Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
10

O divórcio

(Mt 19.1-12; Lc 16.18)

101E, levantando-se dali, foi para

10.1
Jo 10.40
11.7
o território da Judeia, além do Jordão, e a multidão se reuniu em torno dele; e tornou a ensiná-los, como tinha por costume.

2E, aproximando-se dele os fariseus,

10.2
Mt 19.3
perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher? 3Mas ele, respondendo, disse-lhes: Que vos mandou Moisés? 4E eles disseram:
10.4
Dt 24.1
Mt 5.31
19.7
Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar. 5E Jesus, respondendo, disse-lhes: Pela dureza do vosso coração vos deixou ele escrito esse mandamento; 6porém, desde o princípio da criação, Deus os fez
10.6
Gn 1.27
5.2
macho e fêmea. 7Por isso,
10.7
Gn 2.24
1Co 6.16
Ef 5.31
deixará o homem a seu pai e a sua mãe e unir-se-á a sua mulher. 8E serão os dois uma só carne e, assim, não serão dois, mas uma só carne. 9Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

10E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disso mesmo. 11E ele lhes disse:

10.11
Mt 5.32
19.9
Lc 16.18
Rm 7.3
1Co 7.10-11
Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra adultera contra ela. 12E, se a mulher deixar a seu marido e casar com outro, adultera.

Jesus abençoa as crianças

(Mt 19.13-15; Lc 18.15-17)

13E

10.13
Lc 18.15
traziam-lhe crianças para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhas traziam. 14Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos
10.14
1Co 14.20
1Pe 2.2
tais é o Reino de Deus. 15Em verdade vos digo que qualquer que não receber
10.15
Mt 18.3
o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele. 16E, tomando-as nos seus braços e impondo-lhes as mãos, as abençoou.

O jovem rico

(Mt 19.16-30; Lc 18.18-30)

17E, pondo-se a caminho,

10.17
Lc 18.18
correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 18E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém bom senão um, que é Deus. 19Tu sabes os mandamentos: Não
10.19
Êx 20.14
Rm 13.9
adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falsos testemunhos; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe. 20Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade. 21E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, e vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres,
10.21
Mt 6.19-20
19.21
Lc 12.33
16.9
e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. 22Mas ele, contrariado com essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.

23Então, Jesus,

10.23
Mt 19.23
Lc 18.24
olhando ao redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no Reino de Deus os que têm riquezas! 24E os discípulos se admiraram destas suas palavras; mas Jesus, tornando a falar,
10.24
Jó 31.24
Sl 52.7
62.10
1Tm 6.17
disse-lhes: Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no Reino de Deus! 25É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no Reino de Deus. 26E eles se admiravam ainda mais, dizendo entre si: Quem poderá, pois, salvar-se? 27Jesus, porém, olhando para eles, disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus
10.27
Jr 3.2,17
Mt 19.26
Lc 1.37
todas as coisas são possíveis. 28E Pedro
10.28
Mt 19.27
Lc 18.28
começou a dizer-lhe: Eis que nós tudo deixamos e te seguimos. 29E Jesus, respondendo, disse: Em verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por amor de mim e do evangelho, 30que
10.30
2Cr 25.9
Lc 18.30
não receba cem vezes tanto, já neste tempo, em casas, e irmãos, e irmãs, e mães, e filhos, e campos, com perseguições, e, no século futuro, a vida eterna. 31Porém
10.31
Mt 19.30
20.16
Lc 13.30
muitos primeiros serão derradeiros, e muitos derradeiros serão primeiros.

O pedido dos filhos de Zebedeu

(Mt 20.17-28; Lc 18.31-34)

32E iam no caminho,

10.32
Lc 18.31
subindo para Jerusalém; e Jesus ia adiante deles. E eles maravilhavam-se e seguiam-no atemorizados. E, tornando a tomar consigo os doze, começou
10.32
Mc 8.31
9.31
Lc 9.22
18.31
a dizer-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, 33dizendo: Eis que nós subimos a Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas, e o condenarão à morte, e o entregarão aos gentios, 34e o escarnecerão, e açoitarão, e cuspirão nele, e o matarão; mas, ao terceiro dia, ressuscitará.

35E aproximaram-se

10.35
Mt 20.20
dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo: Mestre, queremos que nos faças o que pedirmos. 36E ele lhes disse: Que quereis que vos faça? 37E eles lhe disseram: Concede-nos que, na tua glória, nos assentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda. 38Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o cálice que eu bebo e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? 39E eles lhe disseram: Podemos. Jesus, porém, disse-lhes: Em verdade vós bebereis o cálice que eu beber e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado, 40mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence a mim concedê-lo, mas isso é para aqueles a quem está reservado. 41E
10.41
Mt 20.24
os dez, tendo ouvido isso, começaram a indignar-se contra Tiago e João. 42Mas Jesus, chamando-os a si, disse-lhes:
10.42
Lc 22.25
Sabeis que os que julgam ser príncipes das gentes delas se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre elas; 43mas
10.43
Mt 20.26,28
Mc 3.35
Lc 9.48
entre vós não será assim; antes, qualquer que, entre vós, quiser ser grande será vosso 10.43 ou criadoserviçal. 44E qualquer que, dentre vós, quiser ser o primeiro será 10.44 ou escravoservo de todos. 45Porque o
10.45
Jo 13.14
Fp 2.7
Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar
10.45
Mt 20.28
1Tm 2.6
Tt 2.14
a sua vida em resgate de muitos.

O cego de Jericó

(Mt 20.29-34; Lc 18.35-43)

46Depois, foram para Jericó. E, saindo

10.46
Lc 18.35
ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto ao caminho, mendigando. 47E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar e a dizer: Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim! 48E muitos o repreendiam, para que se calasse; mas ele clamava cada vez mais: Filho de Davi, tem misericórdia de mim! 49E Jesus, parando, disse que o chamassem; e chamaram o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, que ele te chama. 50E ele, lançando de si a sua capa, levantou-se e foi ter com Jesus. 51E Jesus, falando, disse-lhe: Que queres que te faça? E o cego lhe disse: Mestre, que eu tenha vista. 52E Jesus lhe disse:
10.52
Mt 9.22
Mc 5.34
Vai, a tua fé te salvou. E logo viu, e seguiu a Jesus pelo caminho.

11

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

(Mt 21.1-11; Lc 19.9-38; Jo 12.12-19)

111E, logo

11.1
Lc 19.29
Jo 12.14
que se aproximaram de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, junto ao monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos 2e disse-lhes: Ide à aldeia que está defronte de vós; e, logo que ali entrardes, encontrareis preso um jumentinho, sobre o qual ainda não montou homem algum; soltai-o e trazei-mo. 3E, se alguém vos disser: Por que fazeis isso?, dizei-lhe que o Senhor precisa dele, e logo o deixará trazer para aqui. 4E foram, e encontraram o jumentinho preso fora da porta, entre dois caminhos, e o soltaram. 5E alguns dos que ali estavam lhes disseram: Que fazeis, soltando o jumentinho? 6Eles, porém, disseram-lhes como Jesus lhes tinha mandado; e os deixaram ir. 7E levaram o jumentinho a Jesus e lançaram sobre ele as suas vestes, e assentou-se sobre ele. 8E muitos
11.8
Mt 21.8
estendiam as suas vestes pelo caminho, e outros cortavam ramos das árvores e os espalhavam pelo caminho. 9E aqueles que iam adiante e os que seguiam clamavam, dizendo: Hosana!
11.9
Sl 118.26
Bendito o que vem em nome do Senhor! 10Bendito o Reino do nosso pai Davi,
11.10
Sl 149.1
que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

11E Jesus entrou em

11.11
Mt 21.12
Jerusalém, no templo, e, tendo visto tudo ao redor, como fosse já tarde, saiu para Betânia, com os doze.

A figueira seca. A purificação do templo

(Mt 21.12-22; Lc 19.45-48)

12E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. 13Vendo

11.13
Mt 21.19
de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e, chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos. 14E Jesus, falando, disse à figueira: Nunca mais coma alguém fruto de ti. E os seus discípulos ouviram isso.

15E vieram a Jerusalém;

11.15
Lc 19.45
Jo 2.14
e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. 16E não consentia que ninguém levasse algum vaso pelo templo. 17E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração?
11.17
Is 56.7
Mas vós a tendes feito covil
11.17
Jr 7.11
de ladrões. 18E os escribas
11.18
Mt 21.45-46
Lc 19.47
e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isso, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam porque
11.18
Mt 7.28
Mc 1.22
Lc 4.32
toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. 19E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.

20E eles, passando pela

11.20
Mt 21.19
manhã, viram que a figueira se tinha secado desde as raízes. 21E Pedro, lembrando-se, disse-lhe: Mestre, eis que a figueira que tu amaldiçoaste se secou. 22E Jesus, respondendo, disse-lhes: Tende fé em Deus, 23porque em verdade vos digo que
11.23
Mt 17.19
21.21
Lc 17.6
qualquer que disser a este monte: Ergue-te e lança-te no mar, e não duvidar em seu coração, mas crer que se fará aquilo que diz, tudo o que disser lhe será feito. 24Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes,
11.24
Mt 7.7
Jo 11.13
Lc 11.9
15.7
16.24
Tg 1.5
orando, crede que o recebereis e tê-lo-eis. 25E, quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém,
11.25
Mt 6.14
Cl 3.13
para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas. 26Mas, se vós
11.26
Mt 18.35
não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, vos não perdoará as vossas ofensas.

Interrogação acerca do batismo de João

27E tornaram a Jerusalém; e, andando ele pelo

11.27
Mt 21.23
Lc 20.1
templo, os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os anciãos se aproximaram dele 28e lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? Ou quem te deu tal autoridade para fazer estas coisas? 29Mas Jesus, respondendo, disse-lhes: Também eu vos perguntarei uma coisa, e respondei-me; e, então, vos direi com que autoridade faço estas coisas. 30O batismo de João era do céu ou dos homens? Respondei-me. 31E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então, por que o não crestes? 32Se, porém, dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos sustentavam que
11.32
Mt 3.5
14.5
Mc 6.20
João, verdadeiramente, era profeta. 33E, respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E Jesus lhes replicou: Também eu vos não direi com que autoridade faço estas coisas.

12

A parábola dos lavradores malvados

(Mt 21.33-46; Lc 20.9-18)

121E começou

12.1
Lc 20.9
a falar-lhes por parábolas: Um homem plantou uma vinha, e cercou-a de um valado, e fundou nela um lagar, e edificou uma torre, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra. 2E, chegado o tempo, mandou um servo aos lavradores para que recebesse, dos lavradores, do fruto da vinha. 3Mas estes, apoderando-se dele, o feriram e o mandaram embora vazio. 4E tornou a enviar-lhes outro servo; e eles, apedrejando-o, o feriram na cabeça e o mandaram embora, tendo-o afrontado. 5E tornou a enviar-lhes outro, e a este mataram; e a outros muitos, dos quais a uns feriram e a outros mataram. 6Tendo ele, pois, ainda um, seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho. 7Mas aqueles lavradores disseram entre si: Este é o herdeiro; vamos, matemo-lo, e a herança será nossa. 8E, agarrando-o, o mataram e o lançaram fora da vinha. 9Que fará, pois, o Senhor da vinha? Virá, e destruirá os lavradores, e dará a vinha a outros. 10Ainda não lestes esta Escritura:
12.10
Sl 118.22
A pedra que os edificadores rejeitaram, esta foi posta por cabeça da esquina; 11isso foi feito pelo Senhor e é coisa maravilhosa aos nossos olhos? 12E buscavam
12.12
Mt 21.45-46
Mc 11.18
Jo 7.25,30,44
prendê-lo, mas temiam a multidão, porque entendiam que contra eles dizia esta parábola; e, deixando-o, foram-se.

Interrogação acerca do tributo

(Mt 22.15-22; Lc 20.20-26)

13E enviaram-lhe alguns

12.13
Lc 20.20
dos fariseus e dos herodianos, para que o apanhassem em alguma palavra. 14E, chegando eles, disseram-lhe: Mestre, sabemos que és homem de verdade e não te importas com quem quer que seja, porque não olhas a aparência dos homens, antes, com verdade, ensinas o caminho de Deus. É lícito pagar tributo a César ou não? Pagaremos ou não pagaremos? 15Então, ele, conhecendo a sua hipocrisia, disse-lhes: Por que me tentais? Trazei-me uma moeda, para que a veja. 16E eles lha trouxeram. E disse-lhes: De quem é esta imagem e inscrição? E eles lhe disseram: De César. 17E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus. E maravilharam-se dele.

Os saduceus e a ressurreição

(Mt 22.23-33; Lc 20.27-40)

18Então, os

12.18
Lc 20.27
saduceus, que dizem que não há
12.18
At 23.8
ressurreição, aproximaram-se dele e perguntaram-lhe, dizendo: 19Mestre,
12.19
Dt 25.5
Moisés nos escreveu que, se morresse o irmão de alguém, e deixasse mulher, e não deixasse filhos, seu irmão tomasse a mulher dele e suscitasse descendência a seu irmão. 20Ora, havia sete irmãos, e o primeiro tomou mulher e morreu sem deixar descendência; 21e o segundo também a tomou, e morreu, e nem este deixou descendência; e o terceiro, da mesma maneira. 22E tomaram-na os sete, sem, contudo, terem deixado descendência. Finalmente, depois de todos, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, pois, quando ressuscitarem, de qual destes será a mulher? Porque os sete a tiveram por mulher. 24E Jesus, respondendo, disse-lhes: Porventura, não errais vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de Deus? 25Porquanto, quando ressuscitarem dos mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como
12.25
1Co 15.42,49,52
os anjos nos céus. 26E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou
12.26
Êx 3.6
o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? 27Ora, Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos. Por isso, vós errais muito.

O primeiro de todos os mandamentos

(Mt 22.35-40; Lc 10.25-27)

28Aproximou-se dele um dos escribas que os tinha ouvido disputar e, sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? 29E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve,

12.29
Dt 6.4
Lc 10.27
Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. 30Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. 31E o segundo, semelhante a este, é:
12.31
Lv 19.18
Mt 22.39
Rm 13.9
Gl 5.14
Tg 2.8
Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. 32E o escriba lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só
12.32
Dt 4.39
Is 45.6,14
46.9
Deus e que não há outro além dele; 33e que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças e amar o próximo como a si mesmo é mais do que todos
12.33
1Sm 15.22
Os 6.6
Mq 6.6-8
os holocaustos e sacrifícios. 34E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do Reino de Deus. E já ninguém
12.34
Mt 22.46
ousava perguntar-lhe mais nada.

O Cristo, Filho de Davi

(Mt 22.41-46; Lc 20.41-44)

35E, falando

12.35
Lc 20.41
Jesus, dizia, ensinando no templo: Como dizem os escribas que o Cristo é Filho de Davi? 36O próprio Davi disse pelo Espírito Santo:
12.36
2Sm 23.2
Sl 110.1
O Senhor disse ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés. 37Pois, se Davi mesmo lhe chama Senhor, como é logo seu filho? E a grande multidão o ouvia de boa vontade.

Jesus censura os escribas

(Mt 23.1-39; Lc 11.37-54; 20.45-47)

38E, ensinando-os,

12.38
Mc 4.2
Lc 20.46
11.43
dizia-lhes: Guardai-vos dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas, e das saudações nas praças, 39e das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos primeiros assentos nas ceias; 40que devoram
12.40
Mt 23.14
as casas das viúvas e isso, com pretexto de largas orações. Estes receberão mais grave condenação.

A oferta da viúva pobre

(Lc 21.1-4)

41E, estando Jesus assentado defronte da

12.41
2Rs 12.9
arca do tesouro, observava a maneira como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos depositavam muito. 42Vindo, porém, uma pobre viúva, depositou duas pequenas moedas, que valiam cinco réis. 43E, chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta pobre
12.43
2Co 8.12
viúva depositou mais do que todos os que depositaram na arca do tesouro; 44porque todos ali depositaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, depositou tudo o
12.44
Dt 24.6
1Jo 3.17
que tinha, todo o seu sustento.

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