Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
12

121Ajuntando-se,

12.1
Mt 16.6
Mc 8.15
entretanto, muitos milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, começou a dizer aos seus discípulos:
12.1
Mt 16.12
Acautelai-vos, primeiramente, do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. 2Mas nada
12.2
Mt 10.26
Mc 4.22
Lc 8.17
há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido. 3Porquanto tudo o que em trevas dissestes à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete sobre os telhados será apregoado.

Não devemos temer os homens

(Mt 10.28-33)

4E digo-vos,

12.4
Is 51.7-8,12-13
Jr 1.8
Jo 15.14-15
amigos meus: não temais os que matam o corpo e depois não têm mais o que fazer. 5Mas eu vos mostrarei a quem deveis temer: temei aquele que, depois de matar, tem poder para lançar no inferno; sim, vos digo, a esse temei. 6Não se vendem cinco passarinhos por dois ceitis? E nenhum deles está esquecido diante de Deus. 7E até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos. 8E digo-vos
12.8
Mt 10.32
Mc 8.38
2Tm 2.12
1Jo 2.23
que todo aquele que me confessar diante dos homens, também o Filho do Homem o confessará diante dos anjos de Deus. 9Mas quem me negar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus. 10E a todo
12.10
Mt 12.31-32
Mc 3.28
1Jo 5.16
aquele que disser uma palavra contra o Filho do Homem ser-lhe-á perdoada, mas ao que blasfemar contra o Espírito Santo não lhe será perdoado. 11E, quando
12.11
Mt 10.19
Mc 13.11
Lc 21.14
vos conduzirem às sinagogas, aos magistrados e potestades, não estejais solícitos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer. 12Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar.

A parábola do rico insensato

13E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. 14Mas ele lhe disse: Homem,

12.14
Jo 18.36
quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós? 15E disse-lhes:
12.15
1Tm 6.7
Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. 16E propôs-lhes uma parábola, dizendo: a herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. 17E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. 18E disse: Farei isto: derribarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; 19e direi à minha
12.19
Ec 11.9
1Co 15.32
Tg 5.5
alma: alma, tens em depósito muitos bens, para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. 20Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a
12.20
Jó 20.22
27.8
Sl 52.5
Tg 4.14
Sl 39.6
Jr 17.11
tua alma, e o que tens preparado para quem será? 21Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não
12.21
Mt 6.20
Lc 12.33
1Tm 6.18-19
Tg 2.5
é rico para com Deus.

A solicitude pela nossa vida

(Mt 6.25-34)

22E disse aos seus discípulos: Portanto, vos digo: não estejais apreensivos pela vossa vida, sobre o que comereis, nem pelo corpo, sobre o que vestireis. 23Mais é a vida do que o sustento, e o corpo, mais do que as vestes. 24Considerai os corvos, que nem semeiam, nem segam, nem têm despensa nem celeiro, e Deus

12.24
Jó 38.41
Sl 147.9
os alimenta; quanto mais valeis vós do que as aves? 25E qual de vós, sendo solícito, pode acrescentar um côvado à sua estatura? 26Pois, se nem ainda podeis as coisas mínimas, por que estais ansiosos pelas outras? 27Considerai os lírios, como eles crescem; não trabalham, nem fiam; e digo-vos que nem ainda Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. 28E, se Deus assim veste a erva, que hoje está no campo e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pequena fé? 29Não pergunteis, pois, que haveis de comer ou que haveis de beber, e não andeis inquietos. 30Porque os gentios do mundo buscam todas essas coisas; mas vosso Pai sabe que necessitais delas. 31Buscai, antes,
12.31
Mt 6.33
o Reino de Deus, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. 32Não temas,
12.32
Mt 11.25-26
ó pequeno rebanho, porque a vosso Pai agradou dar-vos o Reino. 33Vendei o que tendes, e
12.33
Mt 19.21
6.20
At 2.45
4.34
Lc 16.9
1Tm 6.19
dai esmolas, e fazei para vós bolsas que não se envelheçam, tesouro nos céus que nunca acabe, aonde não chega ladrão, e a traça não rói. 34Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração.

A parábola do servo vigilante

(Mt 24.45-51)

35Estejam cingidos os

12.35
Ef 6.14
1Pe 1.13
Mt 25.1
vossos lombos, e acesas, as vossas candeias. 36E sede vós semelhantes aos homens que esperam o seu senhor, quando houver de voltar das bodas, para que, quando vier e bater, logo possam abrir-lhe. 37Bem-aventurados aqueles servos, os
12.37
Mt 24.46
quais, quando o Senhor vier, achar vigiando! Em verdade vos digo que se cingirá, e os fará assentar à mesa, e, chegando-se, os servirá. 38E, se vier na segunda vigília, e se vier na terceira vigília, e os achar assim, bem-aventurados são os tais servos. 39Sabei, porém, isto:
12.39
Mt 24.43
1Ts 5.2
2Pe 3.10
Ap 3.3
16.15
se o pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria minar a sua casa. 40Portanto, estai vós também
12.40
Mt 24.44
25.13
Mc 13.33
Lc 21.34,36
1Ts 5.6
2Pe 3.12
apercebidos; porque virá o Filho do Homem à hora que não imaginais. 41E disse-lhe Pedro: Senhor, dizes essa parábola a nós ou também a todos? 42E disse o Senhor:
12.42
Mt 24.45
25.21
1Co 4.2
Qual é, pois, o mordomo fiel e prudente, a quem o senhor pôs sobre os seus servos, para lhes dar a tempo a ração? 43Bem-aventurado aquele servo a quem o senhor,
12.43
Mt 24.47-48
quando vier, achar fazendo assim. 44Em verdade vos digo que sobre todos os seus bens o porá. 45Mas, se aquele servo disser em seu coração: O meu senhor tarda em vir, e começar a espancar os criados e criadas, e a comer, e a beber, e a embriagar-se, 46virá o Senhor daquele servo no dia em que o não espera e numa hora que ele não sabe, e separá-lo-á, e lhe dará a sua parte com os infiéis. 47E o servo
12.47
Nm 15.30
Dt 25.2
Jo 9.41
15.22
At 17.30
Tg 4.17
que soube a vontade do seu senhor e não se aprontou, nem fez conforme a sua vontade, será castigado com muitos açoites. 48Mas o
12.48
Lv 5.17
1Tm 1.13
que a não soube e fez coisas dignas de açoites com poucos açoites será castigado. E a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou, muito mais se lhe pedirá.

Jesus traz fogo e dissensão à terra

49Vim lançar fogo na terra

12.49
Lc 12.51
e que mais quero, se já está aceso? 50Importa, porém, que eu seja batizado com um certo batismo,
12.50
Mt 20.22
At 10.38
e como me angustio até que venha a cumprir-se! 51Cuidais
12.51
Mt 10.34
Lc 12.49
Mq 7.6
Jo 7.43
9.16
10.19
vós que vim trazer paz à terra? Não, vos digo, mas, antes, dissensão. 52Porque, daqui em
12.52
Mt 10.35
diante, estarão cinco divididos numa casa: três contra dois, e dois contra três. 53O pai estará dividido contra o filho, e o filho, contra o pai, a mãe, contra a filha, e a filha, contra a mãe, a sogra, contra sua nora, e a nora, contra sua sogra.

Os sinais dos tempos

54E dizia também à multidão:

12.54
Mt 16.2
Quando vedes a nuvem que vem do ocidente, logo dizeis: Lá vem chuva; e assim sucede. 55E, quando assopra o vento sul, dizeis: Haverá calma; e assim sucede. 56Hipócritas, sabeis discernir a face da terra e do céu; como não sabeis, então, discernir este tempo? 57E por que não julgais também por vós mesmos o que é justo? 58Quando,
12.58
Pv 25.8
Mt 5.25
Sl 32.6
Is 50.6
pois, vais com o teu adversário ao magistrado, procura livrar-te dele no caminho; para que não suceda que te conduza ao juiz, e o juiz te entregue ao meirinho, e o meirinho te encerre na prisão. 59Digo-te que não sairás dali enquanto não pagares o derradeiro ceitil.

13

A mortandade dos galileus e a queda da torre em Siloé

131E, naquele mesmo tempo, estavam presentes ali alguns que lhe falavam dos galileus cujo sangue Pilatos misturara com os seus sacrifícios. 2E, respondendo Jesus, disse-lhes: Cuidais vós que esses galileus foram mais pecadores do que todos os galileus, por terem padecido tais coisas? 3Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis. 4E aqueles dezoito sobre os quais caiu a torre de Siloé e os matou, cuidais que foram mais 13.4 ou devedoresculpados do que todos quantos homens habitam em Jerusalém? 5Não, vos digo; antes, se vos não arrependerdes, todos de igual modo perecereis.

A parábola da figueira estéril

6E dizia esta parábola: Um

13.6
Is 5.2
Mt 21.19
certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha e foi procurar nela fruto, não o achando. 7E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira e não o acho; corta-a. Por que ela ocupa ainda a terra inutilmente? 8E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; 9e, se der fruto, ficará; e, se não, depois a mandarás cortar.

A cura de uma mulher paralítica

10E ensinava no sábado, numa das sinagogas. 11E eis que estava ali uma mulher que tinha um espírito de enfermidade havia já dezoito anos; e andava curvada e não podia de modo algum endireitar-se. 12E, vendo-a Jesus, chamou-a a si, e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade. 13E impôs as mãos sobre ela,

13.13
Mc 16.18
At 9.8
e logo se endireitou e glorificava a Deus. 14E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão:
13.14
Êx 20.9
Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados
13.14
Mt 12.10
Mc 3.2
Lc 6.7
14.3
e não no dia de sábado. 15Respondeu-lhe, porém, o Senhor e disse: Hipócrita,
13.15
Lc 14.5
no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi ou jumento e não o leva a beber água? 16E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha
13.16
Lc 19.9
de Abraão, a qual dezoito anos Satanás mantinha presa? 17E, dizendo ele isso, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele.

As parábolas do grão de mostarda e do fermento

(Mt 13.31-33; Mc 4.30-32)

18E dizia:

13.18
Mc 4.30
A que é semelhante o Reino de Deus, e a que o compararei? 19É semelhante ao grão de mostarda que um homem, tomando-o, lançou na sua horta; e cresceu e fez-se grande árvore, e em seus ramos se aninharam as aves do céu.

20E disse outra vez: A que compararei o Reino de Deus? 21É semelhante ao fermento que uma mulher, tomando-o, escondeu em três medidas de farinha, até que tudo levedou.

A porta estreita

22E percorria as cidades

13.22
Mt 9.34
Mc 6.6
e as aldeias, ensinando e caminhando para Jerusalém. 23E disse-lhe um: Senhor, são poucos os que se salvam? E ele lhe respondeu: 24Porfiai por entrar pela porta estreita,
13.24
Mt 7.13
Jo 7.34
8.21
13.33
Rm 9.31
porque eu vos digo que muitos procurarão entrar e não poderão. 25Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta,
13.25
Mt 7.23
25.10,12
Lc 6.46
Is 55.6
Sl 32.6
e começardes a estar de fora e a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois, 26então, começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. 27E ele vos responderá:
13.27
Mt 7.23
25.41
Lc 13.25
Digo-vos que não sei de onde vós sois;
13.27
Sl 6.9
Mt 25.41
apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniquidade. 28Ali, haverá choro e ranger de dentes,
13.28
Mt 8.11-12
13.42
24.51
quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no Reino de Deus e vós, lançados fora. 29E virão do Oriente, e do Ocidente, e do Norte, e do Sul e assentar-se-ão à mesa no Reino de Deus. 30E eis que derradeiros há
13.30
Mt 19.30
20.16
Mc 10.31
que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros.

Jesus é avisado do ódio de Herodes

31Naquele mesmo dia, chegaram uns fariseus, dizendo-lhe: Sai e retira-te daqui, porque Herodes quer matar-te. 32E lhes respondeu: Ide e dizei àquela raposa: eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e, no terceiro dia, sou

13.32
Hb 2.10
consumado. 33Importa, porém, caminhar hoje, amanhã e no dia seguinte, para que não suceda que morra um profeta fora de Jerusalém. 34Jerusalém,
13.34
Mt 23.37
Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e não quiseste? 35Eis que a vossa casa se vos deixará
13.35
Lv 26.31-32
Sl 69.25
118.26
Is 1.7
Dn 9.27
Mq 3.12
Mt 21.9
Mc 11.10
Lc 19.38
Jo 12.13
deserta. E em verdade vos digo que não me vereis até que venha o tempo em que digais: Bendito aquele que vem em nome do Senhor!

14

A cura de um hidrópico

141Aconteceu, num sábado, que, entrando ele em casa de um dos principais dos fariseus para comer pão, eles o estavam observando. 2E eis que estava ali diante dele um certo homem hidrópico. 3E Jesus, tomando a palavra, falou aos doutores da lei e aos fariseus, dizendo:

14.3
Mt 12.10
É lícito curar no sábado? 4Eles, porém, calaram-se. E tomando-o, o curou e despediu. 5E disse-lhes:
14.5
Êx 23.5
Dt 22.4
Lc 13.15
Qual será de vós o que, caindo-lhe num poço, em dia de sábado, o jumento ou o boi, o não tire logo? 6E nada lhe podiam replicar sobre isso.

A parábola dos primeiros assentos e dos convidados

7E disse aos convidados uma parábola, reparando como escolhiam os primeiros assentos, dizendo-lhes: 8Quando por alguém fores convidado às bodas, não te assentes no primeiro lugar, para que não aconteça que esteja convidado outro mais digno do que tu, 9e, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar. 10Mas, quando fores

14.10
Pv 25.6-7
convidado, vai e assenta-te no derradeiro lugar, para que, quando vier o que te convidou, te diga: Amigo, assenta-te mais para cima. Então, terás honra diante dos que estiverem contigo à mesa. 11Porquanto, qualquer que a si mesmo se exaltar será humilhado,
14.11
Jó 22.29
Sl 18.27
Pv 29.23
Mt 23.12
Lc 18.14
Tg 4.6
1Pe 5.5
e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. 12E dizia também ao que o tinha convidado: Quando deres um jantar ou uma ceia, não chames os teus amigos, nem os teus irmãos, nem os teus parentes, nem vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso recompensado. 13Mas, quando fizeres convite, chama os pobres,
14.13
Ne 8.10,12
aleijados, mancos e cegos 14e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; mas recompensado serás na ressurreição dos justos.

A parábola da grande ceia

(Mt 22.1-14)

15E, ouvindo isso um dos que estavam com ele à mesa, disse-lhe: Bem-aventurado

14.15
Ap 19.9
o que comer pão no Reino de Deus! 16Porém ele lhe disse: Um certo homem fez uma grande ceia e convidou a muitos. 17E, à hora da ceia,
14.17
Pv 19.2,5
mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado. 18E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo e preciso ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado. 19E outro disse: Comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado. 20E outro disse: Casei e, portanto, não posso ir. 21E, voltando aquele servo, anunciou essas coisas ao seu senhor. Então, o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade e traze aqui os pobres, e os aleijados, e os mancos, e os cegos. 22E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. 23E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e atalhos e força-os a entrar, para que a minha casa se encha. 24Porque eu vos digo
14.24
Mt 21.43
22.8
At 13.46
que nenhum daqueles varões que foram convidados provará a minha ceia.

A parábola acerca da providência

25Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: 26Se alguém vier a mim

14.26
Dt 13.6
33.9
Mt 10.37
Rm 9.13
Ap 12.11
e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27E qualquer que não levar a sua cruz
14.27
Mt 16.24
Mc 8.34
Lc 9.23
2Tm 3.12
e não vier após mim não pode ser meu discípulo. 28Pois qual de vós, querendo edificar uma torre,
14.28
Pv 24.27
não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? 29Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, 30dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. 31Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? 32De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores e pede condições de paz. 33Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.

34Bom é o sal,

14.34
Mt 5.13
Mc 9.50
mas, se ele degenerar, com que se adubará? 35Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

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