corá, filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo Datã e Abirão, filhos de Eliabe, e também Om, filho de Pelete, todos da tribo de Rúben, 2e se levantaram diante de Moisés com duzentos e cinquenta homens dos filhos de Israel, chefes da congregação, eleitos por ela, homens de renome, 3e se ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram:

— Basta! Toda a congregação é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles. Por que, então, vocês se exaltam sobre a congregação do Senhor?

4Quando ouviu isto, Moisés caiu sobre o seu rosto. 5E falou a Corá e a todo o seu grupo, dizendo:

— Amanhã pela manhã, o Senhor fará saber quem é dele e quem é o santo que ele fará chegar a si. Aquele a quem ele escolher, esse ele fará chegar a si. 6Façam isto: peguem incensários, Corá e todo o seu grupo. 7Ponham brasas nos incensários amanhã, coloquem incenso sobre as brasas diante do Senhor. O homem a quem o Senhor escolher, este será o santo. E agora basta, filhos de Levi!

8Moisés disse também a Corá:

— Agora escutem, filhos de Levi! 9Será que para vocês é pouca coisa o fato de o Deus de Israel os ter separado da congregação de Israel, para os fazer chegar a si, a fim de cumprirem o serviço do tabernáculo do Senhor e estarem diante da congregação para ministrar-lhe? 10Ele fez chegar você, Corá, e todos os seus irmãos, os filhos de Levi, com você. E agora vocês buscam também o sacerdócio? 11Portanto, você e todo o seu grupo estão contra o Senhor. E Arão, o que é ele para que estejam murmurando contra ele?

12Moisés mandou chamar Datã e Abirão, filhos de Eliabe. Porém eles disseram:

— Não iremos! 13Será que é pouca coisa o fato de você nos ter tirado de uma terra que mana leite e mel, para nos fazer morrer neste deserto? E agora você quer também se fazer príncipe sobre nós? 14Além disso, você não nos levou a uma terra que mana leite e mel, nem nos deu campos e vinhas como herança. Você pensa que pode arrancar os olhos dessa gente? Pois não iremos!

15Então Moisés ficou muito irado e disse ao Senhor:

— Não atentes para a oferta deles! Não tirei deles nem um só jumento e não fiz mal a nenhum deles.

16Moisés disse ainda a Corá:

— Você e todo o seu grupo, ponham-se diante do Senhor — você e eles, e também Arão — no dia de amanhã. 17Cada um pegará o seu incensário e porá incenso nele. Que cada um traga o seu incensário diante do Senhor, duzentos e cinquenta incensários; também você e Arão, cada qual o seu.

18Assim, pegaram cada qual o seu incensário, puseram brasas neles, sobre as brasas colocaram incenso e se puseram com Moisés e Arão diante da porta da tenda do encontro. 19Corá reuniu contra eles todo o povo à porta da tenda do encontro. Então a glória do Senhor apareceu a toda a congregação.

Os rebeldes são castigados

20O Senhor disse a Moisés e a Arão:

21— Afastem-se do meio desta congregação, e eu os consumirei num momento.

22Mas Moisés e Arão se prostraram sobre o seu rosto e disseram:

— Ó Deus, autor e conservador de toda a vida, será que, pelo fato de pecar um só homem, ficarás indignado contra toda esta congregação?

23O Senhor respondeu a Moisés:

24— Fale a toda esta congregação, dizendo: “Afastem-se da habitação de Corá, Datã e Abirão.”

25Então Moisés se levantou e foi para onde estavam Datã e Abirão; e os anciãos de Israel foram com ele. 26E Moisés disse à congregação:

— Peço que vocês se afastem das tendas destes homens perversos e não toquem em nada do que é deles, para que vocês não sejam destruídos por causa de todos os pecados que eles cometeram.

27Eles se afastaram da habitação de Corá, Datã e Abirão.

Datã e Abirão saíram e se puseram à porta da sua tenda, juntamente com suas mulheres, seus filhos e suas crianças. 28Então Moisés disse:

— Nisto vocês saberão que o Senhor me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo: 29se estes homens morrerem como morrem todas as pessoas e se forem visitados por qualquer castigo como se dá com todas as pessoas, então o Senhor não me enviou. 30Mas, se o Senhor criar alguma coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os engolir com tudo o que eles têm, e se eles descerem vivos ao mundo dos mortos, então vocês saberão que estes homens desprezaram o Senhor.

31E aconteceu que, assim que Moisés acabou de dizer todas estas palavras, a terra debaixo deles se fendeu, 32abriu a sua boca e os engoliu com as famílias deles, com todos os que eram partidários de Corá e com todos os bens deles. 33Eles e tudo o que lhes pertencia desceram vivos ao mundo dos mortos; a terra os cobriu, e desapareceram do meio da congregação. 34Todo o Israel que estava ao redor deles fugiu do grito deles. Todos gritavam:

— Vamos fugir, para que a terra não venha a nos engolir também!

35Então veio fogo do Senhor e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam o incenso.

Os incensários são aproveitados

36O Senhor disse a Moisés:

37— Diga a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que pegue os incensários do meio do incêndio e espalhe as brasas para longe, porque os incensários são santos. 38Quanto aos incensários daqueles que pecaram contra a sua própria vida, que deles se façam lâminas para cobertura do altar, porque eles os trouxeram diante do Senhor; por isso, são santos e serão por sinal aos filhos de Israel.

39O sacerdote Eleazar pegou os incensários de metal que aqueles homens que foram queimados tinham trazido, e os incensários foram transformados em lâminas para cobertura do altar, 40por memorial para os filhos de Israel, para que nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se aproxime para acender incenso diante do Senhor; para que não seja como Corá e o seu grupo, como o Senhor lhe tinha dito por meio de Moisés.

Novo tumulto e seu castigo

41Mas, no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo:

— Vocês mataram o povo do Senhor.

42Quando o povo se ajuntou contra Moisés e Arão, eles se viraram para a tenda do encontro. E eis que a nuvem a cobriu, e a glória do Senhor apareceu. 43Moisés e Arão foram para a frente da tenda do encontro. 44Então o Senhor falou a Moisés, dizendo:

45— Saiam do meio desta congregação, e eu a consumirei num momento.

Então eles se prostraram sobre o seu rosto. 46Moisés disse a Arão:

— Pegue o seu incensário, ponha nele algumas brasas do altar, coloque incenso sobre elas, vá depressa à congregação e faça expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do Senhor; já começou a praga.

47Arão pegou o incensário, como Moisés lhe havia falado, e correu para o meio da congregação. Eis que a praga já havia começado entre o povo. Arão colocou incenso nele e fez expiação pelo povo. 48Pôs-se em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga. 49Ora, os que morreram daquela praga foram catorze mil e setecentos, fora os que morreram por causa de Corá. 50Arão voltou para junto de Moisés, à porta da tenda do encontro; e cessou a praga.

Utilizamos cookies de acordo com o nossa Política de Privacidade, respeitando todos as suas informações pessoais.[ocultar]