Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
18

Jesus é preso

Mt 26.47-56; Mc 14.43-50; Lc 22.47-53

181Depois de dizer isso, Jesus saiu juntamente com os seus discípulos para o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles. 2Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus muitas vezes havia se reunido ali com os seus discípulos. 3Tendo, pois, Judas recebido a escolta e alguns guardas da parte dos principais sacerdotes e fariseus, chegou a esse lugar com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, sabendo de tudo o que ia acontecer com ele,

18.4
Jo 6.64
13.1,11
adiantou-se e perguntou-lhes:

— A quem vocês estão procurando?

5Eles responderam:

— A Jesus, o Nazareno.

18.5
Jo 1.45
19.19

Então Jesus lhes disse:

— Sou eu.

Ora, Judas, o traidor, também estava com eles. 6Quando Jesus lhes disse: “Sou eu”, recuaram e caíram por terra. 7Jesus, de novo, lhes perguntou:

— A quem vocês estão procurando?

Responderam:

— A Jesus, o Nazareno.

8Então Jesus disse:

— Já lhes falei que sou eu. Se é a mim que vocês estão procurando, deixem que estes vão embora.

9Ele disse isso para se cumprir a palavra que tinha dito anteriormente: “Não perdi nenhum dos que me deste.”

18.9
Jo 6.39
17.12

10Então Simão Pedro puxou da espada que trazia e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita.

18.10
Mt 26.51
Mc 14.47
E o nome do servo era Malco. 11Mas Jesus disse a Pedro:

— Guarde a espada na bainha! Por acaso não beberei o cálice

18.11
Mt 26.39
Mc 14.36
Lc 22.42
que o Pai me deu?

Jesus diante de Anás

Mt 26.57-58; Mc 14.53-54; Lc 22.54

12Assim, a escolta, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Então o levaram primeiramente a Anás, sogro de Caifás, sumo sacerdote naquele ano. 14Ora, Caifás era quem havia declarado aos judeus ser conveniente morrer um homem pelo povo.

18.14
Jo 11.49-50

Pedro nega Jesus

Mt 26.69-75; Mc 14.66-72; Lc 22.55-62

15Simão Pedro e outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do sumo sacerdote e, por isso, conseguiu entrar no pátio da casa deste com Jesus. 16Pedro, porém, ficou de fora, junto à porta. O outro discípulo, que era conhecido do sumo sacerdote, saiu, falou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17Então a empregada, encarregada da porta, perguntou a Pedro:

— Você também não é um dos discípulos desse homem?

Ele respondeu:

— Não, não sou.

18Os servos e os guardas estavam ali, tendo acendido uma fogueira por causa do frio, e se aqueciam. Pedro estava no meio deles, aquecendo-se também.

Anás interroga Jesus

Mt 26.59-66; Mc 14.55-64; Lc 22.66-71

19Então o sumo sacerdote interrogou Jesus a respeito dos seus discípulos e da sua doutrina. 20Jesus lhe respondeu:

— Eu tenho falado francamente ao mundo.

18.20
Jo 7.26
Sempre ensinei, tanto nas sinagogas como no templo,
18.20
Mt 26.55
onde todos os judeus se reúnem, e não disse nada em segredo. 21Por que o senhor está perguntando para mim? Pergunte aos que ouviram o que lhes falei. Eles sabem muito bem o que eu disse.

22Quando Jesus disse isto, um dos guardas que estavam ali deu-lhe uma bofetada, dizendo:

— É assim que você fala com o sumo sacerdote?

23Jesus lhe respondeu:

— Se falei mal, dê testemunho do mal. Mas, se falei bem, por que você está me batendo?

24Então Anás o enviou, amarrado, à presença de Caifás, o sumo sacerdote.

De novo, Pedro nega Jesus

Mt 26.71-75; Mc 14.69-72; Lc 22.58-62

25Simão Pedro estava em pé, aquecendo-se. Então lhe perguntaram:

— Você também não é um dos discípulos dele?

Ele negou e disse:

— Não, não sou.

26Um dos servos do sumo sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha decepado a orelha,

18.26
Jo 18.10
perguntou:

— Não é verdade que eu vi você no jardim com ele?

27De novo, Pedro negou. E no mesmo instante o galo cantou.

18.27
Jo 13.38

Jesus diante de Pilatos

Mt 27.1-2,11-14; Mc 15.1-5; Lc 23.1-5

28Depois, levaram Jesus da casa de Caifás para o Pretório.18.28 O palácio do governador Era cedo de manhã. Eles não entraram no Pretório para não se contaminar, pois somente assim poderiam comer a Páscoa. 29Então Pilatos saiu para falar com eles e perguntou:

— Que acusação vocês trazem contra este homem?

30Eles responderam:

— Se este não fosse malfeitor, não o teríamos entregue ao senhor.

31Então Pilatos disse:

— Levem-no daqui e julguem-no segundo a lei de vocês.

Ao que os judeus responderam:

— Não nos é lícito matar ninguém.

32Isso aconteceu para que se cumprisse a palavra de Jesus, significando com que tipo de morte estava para morrer.

18.32
Jo 3.14
12.33

33Pilatos entrou novamente no Pretório, chamou Jesus e lhe perguntou:

— Você é o rei dos judeus?

34Jesus respondeu:

— Esta pergunta vem do senhor mesmo ou foram outros que lhe falaram a meu respeito?

35Pilatos respondeu:

— Por acaso sou judeu? A sua própria gente e os principais sacerdotes é que o entregaram a mim. Que foi que você fez?

36Jesus respondeu:

— O meu Reino não é deste mundo.

18.36
Jo 8.23
Se o meu Reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas agora o meu Reino não é daqui.

37Pilatos perguntou:

— Então você é rei?

Jesus respondeu:

— O senhor está dizendo que sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.

38Pilatos perguntou:

— O que é a verdade?

18.38
Jo 14.6

Jesus é condenado à morte

Mt 27.15-31; Mc 15.6-20; Lc 23.13-25

Depois de dizer isso, Pilatos voltou aos judeus e lhes disse:

— Eu não acho nele crime algum. 39Mas é costume entre vocês que eu solte alguém por ocasião da Páscoa. Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus?

40Então todos gritaram, novamente:

— Não este, mas Barrabás!

Ora, Barrabás era salteador.

19

191Por isso, Pilatos tomou Jesus e mandou açoitá-lo. 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a puseram na cabeça de Jesus. Também o vestiram com um manto de púrpura.

19.2
Mc 15.17
3Chegavam-se a ele e diziam:

— Salve, rei dos judeus!

E davam-lhe bofetadas.

4Pilatos saiu outra vez e disse aos judeus:

— Eis que eu o apresento a vocês, para que saibam que não encontro nele crime algum.

19.4
Jo 18.38

5Então Jesus saiu, trazendo a coroa de espinhos e o manto de púrpura. E Pilatos lhes disse:

— Eis o homem!

6Quando viram Jesus, os principais sacerdotes e os seus guardas gritaram:

— Crucifique! Crucifique!

Pilatos repetiu:

— Levem-no daqui vocês mesmos e o crucifiquem,

19.6
Jo 18.31
porque eu não encontro nele crime algum.
19.6
Jo 18.38
19.4

7Os judeus responderam:

— Temos uma lei e, segundo essa lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus.

19.7
Lv 24.16
Jo 5.18
10.33

8Pilatos, ouvindo tal declaração, ficou ainda mais atemorizado 9e, entrando outra vez no Pretório, perguntou a Jesus:

— De onde você é?

Mas Jesus não lhe deu resposta. 10Então Pilatos o advertiu:

— Você não me responde? Não sabe que tenho autoridade tanto para soltar você como para crucificá-lo?

11Jesus respondeu:

— O senhor não teria nenhuma autoridade sobre mim se de cima não lhe fosse dada.

19.11
Jo 3.27
Rm 13.1
Por isso, quem me entregou ao senhor tem maior pecado.

12A partir desse momento, Pilatos queria soltá-lo, mas os judeus gritavam:

— Se você soltar este homem, não é amigo de César! Todo aquele que se faz rei é contra César!

19.12
Lc 23.2

13Quando Pilatos ouviu essas palavras, trouxe Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado Pavimento, em hebraico Gabatá. 14E era a preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. E Pilatos disse aos judeus:

— Eis aqui o rei de vocês.

15Eles, porém, clamavam:

— Fora! Fora! Crucifique-o!

Então Pilatos perguntou:

— Devo crucificar o rei de vocês?

Os principais sacerdotes responderam:

— Não temos rei, senão César!

16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram.

A crucificação de Jesus

Mt 27.32-44; Mc 15.21-32; Lc 23.33-43

17Jesus, carregando ele mesmo a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico. 18Ali o crucificaram e com ele outros dois, um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos escreveu também um título e o colocou no alto da cruz. E o que estava escrito era: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”. 20Muitos judeus leram este título, porque o lugar em que Jesus havia sido crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Os principais sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:

— Não escreva: “Rei dos judeus”, e sim: “Ele disse: Sou o rei dos judeus.”

22Pilatos respondeu:

— O que escrevi escrevi.

23Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, pegaram as roupas dele e dividiram em quatro partes, uma parte para cada soldado; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. 24Por isso, os soldados disseram uns aos outros:

— Não a rasguemos, mas vamos tirar a sorte para ver quem ficará com ela.

Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz:

“Repartiram entre si

as minhas roupas

e sobre a minha túnica

lançaram sortes.”

19.24
Sl 22.18

E foi isso que os soldados fizeram.

25E junto à cruz estavam a mãe de Jesus,

19.25
Jo 2.4
a irmã dela, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. 26Vendo Jesus a sua mãe e junto dela o discípulo amado, disse:

— Mulher, eis aí o seu filho.

27Depois, disse ao discípulo:

— Eis aí a sua mãe.

Dessa hora em diante, o discípulo a tomou para casa.

A morte de Jesus

Mt 27.45-56; Mc 15.33-41; Lc 23.44-49

28Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para que se cumprisse a Escritura, disse:

— Tenho sede!

19.28
Sl 22.15

29Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, aproximaram a esponja da boca de Jesus.

19.29
Sl 69.21
30Quando Jesus tomou o vinagre, disse:

— Está consumado!

19.30
Jo 17.4

E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

19.30
Jo 10.18

Um soldado abre o lado de Jesus com uma lança

31Então, para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado,

19.31
Dt 21.23
visto que era o dia da preparação e era grande o dia daquele sábado, os judeus pediram a Pilatos que fossem quebradas as pernas dos crucificados e fossem tirados das cruzes. 32Os soldados quebraram as pernas dos homens que tinham sido crucificados com Jesus, primeiro de um, depois do outro. 33Quando, porém, chegaram a Jesus, vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. 34Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.
19.34
1Jo 5.6
35Aquele que viu isso dá testemunho, e o testemunho dele é verdadeiro.
19.35
Jo 21.24
E ele sabe que diz a verdade, para que também vocês creiam. 36E isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura: “Nenhum dos seus ossos será quebrado.”
19.36
Êx 12.46
Nm 9.12
Sl 34.20
37E outra vez diz a Escritura: “Olharão para aquele a quem traspassaram.”
19.37
Zc 12.10
Ap 1.7

O sepultamento de Jesus

Mt 27.57-61; Mc 15.42-47; Lc 23.50-56

38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — ainda que em segredo, porque tinha medo dos judeus

19.38
Jo 7.13
—, pediu a Pilatos permissão para tirar o corpo de Jesus. E Pilatos deu permissão. Então José de Arimateia foi e retirou o corpo de Jesus. 39E Nicodemos, aquele que anteriormente tinha ido falar com Jesus à noite,
19.39
Jo 3.1
também foi, levando cerca de trinta e cinco quilos de um composto de mirra e aloés. 40Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com os óleos aromáticos, como é costume entre os judeus na preparação para o sepultamento. 41No lugar onde Jesus foi crucificado havia um jardim; neste jardim havia um túmulo novo, no qual ninguém ainda tinha sido colocado. 42Ali, por causa da preparação dos judeus
19.42
Jo 19.14,31
e porque o túmulo ficava perto, colocaram o corpo de Jesus.

20

A ressurreição de Jesus

Mt 28.1-10; Mc 16.1-8; Lc 24.1-12

201No primeiro dia da semana, de madrugada, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi ao túmulo e viu que a pedra da entrada tinha sido removida. 2Então correu e foi até onde estavam Simão Pedro e o outro discípulo, a quem Jesus amava,

20.2
Jo 13.23
e disse-lhes:

— Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram.

3Com isso, Pedro e o outro discípulo saíram e foram até o túmulo. 4Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5E, abaixando-se, viu os lençóis de linho,

20.5
Jo 19.40
mas não entrou. 6Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no túmulo. Ele também viu os lençóis 7e o lenço que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. 8Então o outro discípulo, que havia chegado primeiro ao túmulo, também entrou. Ele viu e creu. 9Pois ainda não tinham compreendido a Escritura,
20.9
Sl 16.10
que era necessário que ele ressuscitasse dentre os mortos. 10E os discípulos voltaram outra vez para casa.

Jesus aparece a Maria Madalena

Mc 16.9-11

11Maria, no entanto, permanecia junto à entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, abaixou-se e olhou para dentro do túmulo. 12Ela viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus tinha sido colocado, um à cabeceira e outro aos pés. 13Então eles perguntaram:

— Mulher, por que você está chorando?

Ela respondeu:

— Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.

20.13
Jo 20.2

14Depois de dizer isso, ela se virou para trás e viu Jesus em pé, mas não reconheceu que era Jesus. 15Jesus lhe perguntou:

— Mulher, por que você está chorando? A quem você procura?

Ela, supondo que ele fosse o jardineiro, respondeu:

— Se o senhor o tirou daqui, diga-me onde o colocou, e eu o levarei.

16Jesus disse:

— Maria!

Ela, voltando-se, lhe disse, em hebraico:

— Raboni! (“Raboni” quer dizer “Mestre”.)

17Jesus continuou:

— Não me detenha, porque ainda não subi para o meu Pai. Mas vá até os meus irmãos e diga a eles: “Subo para o meu Pai e o Pai de vocês, para o meu Deus e o Deus de vocês.”

18Então Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos:

— Eu vi o Senhor!

E contava que Jesus lhe tinha dito essas coisas.

Jesus aparece aos discípulos

Mt 28.16-20; Mc 16.14-18; Lc 24.36-49

19Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos, com medo dos judeus, Jesus veio e se pôs no meio deles, dizendo:

— Que a paz esteja com vocês!

20.19
Jo 14.27

20E, dizendo isso, lhes mostrou as mãos e o lado.

20.20
Jo 19.34
Então os discípulos se alegraram
20.20
Jo 16.20,22
ao ver o Senhor. 21E Jesus lhes disse outra vez:

— Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.

20.21
Jo 17.18

22E, havendo dito isso, soprou sobre eles e disse-lhes:

— Recebam o Espírito Santo.

20.22
Jo 7.39
23Se de alguns vocês perdoarem os pecados,
20.23
Mt 16.19
18.18
são-lhes perdoados; mas, se os retiverem, são retidos.

Jesus e Tomé

24Tomé, um dos doze, chamado Dídimo,

20.24
Jo 11.16
não estava com eles quando Jesus veio. 25Então os outros discípulos disseram a Tomé:

— Vimos o Senhor.

Mas ele respondeu:

— Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, ali não puser o dedo e não puser a minha mão no lado dele, de modo nenhum acreditarei.

26Passados oito dias, os discípulos de Jesus estavam outra vez reunidos, e Tomé estava com eles. Estando as portas trancadas, Jesus veio, pôs-se no meio deles e disse:

— Que a paz esteja com vocês!

27E logo disse a Tomé:

— Ponha aqui o seu dedo e veja as minhas mãos. Estenda também a sua mão e ponha no meu lado. Não seja incrédulo, mas crente.

28Ao que Tomé lhe respondeu:

— Senhor meu e Deus meu!

29Jesus lhe disse:

— Você creu porque me viu? Bem-aventurados são os que não viram e creram.

20.29
1Pe 1.8

O objetivo deste Evangelho

30Na verdade, Jesus fez diante dos seus discípulos muitos outros sinais

20.30
Jo 2.11
que não estão escritos neste livro. 31Estes, porém, foram registrados para que vocês creiam que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenham vida em seu nome.
20.31
Jo 3.15