Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
7

A tradição dos anciãos

(Mt 15.1-20)

71E reuniram-se em volta dele os fariseus e alguns dos escribas que tinham vindo de Jerusalém. 2E, vendo que alguns dos seus discípulos comiam pão com as mãos impuras, isto é, por lavar, os repreendiam. 3Porque os fariseus e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes; 4e, quando voltam do mercado, se não se lavarem, não comem. E muitas outras coisas há que receberam para observar, como lavar os copos, e os jarros, e os vasos de metal, e as camas. 5Depois, perguntaram-lhe

7.5
Mt 15.1
os fariseus e os escribas: Por que não andam os teus discípulos conforme a tradição dos antigos, mas comem com as mãos por lavar? 6E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito:
7.6
Is 29.13
Mt 15.8
Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. 7Em vão, porém, 7.7 ou me adoramme honram, ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. 8Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens, como o lavar dos jarros e dos copos, e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. 9E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição. 10Porque Moisés disse: Honra
7.10
Êx 20.12
21.17
Lv 20.9
Dt 5.16
Pv 20.20
Mt 15.4
a teu pai e a tua mãe e: Quem maldisser ou o pai ou a mãe deve ser punido com a morte. 11Porém vós dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã,
7.11
Mt 15.5
23.18
isto é, oferta ao Senhor, 12nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, 13invalidando, assim, a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas.

14E, chamando

7.14
Mt 15.10
outra vez a multidão, disse-lhes: Ouvi-me, vós todos, e compreendei. 15Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele, isso é que contamina o homem. 16Se alguém
7.16
Mt 11.15
tem ouvidos para ouvir, que ouça. 17Depois,
7.17
Mt 15.15
quando deixou a multidão e entrou em casa, os seus discípulos o interrogavam acerca desta parábola. 18E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, 19porque não entra no seu coração, mas no ventre e é lançado fora, ficando puras todas as comidas? 20E dizia: O que sai do homem, isso é que contamina o homem. 21Porque
7.21
Gn 6.5
do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, 22os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. 23Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.

A mulher cananeia

(Mt 15.21-28)

24E, levantando-se dali, foi para os territórios de Tiro e de Sidom. E, entrando numa casa, queria que ninguém o soubesse, mas não pôde esconder-se, 25porque uma mulher cuja filha tinha um espírito imundo, ouvindo falar dele, foi e lançou-se aos seus pés. 26E a mulher era grega, siro-fenícia de nação, e rogava-lhe que expulsasse de sua filha o demônio. 27Mas Jesus disse-lhe: Deixa primeiro saciar os filhos, porque não convém tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. 28Ela, porém, respondeu e disse-lhe: Sim, Senhor; mas também os cachorrinhos comem, debaixo da mesa, as migalhas dos filhos. 29Então, ele disse-lhe: Por essa palavra, vai; o demônio saiu de tua filha. 30E, indo ela para sua casa, achou a filha deitada sobre a cama, pois o demônio já tinha saído.

Cura de um surdo e gago de Decápolis

31E ele,

7.31
Mt 15.29
tornando a sair dos territórios de Tiro e de Sidom, foi até ao mar da Galileia, pelos confins de Decápolis. 32E trouxeram-lhe um surdo, que
7.32
Mt 9.32
Lc 11.14
falava dificilmente, e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre ele. 33E, tirando-o à parte de entre a multidão, pôs-lhe os dedos nos ouvidos e, cuspindo,
7.33
Mc 8.23
Jo 9.6
tocou-lhe na língua. 34E, levantando os olhos ao céu,
7.34
Mc 6.41
Jo 11.41
17.1
suspirou
7.34
Jo 11.33,38
e disse: Efatá, isto é, abre-te. 35E logo
7.35
Is 35.5-6
Mt 11.5
se lhe abriram os ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente. 36E ordenou-lhes
7.36
Mc 5.43
que a ninguém o dissessem; mas, quanto mais lho proibia, tanto mais o divulgavam. 37E, admirando-se sobremaneira, diziam: Tudo faz bem; faz ouvir os surdos e falar os mudos.

8

A segunda multiplicação dos pães e peixes

(Mt 15.29-39)

81Naqueles dias, havendo mui grande multidão

8.1
Mt 15.32
e não tendo o que comer, Jesus chamou a si os seus discípulos e disse-lhes: 2Tenho compaixão da multidão, porque há já três dias que estão comigo e não têm o que comer. 3E, se os deixar ir em jejum para casa, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe. 4E os seus discípulos responderam-lhe: Donde poderá alguém satisfazê-los de pão aqui no deserto? 5E
8.5
Mt 15.34
Mc 6.38
perguntou-lhes: Quantos pães tendes? E disseram-lhe: Sete. 6E ordenou à multidão que se assentasse no chão. E, tomando os sete pães e tendo dado graças, partiu-os e deu-os aos seus discípulos, para que os pusessem diante deles; e puseram-nos diante da multidão. 7Tinham também uns poucos peixinhos; e, tendo dado graças,
8.7
Mt 14.19
Mc 6.41
ordenou que também lhos pusessem diante. 8E comeram e saciaram-se; e, dos pedaços que sobejaram, levantaram sete cestos. 9E os que comeram eram quase quatro mil; e despediu-os.

O fermento dos fariseus

(Mt 16.1-12)

10E, entrando logo no barco com os seus discípulos, foi para as regiões de Dalmanuta.

11E saíram

8.11
Mt 12.38
Jo 6.30
os fariseus e começaram a disputar com ele, pedindo-lhe, para o tentarem, um sinal do céu. 12E, suspirando profundamente em seu espírito, disse: Por que pede esta geração um sinal? Em verdade vos digo que a esta geração não se dará sinal algum. 13E, deixando-os, tornou a entrar no barco e foi para o outro lado.

14E eles

8.14
Mt 16.5
se esqueceram de levar pão e no barco não tinham consigo senão um pão. 15E ordenou-lhes,
8.15
Mt 16.6
Lc 12.1
dizendo: Olhai, guardai-vos do fermento dos fariseus e do fermento de Herodes. 16E arrazoavam entre si, dizendo: É porque não temos
8.16
Mt 16.7
pão. 17E Jesus, conhecendo isso, disse-lhes: Para que arrazoais, que não tendes pão? Não considerastes, nem
8.17
Mc 6.52
compreendestes ainda? Tendes ainda o vosso coração endurecido? 18Tendo olhos, não vedes? E, tendo ouvidos, não ouvis? E não vos lembrais 19quando parti
8.19
Mt 14.20
Mc 6.43
Lc 9.17
Jo 6.13
os cinco pães entre os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? Disseram-lhe: Doze. 20E,
8.20
Mt 15.37
Mc 8.8
quando parti os sete entre os quatro mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? E disseram-lhe: Sete. 21E ele lhes disse:
8.21
Mc 6.52
8.17
Como não entendeis ainda?

Cura de um cego de Betsaida

22E chegou a Betsaida; e trouxeram-lhe um cego e rogaram-lhe que lhe tocasse. 23E, tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; e, cuspindo-lhe nos olhos

8.23
Mc 7.33
e impondo-lhe as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa. 24E, levantando ele os olhos, disse: Vejo os homens, pois os vejo como árvores que andam. 25Depois, tornou a pôr-lhe as mãos nos olhos, e ele, olhando firmemente, ficou restabelecido e já via ao longe e distintamente a todos. 26E mandou-o para sua casa, dizendo:
8.26
Mt 8.4
Mc 5.43
Não entres na aldeia.

A confissão de Pedro

(Mt 16.13-23; Lc 9.18-22; Jo 6.66-69)

27E saiu Jesus

8.27
Lc 9.18
e os seus discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe; e, no caminho, perguntou aos seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens que eu sou? 28E eles responderam:
8.28
Mt 14.2
João Batista; e outros, Elias; mas outros, um dos profetas. 29E ele lhes disse: Mas vós quem dizeis que eu sou? E, respondendo Pedro, lhe disse:
8.29
Mt 16.16
Jo 6.69
11.27
Tu és o Cristo. 30E
8.30
Mt 16.20
admoestou-os, para que a ninguém dissessem aquilo dele.

31E começou

8.31
Mt 16.21,28
Lc 9.22,27
a ensinar-lhes que importava que o Filho do Homem padecesse muito, e que fosse rejeitado pelos anciãos, e pelos príncipes dos sacerdotes, e pelos escribas, e que fosse morto, mas que, depois de três dias, ressuscitaria. 32E dizia abertamente estas palavras. E Pedro o tomou à parte e começou a repreendê-lo. 33Mas ele, virando-se e olhando para os seus discípulos, repreendeu a Pedro, dizendo: Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são dos homens.

Cada um deve levar a sua própria cruz

(Mt 16.24-28; Lc 9.23-27)

34E, chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes:

8.34
Mt 10.38
16.24
Lc 9.23
14.27
Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. 35Porque
8.35
Jo 12.25
qualquer que quiser salvar a sua 8.35 ou almavida perdê-la-á, mas qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. 36Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? 37Ou que daria o homem pelo resgate da sua 8.37 ou vidaalma? 38Porquanto qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar
8.38
Mt 10.33
Lc 9.26
12.9
Rm 1.16
2Tm 1.8
2.12
de mim e das minhas palavras, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos.

9

91Dizia-lhes também:

9.1
Mt 16.28
Em verdade vos digo que, dos que aqui estão, alguns há que não provarão a morte sem que vejam chegado
9.1
Mt 24.30
25.31
Lc 22.18
o Reino de Deus com poder.

A transfiguração

(Mt 17.1-13; Lc 9.28-36)

2E, seis dias

9.2
Lc 9.28
depois, Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte, e transfigurou-se diante deles. 3E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, em extremo brancas como a neve,
9.3
Dn 7.9
Mt 28.3
tais como nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia branquear. 4E apareceram-lhes Elias e Moisés e falavam com Jesus. 5E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, bom é que nós estejamos aqui e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias. 6Pois não sabia o que dizia, porque estavam assombrados. 7E desceu uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e saiu da nuvem uma voz, que dizia: Este é o meu Filho amado; a ele ouvi. 8E, tendo olhado ao redor, ninguém mais viram, senão Jesus com eles.

9E,

9.9
Mt 17.9
descendo eles do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse dos mortos. 10E eles retiveram o caso entre si, perguntando uns aos outros que seria aquilo, ressuscitar dos mortos. 11E interrogaram-no, dizendo: Por que dizem os escribas que é necessário que Elias
9.11
Mt 17.10
venha primeiro? 12E, respondendo ele, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro e todas as coisas restaurará;
9.12
Sl 22.6
Dn 9.26
Is 53.2
Lc 23.11
Fp 2.7
e, como está escrito do Filho do Homem, que ele deva padecer muito e ser aviltado. 13Digo-vos, porém,
9.13
Mt 11.14
17.12
Lc 1.17
que Elias já veio, e fizeram-lhe tudo o que quiseram, como dele está escrito.

O jovem lunático

(Mt 17.14-21; Lc 9.37-45)

14E, quando se aproximou

9.14
Lc 9.37
dos discípulos, viu ao redor deles grande multidão e alguns escribas que disputavam com eles. 15E logo toda a multidão, vendo-o, ficou espantada, e, correndo para ele, o saudaram. 16E perguntou aos escribas: Que é que discutis com eles? 17E um da multidão, respondendo, disse:
9.17
Mt 17.14
Lc 9.38
Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; 18e este, onde quer que o apanha, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai-se secando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam. 19E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! Até quando estarei convosco? Até quando vos sofrerei ainda? Trazei-mo. 20E trouxeram-lho; e,
9.20
Mc 1.26
Lc 9.42
quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência; e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, espumando. 21E perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância. 22E muitas vezes o tem lançado no fogo e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos. 23E Jesus disse-lhe:
9.23
Mt 17.20
Mc 11.23
Lc 17.6
Jo 11.40
Se tu podes crer; tudo é possível ao que crê. 24E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! Ajuda a minha incredulidade. 25E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: sai dele e não entres mais nele. 26E ele, clamando e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. 27Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.

28E, quando

9.28
Mt 17.18
entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que o não pudemos nós expulsar? 29E disse-lhes: Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum.

O maior no Reino dos céus

(Mt 18.1-14; Lc 9.46-48)

30E, tendo partido dali, caminharam pela Galileia, e não queria que alguém o soubesse, 31porque ensinava os seus discípulos e lhes dizia:

9.31
Mt 17.19
Lc 9.44
O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens e matá-lo-ão; e, morto, ele ressuscitará ao terceiro dia. 32Mas eles não entendiam esta palavra e receavam interrogá-lo.

33E chegou a Cafarnaum e,

9.33
Mt 18.1
Lc 9.46
22.24
entrando em casa, perguntou-lhes: Que estáveis vós discutindo pelo caminho? 34Mas eles calaram-se, porque, pelo caminho, tinham disputado entre si qual era o maior. 35E ele, assentando-se, chamou os doze e disse-lhes:
9.35
Mt 20.26-27
Mc 10.43
Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos. 36E, lançando
9.36
Mt 18.2
Mc 10.16
mão de uma criança, pô-la no meio deles e, tomando-a nos seus braços, disse-lhes: 37Qualquer que receber uma destas crianças em meu nome
9.37
Mt 10.40
Lc 9.48
a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber recebe não a mim, mas ao que me enviou.

Quem não é contra nós é por nós

(Lc 9.49-50)

38E João lhe respondeu,

9.38
Nm 11.28
dizendo: Mestre, vimos um que, em teu nome, expulsava demônios, o qual não nos segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue. 39Jesus, porém, disse: Não lho proibais, porque ninguém há
9.39
1Co 12.3
que faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim. 40Porque quem não é
9.40
Mt 12.30
contra nós é por nós. 41Porquanto qualquer que vos der
9.41
Mt 10.42
a beber um copo de água em meu nome, porque sois discípulos de Cristo, em verdade vos digo que não perderá o seu galardão.

Os escândalos

42E qualquer que

9.42
Mt 18.6
Lc 17.1
escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma grande pedra de moinho e que fosse lançado no mar. 43E, se a tua mão te
9.43
Dt 13.6
Mt 5.29
18.8
escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, 44onde o seu bicho
9.44
Is 66.24
não morre, e o fogo nunca se apaga. 45E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga, 46onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. 47E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no Reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, ser lançado no fogo do inferno, 48onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

49Porque cada um será

9.49
Lv 2.13
Ez 43.24
salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal. 50Bom é o sal,
9.50
Mt 5.13
Lc 14.34
2Co 13.11
Ef 4.29
Cl 4.6
Hb 12.14
mas, se o sal se tornar insulso, com que o adubareis? Tende sal em vós mesmos e paz, uns com os outros.