Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
18

A parábola do juiz iníquo

181Jesus lhes contou uma parábola para mostrar que deviam orar

18.1
Lc 5.16
11.2
1Ts 5.17
sempre e nunca desanimar:

2— Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus, nem respeitava ninguém. 3Havia também, naquela mesma cidade, uma viúva que sempre o procurava, dizendo: “Julgue a minha causa contra o meu adversário.” 4Por algum tempo, ele não a quis atender, mas depois pensou assim: “É bem verdade que eu não temo a Deus, nem respeito ninguém. 5Porém, como esta viúva fica me incomodando, vou julgar a sua causa, para não acontecer que, por fim, venha a molestar-me.”

6Então o Senhor disse:

— Ouçam bem o que diz este juiz iníquo. 7Será que Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que a ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?

18.7
2Pe 3.9
Ap 6.10
8Digo a vocês que, depressa, lhes fará justiça. Contudo, quando o Filho do Homem vier, será que ainda encontrará fé sobre a terra?

A parábola do fariseu e do publicano

9Jesus também contou esta parábola para alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros:

18.9
Is 65.5
Rm 10.3

10— Dois homens foram ao templo para orar: um era fariseu e o outro era publicano. 11O fariseu ficou em pé e orava de si para si mesmo,

18.11
Mt 6.5
desta forma: “Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano. 12Jejuo duas vezes por semana
18.12
Mt 9.14
e dou o dízimo
18.12
Lc 11.42
de tudo o que ganho.” 13O publicano, estando em pé, longe, nem mesmo ousava levantar os olhos para o céu,
18.13
Ed 9.6
mas batia no peito, dizendo: “Ó Deus, tem pena de mim, que sou pecador!” 14Digo a vocês que este desceu justificado para a sua casa, e não aquele. Porque todo o que se exalta
18.14
Mt 23.12
Lc 14.11
será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.

Jesus abençoa as crianças

Mt 19.13-15; Mc 10.13-16

15Traziam também as crianças a Jesus para que ele as abençoasse, mas os discípulos, ao verem isso, os repreendiam. 16Jesus, porém, chamando as crianças para junto de si, disse:

— Deixem que os pequeninos venham a mim e não os impeçam, porque dos tais é o Reino de Deus. 17Em verdade lhes digo: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.

O jovem rico

Mt 19.16-22; Mc 10.17-22

18Certo homem de destaque perguntou a Jesus:

— Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?

18.18
Lc 10.25

19Jesus respondeu:

— Por que você me chama de bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus. 20Você conhece os mandamentos: “Não cometa adultério”,

18.20
Êx 20.14
Dt 5.18
“não mate”,
18.20
Êx 20.13
Dt 5.17
“não furte”,
18.20
Êx 20.15
Dt 5.19
“não dê falso testemunho”,
18.20
Êx 20.16
Dt 5.20
“honre o seu pai e a sua mãe”.
18.20
Êx 20.12
Dt 5.16

21Então o homem disse:

— Tudo isso tenho observado desde a minha juventude.

22Ouvindo isso, Jesus lhe disse:

— Uma coisa ainda falta a você: venda tudo o que tem, dê o dinheiro aos pobres e você terá um tesouro nos céus; depois, venha e siga-me.

23Mas, ouvindo ele estas palavras, ficou muito triste, porque era riquíssimo.

O perigo das riquezas

Mt 19.23-30; Mc 10.23-31

24Jesus, vendo-o assim triste, disse:

— Como é difícil para os que têm riquezas entrar no Reino de Deus! 25Porque é mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.

26Os que ouviram isto perguntaram:

— Sendo assim, quem pode ser salvo?

27Mas Jesus respondeu:

— O que é impossível para o ser humano é possível para Deus.

18.27
Jr 32.17
Lc 1.37

28Então Pedro disse:

— Eis que nós deixamos nossa casa e seguimos o senhor.

18.28
Lc 5.11

29Jesus lhes respondeu:

— Em verdade lhes digo que não há ninguém que tenha deixado casa, mulher, irmãos, pais ou filhos, por causa do Reino de Deus,

18.29
Lc 14.26
30que não receba, no presente, muitas vezes mais e, no mundo por vir, receberá a vida eterna.

Jesus outra vez prediz sua morte e ressurreição

Mt 20.17-19; Mc 10.32-34

31Chamando os doze para um lado, Jesus lhes disse:

— Eis que subimos para Jerusalém, onde se cumprirá tudo o que está escrito por meio dos profetas a respeito do Filho do Homem. 32Ele será entregue aos gentios, que vão zombar dele, insultá-lo e cuspir nele. 33Depois de açoitá-lo, eles o matarão, mas, ao terceiro dia, ressuscitará.

34Eles, porém, não entenderam nada disso. O significado dessas palavras lhes era encoberto, e eles não sabiam do que Jesus estava falando.

18.34
Lc 9.45

A cura do cego de Jericó

Mt 20.29-34; Mc 10.46-52

35Aconteceu que, quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. 36E, ouvindo o barulho da multidão que passava, perguntou o que era aquilo. 37Anunciaram-lhe que Jesus, o Nazareno, estava passando. 38Então ele gritou:

— Jesus, Filho de Davi, tenha compaixão de mim!

39E os que iam na frente o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais:

— Filho de Davi, tenha compaixão de mim!

40Jesus parou e mandou que trouxessem o cego. E, tendo ele chegado, Jesus perguntou:

41— O que você quer que eu lhe faça?

Ele respondeu:

— Senhor, que eu possa ver de novo.

42Jesus lhe disse:

— Pois, então, veja! A sua fé salvou você.

43Imediatamente ele passou a ver de novo e seguia Jesus, glorificando a Deus. Também todo o povo, vendo isto, dava louvores a Deus.

19

Zaqueu, o publicano

191Entrando em Jericó, Jesus atravessava a cidade. 2Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, chefe dos publicanos, 3procurava ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, por ser ele de pequena estatura. 4Então, correndo adiante, subiu num sicômoro a fim de ver Jesus, porque ele havia de passar por ali. 5Quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, disse:

— Zaqueu, desça depressa, porque hoje preciso ficar na sua casa.

6Zaqueu desceu depressa e o recebeu com alegria. 7Todos os que viram isto murmuravam, dizendo que Jesus tinha se hospedado com um homem pecador.

19.7
Lc 5.30
15.2
8Zaqueu, por sua vez, se levantou e disse ao Senhor:

— Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se extorqui alguma coisa de alguém, vou restituir quatro vezes mais.

19.8
2Sm 12.6

9Então Jesus lhe disse:

— Hoje houve salvação nesta casa, pois também este é filho de Abraão.

19.9
Gl 3.7
10Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido.
19.10
Lc 5.32
Jo 3.17

A parábola das dez minas

Mt 25.14-30

11Ouvindo eles estas coisas, Jesus contou uma parábola, visto estar perto de Jerusalém e lhes parecer que o Reino de Deus havia de manifestar-se imediatamente.

19.11
Lc 17.20
At 1.6
12Por isso, Jesus disse:

— Certo homem nobre partiu para uma terra distante, a fim de tomar posse de um reino e voltar. 13Chamou dez dos seus servos, confiou-lhes dez minas19.13 Moeda grega de ouro que valia 100 denários, ou seja, 100 dias de trabalho e disse-lhes: “Negociem até que eu volte.” 14Mas os seus concidadãos o odiavam e enviaram após ele uma embaixada, dizendo: “Não queremos que este reine sobre nós.”

15— Quando ele voltou, depois de ter tomado posse do reino, mandou chamar os servos a quem tinha dado o dinheiro, a fim de saber quanto tinham conseguido ganhar em seus negócios.

16— O primeiro se apresentou e disse: “Senhor, a sua mina rendeu dez.” 17O senhor lhe disse: “Muito bem, servo bom! E porque você foi fiel no pouco, terá autoridade sobre dez cidades.”

18— O segundo servo veio e disse: “Senhor, a sua mina rendeu cinco.” 19A este o senhor disse: “Você terá autoridade sobre cinco cidades.”

20— Então veio outro servo, dizendo: “Senhor, aqui está a sua mina, que eu guardei embrulhada num lenço. 21Porque tive medo do senhor, que é homem rigoroso. O senhor retira o que não depositou e colhe o que não semeou.” 22Mas o senhor respondeu: “Servo mau, eu o julgarei usando as suas próprias palavras. Você sabia que eu sou homem rigoroso, que retiro o que não depositei e colho o que não semeei. 23Por que você não pôs o meu dinheiro no banco? E, então, na minha vinda, eu o receberia com juros.”

24— E disse aos que estavam ali: “Tirem dele a mina e deem ao que tem as dez.” 25Eles ponderaram: “Senhor, ele já tem dez.” 26Ao que o senhor respondeu: “Pois eu declaro a vocês que a todo o que tem será dado ainda mais;

19.26
Mt 13.12
Mc 4.25
Lc 8.18
mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. 27Mas quanto a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, tragam-nos aqui e os matem na minha presença.”

Jesus entra em Jerusalém

Mt 21.1-11; Mc 11.1-11; Jo 12.12-19

28E, depois de dizer isto, Jesus prosseguia a sua viagem para Jerusalém.

19.28
Lc 9.51
29E aconteceu que, ao aproximar-se de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, Jesus enviou dois dos seus discípulos, 30dizendo-lhes:

— Vão até a aldeia que fica ali adiante e, ao entrar, encontrarão preso um jumentinho, o qual ainda ninguém montou; desprendam o jumentinho e tragam aqui. 31Se alguém perguntar: “Por que o estão desprendendo?”, respondam assim: “Porque o Senhor precisa dele.”

32E, indo os que foram mandados, acharam tudo conforme Jesus lhes tinha dito. 33Quando eles estavam soltando o jumentinho, os donos do animal disseram:

— Por que estão desprendendo o jumentinho?

34Eles responderam:

— Porque o Senhor precisa dele.

35Então trouxeram o jumentinho até Jesus e, pondo as suas capas sobre o animal, ajudaram Jesus a montar.

36À medida que Jesus avançava, as pessoas estendiam as suas capas no caminho. 37E, quando Jesus se aproximava da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou, com muita alegria, a louvar a Deus em alta voz, por todos os milagres que tinham visto. 38Diziam:

“Bendito

19.38
Sl 118.26
é o Rei que vem

em nome do Senhor!

Paz no céu e glória

nas maiores alturas!”

19.38
Lc 2.14

39Alguns dos fariseus lhe disseram em meio à multidão:

— Mestre, repreenda os seus discípulos!

40Mas Jesus respondeu:

— Eu afirmo a vocês que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.

Jesus chora ao ver Jerusalém

41Quando Jesus ia chegando a Jerusalém, vendo a cidade, chorou por ela, 42dizendo:

— Ah! Se você soubesse, ainda hoje, o que é preciso para conseguir a paz! Mas isto está agora oculto aos seus olhos.

19.42
Lc 13.34-35
43Pois virão dias em que os seus inimigos cercarão você de trincheiras e apertarão o cerco por todos os lados;
19.43
Is 29.3
Jr 6.6
44e vão arrasar você e matar todos os seus moradores. Não deixarão pedra sobre pedra, porque você não reconheceu o tempo em que Deus veio visitá-la.

A purificação do templo

Mt 21.12-17; Mc 11.15-19; Jo 2.13-22

45Depois, entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que ali vendiam, 46dizendo-lhes:

— Está escrito: “A minha casa será ‘Casa de Oração’.”

19.46
Is 56.7
Mas vocês fizeram dela um covil de salteadores.
19.46
Jr 7.11

47Diariamente, Jesus ensinava no templo.

19.47
Lc 21.37
Os principais sacerdotes, os escribas e os maiorais do povo procuravam tirar-lhe a vida, 48mas não achavam uma forma de fazer isso, porque todo o povo, ao ouvi-lo, era cativado por ele.

20

A autoridade de Jesus

Mt 21.23-27; Mc 11.27-33

201Aconteceu que, num daqueles dias, estando Jesus a ensinar o povo no templo e a evangelizar, chegaram os principais sacerdotes e os escribas, juntamente com os anciãos, 2e lhe perguntaram:

— Diga-nos com que autoridade você faz estas coisas? Ou quem lhe deu esta autoridade?

3Jesus respondeu:

— Eu também vou fazer uma pergunta a vocês. Digam: 4O batismo de João era do céu ou dos homens?

5Então discutiram entre si:

— Se dissermos: “Do céu”, ele dirá: “Por que não acreditaram nele?” 6Mas, se dissermos: “Dos homens”, o povo todo nos apedrejará, porque está convicto de que João era profeta.

20.6
Lc 1.76
7.29

7Por fim, responderam que não sabiam de onde era. 8E Jesus lhes disse:

— Então eu também não lhes digo com que autoridade faço estas coisas.

A parábola dos lavradores maus

Mt 21.33-46; Mc 12.1-12

9A seguir, Jesus passou a contar ao povo esta parábola:

— Certo homem plantou uma vinha,

20.9
Is 5.1-2
arrendou-a para uns lavradores e ausentou-se do país por prazo considerável. 10No devido tempo, mandou um servo aos lavradores para que lhe dessem do fruto da vinha. Mas os lavradores, depois de espancá-lo, o despacharam de mãos vazias. 11Em vista disso, enviou-lhes outro servo, mas também a este espancaram e, depois de insultá-lo, despacharam de mãos vazias. 12Mandou ainda um terceiro; também a este, depois de feri-lo, expulsaram. 13Então o dono da vinha disse: “Que farei? Enviarei o meu filho amado; talvez o respeitem.”

14— Mas, quando os lavradores viram o filho, começaram a discutir entre si: “Este é o herdeiro; vamos matá-lo, para que a herança seja nossa.” 15E, lançando-o fora da vinha, o mataram.

— Que lhes fará, pois, o dono da vinha? 16Virá, exterminará aqueles lavradores e entregará a vinha a outros.

Ao ouvir isto, disseram:

— Que tal não aconteça!

17Mas Jesus, com o olhar fixo neles, disse:

— Que quer dizer então o que está escrito: “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a pedra angular”?

20.17
Sl 118.22
18Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços; e aquele sobre quem ela cair ficará reduzido a pó.

19Naquela mesma hora, os escribas e os principais sacerdotes procuravam prender Jesus,

20.19
Mt 21.45-46
Mc 12.12
porque entenderam que ele havia contado essa parábola contra eles; mas temiam o povo.

A questão do imposto

Mt 22.15-22; Mc 12.13-17

20Eles passaram a vigiar Jesus. Enviaram espiões que se fingiam de justos para ver se o apanhavam em alguma palavra,

20.20
Lc 11.54
a fim de entregá-lo à jurisdição e à autoridade do governador. 21Então lhe perguntaram:

— Mestre, sabemos que o senhor fala e ensina corretamente e não se deixa levar pela aparência das pessoas, mas ensina o caminho de Deus segundo a verdade. 22É lícito pagar imposto a César ou não?

23Mas Jesus, percebendo a artimanha deles, respondeu:

24— Mostrem-me um denário.20.24 Moeda romana de prata, que era o pagamento por um dia de trabalho De quem é a figura e a inscrição?

Eles responderam:

— De César.

Então Jesus lhes disse:

25— Pois deem a César o que é de César

20.25
Rm 13.7
e a Deus o que é de Deus.

26Não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, admirados da sua resposta, calaram-se.

Os saduceus e a ressurreição

Mt 22.23-33; Mc 12.18-27

27Chegando alguns dos saduceus, que dizem não haver ressurreição,

20.27
At 23.8
28perguntaram a Jesus:

— Mestre, Moisés nos deixou escrito

20.28
Dt 25.5
que, se um homem casado morrer sem deixar filhos, o irmão desse homem deve casar com a viúva e gerar descendentes para o falecido. 29Ora, havia sete irmãos: o primeiro casou e morreu sem filhos; 30o segundo 31e o terceiro também casaram com a viúva, e assim foi com os sete. Todos morreram sem deixar filhos. 32Por fim, morreu também a mulher. 33Portanto, na ressurreição, de qual deles a mulher será esposa? Porque os sete casaram com ela.

34Jesus respondeu:

— Os filhos deste mundo casam e se dão em casamento, 35mas os que são considerados dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos não casam, nem se dão em casamento. 36Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição. 37E que os mortos ressuscitam, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando afirma que o Senhor

20.37
Êx 3.6
é o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó. 38Ora, Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos; porque para ele todos vivem.

39Então alguns dos escribas disseram:

— Boa resposta, Mestre!

40E não ousaram mais fazer perguntas a Jesus.

O Cristo, filho de Davi

Mt 22.41-46; Mc 12.35-37

41Mas Jesus lhes perguntou:

— Como se pode dizer que o Cristo é filho de Davi? 42Pois o próprio Davi afirma no Livro dos Salmos:

“Disse o Senhor ao meu Senhor:

‘Sente-se à minha direita,

43até que eu ponha os seus inimigos

por estrado dos seus pés.’”

20.42-43
Sl 110.1

44— Portanto, Davi o chama de Senhor. Então como ele pode ser filho de Davi?

Jesus censura os escribas

Mt 23.1-36; Mc 12.38-40; Lc 11.37-54

45Quando todo o povo estava ouvindo, Jesus disse aos seus discípulos:

46— Cuidado com os escribas, que gostam de andar com vestes talares e muito apreciam as saudações nas praças, as primeiras cadeiras nas sinagogas e os primeiros lugares nos banquetes. 47Eles devoram as casas das viúvas

20.47
Is 10.2
e, para o justificar, fazem longas orações. Estes sofrerão juízo muito mais severo.