Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
21

Os israelitas destroem os cananeus

211Ouvindo

21.1
Nm 33.21
Jz 1.16
o cananeu, o rei de Arade, que habitava para a banda do sul, que Israel vinha pelo
21.1
Nm 13.21
caminho dos espias, pelejou contra Israel e dele levou alguns deles por prisioneiros. 2Então, Israel
21.2
Gn 28.20
Jz 11.30
fez um voto ao Senhor, dizendo: Se totalmente entregares este povo na minha mão,
21.2
Lv 27.28
destruirei totalmente as suas cidades. 3O Senhor, pois, ouviu a voz de Israel e entregou os cananeus, que foram destruídos totalmente, eles e as suas cidades; e o nome daquele lugar chamou Horma.

As serpentes ardentes e a serpente de metal

4Então, partiram

21.4
Nm 20.22
33.41
Jz 11.18
do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, a rodear a terra de Edom; porém a alma do povo angustiou-se neste caminho. 5E o povo falou
21.5
Êx 16.3
17.3
Sl 78.19
contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito, para que morrêssemos neste deserto? Pois, aqui, nem pão nem água há;
21.5
Nm 11.6
e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil. 6Então, o Senhor
21.6
Dt 8.15
1Co 10.9
mandou entre o povo serpentes ardentes, que morderam o povo; e morreu muito povo de Israel. 7Pelo que o povo veio a Moisés e
21.7
Nm 21.5
Sl 78.34
disse: Havemos pecado, porquanto temos falado contra o Senhor e contra ti;
21.7
Êx 8.8,28
1Sm 12.19
1Rs 13.6
At 8.24
ora ao Senhor que tire de nós estas serpentes. Então, Moisés orou pelo povo. 8E disse o Senhor a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. 9E Moisés
21.9
2Rs 18.4
Jo 3.14
fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo.

Jornadas dos israelitas

10Então, os filhos de Israel partiram

21.10
Nm 33.43
e alojaram-se em Obote. 11Depois, partiram
21.11
Nm 33.44
de Obote e alojaram-se nos outeiros de Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, ao nascente do sol. 12Dali, partiram
21.12
Dt 2.13
e alojaram-se junto ao ribeiro de Zerede. 13E, dali, partiram e alojaram-se desta banda de Arnom, que está no deserto e sai dos termos dos amorreus; porque
21.13
Nm 22.36
Jz 11.18
Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus. 14Pelo que se diz no livro das Guerras do Senhor: Contra Vaebe em Sufa, e contra os ribeiros de Arnom, 15e contra a corrente dos ribeiros que se volve para a situação de Ar
21.15
Dt 2.18-19
e se encosta aos termos de Moabe.

16E, dali, partiram para Beer; este é o poço

21.16
Jz 9.21
do qual o Senhor disse a Moisés: Ajunta o povo, e lhe darei água 17(Então,
21.17
Êx 15.1
Sl 105.2
106.12
Israel cantou este cântico: Sobe, poço, e vós, cantai dele: 18Tu, poço, que cavaram os príncipes, que escavaram os nobres do povo e o legislador
21.18
Is 33.22
com os seus bordões.). E, do deserto, partiram para Matana; 19e, de Matana, para Naaliel; e, de Naaliel, para Bamote. 20E, de Bamote, partiram para o vale que está no campo de Moabe,
21.20
Nm 23.28
no cume de Pisga, à vista do deserto.

Os israelitas ferem os reis de Moabe e de Basã

21Então, Israel

21.21
Dt 2.26-27
Jz 11.19
mandou mensageiros a Seom, rei dos amorreus, dizendo: 22Deixa-me
21.22
Nm 20.17
passar pela tua terra; não nos desviaremos pelos campos nem pelas vinhas, e as águas dos poços não beberemos; iremos pela estrada real até que passemos os teus termos. 23Porém
21.23
Dt 29.7
Seom não deixou passar a Israel pelos seus termos; antes, Seom congregou todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel ao deserto, e veio
21.23
Dt 2.32
Jz 11.20
a Jaza, e pelejou contra Israel. 24Mas Israel
21.24
Dt 2.33
29.7
Js 12.1-2
24.8
Ne 9.22
Sl 135.10
136.19
Am 2.9
o feriu a fio de espada e tomou a sua terra em possessão, desde Arnom até Jaboque, até aos filhos de Amom; porquanto o termo dos filhos de Amom era firme. 25Assim, Israel tomou todas estas cidades; e Israel habitou em todas as cidades dos amorreus, em Hesbom e em todas as suas aldeias. 26Porque Hesbom era cidade de Seom, rei dos amorreus, que tinha pelejado contra o precedente rei dos moabitas e tinha tomado da sua mão toda a sua terra até Arnom. 27Pelo que dizem os que falam em provérbios: Vinde a Hesbom; edifique-se e fortifique-se a cidade de Seom. 28Porque fogo
21.28
Dt 2.9,18
Is 15.1
Jr 48.45
saiu de Hesbom, e uma chama, da cidade de Seom; e consumiu a Ar dos moabitas e aos senhores dos altos de Arnom. 29Ai de ti, Moabe! Perdido és, povo de Quemos!
21.29
Jz 11.24
1Rs 11.7,33
2Rs 23.13
Jr 48.7,13
Entregou seus filhos, que iam fugindo, e suas filhas, como cativas a Seom, rei dos amorreus. 30E nós os derribamos;
21.30
Jr 48.18,22
Hesbom perdida é até Dibom, e os assolamos até Nofa, que se estende até
21.30
Is 15.2
Medeba.

31Assim, Israel habitou na terra dos amorreus. 32Depois, mandou Moisés espiar a

21.32
Nm 32.1
Jr 48.32
Jazer, e tomaram as suas aldeias e daquela possessão lançaram os amorreus que estavam ali. 33Então, viraram-se
21.33
Dt 3.1
29.7
e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, e todo o seu povo, à peleja em
21.33
Js 13.12
Edrei. 34E disse o Senhor a
21.34
Dt 3.2
Moisés: Não o temas, porque eu to tenho dado na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra,
21.34
Nm 21.24
Sl 135.10
136.20
e far-lhe-ás como fizeste a Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom. 35E de tal maneira o feriram,
21.35
Dt 3.3-4
a ele, e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e tomaram a sua terra em possessão.

22

Balaque e Balaão

221Depois,

22.1
Nm 33.48
partiram os filhos de Israel e acamparam-se nas campinas de Moabe, desta banda do Jordão, de Jericó. 2Viu, pois,
22.2
Jz 11.25
Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus. 3E Moabe temeu
22.3
Êx 15.15
muito diante deste povo, porque era muito; e Moabe andava angustiado por causa dos filhos de Israel. 4Pelo que Moabe disse aos
22.4
Nm 31.8
Js 13.21
anciãos dos midianitas: Agora lamberá esta congregação tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Naquele tempo, Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas. 5Este enviou
22.5
Dt 23.4
Js 13.22
24.9
Ne 13.1
Mq 6.5
2Pe 2.15
Jd 11
Ap 2.14
mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo:
22.5
Nm 23.7
Dt 23.4
Eis que um povo saiu do Egito; eis que cobre a face da terra e parado está defronte de mim. 6Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; para ver se o poderei ferir e o lançarei fora da terra; porque eu sei que a quem tu abençoares será abençoado e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.

7Então, foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas mãos;

22.7
1Sm 9.7-8
e chegaram a Balaão e lhe disseram as palavras de Balaque. 8E ele lhes disse: Passai
22.8
Nm 22.13
aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o Senhor me falar; então, os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão. 9E veio Deus a Balaão
22.9
Gn 20.3
Nm 22.20
e disse: Quem são estes homens que estão contigo? 10E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, mos enviou, dizendo: 11Eis que o povo que saiu do Egito cobriu a face da terra; vem, agora, amaldiçoa-mo; porventura, poderei pelejar contra ele e o lançarei fora. 12Então, disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto
22.12
Nm 23.20
Rm 11.29
bendito é. 13Então, Balaão levantou-se pela manhã e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o Senhor recusa deixar-me ir convosco. 14E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco.

15Porém Balaque prosseguiu ainda em enviar mais príncipes e mais honrados do que aqueles, 16os quais vieram a Balaão e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim, 17porque grandemente te honrarei e farei tudo o que me disseres; vem, pois, rogo-te,

22.17
Nm 22.6
amaldiçoa-me este povo. 18Então, Balaão
22.18
Nm 24.3
respondeu e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro,
22.18
1Rs 22.14
2Cr 18.13
eu não poderia traspassar 22.18 Hebr. a palavrao mandado do Senhor, meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande; 19agora, pois, rogo-vos que também aqui
22.19
Nm 22.8
fiqueis esta noite, para que eu saiba o que o Senhor me dirá mais. 20Veio, pois, o Senhor a Balaão, de noite, e disse-lhe:
22.20
Nm 22.35
23.12,26
24.13
Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser.

21Então, Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi-se com os príncipes de Moabe. 22E a ira de

22.22
Êx 4.24
Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o Anjo do Senhor pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus moços com ele. 23Viu, pois, a
22.23
2Rs 6.17
Dn 10.7
At 22.9
Jd 11
jumenta o Anjo do Senhor que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho e foi-se pelo campo; então, Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho. 24Mas o Anjo do Senhor pôs-se numa vereda de vinhas, havendo uma parede desta banda e uma parede da outra. 25Vendo, pois, a jumenta o Anjo do Senhor, apertou-se contra a parede e apertou contra a parede o pé de Balaão; pelo que tornou a espancá-la. 26Então, o Anjo do Senhor passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda. 27E, vendo a jumenta o Anjo do Senhor, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão. 28Então, o Senhor abriu
22.28
2Pe 2.16
a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes? 29E Balaão disse à jumenta: Porque zombaste de mim;
22.29
Pv 12.10
tomara que tivera eu uma espada na mão, porque agora te mataria. 30E a jumenta disse a Balaão: Porventura, não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo que eu fui tua até hoje? Costumei eu alguma vez fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.

31Então, o Senhor abriu os

22.31
Gn 21.19
2Rs 6.17
Lc 24.16,31
olhos a Balaão, e ele viu o Anjo do Senhor, que estava no caminho, e a sua espada desembainhada
22.31
Êx 34.8
na mão; pelo que inclinou a cabeça e prostrou-se sobre a sua face. 32Então, o Anjo do Senhor lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto
22.32
2Pe 2.14-15
o teu caminho é perverso diante de mim; 33porém a jumenta me viu e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela se não desviara de diante de mim, na verdade que eu agora te mataria e a ela deixaria com vida. 34Então, Balaão disse ao Anjo do Senhor:
22.34
1Sm 15.24,30
26.21
2Sm 12.13
Jó 34.31
Pequei, que não soube que estavas neste caminho para te opores a mim; e, agora, se parece mal aos teus olhos, tornar-me-ei. 35E disse o Anjo do Senhor a Balaão: Vai-te com estes
22.35
Nm 22.20
homens, mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim, Balaão foi-se com os príncipes de Balaque.

36Ouvindo, pois, Balaque que Balaão vinha, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe,

22.36
Gn 14.17
Nm 21.13
que está no termo de Arnom, na extremidade do termo dele. 37E Balaque disse a Balaão: Porventura, não enviei diligentemente a chamar-te?
22.37
Nm 22.17
24.11
Por que não vieste a mim? Não posso eu na verdade honrar-te? 38Então, Balaão disse a Balaque: Eis que eu tenho vindo a ti; porventura, poderei eu agora de alguma forma falar alguma coisa?
22.38
Nm 23.26
24.13
1Rs 22.14
2Cr 18.13
A palavra que Deus puser na minha boca, esta falarei. 39E Balaão foi com Balaque, e vieram a Quiriate-Huzote. 40Então, Balaque matou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele. 41E sucedeu que, pela manhã, Balaque tomou a Balaão e o fez subir
22.41
Dt 12.2
aos altos de Baal. E viu Balaão dali a última parte do povo.

23

Balaque edifica sete altares

231Então, Balaão disse a Balaque:

23.1
Nm 23.29
Edifica-me aqui sete altares e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros. 2Fez, pois, Balaque como Balaão dissera;
23.2
Nm 23.14,30
e Balaque e Balaão ofereceram um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 3Então, Balaão disse a Balaque:
23.3
Nm 23.15
Fica-te ao pé do teu holocausto, e eu irei; porventura, o Senhor me sairá
23.3
Nm 24.1
ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então, foi a um alto. 4E, encontrando-se Deus
23.4
Nm 23.16
com Balaão, lhe disse este: Preparei sete altares e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 5Então, o Senhor pôs a palavra
23.5
Nm 22.35
Dt 18.18
Jr 1.9
na boca de Balaão e disse: Torna para Balaque e fala assim. 6E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas. 7Então, alçou a
23.7
Nm 23.18
24.3,15,23
Jó 27.1
29.1
Sl 78.2
Ez 17.2
Mq 2.4
Hc 2.6
sua parábola e disse: De Arã me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente,
23.7
Nm 22.6,11,17
1Sm 17
Is 47.12
dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel. 8Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como detestarei, quando o Senhor não detesta? 9Porque do cume das penhas o vejo e dos outeiros o contemplo:
23.9
Êx 33.16
Dt 33.28
Ed 9.2
Ef 2.14
eis que este povo habitará só e entre as nações não será contado. 10Quem contará
23.10
Gn 13.16
22.17
Sl 116.15
o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? A minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.

11Então, disse Balaque a Balaão: Que me fizeste?

23.11
Nm 22.11,17
24.10
Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste. 12E ele respondeu
23.12
Nm 22.38
e disse: Porventura, não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?

13Então, Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e amaldiçoa-mo dali. 14Assim, o tomou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete

23.14
Nm 23.1-2
altares e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar. 15Então, disse Balaão a Balaque: Fica aqui ao pé do teu holocausto, e eu irei ali ao seu encontro. 16E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs
23.16
Nm 22.35
23.5
uma palavra na sua boca e disse: Torna para Balaque e fala assim. 17E, vindo a ele, eis que estava ao pé do holocausto, e os príncipes dos moabitas, com ele; disse-lhe, pois, Balaque: Que coisa falou o Senhor?

As profecias de Balaão

18Então, alçou a sua parábola e disse:

23.18
Jz 2.20
1Sm 15.29
Ml 3.6
Rm 11.29
Tt 1.2
Tg 1.17
Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor. 19Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria? 20Eis que recebi mandado de abençoar;
23.20
Gn 12.2
22.17
Nm 22.12
pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar. 21Não viu iniquidade
23.21
Rm 4.7
em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o Senhor, seu Deus,
23.21
Êx 13.21
29.45-46
33.14
Sl 89.16
é com ele e nele, e entre eles se ouve o alarido de um rei. 22Deus
23.22
Nm 24.8
Dt 33.17
Jó 39.10
os tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio. 23Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel:
23.23
Sl 31.20
44.2
Que coisas Deus tem feito! 24Eis que o povo se levantará como leoa
23.24
Gn 49.9,27
e se exalçará como leão; não se deitará até que coma a presa e beba o sangue de mortos.

25Então, Balaque disse a Balaão: Nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás. 26Porém Balaão respondeu e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que

23.26
Nm 22.38
23.12
1Rs 22.14
o Senhor falar, aquilo farei? 27Disse mais Balaque a
23.27
Nm 23.13
Balaão: Ora, vem, e te levarei a outro lugar; porventura, bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes. 28Então, Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor,
23.28
Nm 21.20
que olha para a banda do deserto. 29Balaão disse a Balaque:
23.29
Nm 23.1
Edifica-me aqui sete altares e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros. 30Balaque, pois, fez como dissera Balaão e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.