Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
10

A respeito do divórcio

Mt 19.1-12

101Saindo dali, Jesus foi para o território da Judeia e para além do Jordão. E outra vez as multidões se reuniram junto a ele, e, de novo, ele as ensinava, segundo o seu costume.

2E, aproximando-se alguns fariseus, o puseram à prova, perguntando:

— É lícito ao marido repudiar a sua mulher?

3Jesus respondeu:

— O que foi que Moisés ordenou a vocês?

4Eles disseram:

— Moisés permitiu

10.4
Dt 24.1-4
Mt 5.31
escrever uma carta de divórcio e repudiar.

5Mas Jesus lhes disse:

— Foi por causa da dureza do coração de vocês que Moisés deixou escrito esse mandamento. 6Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher.

10.6
Gn 1.27
5.2
7“Por isso o homem deixará o seu pai e a sua mãe e se unirá à sua mulher, 8tornando-se os dois uma só carne.”
10.7-8
Gn 2.24
De modo que já não são mais dois, porém uma só carne. 9Portanto, que ninguém separe o que Deus ajuntou.

10Em casa, os discípulos voltaram a fazer perguntas sobre esse assunto. 11E Jesus lhes disse:

— Quem repudiar a sua mulher e casar com outra comete adultério contra aquela. 12E, se ela repudiar o seu marido e casar com outro, comete adultério.

10.11-12
Mt 5.32
1Co 7.10-11

Jesus abençoa as crianças

Mt 19.13-15; Lc 18.15-17

13Então trouxeram algumas crianças a Jesus para que as abençoasse, mas os discípulos os repreendiam. 14Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes:

— Deixem que os pequeninos venham a mim; não os impeçam, porque dos tais é o Reino de Deus. 15Em verdade lhes digo: Quem não receber

10.15
Mt 18.3
o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.

16Então, tomando as crianças nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava.

O jovem rico

Mt 19.16-22; Lc 18.18-23

17Pondo-se Jesus a caminho, um homem correu ao seu encontro e, ajoelhando-se diante dele, perguntou-lhe:

— Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

18Jesus respondeu:

— Por que você me chama de bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus. 19Você conhece os mandamentos: “Não mate,

10.19
Êx 20.13
Dt 5.17
não cometa adultério,
10.19
Êx 20.14
Dt 5.18
não furte,
10.19
Êx 20.15
Dt 5.19
não dê falso testemunho,
10.19
Êx 20.16
Dt 5.20
não defraude ninguém, honre o seu pai e a sua mãe.”
10.19
Êx 20.12
Dt 5.16

20Então o homem respondeu:

— Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude.

21E Jesus, olhando para ele com amor, disse:

— Só uma coisa falta a você: vá, venda tudo o que tem, dê o dinheiro aos pobres e você terá um tesouro no céu; depois, venha e siga-me.

22Ele, porém, contrariado com esta palavra, retirou-se triste, porque era dono de muitas propriedades.

O perigo das riquezas

Mt 19.23-30; Lc 18.24-30

23Então Jesus, olhando ao redor, disse aos seus discípulos:

— Como é difícil para os que têm riquezas entrar no Reino de Deus!

24Os discípulos estranharam estas palavras, mas Jesus insistiu em dizer-lhes:

— Filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! 25É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.

26Eles ficaram muito admirados, dizendo entre si:

— Sendo assim, quem pode ser salvo?

27Jesus, olhando para eles, disse:

— Para os seres humanos é impossível; contudo, não para Deus, porque para Deus tudo é possível.

10.27
Gn 18.14
Jó 42.2
Jr 32.17

28Então Pedro começou a dizer-lhe:

— Eis que nós deixamos tudo e seguimos o senhor.

29Jesus respondeu:

— Em verdade lhes digo que não há ninguém que tenha deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou campos por minha causa e por causa do evangelho, 30que não receba, já no presente, cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, receberá a vida eterna. 31Porém muitos primeiros serão últimos,

10.31
Mt 20.16
Lc 13.30
e os últimos serão primeiros.

Jesus ainda outra vez prediz sua morte e ressurreição

Mt 20.17-19; Lc 18.31-34

32Estavam a caminho, subindo para Jerusalém, e Jesus ia adiante dos seus discípulos. Estes se admiravam e o seguiam tomados de apreensões. E Jesus, chamando outra vez os doze para um lado, começou a revelar-lhes as coisas que deviam acontecer com ele, dizendo:

33— Eis que subimos para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles vão condená-lo à morte e entregá-lo aos gentios. 34Vão zombar dele, cuspir nele, açoitá-lo e matá-lo; mas, depois de três dias, ressuscitará.

O pedido de Tiago e João

Mt 20.20-28

35Então se aproximaram dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo:

— Mestre, queremos que o senhor nos conceda o que vamos pedir.

36E Jesus lhes perguntou:

— O que querem que eu lhes faça?

37Eles responderam:

— Permite-nos que, na sua glória, nos assentemos um à sua direita e o outro à sua esquerda.

38Mas Jesus lhes disse:

— Vocês não sabem o que estão pedindo. Será que podem beber o cálice que eu bebo ou receber o batismo com que eu sou batizado?

39Eles responderam:

— Podemos.

Então Jesus lhes disse:

— Vocês beberão o cálice que eu bebo e receberão o batismo com que eu sou batizado.

10.38-39
Lc 12.50
40Quanto a sentar à minha direita ou à minha esquerda, não me compete concedê-lo, pois é para aqueles a quem está preparado.

41Quando os outros dez discípulos ouviram isso, começaram a ficar indignados com Tiago e João. 42Mas Jesus, chamando todos para junto de si, disse:

— Vocês sabem que os que são considerados governadores dos povos os dominam e que os seus maiorais exercem autoridade sobre eles. 43Mas entre vocês não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vocês, que se coloque a serviço dos outros; 44e quem quiser ser o primeiro entre vocês, que seja servo de todos.

10.43-44
Mt 23.11
Mc 9.35
45Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
10.41-45
Lc 22.24-27
2Co 8.9
Fp 2.7
1Tm 2.6
Tt 2.14
Hb 9.28

A cura do cego de Jericó

Mt 20.29-34; Lc 18.35-43

46E foram para Jericó. Quando Jesus saía de Jericó, juntamente com os discípulos e numerosa multidão, Bartimeu, um cego mendigo, filho de Timeu, estava sentado à beira do caminho 47e, ouvindo que era Jesus, o Nazareno, começou a gritar:

— Jesus, Filho de Davi, tenha compaixão de mim!

48E muitos o repreendiam para que se calasse, mas ele gritava cada vez mais:

— Filho de Davi, tenha compaixão de mim!

49Jesus parou e disse:

— Chamem o cego.

Chamaram, então, o cego, dizendo-lhe:

— Coragem! Levante-se, porque ele está chamando você.

50Atirando a capa para o lado, o cego levantou-se de um salto e foi até onde estava Jesus, 51que lhe perguntou:

— O que você quer que eu lhe faça?

O cego respondeu:

— Mestre, que eu possa ver de novo.

52Então Jesus lhe disse:

— Vá, a sua fé salvou você.

E imediatamente passou a ver e foi seguindo Jesus estrada afora.

11

Jesus entra em Jerusalém

Mt 21.1-11; Lc 19.28-40; Jo 12.12-19

111Quando se aproximavam de Jerusalém, de Betfagé e Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos 2e disse-lhes:

— Vão até a aldeia que está diante de vocês e logo, ao entrar, encontrarão preso um jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendam o jumentinho e tragam aqui. 3Se alguém perguntar: “Por que estão fazendo isso?”, respondam: “O Senhor precisa dele e logo o mandará de volta para cá.”

4Então foram e acharam o jumentinho preso, junto ao portão, do lado de fora, na rua, e o desprenderam. 5Alguns dos que ali estavam reclamaram:

— O que estão fazendo, soltando o jumentinho?

6Eles, porém, responderam conforme as instruções de Jesus. Então os deixaram ir. 7Levaram o jumentinho a Jesus, puseram as suas capas sobre o animal, e Jesus montou nele. 8Muitos estenderam as suas capas no caminho, e outros espalharam ramos que tinham cortado nos campos. 9Tanto os que iam adiante dele como os que o seguiam clamavam:

“Hosana!

11.9
Sl 118.25-26

Bendito o que vem

em nome do Senhor!

10Bendito o Reino que vem,

o reino de Davi, nosso pai!

Hosana nas maiores alturas!”

11E Jesus entrou em Jerusalém, no templo. E, tendo observado tudo, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze.

A figueira sem fruto

Mt 21.18-19

12No dia seguinte, quando saíram de Betânia, Jesus teve fome. 13E, vendo de longe uma figueira com folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa. Aproximando-se dela, nada achou, a não ser folhas; porque não era tempo de figos. 14Então Jesus disse à figueira:

— Nunca mais alguém coma dos seus frutos!

E os discípulos de Jesus ouviram isto.

Jesus no templo

Mt 21.12-17; Lc 19.45-48; Jo 2.13-22

15E foram para Jerusalém. Quando Jesus entrou no templo, começou a expulsar os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas, 16e não permitia que alguém atravessasse o templo carregando algum objeto. 17Também os ensinava e dizia:

— Não é isso que está escrito: “A minha casa será chamada ‘Casa de Oração’ para todas as nações”?

11.17
Is 56.7
Mas vocês fizeram dela um covil de salteadores.
11.17
Jr 7.11

18E os principais sacerdotes e escribas ouviram isso e procuravam uma maneira de matar Jesus,

11.18
Mc 3.6
pois o temiam, porque toda a multidão se maravilhava de sua doutrina.

19Em vindo a tarde, Jesus e os discípulos saíram da cidade.

A lição da figueira

Mt 21.20-22

20E, passando eles pela manhã, viram que a figueira estava seca desde a raiz. 21Então Pedro, lembrando-se, falou:

— Mestre, eis que a figueira que o senhor amaldiçoou ficou seca.

22Ao que Jesus lhes disse:

— Tenham fé em Deus. 23Porque em verdade lhes digo que, se alguém disser a este monte:

11.23
Mt 17.20
1Co 13.2
“Levante-se e jogue-se no mar”, e não duvidar no seu coração, mas crer que se fará o que diz, assim será com ele. 24Por isso digo a vocês que tudo o que pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim será com vocês. 25E, quando estiverem orando, se tiverem alguma coisa contra alguém, perdoem, para que o Pai de vocês, que está nos céus, perdoe as ofensas de vocês. 26[Mas, se vocês não perdoarem, também o Pai de vocês, que está nos céus, não perdoará as ofensas
11.25-26
Mt 6.14-15
de vocês.]11.26 O texto entre colchetes se encontra apenas em manuscritos mais recentes

A autoridade de Jesus

Mt 21.23-27; Lc 20.1-8

27Então regressaram para Jerusalém. E enquanto Jesus andava pelo templo, os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos vieram ao seu encontro 28e lhe perguntaram:

— Com que autoridade você faz estas coisas? Ou quem lhe deu esta autoridade para fazer isto?

29Jesus respondeu:

— Eu vou fazer uma pergunta a vocês. Respondam, e eu lhes direi com que autoridade faço estas coisas. 30O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondam!

31E eles discutiam entre si:

— Se dissermos: “Do céu”, ele dirá: “Então por que não acreditaram nele?” 32Se, porém, dissermos: “Dos homens”, é de temer o povo.

Porque todos pensavam que João era realmente um profeta.

33Então responderam a Jesus:

— Não sabemos.

E Jesus, por sua vez, lhes disse:

— Então eu também não lhes digo com que autoridade faço estas coisas.

12

A parábola dos lavradores maus

Mt 21.33-46; Lc 20.9-19

121Depois Jesus começou a falar-lhes por parábola:

— Um homem plantou uma vinha.

12.1
Is 5.1-2
Pôs uma cerca em volta dela, construiu um lagar,12.1 Tanque para pisar as uvas e fazer suco e vinho edificou uma torre e arrendou a vinha a uns lavradores. Depois, ausentou-se do país. 2No tempo da colheita, mandou um servo para que recebesse dos lavradores a sua parte dos frutos da vinha. 3Mas os lavradores o agarraram, espancaram e o despacharam de mãos vazias. 4De novo, enviou-lhes outro servo, e eles bateram na cabeça dele e o insultaram. 5Mandou ainda outro servo, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros.

6— Restava-lhe ainda um: o seu filho amado. Por fim, mandou o filho, pensando: “O meu filho eles respeitarão.” 7Mas os tais lavradores disseram entre si: “Este é o herdeiro; venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa.” 8E, agarrando o filho, mataram-no e o lançaram fora da vinha.

9— Que fará, pois, o dono da vinha? Virá, exterminará aqueles lavradores e entregará a vinha a outros. 10Vocês ainda não leram este trecho da Escritura:

“A pedra que os construtores

rejeitaram,

essa veio a ser a pedra angular.

11Isto procede do Senhor

e é maravilhoso

aos nossos olhos”?

12.10-11
Sl 118.22-23

12E procuravam prender Jesus, porque entenderam que ele havia contado essa parábola contra eles; mas temiam o povo. Então eles o deixaram e foram embora.

A questão do imposto

Mt 22.15-22; Lc 20.20-26

13E enviaram a Jesus alguns dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. 14Chegando, disseram-lhe:

— Mestre, sabemos que o senhor é verdadeiro e não se importa com a opinião dos outros, porque não olha a aparência das pessoas, mas, segundo a verdade, ensina o caminho de Deus; é lícito pagar imposto a César ou não? Devemos ou não devemos pagar?

15Mas Jesus, percebendo a hipocrisia deles, respondeu:

— Por que vocês estão me pondo à prova? Tragam-me um denário12.15 Moeda romana de prata, que era o pagamento por um dia de trabalho para que eu o veja.

16Eles trouxeram. E Jesus lhes perguntou:

— De quem é esta figura e esta inscrição?

Eles responderam:

— De César.

17Então Jesus disse:

— Deem a César o que é de César

12.17
Rm 13.7
e a Deus o que é de Deus.

E muito se admiraram dele.

Os saduceus e a ressurreição

Mt 22.23-33; Lc 20.27-40

18Então alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição,

12.18
At 23.8
aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram:

19— Mestre, Moisés nos deixou escrito

12.19
Dt 25.5
que, se um homem morrer e deixar mulher sem filhos, o irmão desse homem deve casar com a viúva e gerar descendentes para o falecido. 20Havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu sem deixar filhos; 21o segundo casou com a viúva e morreu, também sem deixar descendência; e o terceiro, da mesma forma. 22E, assim, os sete não deixaram descendência. Por fim, depois de todos, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem, de qual deles ela será a esposa? Porque os sete casaram com ela.

24Jesus respondeu:

— Será que o erro de vocês não está no fato de não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus? 25Pois, quando ressuscitarem dentre os mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos nos céus. 26Quanto aos mortos, que eles de fato ressuscitam, vocês nunca leram no Livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: “Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”?

12.26
Êx 3.6
27Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos. Vocês estão completamente enganados.

O grande mandamento

Mt 22.34-40; Lc 10.25-28

28Chegando um dos escribas, que ouviu a discussão entre eles e viu que Jesus tinha dado uma boa resposta, perguntou-lhe:

— Qual é o principal de todos os mandamentos?

29Jesus respondeu:

— O principal é: “Escute, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! 30Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e com toda a sua força.”

12.29-30
Dt 6.4-5
31O segundo é: “Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.”
12.31
Lv 19.18
Não há outro mandamento maior do que estes.

32Então o escriba disse:

— Muito bem, Mestre! E com verdade o senhor disse que ele é o único, e não há outro além dele,

12.32
Dt 4.35
Is 45.21
33e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e com todas as forças e amar o próximo como a si mesmo é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.
12.33
Os 6.6

34Vendo Jesus que o escriba havia respondido sabiamente, declarou-lhe:

— Você não está longe do Reino de Deus.

E ninguém mais ousava fazer perguntas a Jesus.

12.28-34
Lc 10.25-28

O Cristo, filho de Davi

Mt 22.41-46; Lc 20.41-44

35Jesus, ensinando no templo, perguntou:

— Como dizem os escribas que o Cristo é filho de Davi? 36O próprio Davi falou, pelo Espírito Santo:

“Disse o Senhor ao meu Senhor:

‘Sente-se à minha direita,

até que eu ponha os seus inimigos

debaixo dos seus pés.’”

12.36
Sl 110.1

37— O próprio Davi chama o Cristo de Senhor; então como ele pode ser filho de Davi?

E a grande multidão o ouvia com prazer.

Jesus censura os escribas

Mt 23.1-36; Lc 20.45-47

38E, ao ensinar, Jesus dizia:

— Cuidado com os escribas, que gostam de andar com vestes talares e das saudações nas praças; 39buscam as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes; 40devoram as casas das viúvas

12.40
Is 10.2
e, para o justificar, fazem longas orações. Estes sofrerão juízo muito mais severo.

A oferta da viúva pobre

Lc 21.1-4

41Sentado diante da caixa de ofertas, Jesus observava como o povo lançava ali o dinheiro. Ora, muitos ricos depositavam grandes quantias. 42Vindo, porém, uma viúva pobre, lançou duas pequenas moedas correspondentes a um quadrante.12.42 Moeda de pequeno valor 43E, chamando os seus discípulos, Jesus disse:

— Em verdade lhes digo que esta viúva pobre lançou na caixa de ofertas mais do que todos os ofertantes. 44Porque todos eles deram daquilo que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza deu tudo o que possuía, todo o seu sustento.

12.44
2Co 8.2,12