Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
18

Mica e a tribo de Dã

181Naqueles dias, não havia rei em Israel,

18.1
Jz 17.6
19.1
21.15
e a tribo dos danitas estava procurando um território para morar, porque, até aquele dia, não tinha recebido herança entre as tribos de Israel. 2Então os filhos de Dã enviaram cinco homens dentre todas as famílias da sua tribo, homens valentes, de Zorá e de Estaol, para espiar e explorar a terra. E lhes disseram:

— Vão e explorem a terra.

Chegaram à região montanhosa de Efraim, até a casa de Mica, e ali pernoitaram. 3Quando se aproximaram da casa de Mica, reconheceram a voz do jovem levita. Chegaram perto dele e lhe perguntaram:

— Quem trouxe você para cá? O que você está fazendo aqui? E o que prende você a este lugar?

4Ele respondeu:

— Assim e assim Mica fez comigo: ele me contratou, e eu me tornei o sacerdote dele.

18.4
Jz 17.10-12

5E eles lhe disseram:

— Então, por favor, consulte a Deus, para que saibamos se o caminho que seguimos irá prosperar.

6O sacerdote respondeu:

— Vão em paz. O caminho de vocês está sob as vistas do Senhor.

7Os cinco homens partiram e chegaram a Laís. Viram que o povo daquele lugar vivia em segurança, segundo o costume dos sidônios, em paz e sem desconfiar de nada. Nenhuma autoridade havia que, por qualquer coisa, os oprimisse. Moravam longe dos sidônios e não tinham contato com outros povos. 8Então os cinco homens voltaram a seus irmãos em Zorá e Estaol. E esses irmãos lhes perguntaram:

— E então, o que nos dizem?

9Eles responderam:

— Preparem-se e vamos atacá-los. Porque examinamos a terra, e eis que é muito boa. Vão ficar aí parados? Vão depressa e ocupem aquela terra. 10Quando chegarem lá, vão encontrar um povo que não desconfia de nada. A terra é ampla, e Deus a está entregando nas mãos de vocês. É um lugar em que não falta nada do que existe na terra.

11Então partiram dali, do meio da tribo dos danitas, de Zorá e de Estaol, seiscentos homens armados com as suas armas de guerra. 12Subiram e acamparam em Quiriate-Jearim, em Judá. Por isso aquele lugar é chamado de Maané-Dã,18.12 Maané-Dã significa “Campo de Dã” até o dia de hoje. Fica a oeste de Quiriate-Jearim. 13Dali foram para a região montanhosa de Efraim e chegaram à casa de Mica.

14Os cinco homens que foram espiar a terra de Laís disseram aos seus irmãos:

— Vocês sabiam que numa daquelas casas há uma estola sacerdotal, alguns ídolos do lar, uma imagem de escultura e uma de fundição? Decidam, pois, o que vão fazer.

15Então foram para lá, e chegaram à casa do jovem levita, que era a casa de Mica, e o saudaram. 16Os seiscentos homens da tribo de Dã, armados com as suas armas de guerra, ficaram à entrada do portão. 17Porém os cinco homens que tinham ido espiar a terra entraram na casa e apanharam a imagem de escultura, a estola sacerdotal, os ídolos do lar e a imagem de fundição, enquanto o sacerdote estava em pé à entrada do portão com os seiscentos homens que estavam armados com as armas de guerra. 18Quando eles entraram na casa de Mica e apanharam a imagem de escultura, a estola sacerdotal, os ídolos do lar e a imagem de fundição, o sacerdote perguntou:

— O que é que vocês estão fazendo?

19Eles responderam:

— Fique calado. Não diga nada a ninguém. Venha conosco e seja o nosso conselheiro e sacerdote. Ou você acha que é melhor ser sacerdote na casa de um só homem do que ser sacerdote de uma tribo e de uma família em Israel?

20O sacerdote ficou contente, pegou a estola sacerdotal, os ídolos do lar e a imagem de escultura e entrou no meio do povo.

21Eles deram meia-volta e partiram, não sem antes colocar diante de si as crianças, o gado e os seus bens. 22Quando eles já estavam longe da casa de Mica, os vizinhos deste se reuniram e foram atrás dos filhos de Dã. 23Eles gritaram para os filhos de Dã, que, voltando-se, perguntaram a Mica:

— O que é que você quer? Por que você convocou todo esse povo?

24Mica respondeu:

— Vocês pegaram os deuses que eu fiz e também o meu sacerdote e foram embora. O que sobrou para mim? E vocês ainda me perguntam: “O que é que você quer?”

25Porém os filhos de Dã lhe disseram:

— Seria melhor você ficar calado, porque, se não, alguns dos nossos homens poderiam ficar irritados e acabariam atacando você. Nesse caso, perderiam a vida você e os da sua casa.

26Assim, os filhos de Dã seguiram o seu caminho. E Mica, vendo que eram mais fortes do que ele, deu meia-volta e foi para casa.

27Os homens de Dã levaram as coisas que Mica havia feito e também o sacerdote dele, e foram a Laís, a um povo que vivia em paz e sem desconfiar de nada. Mataram os moradores a fio de espada e queimaram a cidade. 28Não houve ninguém que os livrasse, porque moravam longe de Sidom e não tinham contato com outros povos. A cidade ficava no vale junto a Bete-Reobe. Os filhos de Dã reedificaram a cidade e passaram a morar nela. 29E lhe chamaram Dã, segundo o nome de Dã, seu pai, que era filho de Israel.

18.29
Js 19.47
Porém no passado o nome dessa cidade era Laís. 30Os filhos de Dã levantaram para si aquela imagem de escultura, e Jônatas, filho de Gérson e neto de Moisés,
18.30
Êx 2.22
18.3
ele e seus filhos foram sacerdotes da tribo dos danitas até o dia do cativeiro do povo. 31Assim, pois, a imagem de escultura feita por Mica ficou entre eles durante todo o tempo em que a Casa de Deus esteve em Siló.

19

O levita e a sua concubina

191Naqueles dias, em que não havia rei em Israel,

19.1
Jz 17.6
18.1
21.25
houve um homem levita, que, peregrinando nos lados da região montanhosa de Efraim, tomou para si uma concubina de Belém de Judá. 2Porém ela se irritou com ele e, deixando-o, voltou para a casa de seu pai, em Belém de Judá, onde ficou durante uns quatro meses. 3Seu marido, levando consigo o seu servo e dois jumentos, foi atrás dela para tentar convencê-la19.3 Lit., para falar ao coração dela a voltar. Ela o fez entrar na casa de seu pai. Este, quando viu o levita, saiu alegre a recebê-lo. 4O sogro, o pai da moça, convenceu o levita a ficar com ele durante três dias; comeram, beberam, e o casal se alojou ali. 5No quarto dia, madrugaram e se levantaram para partir. Mas o pai da moça disse a seu genro:

— Coma alguma coisa, para você ter mais força para a viagem. Depois disso vocês podem ir embora.

6Os dois se sentaram, comeram e beberam juntos. Então o pai da moça disse ao homem:

— Por favor, fique aqui mais uma noite e alegre o seu coração.

7Quando o homem se levantou para partir, o seu sogro insistiu para que ficasse, e ele mais uma vez pernoitou ali. 8No quinto dia, ele se levantou de madrugada para partir, mas o pai da moça lhe disse:

— Coma alguma coisa. Fiquem até o entardecer.

E ambos comeram juntos. 9Então o homem se levantou para partir, ele, a sua concubina e o seu servo. Mas o sogro dele, o pai da moça, lhe disse:

— Olhe! Está ficando tarde e a noite vem chegando. Passe mais uma noite aqui. Este dia já está acabando. Passe aqui a noite, e alegre o seu coração. Amanhã de madrugada vocês podem se levantar e viajar de volta para casa.

10Porém o homem não quis passar ali mais uma noite. Ele se levantou, partiu e chegou até a altura de Jebus, isto é, Jerusalém. Com ele iam os dois jumentos encilhados e também a sua concubina. 11Quando chegaram perto de Jebus, o dia já estava chegando ao fim. Então o servo disse a seu senhor:

— Venha, vamos sair da estrada e entrar nessa cidade dos jebuseus e passemos ali a noite.

12Porém o seu senhor lhe disse:

— Não vamos entrar em nenhuma cidade estranha, que não seja dos filhos de Israel. Vamos um pouco mais adiante até Gibeá.

13E continuou:

— Venha, vamos a um desses lugares e pernoitemos em Gibeá ou em Ramá.

14Assim passaram adiante e continuaram a viagem. E o sol se pôs quando chegaram a Gibeá, que pertence a Benjamim. 15Saíram da estrada para entrar em Gibeá, a fim de, nela, passarem a noite. O levita entrou e se sentou na praça da cidade, porque não houve quem os recolhesse em casa para ali pernoitarem.

16Eis que, ao anoitecer, um homem velho estava voltando do seu trabalho no campo. Ele era da região montanhosa de Efraim, mas morava em Gibeá. Os outros habitantes do lugar eram benjamitas. 17Quando o velho ergueu os olhos e viu o viajante na praça da cidade, perguntou:

— Para onde você está indo? E de onde você vem?

18O levita respondeu:

— Estamos viajando de Belém de Judá para os lados da região montanhosa de Efraim, de onde sou. Fui a Belém de Judá e, agora, estou de viagem para a Casa do Senhor. Ninguém me recebeu em sua casa, 19embora tenhamos palha e pasto para os nossos jumentos, e também pão e vinho para mim, e para esta sua serva, e para o moço que vem com estes seus servos. Não nos falta nada.

20Então o velho disse:

— Que a paz esteja com você! Tudo o que lhe vier a faltar fique a meu encargo. Só não passem a noite na praça.

21Ele os levou para a sua casa e deu pasto aos jumentos. Depois de lavarem os pés, comeram e beberam.

22Enquanto eles se alegravam, eis que os homens daquela cidade, homens malignos, cercaram a casa e começaram a bater na porta. E disseram ao velho, o dono da casa:

— Traga para fora o homem que entrou em sua casa, para que abusemos dele.

19.22
Gn 19.4-5

23O dono da casa saiu para falar com eles e disse:

— Não, meus irmãos, não façam esta maldade. Já que o homem está em minha casa, não façam uma loucura dessas. 24Vejam, aqui estão a minha filha virgem e a concubina dele. Vou pôr as duas para fora e vocês poderão abusar delas e fazer o que bem quiserem.

19.24
Gn 19.8
Mas não façam uma loucura dessas com este homem!

25Porém aqueles homens não o quiseram ouvir. Então o levita pegou a sua concubina e a entregou a eles do lado de fora. E eles a forçaram e abusaram dela toda a noite até pela manhã; e, quando estava amanhecendo, eles a deixaram. 26Ao amanhecer, a mulher veio e caiu à porta da casa do homem, onde o seu senhor estava hospedado. E ela ficou ali até o clarear do dia.

27De manhã, quando o seu senhor se levantou e abriu as portas da casa, para continuar a viagem, eis que a mulher, sua concubina, jazia à porta da casa, com as mãos sobre a soleira. 28Ele lhe disse:

— Levante-se, e vamos embora!

Porém não houve resposta. Então o homem a pôs sobre o jumento e foi para a sua casa. 29Chegando a casa, pegou uma faca e cortou o corpo da concubina em doze pedaços. E enviou os pedaços para todas as regiões da terra de Israel. 30Todos os que viram isso diziam:

— Nunca se fez uma coisa dessas, nem se viu nada semelhante desde o dia em que os filhos de Israel saíram da terra do Egito até o dia de hoje. Pensem nisso, discutam entre si e digam o que se deve fazer.

20

Os israelitas vingam a afronta feita ao levita

201Todos os filhos de Israel, desde Dã até Berseba, bem como da terra de Gileade, saíram, e a congregação se reuniu diante do Senhor em Mispa, como se fosse um só homem. 2Os chefes de todo o povo e todas as tribos de Israel se apresentaram na congregação do povo de Deus. Havia quatrocentos mil soldados de infantaria, que puxavam da espada. 3E os filhos de Benjamim ouviram que os filhos de Israel haviam se reunido em Mispa. Os filhos de Israel disseram:

— Contem-nos como aconteceu essa maldade.

4Então o levita, marido da mulher assassinada, disse:

— Cheguei com a minha concubina a Gibeá, cidade de Benjamim, para passar a noite. 5Os cidadãos de Gibeá se levantaram contra mim e, à noite, cercaram a casa em que eu estava. Queriam me matar e abusaram da minha concubina, que morreu. 6Então peguei o corpo da minha concubina, cortei em pedaços, e os mandei por toda a terra da herança de Israel, pois aqueles homens cometeram uma maldade e loucura em Israel. 7Eis que todos vocês são filhos de Israel; portanto, discutam o assunto e tomem uma decisão.

8Então todo o povo se levantou como um só homem, dizendo:

— Nenhum de nós irá para a sua tenda, e nenhum de nós voltará para casa. 9Mas isto é o que faremos a Gibeá: um sorteio para ver quem atacará a cidade. 10De todas as tribos de Israel vamos separar dez homens de cem, e cem de mil, e mil de dez mil, para providenciarem mantimento para o povo, a fim de que este, indo a Gibeá de Benjamim, faça a ela conforme toda a loucura que fez em Israel.

11Assim, todos os homens de Israel se ajuntaram como se fossem um só homem contra essa cidade.

12As tribos de Israel enviaram homens por toda a tribo de Benjamim, dizendo:

— Que maldade é essa que foi feita no meio de vocês? 13E agora entreguem-nos aqueles homens, homens malignos, que estão em Gibeá, para que os matemos e tiremos esse mal do meio de Israel.

Mas os filhos de Benjamim não quiseram ouvir a voz de seus irmãos, os filhos de Israel. 14Ao contrário, vindos de suas cidades, se ajuntaram em Gibeá, para saírem à guerra contra os filhos de Israel. 15E naquele dia os filhos de Benjamim convocaram das suas cidades vinte e seis mil homens que puxavam da espada, além dos moradores de Gibeá, dos quais reuniram setecentos homens escolhidos. 16Entre todo este povo havia setecentos homens escolhidos, canhotos, que atiravam com a funda e eram capazes de acertar uma pedra num fio de cabelo, sem nunca errar. 17Dos homens de Israel, além dos de Benjamim, foram convocados quatrocentos mil homens que puxavam da espada. Todos esses eram homens de guerra.

18Os israelitas se levantaram e foram a Betel. Ali, consultaram a Deus, dizendo:

— Quem de nós será o primeiro a lutar contra Benjamim?

E o Senhor respondeu:

— Judá irá primeiro.

19Na manhã seguinte os filhos de Israel se levantaram e acamparam perto de Gibeá. 20E os homens de Israel saíram à batalha contra a tribo de Benjamim e tomaram posição de ataque contra ela junto a Gibeá. 21Então os filhos de Benjamim saíram de Gibeá e, naquele dia, mataram vinte e dois mil homens de Israel. 22Porém o povo dos homens de Israel se animou e eles novamente tomaram posição de ataque no mesmo lugar onde, no primeiro dia, o tinham feito. 23Antes disso, porém, os filhos de Israel foram e choraram diante do Senhor até a tarde. E consultaram o Senhor, dizendo:

— Devemos atacar outra vez os nossos irmãos da tribo de Benjamim?

E o Senhor respondeu:

— Sim, vocês devem atacar.

24Assim, no dia seguinte, os filhos de Israel marcharam contra os filhos de Benjamim. 25Também os de Benjamim, no dia seguinte, saíram de Gibeá de encontro a eles. E mataram mais dezoito mil homens, todos dos que puxavam da espada. 26Então todos os filhos de Israel, todo o povo, foram a Betel, choraram, estiveram ali diante do Senhor e jejuaram aquele dia até a tarde. E ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas diante do Senhor. 27E os filhos de Israel consultaram o Senhor. Porque naqueles dias a arca da aliança de Deus estava ali em Betel. 28E Fineias, filho de Eleazar, filho de Arão, ministrava diante dela naqueles dias. Os filhos de Israel perguntaram:

— Devemos sair mais uma vez para lutar contra os nossos irmãos da tribo de Benjamim ou devemos desistir?

O Senhor respondeu:

— Vão novamente, porque amanhã eu os entregarei nas mãos de vocês.

29Então Israel pôs emboscadas ao redor de Gibeá. 30No terceiro dia, os filhos de Israel avançaram contra os filhos de Benjamim e tomaram posição de ataque contra Gibeá, como das outras vezes. 31Então os filhos de Benjamim saíram de encontro ao povo, e, deixando-se atrair para longe da cidade, começaram a matar alguns do povo de Israel, como haviam feito das outras vezes. Pelas estradas, das quais uma vai para Betel e a outra vai para Gibeá, e no campo, mataram uns trinta homens de Israel. 32Então os filhos de Benjamim disseram:

— Eles estão sendo derrotados, como das outras vezes.

Porém os filhos de Israel disseram:

— Vamos fugir e atraí-los da cidade para as estradas.

33Todos os homens de Israel se levantaram do seu lugar e tomaram posição de ataque em Baal-Tamar, e a emboscada de Israel saiu do seu lugar, das vizinhanças de Geba. 34Dez mil homens escolhidos de todo o Israel vieram contra Gibeá, e a batalha se intensificou. Porém os filhos de Benjamim não imaginavam que o desastre era iminente. 35Então o Senhor derrotou Benjamim diante de Israel. E, naquele dia, os filhos de Israel mataram vinte e cinco mil e cem homens de Benjamim, todos dos que puxavam da espada. 36Então os filhos de Benjamim viram que estavam derrotados.

Os homens de Israel foram cedendo terreno aos benjamitas, porque confiavam na emboscada que haviam posto contra Gibeá. 37A emboscada avançou depressa, investiu contra Gibeá e passou os moradores a fio de espada. 38Os homens de Israel tinham combinado um sinal com a emboscada, que era fazer subir da cidade uma grande nuvem de fumaça. 39Então os homens de Israel deviam voltar à batalha. Os filhos de Benjamim tinham começado a atacar os homens de Israel e já tinham matado uns trinta deles. E diziam:

— Com certeza eles já estão derrotados, como na batalha anterior.

40Então a nuvem de fumaça começou a levantar-se da cidade, como se fosse uma coluna. Os filhos de Benjamim olharam para trás, e eis que a fumaça da cidade subia para o céu. 41Os homens de Israel deram meia-volta, e os filhos de Benjamim ficaram apavorados, porque viram que o desastre era iminente. 42Eles viraram as costas para os homens de Israel, em busca do caminho do deserto, mas não puderam escapar da batalha; e os que vinham das cidades os destruíram no meio deles. 43Cercaram os filhos de Benjamim e os perseguiram; e, onde repousavam, ali os alcançavam, até diante de Gibeá, para o nascente do sol. 44Dos filhos de Benjamim foram mortos dezoito mil homens, todos estes homens valentes. 45Então se viraram e fugiram na direção do deserto, para a rocha de Rimom. E, ao longo do caminho, os filhos de Israel ainda apanharam mais uns cinco mil homens. Seguiram-nos de perto até Gidom, e mataram mais dois mil homens. 46Naquele dia, morreram vinte e cinco mil homens dos filhos de Benjamim, todos eles homens valentes que puxavam da espada.

47Porém seiscentos homens viraram e fugiram para o deserto, para a rocha de Rimom, onde ficaram quatro meses. 48Os homens de Israel voltaram para os filhos de Benjamim e passaram a fio de espada tudo o que restou da cidade, tanto homens como animais, tudo o que encontraram. E também puseram fogo em todas as cidades que encontraram.