Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
16

161Do homem

16.1
Pv 16.9
19.21
20.24
Jr 10.23
são as preparações do coração, mas
16.1
Mt 10.19-20
do Senhor, a resposta da boca. 2Todos os caminhos
16.2
Pv 21.2
do homem são limpos aos seus olhos,
16.2
1Sm 16.7
mas o Senhor pesa os espíritos. 3Confia
16.3
Sl 36.5
Fp 4.6
1Pe 5.7
ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos. 4O Senhor fez
16.4
Jó 21.30
Is 43.7
Rm 9.22
11.36
todas as coisas para os seus próprios fins e até ao ímpio, para o dia do mal. 5Abominação
16.5
Pv 6.17
8.13
11.21
é para o Senhor todo altivo de coração; ainda que ele junte mão à mão, não ficará impune. 6Pela misericórdia
16.6
Pv 14.16
e pela verdade, se purifica a iniquidade; e, pelo temor do Senhor, os homens se desviam do mal. 7Sendo os caminhos do homem agradáveis ao Senhor, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele. 8Melhor é o pouco
16.8
Sl 37.16
Pv 15.16
com justiça do que a abundância de colheita com injustiça. 9O coração
16.9
Sl 37.23
Pv 19.21
Jr 10.23
do homem considera o seu caminho, mas o Senhor lhe dirige os passos. 10Adivinhação se acha nos lábios do rei; em juízo não prevaricará a sua boca. 11O peso e a balança
16.11
Lv 19.36
Pv 11.1
justa são do Senhor; obra sua são todas as pedras da bolsa. 12Abominação é para os reis o praticarem a impiedade, porque com justiça se estabelece
16.12
Pv 25.5
29.14
o trono. 13Os lábios de justiça são o contentamento dos reis,
16.13
Pv 14.35
22.11
e eles amarão o que fala coisas retas. 14O furor
16.14
Pv 19.12
20.2
do rei é como um mensageiro da morte, mas o homem sábio o apaziguará. 15Na luz do rosto do rei está a vida, e a sua
16.15
Jó 29.23
Pv 19.12
Zc 10.1
benevolência é como a nuvem de chuva serôdia. 16Quanto melhor é adquirir a sabedoria
16.16
Pv 8.11,19
do que o ouro! E quanto mais excelente, adquirir a prudência do que a prata! 17O alto caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma. 18A soberba
16.18
Pv 11.2
17.19
18.12
precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. 19Melhor é ser humilde de espírito com os mansos do que repartir o despojo com os soberbos. 20O que atenta prudentemente para a palavra achará o bem, e o que confia
16.20
Sl 2.12
Is 30.18
Jr 17.7
no Senhor será bem-aventurado. 21O sábio de coração será chamado prudente, e a doçura dos lábios aumentará o ensino. 22O entendimento,
16.22
Pv 13.14
14.27
para aqueles que o possuem, é uma fonte de vida, mas a instrução dos tolos é a sua estultícia. 23O coração
16.23
Sl 37.30
do sábio instrui a sua boca e acrescenta doutrina aos seus lábios. 24Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma e saúde para os ossos. 25Há caminho
16.25
Pv 14.12
que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte. 26O trabalhador
16.26
Ec 6.7
trabalha para si mesmo, porque a sua boca o instiga. 27O homem vão cava o mal, e nos seus lábios se acha como que um fogo ardente. 28O homem
16.28
Pv 6.14,19
15.18
17.9
26.21
29.22
perverso levanta a contenda, e o difamador separa os maiores amigos. 29O homem violento
16.29
Pv 1.10
persuade o seu companheiro e guia-o por caminho não bom. 30Fecha os olhos para imaginar perversidades; mordendo os lábios, efetua o mal. 31Coroa de honra são
16.31
Pv 20.29
as cãs, achando-se elas no caminho da justiça. 32Melhor é o longânimo
16.32
Pv 19.11
do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade. 33A sorte se lança no regaço, mas do Senhor procede toda a sua disposição.

17

171Melhor é um bocado

17.1
Pv 15.17
seco e com ele a tranquilidade do que a casa cheia de vítimas, com contenda. 2O servo prudente dominará sobre o filho
17.2
Pv 10.5
19.26
que procede indignamente; e entre os irmãos repartirá a herança. 3O crisol é para a prata,
17.3
Pv 27.21
Jr 17.10
Ml 3.3
e o forno, para o ouro; mas o Senhor prova os corações. 4O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna. 5O que escarnece
17.5
Jó 31.29
Pv 14.31
Ob 12
do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune. 6Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais. 7Não convém ao tolo a fala excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso! 8Pedra preciosa
17.8
Pv 18.16
19.6
é o presente aos olhos dos que o recebem; para onde quer que se volte, servirá de proveito. 9O que
17.9
Pv 10.12
16.28
encobre a transgressão busca a amizade, mas o que renova a questão separa os maiores amigos. 10Mais profundamente entra a repreensão no prudente do que cem açoites no tolo. 11Na verdade, o rebelde não busca senão o mal, mas mensageiro cruel se enviará contra ele. 12Encontre-se
17.12
Os 13.8
com o homem a ursa à qual roubaram os filhos, mas não o louco na sua estultícia. 13Quanto àquele que torna mal por bem,
17.13
Jr 18.20
Rm 12.17
1Ts 5.15
1Pe 3.9
não se apartará o mal da sua casa. 14Como o soltar as águas, é o princípio da contenda; deixa por isso a porfia, antes que sejas envolvido. 15O que justifica
17.15
Êx 23.7
Pv 24.24
Is 5.23
o ímpio e o que condena o justo abomináveis são para o Senhor, tanto um como o outro. 16De que serviria o preço na mão do tolo para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento? 17Em todo o tempo ama
17.17
Pv 18.24
o amigo; e na angústia nasce o irmão. 18O homem falto
17.18
Pv 6.1
11.15
de entendimento dá a mão, ficando por fiador do seu companheiro. 19O que ama a contenda ama a transgressão; o que alça a sua porta
17.19
Pv 16.18
busca a ruína. 20O perverso de coração nunca achará o bem;
17.20
Tg 3.8
e o que tem a língua dobre virá a cair no mal. 21O que gera
17.21
Pv 10.1
17.25
19.13
um tolo, para sua tristeza o faz; e o pai do insensato não se alegrará. 22O coração
17.22
Pv 12.25
15.13,15
alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos. 23O ímpio tira o presente do seio
17.23
Êx 23.8
para perverter as veredas da justiça. 24No rosto do sábio se vê a sabedoria,
17.24
Pv 14.10
Ec 2.14
8.1
mas os olhos do louco estão nas extremidades da terra. 25O filho insensato
17.25
Pv 10.1
15.20
19.13
17.21
é tristeza para seu pai e amargura para quem o deu à luz. 26Não é bom também
17.26
Pv 17.15
18.5
punir o justo, nem ferirem os príncipes ao que age justamente. 27Retém as suas palavras
17.27
Tg 1.19
o que possui o conhecimento, e o homem de entendimento é de 17.27 ou plácidoprecioso espírito. 28Até o tolo,
17.28
Jó 13.5
quando se cala, será reputado por sábio; e o que cerrar os seus lábios, por sábio.

18

181Busca seu próprio desejo aquele que se separa; ele insurge-se contra a verdadeira sabedoria. 2Não toma prazer o tolo no entendimento, senão em que se descubra o seu coração. 3Vindo o ímpio, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha. 4Águas profundas são as

18.4
Pv 10.11
20.5
palavras da boca do homem, e ribeiro transbordante é a fonte da sabedoria. 5Não
18.5
Lv 19.1,5
Dt 1.17
16.19
Pv 24.23
28.21
é bom ter respeito à pessoa do ímpio, para derribar o justo em juízo. 6Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites. 7A boca do tolo
18.7
Pv 10.14
12.13
13.3
Ec 10.12
é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma. 8As palavras
18.8
Pv 12.18
26.22
do linguareiro são como doces bocados, e elas descem ao íntimo do ventre. 9Também o negligente na sua obra é irmão do desperdiçador. 10Torre forte é o
18.10
2Sm 22.3,51
nome do Senhor; para ela correrá o justo e estará em alto retiro. 11A fazenda
18.11
Pv 10.15
do rico é sua cidade forte e, como um muro alto, na sua imaginação. 12Antes de ser quebrantado, eleva-se o coração
18.12
Pv 11.2
15.33
16.18
do homem; e, diante da honra, vai a humildade. 13Responder antes de
18.13
Jo 7.51
ouvir é estultícia e vergonha. 14O espírito do homem aliviará a sua enfermidade, mas ao espírito abatido, quem o levantará? 15O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a ciência. 16O presente
18.16
Gn 32.20
Pv 21.14
do homem alarga-lhe o caminho e leva-o à presença dos grandes. 17O que primeiro começa o seu pleito justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina. 18A sorte faz cessar os pleitos e faz separação entre os poderosos. 19O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como ferrolhos de um palácio. 20Do fruto
18.20
Pv 12.14
13.2
da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios se fartará. 21A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto. 22O que acha
18.22
Pv 19.14
31.10
uma mulher acha uma coisa boa e alcançou a benevolência do Senhor. 23O pobre fala com rogos, mas o rico responde
18.23
Tg 2.3
com durezas. 24O homem que tem muitos amigos pode congratular-se,
18.24
Pv 17.17
mas há amigo mais chegado do que um irmão.