Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
19

Zaqueu, o publicano

191E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando. 2E eis que havia ali um homem, chamado Zaqueu; e era este um chefe dos publicanos e era rico. 3E procurava ver quem era Jesus e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura. 4E, correndo adiante, subiu 19.4 ou a um sicômoroa uma figueira brava para o ver, porque havia de passar por ali. 5E, quando Jesus chegou àquele lugar, olhando para cima, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque, hoje, me convém pousar em tua casa. 6E, apressando-se, desceu e recebeu-o com júbilo. 7E, vendo todos isso, murmuravam, dizendo que

19.7
Mt 9.11
Lc 5.30
entrara para ser hóspede de um homem pecador. 8E, levantando-se Zaqueu, disse ao Senhor: Senhor, eis que eu dou aos pobres metade dos meus bens; e, se em alguma coisa
19.8
Lc 3.14
tenho defraudado alguém,
19.8
Êx 22.1
1Sm 12.3
2Sm 12.6
o restituo quadruplicado. 9E disse-lhe Jesus: Hoje, veio a salvação a esta casa,
19.9
Rm 11.12,16
Gl 3.7
pois também este
19.9
Lc 3.16
é filho de Abraão. 10Porque
19.10
Mt 18.11
10.6
15.24
o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

A parábola dos dez servos e das dez minas

(Mt 25.14-30)

11E, ouvindo eles essas coisas, ele prosseguiu e contou uma parábola, porquanto estava perto de Jerusalém,

19.11
At 1.6
e cuidavam que logo se havia de manifestar o Reino de Deus. 12Disse,
19.12
Mc 13.34
pois: Certo homem nobre partiu para uma terra remota, a fim de tomar para si um reino e voltar depois. 13E, chamando dez servos seus, deu-lhes dez minas e disse-lhes: Negociai até que eu venha. 14Mas
19.14
Jo 1.11
os seus concidadãos aborreciam-no e mandaram após ele embaixadores, dizendo: Não queremos que este reine sobre nós. 15E aconteceu que, voltando ele, depois de ter tomado o reino, disse que lhe chamassem aqueles servos a quem tinha dado o dinheiro, para saber o que cada um tinha ganhado, negociando. 16E veio o primeiro dizendo: Senhor, a tua mina rendeu dez minas. 17E ele lhe disse: Bem está, servo bom, porque no mínimo foste fiel,
19.17
Mt 25.21
Lc 16.10
sobre dez cidades terás a autoridade. 18E veio o segundo, dizendo: Senhor, a tua mina rendeu cinco minas. 19E a este disse também: Sê tu também sobre cinco cidades. 20E veio outro, dizendo: Senhor, aqui está a tua mina, que guardei num lenço, 21porque tive
19.21
Mt 25.24
medo de ti, que és homem rigoroso, que tomas o que não puseste e segas o que não semeaste. 22Porém ele lhe disse:
19.22
2Sm 1.16
Jó 15.6
Mt 12.37
Mau servo, pela tua boca te julgarei; sabias
19.22
Mt 25.26
que eu sou homem rigoroso, que tomo o que não pus e sego o que não semeei. 23Por que não puseste, pois, o meu dinheiro no banco, para que eu, vindo, o exigisse com os juros? 24E disse aos que estavam com ele: Tirai-lhe a mina e dai-a ao que tem dez minas. 25E disseram-lhe eles: Senhor, ele tem dez minas. 26Pois eu vos digo
19.26
Mt 13.12
25.29
Mc 4.25
Lc 8.18
que a qualquer que tiver ser-lhe-á dado, mas ao que não tiver até o que tem lhe será tirado. 27E, quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os diante de mim.

A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém

(Mt 21.1-11; Mc 11.1-11; Jo 12.12-19)

28E, dito isso,

19.28
Mc 10.32
ia caminhando adiante, subindo para Jerusalém. 29E aconteceu
19.29
Mc 11.1
que, chegando perto de Betfagé e de Betânia, ao monte chamado das Oliveiras, mandou dois dos seus discípulos, 30dizendo: Ide à aldeia que está defronte e aí, ao entrardes, achareis preso um jumentinho em que nenhum homem ainda montou; soltai-o e trazei-o. 31E, se alguém vos perguntar: Por que o soltais?, assim lhe direis: Porque o Senhor precisa dele. 32E, indo os que haviam sido mandados, acharam como lhes dissera. 33E, quando soltaram o jumentinho, seus donos lhes disseram: Por que soltais o jumentinho? 34E eles responderam: O Senhor precisa dele. 35E trouxeram-no a Jesus;
19.35
2Rs 9.13
Mt 21.7
Mc 11.7
Jo 12.14
e, lançando sobre o jumentinho as suas vestes, puseram Jesus em cima. 36E, indo ele,
19.36
Mt 21.8
estendiam no caminho as suas vestes. 37E, quando já chegava perto da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, regozijando-se, começou a dar louvores a Deus em alta voz, por todas as maravilhas que tinham visto, 38dizendo:
19.38
Sl 118.26
Lc 13.35
Bendito o Rei que vem em nome do Senhor!
19.38
Lc 2.14
Ef 2.14
Paz no céu e glória nas alturas! 39E disseram-lhe dentre a multidão alguns dos fariseus: Mestre, repreende os teus discípulos. 40E, respondendo ele, disse-lhes: Digo-vos que, se estes se calarem,
19.40
Hc 2.11
as próprias pedras clamarão.

41E, quando ia chegando, vendo a cidade,

19.41
Jo 11.35
chorou sobre ela, 42dizendo: Ah! Se tu conhecesses também, ao menos neste teu dia, o que à tua paz pertence! Mas, agora, isso está encoberto aos teus olhos. 43Porque dias virão sobre ti,
19.43
Is 29.3-4
Jr 6.3,6
Lc 21.20
em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todas as bandas, 44e te
19.44
1Rs 9.7-8
Mq 3.12
derribarão, a ti e a teus filhos que dentro de ti estiverem, e não
19.44
Mt 24.2
Mc 13.2
Lc 21.6
deixarão em ti pedra sobre pedra, pois que
19.44
Dn 9.24
Lc 1.68,78
1Pe 2.12
não conheceste o tempo da tua visitação.

A purificação do templo

(Mt 21.12-16; Mc 11.15-18)

45E, entrando

19.45
Mc 11.11,15
Jo 2.14-15
no templo, começou a expulsar todos os que nele vendiam e compravam, 46dizendo-lhes:
19.46
Is 56.7
Está escrito: A minha casa é casa de oração; mas vós
19.46
Jr 7.11
fizestes dela covil de salteadores.

47E todos os dias ensinava no templo;

19.47
Mc 11.18
Jo 7.19
8.37
mas os principais dos sacerdotes, e os escribas, e os principais do povo procuravam matá-lo 48e não achavam meio de o fazer, porque todo o povo pendia para ele, escutando-o.

20

O batismo de João

(Mt 21.23-27; Mc 11.27-33)

201E aconteceu, num daqueles dias, que, estando ele ensinando o povo no templo e anunciando o evangelho, sobrevieram os principais dos sacerdotes e os escribas com os anciãos 2e falaram-lhe, dizendo: Dize-nos:

20.2
At 4.7
7.27
com que autoridade fazes essas coisas? Ou quem é que te deu esta autoridade? 3E, respondendo ele, disse-lhes: Também eu vos farei uma pergunta: dizei-me, pois: 4o batismo de João era do céu ou dos homens? 5E eles arrazoavam entre si, dizendo: Se dissermos: do céu, ele nos dirá: Então, por que o não crestes? 6E, se dissermos: dos homens, todo o povo nos apedrejará, pois
20.6
Mt 14.5
21.26
Lc 7.29
têm por certo que João era profeta. 7E responderam que não sabiam de onde era. 8E Jesus lhes disse: Tampouco vos direi com que autoridade faço isto.

A parábola dos lavradores maus

(Mt 21.33-46; Mc 12.1-12)

9E começou a dizer ao povo esta parábola: Certo homem

20.9
Mc 12.1
plantou uma vinha, e arrendou-a a uns lavradores, e partiu para fora da terra por muito tempo. 10E, no devido tempo, mandou um servo aos lavradores, para que lhe dessem dos frutos da vinha; mas os lavradores, espancando-o, mandaram-no vazio. 11E tornou ainda a mandar outro servo; mas eles, espancando também a este e afrontando-o, mandaram-no vazio. 12E tornou ainda a mandar um terceiro; mas eles, ferindo também a este, o expulsaram. 13E disse o senhor da vinha: Que farei? Mandarei o meu filho amado; talvez, vendo-o, o respeitem. 14Mas, vendo-o os lavradores, arrazoaram entre si dizendo: Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo, para que a herança seja nossa. 15E, lançando-o fora da vinha, o mataram. Que lhes fará, pois, o senhor da vinha? 16Irá, e destruirá estes lavradores, e dará a outros a vinha. E, ouvindo eles isso, disseram: Não seja assim! 17Mas ele, olhando para eles, disse: Que é isto, pois, que está escrito?
20.17
Sl 118.22
Mt 21.42
A pedra que os edificadores reprovaram, essa foi feita cabeça da esquina. 18Qualquer que cair sobre aquela pedra ficará em pedaços, e aquele
20.18
Dn 2.34-35
Mt 21.44
sobre quem ela cair será feito em pó.

A questão do tributo

(Mt 22.15-22; Mc 12.13-17)

19E os principais dos sacerdotes e os escribas procuravam lançar mão dele naquela mesma hora; mas temeram o povo, porque entenderam que contra eles dissera esta parábola. 20E, trazendo-o debaixo de olho, mandaram espias que se fingiam de justos, para o apanharem em alguma palavra e o entregarem à jurisdição e poder do governador. 21E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre,

20.21
Mt 22.16
12.14
nós sabemos que falas e ensinas bem e retamente e que não consideras a aparência da pessoa, mas ensinas com verdade o caminho de Deus. 22É-nos lícito dar tributo a César ou não? 23E, entendendo ele a sua astúcia, disse-lhes: Por que me tentais? 24Mostrai-me uma moeda. De quem tem a imagem e a inscrição? E, respondendo eles, disseram: De César. 25Disse-lhes, então: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus. 26E não puderam apanhá-lo em palavra alguma diante do povo; e, maravilhados da sua resposta, calaram-se.

Os saduceus e a ressurreição

(Mt 22.23-33; Mc 12.18-27)

27E, chegando-se

20.27
Mc 12.18
alguns dos saduceus,
20.27
At 23.6,8
que dizem não haver ressurreição, perguntaram-lhe, 28dizendo: Mestre,
20.28
Dt 25.5
Moisés nos deixou escrito que, se o irmão de alguém falecer, tendo mulher e não deixar filhos, o irmão dele tome a mulher e suscite posteridade a seu irmão. 29Houve, pois, sete irmãos, e o primeiro tomou mulher e morreu sem filhos; 30e o segundo 31e o terceiro também a tomaram, e, igualmente, os sete. Todos eles morreram e não deixaram filhos. 32E, por último, depois de todos, morreu também a mulher. 33Portanto, na ressurreição, de qual deles será a mulher, pois que os sete por mulher a tiveram? 34E, respondendo Jesus, disse-lhes: Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento, 35mas os que forem havidos por dignos de alcançar o mundo vindouro e a ressurreição dos mortos nem hão de casar, nem ser dados em casamento; 36porque já não podem
20.36
1Co 15.22,49,52
1Jo 3.2
mais morrer, pois são iguais aos anjos e são filhos de Deus,
20.36
Rm 8.23
sendo filhos da ressurreição. 37E que os mortos hão de ressuscitar
20.37
Êx 3.6
também o mostrou Moisés junto da sarça, quando chama ao Senhor Deus de Abraão, e Deus de Isaque, e Deus de Jacó. 38Ora, Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, porque para
20.38
Rm 6.10-11
ele vivem todos. 39E, respondendo alguns dos escribas, disseram: Mestre, disseste bem. 40E não ousavam perguntar-lhe mais coisa alguma.

Cristo, o Filho de Davi

(Mt 22.41-46; Mc 12.35-37)

41E ele lhes disse:

20.41
Mt 22.42
Mc 12.35
Como dizem que o Cristo é Filho de Davi? 42Visto como o mesmo Davi diz no livro dos Salmos:
20.42
Sl 110.1
At 2.34
Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, 43até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés. 44Se Davi lhe chama Senhor, como é ele seu filho?

Jesus censura os escribas

(Mt 23.1-12; Mc 12.38-40)

45E,

20.45
Mt 12.38
ouvindo-o todo o povo, disse Jesus aos seus discípulos: 46Guardai-vos dos escribas, que querem andar com vestes compridas e amam as
20.46
Lc 11.43
saudações nas praças, e as principais cadeiras nas sinagogas, e os primeiros lugares nos banquetes; 47que
20.47
Mt 23.14
devoram as casas das viúvas, fazendo, por pretexto, largas orações. Estes receberão maior condenação.

21

A oferta da viúva pobre

(Mc 12.41-44)

211E, olhando ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro; 2e viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas; 3e disse: Em verdade vos

21.3
2Co 8.12
digo que lançou mais do que todos esta pobre viúva, 4porque todos aqueles deram como ofertas de Deus do que lhes sobeja; mas esta, da sua pobreza, deu todo o sustento que tinha.

O sermão profético. O princípio das dores

(Mt 24.1-14; Mc 13.1-13)

5E, dizendo alguns a respeito do templo, que estava ornado de formosas pedras e dádivas, disse: 6Quanto a estas coisas que vedes, dias virão em

21.6
Lc 19.44
que se não deixará pedra sobre pedra que não seja derribada.

7E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, essas coisas? E que sinal haverá quando isso estiver para acontecer? 8Disse, então, ele:

21.8
Mt 24.4
Mc 13.5
Ef 5.6
2Ts 2.3
Vede que não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Sou eu, e o tempo está próximo; não vades, portanto, após eles. 9E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isso aconteça primeiro, mas o fim não será logo. 10Então,
21.10
Mt 24.7
lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino, contra reino; 11e haverá, em vários lugares, grandes terremotos, e fomes, e pestilências; haverá também coisas espantosas e grandes sinais do céu. 12Mas,
21.12
Mc 13.9
Ap 2.10
antes de todas essas coisas, lançarão mão de vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e
21.12
At 4.3
5.18
12.4
16.24
às prisões
21.12
At 25.23
e conduzindo-vos à presença de reis e governadores,
21.12
1Pe 2.13
por amor do meu nome. 13E vos acontecerá
21.13
Fp 1.28
2Ts 1.5
isso para testemunho. 14Proponde,
21.14
Mt 10.19
Mc 13.11
Lc 12.11
pois, em vosso coração não premeditar como haveis de responder, 15porque eu vos darei boca e sabedoria
21.15
At 6.10
a que não poderão resistir, nem contradizer todos quantos se vos opuserem. 16E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis
21.16
Mq 7.6
Mc 13.12
entregues; e matarão
21.16
At 7.59
12.2
alguns de vós. 17E de todos sereis
21.17
Mt 10.22
odiados por causa do meu nome. 18Mas
21.18
Mt 10.30
não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. 19Na vossa paciência, possuí a vossa alma.

O sermão profético continua. A grande tribulação

(Mt 24.15-18; Mc 13.14-23)

20Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei, então, que é chegada a sua desolação. 21Então, os que estiverem na Judeia, que fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, que saiam; e, os que estiverem nos campos, que não entrem nela. 22Porque dias de vingança são estes, para que

21.22
Dn 9.26-27
Zc 11.1
se cumpram todas as coisas que estão escritas. 23Mas ai
21.23
Mt 24.19
das grávidas e das que criarem naqueles dias! Porque haverá grande aflição na terra e ira sobre este povo. 24E cairão a fio de espada e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os
21.24
Dn 9.27
12.7
Rm 11.25
tempos dos gentios se completem.

O sermão profético continua. A volta do Filho do Homem

(Mt 24.29-35; Mc 13.24-27)

25E haverá sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e, na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; 26homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo,

21.26
Mt 24.4
porquanto os poderes do céu serão abalados. 27E, então, verão vir o Filho do Homem
21.27
Mt 24.30
Ap 1.7
14.14
numa nuvem, com poder e grande glória. 28Ora, quando essas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça,
21.28
Rm 8.19,23
porque a vossa redenção está próxima.

29E disse-lhes uma parábola:

21.29
Mt 24.32
Mc 13.28
Olhai para a figueira e para todas as árvores. 30Quando já começam a brotar, vós sabeis por vós mesmos, vendo-as, que perto está já o verão. 31Assim também vós, quando virdes acontecer essas coisas, sabei que o Reino de Deus está perto. 32Em verdade vos digo que não passará esta geração até que tudo aconteça. 33Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar.

O sermão profético continua. A vigilância

(Mt 24.36-44; Mc 13.33-37)

34E olhai

21.34
Rm 13.13
1Ts 5.6
1Pe 4.7
por vós, para que não aconteça que o vosso coração se carregue de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e venha sobre vós de improviso aquele dia. 35Porque
21.35
2Pe 3.10
Ap 3.3
16.15
virá como um laço sobre todos os que habitam na face de toda a terra. 36Vigiai,
21.36
Mt 24.42
25.13
Mc 13.33
pois,
21.36
Lc 18.1
em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas essas coisas que hão de acontecer e de estar em
21.36
Sl 1.5
Ef 6.13
pé diante do Filho do Homem.

O pacto da traição

(Mt 26.1-5,14-16; Mc 14.10,11)

37E,

21.37
Jo 8.1-2
de dia, ensinava no templo
21.37
Lc 22.39
e, à noite, saindo, ficava no monte chamado das Oliveiras. 38E todo o povo ia ter com ele ao templo, de manhã cedo, para o ouvir.

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