Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
13

Leis a respeito da lepra

131O Senhor disse a Moisés e a Arão:

2— Quando uma pessoa tiver na sua pele inchação, pústula ou mancha lustrosa, e isto se tornar na sua pele como praga de lepra, essa pessoa será levada a Arão, o sacerdote, ou a um de seus filhos, sacerdotes. 3O sacerdote examinará a praga na pele, e, se os pelos na praga se tornaram brancos e a praga parecer mais profunda do que a pele da sua carne, é praga de lepra; o sacerdote examinará a pessoa e a declarará impura. 4Se a mancha lustrosa na pele for branca e não parecer mais profunda do que a pele, e os pelos não se tornaram brancos, então o sacerdote encerrará por sete dias a pessoa que tem a praga. 5No sétimo dia, o sacerdote a examinará. Se, na opinião dele, a praga tiver parado e não se espalhou na pele daquela pessoa, então o sacerdote a encerrará por mais sete dias. 6No sétimo dia, o sacerdote a examinará outra vez. Se a lepra se tornou pálida e não se espalhou na pele, então o sacerdote a declarará pura; é apenas uma pústula. A pessoa lavará as suas roupas e estará pura. 7Mas, se a pústula se espalha muito na pele, depois que a pessoa se mostrou ao sacerdote para a sua purificação, terá de se mostrar outra vez ao sacerdote. 8Este a examinará, e se a pústula tiver se alastrado pela pele, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; é lepra.

9— Quando uma pessoa tiver praga de lepra, será levada ao sacerdote. 10Este a examinará, e, se houver inchação branca na pele, a qual tornou brancos os pelos, e houver carne viva na inchação, 11é lepra crônica na pele; portanto, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; não encerrará essa pessoa, porque está impura. 12Se a lepra se espalhar de todo na pele e cobrir a pele da pessoa que tem a lepra, desde a cabeça até os pés, quanto podem ver os olhos do sacerdote, 13então este a examinará. Se a lepra cobriu toda a carne, o sacerdote declarará que a pessoa que tem a mancha está pura; a lepra tornou-se branca; a pessoa está pura. 14Mas, no dia em que aparecer nela carne viva, será impura. 15Ao ver a carne viva, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; a carne viva é impura; é lepra. 16Se a carne viva mudar e ficar de novo branca, então a pessoa virá ao sacerdote, 17e este a examinará. Se a lepra se tornou branca, então o sacerdote declarará que a pessoa que tem a praga está pura.

18— Quando sarar a carne em cuja pele houver uma úlcera, 19e no lugar da úlcera aparecer uma inchação branca ou mancha lustrosa, de um branco que puxa para o vermelho, a pessoa terá de se mostrar ao sacerdote. 20O sacerdote examinará a inchação, e, se ela parece mais profunda do que a pele, e os seus pelos se tornaram brancos, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; é praga de lepra, que brotou da úlcera. 21Porém, se o sacerdote a examinar, e nela não houver pelos brancos, e ela não estiver mais profunda do que a pele, porém pálida, então o sacerdote encerrará essa pessoa por sete dias. 22Se a inchação se espalhar na pele, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; é lepra. 23Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar, não se espalhando, é cicatriz da úlcera; o sacerdote, pois, declarará que a pessoa está pura.

24— Quando, na pele, houver queimadura de fogo, e a carne viva da queimadura se tornar em mancha lustrosa, de um branco que puxa para o vermelho ou para o branco, 25o sacerdote a examinará. Se os pelos da mancha lustrosa se tornaram brancos, e ela parece mais profunda do que a pele, é lepra que brotou na queimadura. O sacerdote declarará que a pessoa está impura; é a praga de lepra. 26Porém, se o sacerdote a examinar, e não houver pelos brancos na mancha lustrosa, e ela não estiver mais profunda do que a pele, mas for de cor pálida, o sacerdote encerrará a pessoa por sete dias. 27Depois, no sétimo dia, o sacerdote a examinará, e, se a mancha tiver se alastrado pela pele, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; é praga de lepra. 28Mas, se a mancha lustrosa parar no seu lugar e não se espalhar na pele, mas se tornou pálida, é inchação da queimadura; portanto, o sacerdote declarará que a pessoa está pura, porque é cicatriz da queimadura.

29— Quando um homem ou uma mulher tiver praga na cabeça ou no queixo, 30o sacerdote examinará a praga. Se ela parece mais profunda do que a pele, e se nela houver pelos finos amarelados, o sacerdote declarará que a pessoa está impura; é micose, é lepra da cabeça ou do queixo. 31Mas, se o sacerdote, havendo examinado a praga da micose, achar que ela não parece mais profunda do que a pele, e, se nela não houver pelos pretos, então o sacerdote encerrará a pessoa que tem a praga da micose por sete dias. 32No sétimo dia, o sacerdote examinará a praga; se a micose não tiver se espalhado, e nela não houver pelos amarelos, e a micose não parecer mais profunda do que a pele, 33então a pessoa será rapada; mas não se rapará a micose. O sacerdote, por mais sete dias, encerrará a pessoa que tem a micose. 34No sétimo dia, o sacerdote examinará a micose; se ela não tiver se alastrado pela pele e não parecer mais profunda do que a pele, o sacerdote declarará pura essa pessoa; ela lavará as suas roupas e estará pura. 35Mas, se a micose, depois da sua purificação, tiver se espalhado muito na pele, 36então o sacerdote a examinará; se a micose tiver se espalhado na pele, o sacerdote não precisa procurar pelos amarelados; está impura. 37Mas, se, na opinião do sacerdote, a micose parou, e pelos pretos cresceram nela, a micose está sarada; a pessoa está pura, e o sacerdote declarará que ela está pura.

38— E, quando um homem ou uma mulher tiver manchas lustrosas na pele, 39então o sacerdote examinará a pessoa. Se na pele aparecerem manchas pálidas, brancas, é uma pequena ferida branca que brotou na pele; a pessoa está pura.

40— Quando os cabelos do homem lhe caírem da cabeça, é calva; contudo, está puro. 41Se lhe caírem na frente da cabeça, é antecalva; contudo, está puro. 42Porém, se, na calva ou na antecalva, houver praga branca, que puxa para o vermelho, é lepra, brotando na calva ou na antecalva. 43O sacerdote examinará o homem, e, se a inchação da praga, na sua calva ou antecalva, está branca, puxando para o vermelho, como parece a lepra na pele, 44aquele homem é leproso, está impuro; o sacerdote declarará que ele está impuro; a sua praga está na cabeça.

45— As roupas do leproso, em quem está a praga, serão rasgadas, e os seus cabelos deixados sem pentear; com a mão sobre a boca, gritará: Impuro! Impuro! 46Será impuro durante os dias em que a praga estiver nele; está impuro, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.

Leis a respeito do mofo

47— Quando também em alguma roupa houver praga de mofo, roupa de lã ou de linho, 48seja na urdidura, seja na trama, de linho ou de lã, em couro ou em qualquer objeto feito de couro, 49se a praga for esverdeada ou avermelhada na roupa, na pele, na urdidura ou na trama, em qualquer coisa feita de couro, é a praga de mofo, e deverá ser mostrada ao sacerdote. 50O sacerdote examinará a praga e encerrará, por sete dias, aquilo que tem a praga. 51Então, no sétimo dia, examinará a praga; se ela tiver se alastrado pela roupa, na urdidura ou na trama, seja no couro, seja qual for a obra em que se empregue, é mofo que se espalha; isso é impuro. 52Ele queimará aquela roupa, seja a urdidura, seja a trama, de lã, de linho ou qualquer coisa feita de couro, em que se acha a praga, pois é mofo que se espalha; tudo deverá ser queimado.

53— Mas, se o sacerdote examinar e a praga não tiver se espalhado na roupa, nem na urdidura, nem na trama, nem em qualquer coisa feita de couro, 54então o sacerdote ordenará que se lave aquilo em que havia a praga e o encerrará por mais sete dias. 55O sacerdote, examinando a coisa em que havia praga, depois de lavada aquela, se a praga não mudou a sua cor, nem se espalhou, está impura; terá de ser queimada com fogo; é mofo que se espalha, seja no avesso ou no direito. 56Mas, se o sacerdote examinar a mancha, e esta se tornou pálida depois de lavada, então rasgará aquela parte da roupa, do couro, da urdidura ou da trama. 57Se a praga ainda aparecer na roupa, quer na urdidura, quer na trama, ou em qualquer coisa feita de couro, é mofo que se espalha; com fogo terá de ser queimado aquilo em que está a praga. 58Mas a roupa, quer na urdidura, quer na trama, ou qualquer coisa feita de couro, que você lavar e de que a praga desaparecer, deve ser lavada mais uma vez e estará pura.

59Esta é a lei a respeito da praga do mofo da roupa de lã ou de linho, quer na urdidura, quer na trama; ou de qualquer coisa feita de couro, para se poder declará-las puras ou impuras.

14

A lei a respeito do leproso depois de sarado

141O Senhor disse a Moisés:

2— Esta será a lei a respeito do leproso no dia da sua purificação: o leproso será levado ao sacerdote;

14.2
Mt 8.4
Mc 1.44
Lc 5.14
3este sairá fora do arraial e o examinará. Se a praga da lepra estiver curada, 4o sacerdote mandará trazer, para aquele que se houver de purificar, duas aves vivas e puras, madeira de cedro, pano escarlate e hissopo. 5O sacerdote mandará que se mate uma das aves num vaso de barro, sobre águas correntes. 6Depois o sacerdote pegará a ave que ficou viva, a madeira de cedro, o pano escarlate e o hissopo e os molhará no sangue da ave que foi morta sobre as águas correntes. 7E aspergirá sete vezes sobre aquele que há de purificar-se da lepra; então o declarará puro e soltará a ave que ficou viva para o campo aberto. 8Aquele que tem de se purificar lavará as suas roupas, rapará todos os seus pelos, se banhará com água e estará puro; depois, entrará no arraial, porém ficará fora da sua tenda por sete dias. 9No sétimo dia, rapará todo o seu cabelo, a cabeça, a barba e as sobrancelhas; rapará todos os pelos, lavará as suas roupas, banhará o corpo com água e estará puro.

10— No oitavo dia, pegará dois cordeiros sem defeito, uma cordeira sem defeito, de um ano, seis litros da melhor farinha, para oferta de cereais, amassada com azeite, e separadamente um copo de azeite. 11O sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se e essas coisas diante do Senhor, à porta da tenda do encontro; 12pegará um dos cordeiros e o oferecerá por oferta pela culpa juntamente com o copo de azeite; e os moverá por oferta movida diante do Senhor. 13Depois matará o cordeiro no lugar onde são mortos os animais da oferta pelo pecado e do holocausto, no lugar santo; porque tanto a oferta pela culpa como a oferta pelo pecado são para o sacerdote; são coisas santíssimas. 14O sacerdote pegará um pouco do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito. 15Também pegará o copo de azeite e derramará um pouco na palma da própria mão esquerda. 16Molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda e daquele azeite aspergirá, com o dedo, sete vezes diante do Senhor; 17do restante do azeite que está na mão, o sacerdote porá um pouco sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito, em cima do sangue da oferta pela culpa. 18O restante do azeite que está na mão do sacerdote ele porá sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim, o sacerdote fará expiação por ele diante do Senhor.

19— Então o sacerdote fará a oferta pelo pecado e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua impureza. Depois, matará o animal do holocausto 20e o oferecerá com a oferta de cereais sobre o altar; assim, o sacerdote fará expiação pelo homem, e este ficará puro. 21Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, pegará um cordeiro para oferta pela culpa como oferta movida, para fazer expiação por ele, e dois litros da melhor farinha, amassada com azeite, para oferta de cereais, um copo de azeite, 22duas rolinhas ou dois pombinhos, segundo as suas posses, dos quais um será para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto. 23No oitavo dia da sua purificação, trará isso ao sacerdote, à porta da tenda do encontro, diante do Senhor. 24O sacerdote pegará o cordeiro da oferta pela culpa e o copo de azeite e os moverá por oferta movida diante do Senhor. 25Então o sacerdote matará o cordeiro da oferta pela culpa, pegará um pouco do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, sobre o polegar da sua mão direita e sobre o polegar do seu pé direito. 26Derramará um pouco do azeite na palma da própria mão esquerda; 27e, com o dedo direito, aspergirá do azeite que está na sua mão esquerda sete vezes diante do Senhor. 28Então, do azeite que está na sua mão, o sacerdote porá um pouco na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, no polegar da sua mão direita e no polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa. 29O restante do azeite que está na mão do sacerdote ele porá sobre a cabeça do que tem de purificar-se, para fazer expiação por ele diante do Senhor. 30Oferecerá uma das rolinhas ou um dos pombinhos, segundo as suas posses; 31será um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto, além da oferta de cereais; e, assim, o sacerdote fará expiação por aquele que tem de purificar-se diante do Senhor. 32Esta é a lei a respeito daquele em quem está a praga da lepra, cujas posses não lhe permitem o que é preciso para a sua purificação.

A lei a respeito do mofo numa casa

33O Senhor disse a Moisés e a Arão:

34— Quando vocês entrarem na terra de Canaã, que lhes darei por herança, e eu enviar a praga do mofo a alguma casa da terra que vocês passarão a possuir, 35o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: “Parece-me que existe algo como que uma praga em minha casa.” 36O sacerdote ordenará que se esvazie a casa, antes que venha para examinar a praga, para que não seja contaminado tudo o que está na casa. Depois o sacerdote virá para examinar a casa 37e examinará a praga. Se, nas paredes da casa, há manchas esverdeadas ou avermelhadas e parecem mais fundas que a parede, 38então o sacerdote sairá da casa e a fechará por sete dias. 39No sétimo dia, o sacerdote voltará e examinará a casa. Se notar que a praga se alastrou nas paredes da casa, 40ele ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar impuro; 41e fará raspar a casa por dentro, ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão, fora da cidade, num lugar impuro. 42Depois pegarão outras pedras e as colocarão no lugar das primeiras; e rebocarão a casa com outra argamassa.

43— Se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada, 44então o sacerdote entrará e examinará. Se a praga tiver se alastrado pela casa, há nela mofo que se espalha; está impura. 45O sacerdote mandará derrubar a casa, as pedras e a sua madeira, bem como todo o reboco da casa; e se levará tudo para fora da cidade, a um lugar impuro. 46Aquele que entrar na casa, enquanto está fechada, ficará impuro até a tarde. 47Também o que se deitar na casa terá de lavar as suas roupas; e quem nela comer terá de lavar as suas roupas.

48— Porém, se o sacerdote entrar na casa, e, examinando, verificar que a praga não se alastrou pela casa, depois que ela foi rebocada, o sacerdote a declarará pura, porque a praga está curada. 49Para purificar a casa, pegará duas aves, madeira de cedro, pano escarlate e hissopo, 50e matará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes. 51Depois, pegará a madeira de cedro, o hissopo, o pano escarlate e a ave que ficou viva, os molhará no sangue da ave que foi morta e nas águas correntes e aspergirá a casa sete vezes. 52Assim, purificará aquela casa com o sangue da ave, com as águas correntes, com a ave que ficou viva, com a madeira de cedro, com o hissopo e com o pano escarlate. 53Então soltará a ave que ficou viva para fora da cidade, para o campo aberto; assim, fará expiação pela casa, e ficará pura.

54Esta é a lei para todos os tipos de praga de lepra, de micose, 55de mofo das roupas e das casas, 56da inchação, da pústula e das manchas lustrosas, 57para ensinar quando alguma coisa é pura ou impura. Esta é a lei a respeito da lepra.

15

Impurezas do homem e da mulher

151O Senhor disse a Moisés e a Arão:

2— Falem aos filhos de Israel e digam-lhes: Qualquer homem que tiver fluxo seminal do seu corpo ficará impuro por causa do fluxo. 3Esta, pois, será a sua impureza por causa do seu fluxo: se o seu corpo vaza o fluxo ou se o seu corpo o estanca, esta é a sua impureza. 4Toda cama em que se deitar o que tiver fluxo ficará impura; e tudo sobre que ele se assentar ficará impuro. 5Quem tocar na cama dele terá de lavar as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 6Quem se assentar sobre aquilo em que se havia assentado o homem que tem o fluxo lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 7Quem tocar o corpo do que tem o fluxo lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 8Se o homem que tem o fluxo cuspir sobre uma pessoa pura, essa pessoa lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impura até a tarde. 9Também toda sela em que cavalgar o que tem o fluxo ficará impura. 10Quem tocar alguma coisa que esteve debaixo dele ficará impuro até a tarde; e aquele que levar alguma dessas coisas lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 11Também todo aquele em quem tocar o que tiver o fluxo, sem haver lavado as suas mãos com água, lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 12O vaso de barro em que tocar o que tem o fluxo será quebrado; porém todo vaso de madeira será lavado com água.

13— Quando, pois, o que tem o fluxo estiver puro dele, serão contados sete dias para a sua purificação; lavará as suas roupas, banhará o corpo em águas correntes e ficará puro. 14No oitavo dia, pegará duas rolinhas ou dois pombinhos, e virá diante do Senhor, à porta da tenda do encontro, e os dará ao sacerdote. 15Este os oferecerá, um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto; e, assim, o sacerdote fará, por ele, expiação do seu fluxo diante do Senhor.

16— Quando um homem tiver emissão de sêmen, banhará todo o seu corpo em água e ficará impuro até a tarde. 17Toda roupa e toda peça de couro em que houver sêmen têm de ser lavadas em água e ficarão impuras até a tarde. 18Se um homem tiver relações com mulher e tiver emissão do sêmen, ambos se banharão em água e ficarão impuros até a tarde.

15.18
1Sm 21.4

19— A mulher, quando tiver o fluxo de sangue, se este for o fluxo habitual do corpo dela, estará sete dias na sua menstruação, e quem a tocar ficará impuro até a tarde. 20Tudo sobre que ela se deitar durante a menstruação ficará impuro; e tudo sobre que se assentar ficará impuro. 21Quem tocar no leito dela lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 22Quem tocar alguma coisa sobre que ela se tiver assentado lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 23Também quem tocar alguma coisa que estiver sobre a cama ou sobre aquilo em que ela se assentou, esse ficará impuro até a tarde. 24Se um homem tiver relações com a mulher, e a menstruação dela tocar nele, ficará impuro por sete dias; e toda cama sobre que ele se deitar ficará impura.

25— Quando uma mulher tiver um fluxo de sangue por muitos dias fora do tempo da sua menstruação, ou quando tiver fluxo do sangue por mais tempo do que o habitual,

15.25
Mt 9.20
Mc 5.25
Lc 8.43
todos os dias do fluxo ela ficará impura, como nos dias da sua menstruação. 26Toda cama sobre que se deitar durante os dias do seu fluxo será como a cama em que ela se deita na sua menstruação; e toda coisa sobre que se assentar ficará impura, conforme a impureza da sua menstruação. 27Quem tocar estas coisas ficará impuro; portanto, lavará as suas roupas, se banhará em água e ficará impuro até a tarde. 28Porém, quando lhe cessar o fluxo, então se contarão sete dias, e depois estará pura. 29No oitavo dia, pegará duas rolinhas ou dois pombinhos e os trará ao sacerdote à porta da tenda do encontro. 30Então o sacerdote oferecerá um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto; o sacerdote fará, por ela, expiação do fluxo da sua impureza diante do Senhor.

31— Assim, vocês separarão os filhos de Israel das suas impurezas, para que não morram nelas, ao contaminarem o meu tabernáculo,

15.31
Nm 19.13,20
que está no meio deles.

32Esta é a lei a respeito daquele que tem o fluxo, daquele que tem emissão de sêmen e que, por causa dela, fica impuro, 33da mulher em sua menstruação, daquele que tem o fluxo, seja homem ou mulher, e do homem que se deita com mulher impura.