Nova Almeida Atualizada (2017) (NAA)
1

Prefácio e saudação

11Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto

1.1
At 18.1
e a todos os santos em toda a Acaia.
1.1
1Co 16.15
2Co 9.2
11.10

2Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês.

Ação de graças

3Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias

1.3
Rm 12.1
e Deus de toda consolação!
1.3
Rm 15.5
4É ele que nos consola em toda a nossa tribulação, para que, pela consolação que nós mesmos recebemos de Deus,
1.4
2Co 7.6-7,13
possamos consolar os que estiverem em qualquer espécie de tribulação. 5Porque, assim como transbordam sobre nós os sofrimentos de Cristo, assim também por meio de Cristo transborda o nosso consolo. 6Se somos atribulados, é para o consolo e a salvação de vocês; se somos consolados, é também para o consolo de vocês.
1.6
2Co 4.15
Esse consolo se torna eficaz na medida em que vocês suportam com paciência os mesmos sofrimentos que nós também suportamos. 7A nossa esperança em relação a vocês é sólida, sabendo que, assim como vocês são participantes dos sofrimentos, assim também serão participantes da consolação.

8Porque não queremos, irmãos, que vocês fiquem sem saber que tipo de tribulação nos sobreveio na província da Ásia. Foi algo acima das nossas forças, a ponto de perdermos a esperança até da própria vida. 9De fato, tivemos em nós mesmos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós mesmos, e sim no Deus que ressuscita os mortos,

1.8-9
Rm 4.17
1Co 15.32
10o qual nos livrou e ainda livrará de tão grande morte. Nele temos esperado que ainda continuará a nos livrar, 11enquanto vocês nos ajudam com orações a nosso favor,
1.11
Rm 15.30
Fp 1.19
para que, por muitos, sejam dadas graças a Deus a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio da súplica de muitos.

A sinceridade de Paulo

12Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência de que com simplicidade1.12 Alguns manuscritos trazem santidade e sinceridade

1.12
2Co 2.17
de Deus, não com sabedoria humana,
1.12
1Co 2.1
mas na graça divina, temos vivido no mundo, especialmente em relação a vocês. 13Porque nenhuma outra coisa escrevemos para vocês, a não ser aquilo que vocês leem e entendem. E espero que vocês entendam completamente, 14como também já nos entenderam em parte, que seremos a glória de vocês, assim como vocês também serão a nossa glória no Dia de Jesus,
1.14
Fp 2.16
nosso Senhor.

Paulo explica a sua demora em ir a Corinto

15Com esta confiança, eu queria primeiro ir encontrar-me com vocês, para que tivessem um segundo benefício. 16Queria, ao passar por aí, dirigir-me à Macedônia,

1.16
At 19.21
1Co 16.5
e da Macedônia voltar a encontrar-me com vocês, sendo então encaminhado por vocês para a Judeia. 17Ora, ao querer isso, será que agi com leviandade? Ou, ao tomar decisões, será que decido segundo a carne,
1.17
2Co 10.2-3
de modo que haja em mim, simultaneamente, o “sim, sim” e o “não, não”?
1.17
Mt 5.37
18Mas, como Deus é fiel,
1.18
1Co 1.9
10.13
a nossa palavra, dirigida a vocês, não é “sim e não”. 19Porque o Filho de Deus,
1.19
Rm 1.4
Gl 2.20
Jesus Cristo, que foi anunciado entre vocês por nós, isto é, por mim, Silvano e Timóteo, não foi “sim e não”; pelo contrário, nele sempre houve o “sim”. 20Porque todas as promessas de Deus têm nele o “sim”.
1.20
Rm 15.8
Por isso, também por meio dele se diz o “amém” para glória de Deus, por meio de nós. 21Mas aquele que nos confirma
1.21
1Co 1.8
Cl 2.7
juntamente com vocês em Cristo e que nos ungiu
1.21
1Jo 2.27
é Deus, 22que também pôs o seu selo
1.22
Ef 1.13
em nós e nos deu o penhor
1.22
2Co 5.5
Ef 1.14
do Espírito em nosso coração.

23Eu, porém, por minha vida, tomo Deus por testemunha de que foi para poupar

1.23
2Co 13.2
vocês que ainda não voltei a Corinto. 24Não que tenhamos domínio sobre a fé que vocês têm,
1.24
2Co 4.5
1Pe 5.3
mas porque somos cooperadores da alegria
1.24
1Co 3.9
1Jo 1.4
de vocês. Porque, pela fé, vocês estão firmes.
1.24
Rm 11.20

2

21Porque decidi por mim mesmo o seguinte: não voltar a me encontrar com vocês em tristeza.

2.1
2Co 12.21
2Porque, se eu entristeço vocês, quem me alegrará, senão aquele a quem tenho entristecido? 3E escrevi isso para que, quando eu for, não seja entristecido por aqueles que deveriam me alegrar, confiando em todos vocês de que a minha alegria é também a alegria de vocês. 4Porque lhes escrevi no meio de muitos sofrimentos e angústia de coração, com muitas lágrimas, não para que vocês ficassem tristes,
2.4
2Co 7.8
mas para que soubessem do amor que tenho por vocês.

O perdão para o arrependido

5Ora, se alguém causou tristeza, não o fez a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte causou tristeza a todos vocês. 6Basta-lhe a punição imposta pela maioria. 7De modo que, agora, pelo contrário, vocês devem perdoar

2.7
2Co 2.10
e consolar,
2.7
Cl 3.13
para que esse indivíduo não seja consumido por excessiva tristeza. 8Por isso, peço que vocês confirmem o amor de vocês para com ele. 9E foi por isso também que eu lhes escrevi, para ter prova de que, em tudo, vocês são obedientes.
2.9
2Co 7.15
10.6
10A quem vocês perdoam alguma coisa, eu também perdoo. Pois o que perdoei, se é que perdoei alguma coisa, eu o fiz por causa de vocês na presença de Cristo, 11para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não ignoramos quais são as intenções dele.
2.11
Lc 22.31
1Pe 5.8

A intranquilidade de Paulo em Trôade

12Quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, vi que uma porta se havia aberto

2.12
1Co 16.9
para mim, no Senhor. 13No entanto, não tive tranquilidade no meu espírito,
2.13
2Co 7.5
porque não encontrei o meu irmão Tito.
2.13
2Co 7.6,13-14
8.6,16,23
12.18
Por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
2.12-13
At 20.1,4
2Co 8.1
11.9

A vitória em Cristo

14Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo

2.14
Cl 2.15
e, por meio de nós, manifesta a fragrância do seu conhecimento em todos os lugares. 15Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto entre os que estão sendo salvos como entre os que estão se perdendo.
2.15
1Co 1.18
2Co 4.3
16Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é capaz de fazer estas coisas?
2.16
2Co 3.5-6
17Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando
2.17
2Co 4.2
1Ts 2.5
a palavra de Deus. Pelo contrário, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
2.17
2Co 1.12
12.19

3

O ministério da nova aliança

31Estamos começando outra vez a recomendar a nós mesmos?

3.1
2Co 4.2
5.12
6.4
10.12,18
Ou será que temos necessidade, como alguns, de entregar cartas
3.1
At 18.27
Rm 16.1
de recomendação para vocês ou pedi-las a vocês? 2Vocês são a nossa carta,
3.2
1Co 9.2
escrita em nosso coração,
3.2
2Co 7.3
conhecida e lida por todos. 3Vocês manifestam que são carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra,
3.3
Êx 24.12
mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
3.3
Jr 31.33
Ez 36.26

4E é por meio de Cristo que temos tal confiança em Deus. 5Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa capacidade vem de Deus,

3.5
1Co 15.10
2Co 2.16
6o qual nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança,
3.6
Jr 31.31-34
não da letra,
3.6
Rm 2.29
7.6
mas do Espírito; porque a letra mata, mas o Espírito vivifica.

7E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fixar os olhos na face de Moisés,

3.7
Êx 34.29
por causa da glória do seu rosto, ainda que fosse uma glória que estava desaparecendo, 8como não será de maior glória o ministério do Espírito? 9Porque, se o ministério da condenação
3.9
Gl 3.10
teve glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. 10Pois, neste particular, o que era glorioso já não tem mais glória diante da glória atual, que é muito maior. 11Porque, se o que estava desaparecendo teve a sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.

12Tendo, pois, tal esperança, agimos com muita ousadia. 13E não somos como Moisés, que punha um véu sobre o rosto,

3.13
Êx 34.33-35
para que os filhos de Israel não pudessem fixar os olhos no fim daquilo que estava desaparecendo. 14Mas a mente deles se endureceu.
3.14
Rm 11.25
Pois, até o dia de hoje, o mesmo véu permanece sobre a leitura da antiga aliança; não foi tirado, pois só em Cristo ele é removido. 15Mas, até hoje, quando Moisés é lido, o véu está posto sobre o coração deles. 16Quando, porém, alguém se converte ao Senhor,
3.16
Rm 11.23,26
o véu é tirado. 17Ora, este Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
3.17
Rm 6.18,22
8.2
18E todos nós, com o rosto descoberto, contemplando a glória do Senhor, somos transformados,
3.18
Fp 3.21
de glória em glória, na sua própria imagem,
3.18
Rm 8.29
1Co 15.49
2Co 4.4
como pelo Senhor, que é o Espírito.

Utilizamos cookies de acordo com o nossa Política de Privacidade, respeitando todos as suas informações pessoais.[ocultar]