Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
11

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

(Mt 21.1-11; Lc 19.9-38; Jo 12.12-19)

111E, logo

11.1
Lc 19.29
Jo 12.14
que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos 2e disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o e trazei-mo. 3E, se alguém vos disser: Por que fazeis isso?, dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para aqui. 4E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois caminhos, e o soltaram. 5E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho? 6Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha mandado; e os deixaram ir. 7E levaram o jumentinho a Jesus e lançaram sobre ele as suas vestes, e assentou-se sobre ele. 8E muitos
11.8
Mt 21.8
estendiam as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores e os espalhavam pelo caminho. 9E aqueles que iam adiante e os que seguiam clamavam, dizendo: Hosana!
11.9
Sl 118.26
Bendito o que vem em nome do Senhor! 10Bendito o Reino do nosso pai Davi,
11.10
Sl 149.1
que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

11E Jesus entrou em

11.11
Mt 21.12
Jerusalém, no templo, e, tendo visto tudo ao redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia, com os doze.

A figueira seca. A purificação do templo

(Mt 21.12-22; Lc 19.45-48)

12E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. 13Vendo

11.13
Mt 21.19
de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. 14E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isso.

15E vieram a Jerusalém;

11.15
Lc 19.45
Jo 2.14
e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. 16E não consentia que ninguém levasse algum vaso pelo templo. 17E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração?
11.17
Is 56.7
Mas vós a tendes feito covil
11.17
Jr 7.11
de ladrões. 18E os escribas
11.18
Mt 21.45-46
Lc 19.47
e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isso, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam porque
11.18
Mt 7.28
Mc 1.22
Lc 4.32
toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. 19E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.

20E eles, passando pela

11.20
Mt 21.19
manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes. 21E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira que tu amaldiçoaste se secou. 22E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus, 23porque em verdade vos digo que
11.23
Mt 17.19
21.21
Lc 17.6
qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. 24Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes,
11.24
Mt 7.7
Jo 11.13
Lc 11.9
15.7
16.24
Tg 1.5
orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis. 25E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém,
11.25
Mt 6.14
Cl 3.13
para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. 26Mas, se vós
11.26
Mt 18.35
não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.

Interrogação acerca do batismo de João

27E tornaram a Jerusalém; e, andando ele pelo

11.27
Mt 21.23
Lc 20.1
templo, os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos se aproximaram dele 28e lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? Ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas? 29Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Também eu vos perguntarei uma coisa, e respondei-me; e, então, vos direi com que autoridade faço estas coisas. 30O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me. 31E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então, por que o não crestes? 32Se, porém, dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos sustentavam que
11.32
Mt 3.5
14.5
Mc 6.20
João, verdadeiramente, era profeta. 33E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu vos não direi com que autoridade faço estas coisas.

12

A parábola dos lavradores malvados

(Mt 21.33-46; Lc 20.9-18)

121E começou

12.1
Lc 20.9
a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra. 2E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha. 3Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio. 4E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça e o mandaram embora, tendo-o afrontado. 5E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram. 6Tendo ele, pois, ainda um, seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho. 7Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. 8E, agarrando-o, o mataram e o lançaram fora da vinha. 9Que fará, pois, o Senhor da vinha? Virá, e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros. 10Ainda não lestes esta Escritura:
12.10
Sl 118.22
A pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta por cabeça da esquina; 11isso foi feito pelo Senhor e é coisa maravilhosa aos nossos olhos? 12E buscavam
12.12
Mt 21.45-46
Mc 11.18
Jo 7.25,30,44
prendê-lo, mas temiam a multidão, porque entendiam que contra eles dizia esta parábola; e, deixando-o, foram-se.

Interrogação acerca do tributo

(Mt 22.15-22; Lc 20.20-26)

13E enviaram-lhe alguns

12.13
Lc 20.20
dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. 14E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade e não te importas com quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens, antes, com verdade, ensinas o caminho de Deus. É lícito pagar tributo a César ou não? Pagaremos ou não pagaremos? 15Então, ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que a veja. 16E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César. 17E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus. E maravilharam-se dele.

Os saduceus e a ressurreição

(Mt 22.23-33; Lc 20.27-40)

18Então, os

12.18
Lc 20.27
saduceus, que dizem que não há
12.18
At 23.8
ressurreição, aproximaram-se dele e perguntaram-lhe, dizendo: 19Mestre,
12.19
Dt 25.5
Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse mulher, e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele e suscitasse descendência a seu irmão. 20Ora, havia sete irmãos, e o primeiro tomou mulher e morreu sem deixar descendência; 21e o segundo também a tomou, e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro, da mesma maneira. 22E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher. 24E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura, não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? 25Porquanto, quando ressuscitarem dos mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como
12.25
1Co 15.42,49,52
os anjos nos céus. 26E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou
12.26
Êx 3.6
o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? 27Ora, Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos. Por isso, vós errais muito.

O primeiro de todos os mandamentos

(Mt 22.35-40; Lc 10.25-27)

28Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar e, sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? 29E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve,

12.29
Dt 6.4
Lc 10.27
Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. 30Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. 31E o segundo, semelhante a este, é:
12.31
Lv 19.18
Mt 22.39
Rm 13.9
Gl 5.14
Tg 2.8
Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. 32E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só
12.32
Dt 4.39
Is 45.6,14
46.9
Deus e que não há outro além dele; 33e que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças e amar o próximo como a si mesmo é mais do que todos
12.33
1Sm 15.22
Os 6.6
Mq 6.6-8
os holocaustos e sacrifícios. 34E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do Reino de Deus. E já ninguém
12.34
Mt 22.46
ousava perguntar-lhe mais nada.

O Cristo, Filho de Davi

(Mt 22.41-46; Lc 20.41-44)

35E, falando

12.35
Lc 20.41
Jesus, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o Cristo é Filho de Davi? 36O próprio Davi disse pelo Espírito Santo:
12.36
2Sm 23.2
Sl 110.1
O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. 37Pois, se Davi mesmo lhe chama Senhor, como é logo seu filho? E a grande multidão o ouvia de boa vontade.

Jesus censura os escribas

(Mt 23.1-39; Lc 11.37-54; 20.45-47)

38E, ensinando-os,

12.38
Mc 4.2
Lc 20.46
11.43
dizia-lhes: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas, e das saudações nas praças, 39e das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos primeiros assentos nas ceias; 40que devoram
12.40
Mt 23.14
as casas das viúvas e isso, com pretexto de largas orações. Estes receberão mais grave condenação.

A oferta da viúva pobre

(Lc 21.1-4)

41E, estando Jesus assentado defronte da

12.41
2Rs 12.9
arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos depositavam muito. 42Vindo, porém, uma pobre viúva, depositou duas pequenas moedas, que valiam cinco réis. 43E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre
12.43
2Co 8.12
viúva depositou mais do que todos os que depositaram na arca do tesouro; 44porque todos ali depositaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, depositou tudo o
12.44
Dt 24.6
1Jo 3.17
que tinha, todo o seu sustento.

13

O sermão profético. O princípio de dores

(Mt 24.1-14; Lc 21.5-19)

131E, saindo ele do

13.1
Lc 21.5
templo, disse-lhe um dos seus discípulos: Mestre, olha que pedras e que edifícios! 2E, respondendo Jesus, disse-lhe: Vês estes grandes edifícios? Não ficará pedra sobre pedra
13.2
Lc 19.44
que não seja derribada.

3E, assentando-se ele no monte das Oliveiras, defronte do templo, Pedro, e Tiago, e João, e André lhe perguntaram em particular: 4Dize-nos quando serão essas coisas e que sinal haverá quando

13.4
Mt 24.3
Lc 21.27
todas elas estiverem para se cumprir. 5E Jesus, respondendo-lhes, começou a dizer: Olhai que ninguém
13.5
Jr 29.8
Ef 5.6
1Ts 2.3
vos engane, 6porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos. 7E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis, porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim. 8Porque se levantará nação contra nação, e reino, contra reino, e haverá terremotos em diversos lugares, e haverá fomes. Isso será o princípio
13.8
Mt 24.8
de dores.

9Mas olhai por vós mesmos,

13.9
Mt 10.7,18
24.9
Ap 2.10
porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; sereis açoitados e sereis apresentados ante governadores e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho. 10Mas importa que o
13.10
Mt 24.14
evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações: 11Quando, pois, vos conduzirem para vos entregarem, não
13.11
Mt 10.19
Lc 12.11
21.14
At 2.4
4.8,31
estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer; mas o que vos for dado naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. 12E o irmão
13.12
Mq 7.6
Mt 10.21
24.10
Lc 21.16
entregará à morte o irmão, e o pai, o filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais e os farão morrer. 13E sereis aborrecidos
13.13
Mt 10.22
24.9,13
Lc 21.17
Dn 12.12
Ap 2.10
por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.

O sermão profético continua. A grande tribulação

(Mt 24.15-28; Lc 21.20-24)

14Ora, quando vós virdes

13.14
Dn 9.27
a abominação do assolamento, que foi predito, estar onde não deve estar (quem lê, que entenda), então, os que estiverem na Judeia, que
13.14
Lc 21.21
fujam para os montes; 15e o que estiver sobre o telhado, que não desça para casa, nem entre a tomar coisa alguma de sua casa; 16e o que estiver no campo, que não volte atrás, para tomar a sua veste. 17Mas ai das
13.17
Lc 21.23
23.29
grávidas e das que criarem naqueles dias! 18Orai, pois, para que a vossa fuga não suceda no inverno, 19porque, naqueles dias,
13.19
Dn 9.26
12.1
Jl 2.2
Mt 24.21
haverá uma aflição tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá. 20E, se o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas, por causa dos escolhidos que escolheu, abreviou aqueles dias. 21E, então, se alguém vos disser: Eis aqui
13.21
Mt 24.23
Lc 17.23
21.8
o Cristo, ou: Ei-lo ali, não acrediteis. 22Porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos. 23Mas vós vede;
13.23
2Pe 3.17
eis que de antemão vos tenho dito tudo.

O sermão profético continua. A vinda do Filho do Homem

(Mt 24.29-31; Lc 21.25-28)

24Ora,

13.24
Dn 7.10
Sf 1.15
Lc 21.25
naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz. 25E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas. 26E, então, verão
13.26
Dn 7.13-14
Mt 16.27
24.30
Mc 14.62
At 1.11
1Ts 4.16
2Ts 1.7,10
Ap 1.7
vir o Filho do Homem nas nuvens, com grande poder e glória. 27E ele enviará os seus anjos e ajuntará os seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu.

28Aprendei, pois, a parábola

13.28
Mt 24.32
Lc 21.29
da figueira: quando já o seu ramo se torna tenro, e brotam folhas, bem sabeis que está próximo o verão. 29Assim também vós, quando virdes sucederem essas coisas, sabei que está perto, às portas. 30Na verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas essas coisas aconteçam. 31Passará o céu e a terra,
13.31
Is 40.8
mas as minhas palavras não passarão.

O sermão profético continua. A vigilância

32Mas, daquele Dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.

33Olhai, vigiai

13.33
Mt 24.42
25.13
Lc 12.40
21.24
Rm 13.11
1Ts 5.6
e orai, porque não sabeis quando chegará o tempo. 34É como se um homem,
13.34
Mt 24.45
25.14
partindo para fora da terra, deixasse a sua casa, e desse autoridade aos seus servos, e a cada um, a sua obra, e mandasse ao porteiro que vigiasse. 35Vigiai,
13.35
Mt 24.42,44
pois, porque não sabeis quando virá o senhor da casa; se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, 36para que, vindo de improviso, não vos ache dormindo. 37E as coisas que vos digo digo-as a todos: Vigiai.