Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
21

Jesus entra em Jerusalém

Mc 11.1-11; Lc 19.28-40; Jo 12.12-19

211Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois discípulos, 2dizendo-lhes:

— Vão até a aldeia que está diante de vocês e logo encontrarão presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendam e tragam para mim. 3E, se alguém disser alguma coisa, respondam: “O Senhor precisa deles.” E logo ele deixará que vocês tragam os animais.

4Ora, isto aconteceu para se cumprir o que foi dito por meio do profeta:

5“Digam à filha de Sião:

Eis que o seu Rei vem até você,

humilde, montado em jumenta,

e num jumentinho,

cria de animal de carga.”

21.5
Zc 9.9

6Indo os discípulos e tendo feito como Jesus lhes havia ordenado, 7trouxeram a jumenta e o jumentinho. Então puseram em cima deles as suas capas, e sobre elas Jesus montou. 8E a maior parte da multidão estendeu as suas capas no caminho, e outros cortavam ramos de árvores, espalhando-os pelo caminho. 9E as multidões, tanto as que iam adiante dele como as que o seguiam, clamavam:

“Hosana

21.9
Sl 118.25-26
ao Filho de Davi!

Bendito o que vem

em nome do Senhor!

Hosana nas maiores alturas!”

10E, quando Jesus entrou em Jerusalém, toda a cidade se alvoroçou. E perguntavam:

— Quem é este?

11E as multidões respondiam:

— Este é o profeta

21.11
Lc 7.16
Jo 7.40
Jesus, de Nazaré da Galileia!

A purificação do templo

Mc 11.15-19; Lc 19.45-48; Jo 2.13-22

12Jesus entrou no templo e expulsou todos os que ali vendiam e compravam. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. 13E disse-lhes:

— Está escrito: “A minha casa será chamada ‘Casa de Oração’.”

21.13
Is 56.7
Mas vocês estão fazendo dela um covil de salteadores.
21.13
Jr 7.11

14Cegos e coxos se aproximaram de Jesus, no templo, e ele os curou. 15Mas, quando os principais sacerdotes e os escribas viram as maravilhas que Jesus fazia e as crianças que gritavam no templo: “Hosana ao Filho de Davi!”, ficaram indignados e perguntaram a Jesus:

16— Você está ouvindo o que estão dizendo?

Jesus respondeu:

— Sim! Vocês nunca leram: “Da boca de pequeninos e crianças de peito tiraste o perfeito louvor”?

21.16
Sl 8.2

17E, deixando-os, saiu da cidade e foi para Betânia, onde passou a noite.

A figueira sem fruto

Mc 11.12-14,20-24

18Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, Jesus teve fome. 19E, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas não encontrou nada, a não ser folhas. Então Jesus disse à figueira:

— Nunca mais nasça fruto de você!

E a figueira secou imediatamente. 20Quando os discípulos viram isso, ficaram admirados e disseram:

— Como a figueira secou depressa!

21Ao que Jesus lhes disse:

— Em verdade lhes digo que, se tiverem fé

21.21
Mt 17.20
1Co 13.2
e não duvidarem, não somente farão o que foi feito à figueira, mas até mesmo, se disserem a este monte: “Levante-se e jogue-se no mar”, assim será feito. 22E tudo o que pedirem em oração, crendo, vocês receberão.

A autoridade de Jesus

Mc 11.27-33; Lc 20.1-8

23Jesus entrou no templo e, quando já estava ensinando, os principais sacerdotes e os anciãos do povo se aproximaram dele e perguntaram:

— Com que autoridade você faz estas coisas? E quem lhe deu esta autoridade?

24Jesus respondeu:

— Eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Se me responderem, também eu lhes direi com que autoridade faço estas coisas. 25De onde era o batismo de João: do céu ou dos homens?

E eles discutiam entre si:

— Se dissermos: “Do céu”, ele nos dirá: “Então por que não acreditaram nele?” 26Mas, se dissermos: “Dos homens”, é de temer o povo. Porque todos consideram João um profeta.

27Então responderam a Jesus:

— Não sabemos.

E ele, por sua vez, lhes disse:

— Então eu também não lhes digo com que autoridade faço estas coisas.

A parábola dos dois filhos

28— O que vocês acham? Um homem tinha dois filhos. Chegando-se ao primeiro, disse: “Filho, vá hoje trabalhar na vinha.” 29Ele respondeu: “Não quero ir.” Mas depois, arrependido, foi. 30Dirigindo-se ao outro filho, o pai disse a mesma coisa. Ele respondeu: “Sim, senhor.” Mas não foi. 31Qual dos dois fez a vontade do pai?

Eles responderam:

— O primeiro.

Então Jesus disse:

— Em verdade lhes digo que os publicanos e as prostitutas estão entrando no Reino de Deus primeiro que vocês. 32Porque João veio até vocês no caminho da justiça, e vocês não acreditaram nele; no entanto, os publicanos

21.32
Lc 3.12
7.29-30
e as prostitutas acreditaram. Vocês, porém, mesmo vendo isso, não se arrependeram depois para acreditar nele.

A parábola dos lavradores maus

Mc 12.1-12; Lc 20.9-19

33— Escutem outra parábola. Havia um homem, dono de terras, que plantou uma vinha.

21.33
Is 5.1-2
Pôs uma cerca em volta dela, construiu nela um lagar,21.33 Tanque no qual se pisavam as uvas edificou uma torre e arrendou a vinha a uns lavradores. Depois, ausentou-se do país. 34Quando chegou o tempo da colheita, o dono da vinha mandou os seus servos aos lavradores, para receber os frutos que cabiam a ele. 35Mas os lavradores, agarrando os servos, espancaram um, mataram outro e apedrejaram ainda outro. 36O dono enviou ainda outros servos em maior número; e os lavradores fizeram a mesma coisa com eles. 37Por último, o dono da vinha enviou-lhes o seu próprio filho, pensando: “O meu filho eles respeitarão.” 38Mas os lavradores, vendo o filho, disseram uns aos outros: “Este é o herdeiro; venham, vamos matá-lo e ficar com a herança dele para nós.” 39E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e o mataram. 40Quando, pois, vier o dono da vinha, que fará àqueles lavradores?

41Eles responderam:

— Fará perecer horrivelmente aqueles malvados e arrendará a vinha a outros lavradores que lhe entregarão os frutos no tempo certo.

42Então Jesus perguntou:

— Vocês nunca leram nas Escrituras:

“A pedra que os construtores

rejeitaram,

essa veio a ser a pedra angular.

Isto procede do Senhor

e é maravilhoso

aos nossos olhos”?

21.42
Sl 118.22-23

43— Portanto, eu lhes digo que o Reino de Deus será tirado de vocês e entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos. 44Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.

45Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo estas parábolas, entenderam que Jesus falava a respeito deles; 46e, embora quisessem prendê-lo, tinham medo das multidões, porque estas o consideravam como profeta.

22

A parábola da festa de casamento

Lc 14.15-24

221De novo Jesus lhes falou por parábolas, dizendo:

2— O Reino dos Céus é semelhante a um rei que preparou uma festa de casamento para seu filho. 3Enviou os seus servos a chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram vir. 4Enviou ainda outros servos, dizendo: “Digam aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e animais da engorda já foram abatidos, e tudo está pronto; venham para a festa.” 5Mas os convidados não se importaram e se foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio. 6Outros, agarrando os servos, os maltrataram e mataram.

7— O rei ficou furioso e, enviando as suas tropas, exterminou aqueles assassinos e incendiou a cidade deles. 8Então disse aos seus servos: “A festa está pronta, mas os convidados não eram dignos. 9Vão, pois, para as encruzilhadas dos caminhos e convidem para o banquete todos os que vocês encontrarem.” 10E, saindo aqueles servos pelas estradas, reuniram todos os que encontraram, maus e bons; e a sala do banquete ficou cheia de convidados.

11— Mas, quando o rei entrou para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial 12e perguntou-lhe: “Amigo, como você entrou aqui sem veste nupcial?” E ele emudeceu. 13Então o rei ordenou aos serventes: “Amarrem os pés e as mãos dele e atirem-no para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes.” 14Porque muitos são chamados, mas poucos são escolhidos.

A questão do imposto

Mc 12.13-17; Lc 20.20-26

15Então os fariseus se retiraram e consultaram entre si como surpreenderiam Jesus em alguma palavra. 16E enviaram-lhe discípulos, juntamente com os herodianos, para lhe dizer:

— Mestre, sabemos que o senhor é verdadeiro e que ensina o caminho de Deus de acordo com a verdade, sem se importar com a opinião dos outros, porque não olha para a aparência das pessoas. 17Assim sendo, diga-nos o que o senhor acha: é lícito pagar imposto a César ou não?

18Mas Jesus, percebendo a maldade deles, respondeu:

— Hipócritas, por que vocês estão me pondo à prova? 19Mostrem-me a moeda do imposto.

Trouxeram-lhe um denário.22.19 Moeda romana de prata, que era o pagamento por um dia de trabalho 20E Jesus lhes perguntou:

— De quem é esta figura e esta inscrição?

21Eles responderam:

— De César.

Então Jesus lhes disse:

— Deem, pois, a César o que é de César

22.21
Rm 13.7
e a Deus o que é de Deus.

22Ouvindo isto, se admiraram e, deixando-o, foram embora.

Os saduceus e a ressurreição

Mc 12.18-27; Lc 20.27-40

23Naquele dia, alguns saduceus, que dizem não haver ressurreição,

22.23
At 23.8
aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram:

24— Mestre, Moisés disse: “Se alguém morrer, não tendo filhos, o irmão desse homem deve casar com a viúva e gerar descendentes para o falecido.”

22.24
Dt 25.5
25Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro, tendo casado, morreu e, não tendo descendência, deixou sua mulher para seu irmão. 26O mesmo aconteceu com o segundo, com o terceiro, até o sétimo. 27Por fim, depois de todos, morreu também a mulher. 28Portanto, na ressurreição, de qual dos sete ela será esposa? Porque todos casaram com ela.

29Jesus respondeu:

— O erro de vocês está no fato de não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus. 30Porque, na ressurreição, nem casam, nem se dão em casamento, mas são como os anjos no céu. 31Quanto à ressurreição dos mortos, vocês nunca leram o que Deus disse a vocês: 32“Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”?

22.32
Êx 3.6
Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos.

33Ouvindo isto, as multidões se maravilhavam da sua doutrina.

O grande mandamento

Mc 12.28-34; Lc 10.25-28

34Entretanto, os fariseus, sabendo que Jesus havia silenciado os saduceus, reuniram-se em conselho. 35E um deles, intérprete da Lei, querendo pôr Jesus à prova, perguntou-lhe:

36— Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?

37Jesus respondeu:

— “Ame o Senhor, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento.”

22.37
Dt 6.5
38Este é o grande e primeiro mandamento. 39E o segundo, semelhante a este, é: “Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.”
22.39
Lv 19.18
40Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.
22.40
Mt 7.12

O Cristo, filho de Davi

Mc 12.35-37; Lc 20.41-44

41Estando reunidos os fariseus, Jesus lhes perguntou:

42— O que vocês pensam do Cristo? De quem é filho?

Eles responderam:

— De Davi.

43E Jesus perguntou:

— Então, como é que Davi, pelo Espírito, chama o Cristo de Senhor, dizendo:

44“Disse o Senhor ao meu Senhor:

‘Sente-se à minha direita,

até que eu ponha os seus inimigos

debaixo dos seus pés’”?

22.44
Sl 110.1

45— Portanto, se Davi o chama de Senhor, como ele pode ser filho de Davi?

46E ninguém podia lhe responder uma palavra; e a partir daquele dia ninguém mais ousou fazer perguntas.

23

Jesus censura os escribas e os fariseus

Mc 12.38-40; Lc 11.37-52; 20.45-47

231Então Jesus falou às multidões e aos seus discípulos:

2— Na cadeira de Moisés se assentaram os escribas e os fariseus. 3Portanto, façam e observem tudo o que eles disserem a vocês, mas não os imitem em suas obras; porque dizem e não fazem. 4Atam fardos pesados, difíceis de carregar, e os põem sobre os ombros dos outros, mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los. 5Praticam todas as suas obras

23.5
Mt 6.1
a fim de serem vistos pelos outros; pois alargam os seus filactérios
23.5
Dt 6.8
e alongam as franjas23.5 Enfeite de cordões trançados que os israelitas amarravam na barra da sua roupa a fim de lembrar que deviam ser fiéis a Deus de suas capas.
23.5
Nm 15.38-39
6Gostam do primeiro lugar nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas, 7das saudações nas praças e de serem chamados de “mestre”. 8Mas vocês não serão chamados de “mestre”, porque um só é Mestre de vocês, e todos vocês são irmãos. 9Aqui na terra, não chamem ninguém de “pai”, porque só um é o Pai de vocês, aquele que está nos céus.
23.9
Mt 6.9
10Nem queiram ser chamados de “guias”, porque um só é o Guia de vocês, o Cristo. 11Mas o maior
23.11
Mt 20.26-27
Mc 9.35
10.43-44
Lc 22.26
entre vocês será o servo de vocês. 12Quem se exaltar
23.12
Lc 14.11
18.14
será humilhado; e quem se humilhar será exaltado.

13— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês fecham o Reino dos Céus diante das pessoas; pois vocês mesmos não entram, nem deixam entrar os que estão entrando!

14[— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês devoram as casas das viúvas

23.14
Is 10.2
e, para o justificar, fazem longas orações; por isso, vocês sofrerão juízo
23.14
Mc 12.40
muito mais severo!]23.14 O texto entre colchetes se encontra apenas em manuscritos mais recentes

15— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês percorrem o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornam filho do inferno duas vezes mais do que vocês!

16— Ai de vocês, guias cegos, que dizem: “Se alguém jurar pelo santuário, isso não tem importância; mas, se alguém jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado pelo que jurou!” 17Seus tolos e cegos! Qual é mais importante: o ouro ou o santuário que santifica o ouro? 18E vocês dizem: “Se alguém jurar pelo altar, isso não tem importância; mas, se alguém jurar pela oferta que está sobre o altar, fica obrigado pelo que jurou.” 19Cegos! Qual é mais importante: a oferta ou o altar que santifica a oferta? 20Portanto, quem jurar pelo altar jura por ele e por tudo o que está sobre ele. 21Quem jurar pelo santuário jura por ele e por aquele que nele habita; 22e quem jurar pelo céu jura pelo trono de Deus

23.22
Is 66.1
Mt 5.34
e por aquele que está sentado no trono.

23— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês dão o dízimo

23.23
Lv 27.30
da hortelã, do endro e do cominho e desprezam os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé. Mas vocês deviam fazer estas coisas, sem omitir aquelas! 24Guias cegos! Coam um mosquito, mas engolem um camelo!

25— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês limpam o exterior do copo e do prato, mas estes, por dentro, estão cheios de roubo e de glutonaria! 26Fariseu cego! Limpe primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!

27— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês são semelhantes aos sepulcros pintados de branco,

23.27
At 23.3
que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda podridão! 28Assim também vocês, por fora, parecem justos aos olhos dos outros, mas, por dentro, estão cheios de hipocrisia e de maldade.

29— Ai de vocês, escribas e fariseus, hipócritas, porque vocês edificam os sepulcros dos profetas, enfeitam os túmulos dos justos 30e dizem: “Se nós tivéssemos vivido nos dias de nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices, quando mataram os profetas!” 31Assim, vocês dão testemunho contra si mesmos de que são filhos dos que mataram os profetas. 32Portanto, tratem de terminar aquilo que os pais de vocês começaram.

33— Serpentes, raça de víboras!

23.33
Mt 3.7
Lc 3.7
Como esperam escapar da condenação do inferno? 34Por isso, eis que eu lhes envio profetas, sábios e escribas. A uns vocês matarão e a outros crucificarão; a outros ainda vocês açoitarão nas sinagogas e perseguirão de cidade em cidade; 35para que recaia sobre vocês todo o sangue justo derramado sobre a terra, desde o sangue do justo Abel
23.35
Gn 4.8
até o sangue de Zacarias,
23.35
2Cr 24.20-21
filho de Baraquias, a quem vocês mataram entre o santuário e o altar. 36Em verdade lhes digo que todas estas coisas hão de vir sobre a presente geração.

O lamento sobre Jerusalém

Lc 13.34-35

37— Jerusalém, Jerusalém! Você mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, mas vocês não quiseram! 38Eis que a casa de vocês ficará deserta.

23.38
Jr 22.5
39Pois eu lhes afirmo que, desde agora, não me verão mais, até que venham a dizer: “Bendito o que vem em nome do Senhor!”
23.39
Sl 118.26