Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)

Continuação do sermão da montanha. O hábito de julgar os outros

71Não julgueis,

7.1
Lc 6.37
Rm 2.1
14.3
1Co 4.3,5
Tg 4.11-12
para que não sejais julgados, 2porque com o juízo com que julgardes sereis julgados,
7.2
Mc 4.24
Lc 6.38
e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. 3E por que reparas tu no argueiro que
7.3
Lc 6.41
está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho? 4Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.

6Não deis aos cães as coisas santas,

7.6
Pv 7.8-9
23.9
At 13.45-46
nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem.

A bondade de Deus

7Pedi,

7.7
Mt 21.22
Mc 11.24
Lc 11.9-10
18.1
Jo 14.13
Tg 1.5-6
1Jo 3.22
e dar-se-vos-á; buscai e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. 8Porque
7.8
Pv 8.17
Jr 29.12
aquele que pede recebe; e o que busca encontra; e, ao que bate, se abre. 9E qual dentre vós é o homem que,
7.9
Lc 11.11,13
pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? 10E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? 11Se, vós, pois, sendo maus,
7.11
Gn 6.5
sabeis dar 7.11 ou boas dádivasboas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem? 12Portanto,
7.12
Lc 6.31
Lv 19.18
Mt 22.40
Rm 13.8,10
Gl 5.14
1Tm 1.5
tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.

Os dois caminhos

13Entrai pela porta

7.13
Lc 13.24
estreita, porque larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; 14E porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.

Os falsos profetas

15Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas,

7.15
Dt 13.3
Jr 23.16
Mc 13.22
Rm 16.17-18
Ef 5.6
Cl 2.8
2Pe 2.1
1Jo 4.1
Mq 3.5
At 20.29
que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. 16Por seus frutos
7.16
Mt 7.20
12.33
Lc 6.43
os conhecereis. Porventura, colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 17Assim,
7.17
Ne 11.19
Mt 12.33
toda árvore boa produz bons frutos, e toda árvore má produz frutos maus. 18Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar frutos bons. 19Toda árvore
7.19
Mt 3.10
Lc 3.9
Jo 15.26
que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. 20Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Quem entra no Reino dos céus

21Nem todo o que me diz:

7.21
Os 8.2
Mt 25.11
Lc 6.47
13.25
At 19.13
Rm 2.13
Tg 1.22
Senhor, Senhor! entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não
7.22
Jo 11.51
1Co 13.2
profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? 23E, então, lhes direi abertamente:
7.23
Mt 25.12,41
Lc 13.25,27
2Tm 2.19
Sl 5.5-6,9
Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Os dois alicerces

24Todo aquele,

7.24
Lc 6.47
pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. 25E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 26E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. 27E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.

A autoridade de Jesus

28E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso,

7.28
Mt 13.54
Mc 1.22
6.2
Lc 4.32
a multidão se admirou da sua doutrina, 29porquanto os ensinava com autoridade
7.29
Jo 7.46
e não como os escribas.