Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
4

Eliseu aumenta o azeite da viúva

41Certa mulher, viúva de um dos discípulos dos profetas, clamou a Eliseu, dizendo:

— O meu marido, seu servo, está morto, e o senhor sabe que esse seu servo temia o Senhor Deus. Mas veio o credor para levar os meus dois filhos como escravos.

2Eliseu perguntou à mulher:

— O que posso fazer por você? Diga-me o que é que você tem em casa.

Ela respondeu:

— Esta sua serva não tem nada em casa, a não ser um jarro de azeite.

3Então Eliseu disse:

— Vá, peça emprestadas vasilhas a todos os seus vizinhos; vasilhas vazias, muitas vasilhas. 4Depois entre em casa, feche a porta atrás de você e dos seus filhos, e derrame o azeite em todas aquelas vasilhas. Ponha à parte as que forem ficando cheias.

5A mulher foi embora dali e fechou a porta atrás de si e dos seus filhos. Estes lhe passavam as vasilhas, e ela as enchia. 6Quando todas estavam cheias, ela disse a um dos filhos:

— Traga-me mais uma vasilha.

Mas ele respondeu:

— Não há mais vasilha nenhuma.

E o azeite parou. 7Então ela foi e contou ao homem de Deus. Ele disse:

— Vá, venda o azeite e pague a sua dívida; e você e os seus filhos vivam do que sobrar.

Eliseu e a sunamita

8Certo dia, Eliseu passou por Suném, onde morava uma mulher rica, que insistiu para que ele ficasse para uma refeição. Assim, todas as vezes que passava por lá, entrava para fazer uma refeição. 9Ela disse ao seu marido:

— Vejo que este que passa sempre por aqui é um santo homem de Deus. 10Vamos fazer um quarto pequeno no terraço da casa e colocar nele uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lamparina; assim, quando ele vier à nossa casa, poderá ficar ali.

11Um dia, vindo o profeta para ali, retirou-se para o quarto e se deitou. 12Então disse ao seu servo Geazi:

— Vá chamar esta sunamita.

Ele a chamou, e ela se pôs diante do profeta. 13Este tinha dito a Geazi que dissesse a ela:

— A senhora nos tem tratado com muito cuidado. O que podemos fazer pela senhora? Podemos falar em seu favor junto ao rei ou ao comandante do exército?

Ela havia respondido:

— Eu estou bem, vivendo no meio do meu povo.

14Então o profeta perguntou a Geazi:

— O que se pode fazer por ela?

Geazi respondeu:

— Ora, ela não tem filhos, e o marido dela é velho.

15Eliseu disse:

— Vá chamá-la.

Ele a chamou, e ela se pôs à porta. 16Então o profeta disse à mulher:

— Por este tempo, daqui a um ano, você terá um filho nos braços.

Ela disse:

— Não, meu senhor, homem de Deus, não minta para esta sua serva.

17A mulher engravidou e, no ano seguinte, no tempo determinado, deu à luz um filho, como Eliseu tinha dito.

18O menino cresceu e, certo dia, foi encontrar-se com o seu pai, que estava no campo com os ceifeiros. 19De repente ele disse a seu pai:

— Ai! A minha cabeça! A minha cabeça!

Então o pai disse a um dos servos:

— Leve-o para a mãe.

20Ele o tomou e o levou para a mãe. O menino ficou sentado no colo dela até o meio-dia, e então morreu. 21Ela subiu e o deitou sobre a cama do homem de Deus; fechou a porta e saiu.

22Chamou o marido e lhe disse:

— Mande-me um dos servos e uma das jumentas. Preciso ir depressa falar com o homem de Deus e voltar.

23O marido perguntou:

— Por que você quer falar com ele hoje? Não é dia de Festa da Lua Nova nem sábado.

Ela respondeu:

— Não faz mal.

24Então ela mandou preparar a jumenta e disse ao servo:

— Pegue as rédeas e vamos! Não diminua a marcha, a não ser quando eu disser.

25E assim ela partiu e foi falar com o homem de Deus, no monte Carmelo. Ao vê-la de longe, o homem de Deus disse a Geazi, seu servo:

— Veja! É a sunamita. 26Corra ao seu encontro e pergunte a ela: “Vai tudo bem com você, com o seu marido, com o menino?”

Ela respondeu:

— Vai tudo bem.

27Quando ela chegou ao homem de Deus, no monte, agarrou-se aos pés dele. Geazi se aproximou para arrancá-la, mas o homem de Deus lhe disse:

— Deixe-a, porque a sua alma está em amargura, e o Senhor escondeu isso de mim; não me revelou nada a respeito.

28Então a mulher disse:

— Por acaso eu pedi a meu senhor algum filho? Eu não lhe disse que não me enganasse?

29Então o profeta disse a Geazi:

— Cinja os lombos, pegue o meu bordão e vá. Se encontrar alguém, não o cumprimente; e, se alguém cumprimentar você, não responda.

4.29
Lc 10.4
Ponha o meu bordão sobre o rosto do menino.

30Porém a mãe do menino disse:

— Tão certo como vive o Senhor, e como você vive, não o deixarei.

Então Eliseu se levantou e foi com ela. 31Geazi foi adiante deles e pôs o bordão sobre o rosto do menino. Porém não houve nele voz nem sinal de vida. Então voltou para encontrar-se com Eliseu e lhe disse:

— O menino não acordou.

32Quando o profeta chegou à casa, eis que o menino estava morto sobre a cama. 33Então ele entrou, fechou a porta e orou ao Senhor. 34Subiu à cama, deitou-se sobre o menino e, pondo a sua boca sobre a boca dele, os seus olhos sobre os olhos dele e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e o corpo do menino aqueceu.

4.34
1Rs 17.21-23
35Eliseu se levantou e andou no quarto de um lado para outro. Tornou a subir à cama, e se estendeu sobre o menino; este espirrou sete vezes e abriu os olhos. 36Então Eliseu chamou Geazi e disse:

— Chame a sunamita.

Ele a chamou. Quando ela chegou, Eliseu disse:

— Pegue o seu filho.

37Ela entrou, lançou-se aos pés de Eliseu e prostrou-se em terra; pegou o seu filho e saiu.

A morte que havia na panela é tirada

38Eliseu voltou para Gilgal. Havia fome naquela terra. Quando os discípulos dos profetas estavam sentados diante dele, Eliseu disse ao seu servo:

— Ponha a panela grande no fogo e faça um cozido para os discípulos dos profetas.

39Então um deles saiu para o campo a fim de apanhar ervas. Ele achou uma trepadeira silvestre e, colhendo os frutos, encheu a sua capa com eles. Voltou para casa, cortou os frutos em pedaços e os pôs na panela, mesmo sem saber o que eram. 40Depois, deram de comer aos homens. Enquanto comiam do cozido, gritaram:

— Morte na panela, ó homem de Deus!

E não puderam comer. 41Mas Eliseu disse:

— Tragam farinha.

Ele a colocou na panela e disse:

— Sirva às pessoas para que comam.

E já não havia mal nenhum na panela.

Vinte pães satisfazem cem homens

42Um homem veio de Baal-Salisa e trouxe ao homem de Deus pães das primícias, vinte pães de cevada, e espigas verdes numa sacola. Eliseu disse:

— Dê às pessoas para que comam.

43Porém o seu servo lhe disse:

— Como vou pôr isto diante de cem homens?

Eliseu tornou a dizer:

— Dê às pessoas para que comam. Porque assim diz o Senhor: “Comerão, e ainda vai sobrar.”

44Então o servo pôs a comida diante deles; comeram, e ainda sobrou,

4.44
Mt 14.16-21
conforme a palavra do Senhor.

5

Naamã é curado de lepra

51Naamã,

5.1
Lc 4.27
comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque por meio dele o Senhor tinha dado a vitória à Síria. Ele era herói de guerra, porém sofria de lepra.

2Tropas saíram da Síria, e da terra de Israel levaram cativa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. 3Um dia a menina disse à sua senhora:

— Quem dera o meu senhor estivesse na presença do profeta que está em Samaria; ele o curaria da sua lepra.

4Então Naamã foi contar isso ao seu senhor, dizendo:

— Assim e assim falou a jovem que é da terra de Israel.

5O rei da Síria respondeu:

— Vá! Eu enviarei uma carta ao rei de Israel.

Então Naamã partiu e levou consigo trezentos e quarenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupa. 6Levou também ao rei de Israel a carta, que dizia: “Tão logo esta carta chegar a você, saiba que eu lhe enviei Naamã, meu servo, para que você o cure da sua lepra.”

7Quando o rei de Israel acabou de ler a carta, rasgou as suas roupas em sinal de medo e disse:

— Por acaso sou Deus, com poder de tirar a vida ou dá-la, para que este envie a mim um homem para eu curá-lo de sua lepra? Como vocês podem notar e ver, ele está procurando um pretexto contra mim.

5.7
1Rs 20.7

8Mas, quando Eliseu, homem de Deus, ouviu que o rei de Israel havia rasgado as suas roupas, mandou dizer ao rei:

— Por que o senhor rasgou as suas roupas? Deixe-o vir a mim, e ele saberá que há profeta em Israel.

9Então Naamã foi com os seus cavalos e os seus carros e parou à porta da casa de Eliseu. 10Eliseu lhe mandou um mensageiro, dizendo:

— Vá e lave-se sete vezes no Jordão, e a sua carne será restaurada, e você ficará limpo.

11Mas Naamã ficou indignado e se foi, dizendo:

— Eu pensava que ele certamente sairia para falar comigo, ficaria em pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, passaria a mão sobre o lugar da lepra e restauraria o leproso. 12Por acaso não são Abana e Farfar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Será que eu não poderia me lavar neles e ficar limpo?

Deu meia-volta e foi embora muito irritado. 13Então os seus oficiais se aproximaram e lhe disseram:

— Meu pai, se o profeta tivesse dito alguma coisa difícil, por acaso o senhor não faria? Muito mais agora que ele apenas disse: “Lave-se e você ficará limpo.”

14Então Naamã desceu e mergulhou no Jordão sete vezes, conforme a palavra do homem de Deus; e a sua pele se tornou como a pele de uma criança, e ficou limpo.

15Depois ele voltou ao homem de Deus, ele e toda a sua comitiva. Veio, pôs-se diante dele e disse:

— Eis que, agora, reconheço que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel.

5.15
1Sm 17.46
E agora, por favor, aceite um presente deste seu servo.

16Porém ele respondeu:

— Tão certo como vive o Senhor, em cuja presença estou, não aceitarei nada.

Naamã insistiu com ele para que aceitasse, mas ele recusou. 17Então Naamã disse:

— Se você não quer, então peço que seja permitido a este seu servo levar duas mulas carregadas de terra; porque este seu servo nunca mais oferecerá holocausto nem sacrifício a outros deuses, a não ser ao Senhor. 18Mas que o Senhor Deus perdoe o seu servo uma coisa: quando meu senhor, o rei, entrar no templo de Rimom para ali adorar, e ele se encostar no meu braço, e eu também tiver de me encurvar no templo de Rimom, quando assim me prostrar no templo de Rimom, que o Senhor Deus perdoe este seu servo por isso.

19Eliseu lhe disse:

— Vá em paz.

Geazi é atacado de lepra

Quando Naamã tinha se afastado certa distância, 20Geazi,

5.20
2Rs 4.12,31,36
o servo de Eliseu, homem de Deus, disse consigo:

— Eis que meu senhor foi generoso demais com este sírio Naamã, recusando o que ele trazia. Mas, tão certo como vive o Senhor, vou correr atrás dele e receberei dele alguma coisa.

21Então Geazi correu atrás de Naamã. Quando Naamã viu que alguém vinha correndo atrás dele, saltou da carruagem para ir ao encontro dele. Então perguntou:

— Está tudo bem?

22Ele respondeu:

— Sim, tudo bem. Meu senhor me mandou dizer: “Eis que agora mesmo vieram da região montanhosa de Efraim dois jovens que fazem parte do grupo dos discípulos dos profetas. Por favor, dê-lhes trinta e quatro quilos de prata e duas mudas de roupa.”

23Naamã disse:

— Tenha a bondade de levar sessenta e oito quilos.

Insistiu com ele e amarrou sessenta e oito quilos de prata em dois sacos e duas mudas de roupa. Pôs isso sobre os ombros de dois dos seus servos, para que o levassem à frente de Geazi. 24Quando ele chegou à colina, pegou os sacos que os servos traziam e os depositou na casa. Então despediu aqueles homens, que se foram. 25Ele, porém, entrou e se pôs diante de seu senhor. Eliseu perguntou:

— De onde você vem, Geazi?

Ele respondeu:

— Este seu servo não foi a lugar nenhum.

26Porém Eliseu disse:

— Você acha que eu não estava com você em espírito quando aquele homem voltou da sua carruagem, para encontrar-se com você? Será que esta era a ocasião para você aceitar prata e aceitar roupas, olivais e vinhas, ovelhas e bois, servos e servas? 27Portanto, a lepra de Naamã se pegará a você e à sua descendência para sempre.

E Geazi saiu da presença de Eliseu já leproso, branco como a neve.

6

Eliseu faz flutuar um machado

61Os discípulos dos profetas disseram a Eliseu:

— Eis que o lugar em que moramos com o senhor é pequeno demais para nós. 2Vamos até o Jordão, tomemos de lá cada um de nós uma viga e construamos um lugar para morar.

Ele respondeu:

— Vão.

3Mas um deles disse:

— Tenha a bondade de ir com estes seus servos.

Eliseu disse:

— Eu irei.

4E foi com eles. Quando chegaram ao Jordão, cortaram madeira. 5Aconteceu que, enquanto um deles derrubava um tronco, o machado caiu na água. Ele gritou:

— Ai! Meu senhor! O machado era emprestado.

6O homem de Deus perguntou:

— Onde caiu?

Ele mostrou-lhe o lugar. Então Eliseu cortou um galho, jogou-o na água naquele lugar, e fez o ferro flutuar. 7Então disse:

— Pegue-o.

O homem estendeu a mão e o pegou.

A ação de Eliseu na guerra contra os sírios

8O rei da Síria estava em guerra contra Israel. E, em conselho com os seus oficiais, disse:

— Em tal e tal lugar estará o meu acampamento.

9Mas o homem de Deus mandou dizer ao rei de Israel:

— Evite passar por tal lugar, porque os sírios estão descendo para ali.

10O rei de Israel enviou tropas ao lugar de que o homem de Deus lhe havia falado e de que o tinha avisado, e, assim, se salvou mais do que uma ou duas vezes.

11O rei da Síria ficou angustiado com este incidente. Então chamou os seus servos e perguntou:

— Vocês não vão me dizer quem dos nossos está do lado do rei de Israel?

12Um dos servos respondeu:

— Ninguém, ó rei, meu senhor. Mas o profeta Eliseu, que está em Israel, conta ao rei de Israel as palavras que o senhor fala no seu quarto de dormir.

13Então o rei disse:

— Vão e descubram onde ele está, para que eu mande prendê-lo.

E contaram ao rei:

— Eis que ele está em Dotã.

14Então o rei enviou para lá cavalos, carros de guerra e um grande exército. Eles chegaram de noite e cercaram a cidade.

15O servo do homem de Deus levantou-se bem cedo e, ao sair, eis que tropas, cavalos e carros de guerra haviam cercado a cidade. Então o moço disse a Eliseu:

— Ai, meu senhor! Que faremos?

16Ele respondeu:

— Não tenha medo, porque são mais os que estão conosco do que os que estão com eles.

17E Eliseu orou e disse:

Senhor, peço-te que abras os olhos dele para que veja.

O Senhor abriu os olhos do moço, e ele viu que o monte estava cheio de cavalos e carros de fogo,

6.17
2Rs 2.11
ao redor de Eliseu. 18E, quando os sírios desceram contra ele, Eliseu orou ao Senhor e disse:

— Peço-te que firas esta gente de cegueira.

E ele os feriu de cegueira, conforme a palavra de Eliseu. 19Então Eliseu lhes disse:

— Não é este o caminho, nem esta a cidade; sigam-me, e eu os guiarei ao homem que vocês estão procurando.

E os guiou à cidade de Samaria.

20Quando eles chegaram a Samaria, Eliseu disse:

— Ó Senhor, abre os olhos destes homens para que vejam.

E o Senhor abriu os olhos deles, e viram; e eis que estavam dentro de Samaria. 21Quando o rei de Israel os viu, perguntou a Eliseu:

— Meu pai, devo matá-los? Devo matá-los?

22Ele respondeu:

— Não os mate! Você mataria aqueles que fizesse prisioneiros com a sua espada e o seu arco? Ordene que lhes deem pão e água, para que comam, bebam e voltem para o seu senhor.

6.22
Rm 12.20

23Então o rei ofereceu-lhes um grande banquete, e comeram e beberam. Ele os despediu e eles voltaram para o seu senhor. E da parte da Síria não houve mais investidas na terra de Israel.

A fome em Samaria

24Depois disto, Ben-Hadade, rei da Síria, ajuntou todo o seu exército, foi e sitiou a cidade de Samaria. 25Houve grande fome em Samaria. Eis que a sitiaram, a ponto de se vender a cabeça de um jumento por oitenta moedas de prata e um pouco de esterco de pomba por cinco moedas de prata.

26Quando o rei de Israel vinha passando, andando sobre a muralha, uma mulher gritou:

— Ajude-me, ó rei, meu senhor!

27Ele respondeu:

— Se o Senhor Deus não ajudar você, com que poderei eu ajudá-la? Com a eira ou com o lagar?

28E o rei acrescentou:

— Qual é o seu problema?

Ela respondeu:

— Esta mulher me disse: “Dê o seu filho, para que hoje o comamos, e amanhã comeremos o meu.” 29Assim, cozinhamos o meu filho e o comemos. Mas no outro dia, quando eu disse a ela: “Dê o seu filho, para que o comamos”, ela o escondeu.

30Ao ouvir as palavras da mulher, o rei rasgou as suas roupas. Como ele estava andando sobre a muralha, o povo olhou e viu que, por baixo, sobre a pele, o rei estava usando pano de saco.

31Então o rei disse:

— Que Deus me castigue se até o final do dia Eliseu, filho de Safate, ainda estiver com a cabeça sobre os ombros.

32Eliseu estava sentado em sua casa, juntamente com os anciãos. O rei enviou um homem à sua frente. Mas, antes que o mensageiro chegasse, Eliseu disse aos anciãos:

— Vocês estão vendo como aquele filho de um assassino mandou alguém para cortar a minha cabeça? Quando o mensageiro vier, fechem a porta e empurrem-no com ela. Não é fato que logo depois dele se ouvirá o barulho dos passos de seu senhor?

33Enquanto Eliseu ainda falava com eles, chegou o rei, que disse:

— Eis que este mal vem do Senhor Deus. Que mais poderia eu esperar do Senhor?

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