Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
17

Profecia contra Damasco e Efraim

171Sentença contra Damasco.

“Eis que Damasco

deixará de ser cidade

e será um montão de ruínas.

2As cidades de Aroer

serão abandonadas;

hão de ser para os rebanhos,

que aí se deitarão

sem haver quem os espante.

3A fortaleza de Efraim desaparecerá,

bem como o reino de Damasco;

e o restante da Síria será como

a glória dos filhos de Israel”,

diz o Senhor dos Exércitos.

17.1-3
Jr 49.23-27
Am 1.3-5
Zc 9.1

4“Naquele dia, a glória de Jacó

será diminuída,

e a gordura da sua carne

desaparecerá.

5Será como quando

o ceifeiro ajunta o trigo

e com o braço colhe as espigas;

será como quem colhe espigas

no vale dos Refains.

6Mas ainda ficarão algumas espigas,

como no sacudir da oliveira;

duas ou três azeitonas na ponta

do ramo mais alto,

e quatro ou cinco

nos ramos mais produtivos”,

diz o Senhor, o Deus de Israel.

7Naquele dia, as pessoas olharão para o seu Criador, e os seus olhos estarão voltados para o Santo de Israel.

17.7
Is 10.20
8Eles não olharão para os altares, obra de suas mãos, nem voltarão os olhos para o que os seus dedos fizeram,
17.8
Is 2.8
nem para os postes da deusa Aserá, nem para os altares do incenso.

9Naquele dia, as cidades que eles fortificaram ficarão como os lugares abandonados no bosque ou no alto das montanhas, os quais no passado foram abandonados diante da chegada dos filhos de Israel, e haverá desolação.

17.9
Is 6.11

10Porque você se esqueceu

do Deus da sua salvação

e não se lembrou da Rocha

da sua fortaleza.

Ainda que você faça

belas plantações

e plante mudas de fora,

11e, no dia em que você as plantar,

as fizer crescer,

e na manhã seguinte

as fizer florescer,

ainda assim a colheita voará

no dia da tribulação

e das dores incuráveis.

12Ai do bramido dos grandes povos

que bramam como bramam

os mares,

e do rugido das nações

que rugem como rugem

as águas impetuosas!

13As nações rugem

como as muitas águas,

mas Deus as repreenderá,

e fugirão para longe;

serão afugentadas

como a palha dos montes

diante do vento

e como pó levado pelo tufão.

14Ao anoitecer, eis que há pavor,

e, antes que amanheça o dia,

já não existem.

Este é o destino daqueles

que nos despojam

e a sorte daqueles

que nos saqueiam.