Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
5

O banquete do rei Belsazar. A mão misteriosa

51O rei Belsazar deu

5.1
Et 1.3
um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil. 2Havendo Belsazar provado o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que
5.2
Dn 1.2
Jr 52.19
Nabucodonosor, seu pai, tinha tirado do templo que estava em Jerusalém, para que bebessem neles o rei, os seus grandes e as suas mulheres e concubinas. 3Então, trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da Casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. 4Beberam o vinho
5.4
Ap 9.20
e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra.

5Na mesma hora, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam, defronte do castiçal, na estucada parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo. 6Então, se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos bateram um no outro. 7E ordenou o rei,

5.7
Dn 2.2
4.6
Is 47.13
com força, que se introduzissem os astrólogos, os caldeus e os adivinhadores; e falou o rei e disse aos sábios de Babilônia: Qualquer que ler esta escritura e me declarar a sua interpretação será vestido de púrpura, e trará uma cadeia de ouro ao pescoço, e será, no reino, o terceiro dominador. 8Então, entraram todos os sábios do rei;
5.8
Dn 2.27
4.7
mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. 9Então, o rei Belsazar perturbou-se muito, e mudou-se nele o seu semblante; e os seus grandes estavam sobressaltados.

10A rainha, por causa das palavras do rei e dos seus grandes, entrou na casa do banquete; e falou a rainha e disse: Ó

5.10
Dn 2.4
3.9
rei, vive eternamente! Não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. 11Há no teu reino um homem que tem o espírito dos deuses santos; e nos dias de teu pai se achou nele luz, e inteligência, e sabedoria, como a sabedoria dos deuses; e teu pai, o rei Nabucodonosor, sim, teu pai, ó rei, o constituiu chefe dos magos, dos astrólogos, dos caldeus e dos adivinhadores. 12Porquanto se achou neste Daniel
5.12
Dn 6.3
um espírito excelente, e ciência, e entendimento, interpretando sonhos, e explicando enigmas, e solvendo dúvidas,
5.12
Dn 1.7
ao qual o rei pôs o nome de Beltessazar; chame-se, pois, agora Daniel, e ele dará interpretação.

13Então, Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei e disse a Daniel: És tu aquele Daniel, dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? 14Tenho ouvido dizer

5.14
Dn 5.11-12
a teu respeito que o espírito dos deuses está em ti e que a luz, e o entendimento, e a excelente sabedoria se acham em ti. 15Acabam
5.15
Dn 5.7-8
de ser introduzidos à minha presença os sábios e os astrólogos,
5.15
Dn 5.7
para lerem esta escritura, e me fazerem saber a sua interpretação; mas não puderam dar a interpretação destas palavras. 16Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solver dúvidas; agora, se puderes ler esta escritura e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, e terás cadeia de ouro ao pescoço, e no reino serás o terceiro dominador.

17Então, respondeu Daniel e disse na presença do rei: As tuas dádivas fiquem contigo, e dá os teus presentes a outro; todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. 18

5.18
Dn 2.37-38
4.17,22,25
Ó rei! Deus, o Altíssimo, deu a Nabucodonosor, teu pai, o reino, e a grandeza, e a glória, e a magnificência. 19E, por causa da grandeza que lhe deu,
5.19
Jr 27.7
Dn 3.4
todos os povos, nações e línguas tremiam e temiam diante dele; a quem queria matava e a quem queria dava a vida; e a quem queria engrandecia e a quem queria abatia. 20Mas, quando o seu coração se exalçou e o seu espírito se endureceu em soberba, foi derribado do seu trono real, e passou dele a sua glória. 21E foi tirado dentre os filhos dos homens, e o seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses; fizeram-no comer erva como os bois, e pelo orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre os reinos dos homens e a quem quer constitui sobre eles. 22E tu, seu filho Belsazar,
5.22
2Cr 33.23
36.12
não humilhaste o teu coração, ainda que soubeste de tudo isso. 23E
5.23
Dn 5.3-4
te levantaste contra o Senhor do céu, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu, os teus grandes, as tuas mulheres e as tuas concubinas bebestes vinho neles; além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de cobre, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus,
5.23
Jr 10.23
em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste.

24Então, dele foi enviada aquela parte da mão, e escreveu-se esta escritura. 25Esta, pois, é a escritura que se escreveu: Mene, Mene, Tequel e Parsim. 26Esta é a interpretação daquilo: Mene: Contou Deus o teu reino e o acabou. 27Tequel:

5.27
Jó 31.6
Jr 6.30
Pesado foste na balança e foste achado em falta. 28Peres: Dividido foi o teu reino
5.28
Is 21.2
Dn 5.31
6.28
9.1
e deu-se aos medos e aos persas.

29Então, mandou Belsazar que vestissem Daniel de púrpura, e que lhe pusessem uma cadeia de ouro ao pescoço,

5.29
Dn 5.7
e proclamassem a respeito dele que havia de ser o terceiro dominador do reino. 30Naquela mesma noite,
5.30
Jr 51.31,39,57
Dn 9.1
foi morto Belsazar, rei dos caldeus. 31E Dario, o medo, ocupou o reino, na idade de sessenta e dois anos.

6

Daniel na cova dos leões

61E pareceu bem a Dario

6.1
Et 1.1
constituir sobre o reino a cento e vinte presidentes, que estivessem sobre todo o reino; 2e sobre eles três príncipes, dos quais Daniel era um, aos quais esses presidentes dessem conta, para que o rei não sofresse dano. 3Então, o mesmo Daniel se distinguiu desses príncipes e presidentes,
6.3
Dn 5.12
porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino. 4Então, os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa. 5Então, estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.

6Então, estes príncipes e presidentes foram juntos ao rei e disseram-lhe assim: Ó rei Dario,

6.6
Dn 2.4
6.21
vive eternamente! 7Todos os príncipes do reino, os prefeitos e presidentes, capitães e governadores tomaram conselho, a fim de estabelecerem um edito real e fazerem firme este mandamento: que qualquer que, por espaço de trinta dias, fizer uma petição a qualquer deus ou a qualquer homem e não a ti, ó rei, seja lançado na cova dos leões. 8Agora, pois, ó rei, confirma o edito e assina a escritura, para que não seja mudada,
6.8
Et 1.19
8.8
Dn 6.12,15
conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 9Por esta causa, o rei Dario assinou esta escritura e edito.

10Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora, havia no seu quarto

6.10
1Rs 8.44,48
Jn 2.4
janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus,
6.10
At 10.9
como também antes costumava fazer. 11Então, aqueles homens foram juntos e acharam Daniel orando e suplicando diante do seu Deus. 12Então, se apresentaram
6.12
Dn 3.8
e disseram ao rei: No tocante ao mandamento real, porventura não assinaste o edito pelo qual todo homem que fizesse uma petição a qualquer deus ou a qualquer homem, por espaço de trinta dias, e não a ti, ó rei, seria lançado na cova dos leões? Respondeu o rei e disse:
6.12
Dn 6.8
Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que se não pode revogar. 13Então, responderam e disseram diante do rei:
6.13
Dn 1.6
5.13
Daniel, que é dos transportados de Judá,
6.13
Dn 3.12
não tem feito caso de ti, ó rei, nem do edito que assinaste; antes, três vezes por dia faz a sua oração.

14Ouvindo, então, o rei o negócio,

6.14
Mc 6.26
ficou muito penalizado e a favor de Daniel propôs dentro do seu coração livrá-lo; e até ao pôr do sol trabalhou por salvá-lo. 15Então, aqueles homens foram juntos ao rei e disseram ao rei:
6.15
Dn 6.8
Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar. 16Então, o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará. 17E
6.17
Lm 3.53
foi trazida uma pedra e foi posta sobre a boca da cova;
6.17
Mt 27.66
e o rei a selou com o seu anel e com o anel dos seus grandes, para que se não mudasse a sentença acerca de Daniel. 18Então, o rei dirigiu-se para o seu palácio, e passou a noite em jejum, e não deixou trazer à sua presença instrumentos de música;
6.18
Dn 2.1
e fugiu dele o sono.

19E, pela manhã cedo, se levantou e foi com pressa à cova dos leões. 20E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e, falando o rei, disse a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo!

6.20
Dn 3.15
Dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões? 21Então, Daniel falou ao rei:
6.21
Dn 2.4
Ó rei, vive para sempre! 22O meu Deus
6.22
Dn 3.28
Hb 11.33
enviou o seu anjo e fechou a boca dos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; e também contra ti, ó rei, não tenho cometido delito algum. 23Então, o rei muito se alegrou em si mesmo e mandou tirar a Daniel da cova; assim, foi tirado Daniel da cova, e nenhum dano se achou nele,
6.23
Hb 11.33
porque crera no seu Deus. 24E ordenou o rei, e foram trazidos aqueles homens que tinham acusado Daniel
6.24
Dt 19.19
e foram lançados na cova dos leões, eles,
6.24
Et 9.10
Dt 24.16
2Rs 14.6
seus filhos e suas mulheres; e ainda não tinham chegado ao fundo da cova quando os leões se apoderaram deles, e lhes esmigalharam todos os ossos.

25Então,

6.25
Dn 4.1
o rei Dario escreveu a todos os povos, nações e gente de diferentes línguas, que moram em toda a terra: A paz vos seja multiplicada! 26Da minha parte
6.26
Dn 3.29
é feito um decreto, pelo qual em todo o domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel; porque ele é o Deus vivo e para sempre permanente,
6.26
Dn 2.44
7.14,27
Lc 11.33
e o seu reino não se pode destruir; o seu domínio é até ao fim. 27Ele livra, e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões.

28Este Daniel, pois, prosperou no reinado de Dario

6.28
Dn 1.21
Ez 1.1-2
e no reinado de Ciro, o persa.

7

A visão dos quatro animais simbólicos

71No primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia,

7.1
Nm 12.6
Am 3.7
Dn 2.28
teve Daniel, na sua cama, um sonho e visões da sua cabeça; escreveu logo o sonho e relatou a suma das coisas. 2Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, na minha visão da noite, e eis que os quatro ventos do céu combatiam no mar grande. 3E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar. 4O primeiro
7.4
Dt 28.49
Jr 4.7,13
48.40
Ez 7.3
Hc 1.8
era como leão e tinha asas de águia; eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem. 5Continuei olhando, e
7.5
Dn 2.39
eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne. 6Depois disso, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas;
7.6
Dn 8.8,22
tinha também esse animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. 7Depois disso, eu continuava olhando nas visões da noite,
7.7
Dn 2.40
7.19,23
e eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele
7.7
Dn 2.41
Ap 13.1
e tinha dez 7.7 Hebr. chifres, aqui e nos versículos que se seguempontas.

8Estando eu considerando as pontas,

7.8
Dn 7.20-21,24
8.9
eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nessa ponta havia olhos, como olhos de homem,
7.8
Ap 9.7
13.5
Dn 7.25
e uma boca que falava grandiosamente.

9Eu continuei olhando,

7.9
Ap 1.14
20.4
Dn 7.13,22
até que foram postos uns tronos, e um ancião de dias se assentou; a sua veste era branca como a neve, e o cabelo da sua cabeça, como a limpa lã; o seu trono, chamas de fogo,
7.9
Ez 1.15-16
e as rodas dele, fogo ardente. 10Um rio de fogo
7.10
Is 30.3
66.15
1Rs 22.19
Hb 12.22
Ap 5.11
manava e saía de diante dele; milhares de milhares o serviam,
7.10
Ap 20.4,12
e milhões de milhões estavam diante dele; assentou-se o juízo, e abriram-se os livros. 11Então, estive olhando, por causa da voz das grandes palavras que provinha da ponta;
7.11
Ap 19.20
estive olhando até que o animal foi morto, e o seu corpo, desfeito e entregue para ser queimado pelo fogo. 12E, quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio; todavia, foi-lhes dada prolongação de vida até certo espaço de tempo. 13Eu estava olhando nas minhas visões da noite,
7.13
Ez 1.26
Mt 24.30
26.64
Ap 1.7,13
14.14
e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem; e dirigiu-se ao ancião de dias,
7.13
Dn 7.9
e o fizeram chegar até ele. 14E
7.14
Mt 11.27
28.18
Jo 3.35
1Co 15.27
Ef 1.22
Dn 2.24
3.4
7.27
foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno,
7.14
Mq 4.7
Lc 1.33
Jo 12.34
Hb 12.28
que não passará, e o seu reino, o único que não será destruído.

15Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo, e as visões da minha cabeça me espantavam. 16Cheguei-me a um dos que estavam perto e pedi-lhe a verdade acerca de tudo isso. E ele me disse e fez-me saber a interpretação das coisas. 17Estes

7.17
Dn 7.3
grandes animais, que são quatro, são quatro reis, que se levantarão da terra. 18Mas
7.18
Is 60.12
Dn 7.22,27
Ap 2.26-27
3.21
20.4
os santos do Altíssimo receberão o reino e possuirão o reino para todo o sempre e de eternidade em eternidade. 19Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do
7.19
Dn 7.7
quarto animal, que era diferente de todos os outros, muito terrível, cujos dentes eram de ferro, e as suas unhas, de metal; que devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava; 20e também das dez pontas que tinha na cabeça e da outra que subia, de diante da qual caíram três, daquela ponta, digo, que tinha olhos, e uma boca que falava grandiosamente, e cuja aparência era mais firme do que o das suas companheiras. 21Eu olhava,
7.21
Dn 8.12,24
Ap 11.7
13.7
17.14
19.19
e eis que essa ponta fazia guerra contra os santos e os vencia. 22Até que
7.22
Dn 7.9,18
1Co 6.2
Ap 1.6
5.10
20.4
veio o ancião de dias, e foi dado o juízo aos santos do Altíssimo; e chegou o tempo em que os santos possuíram o reino.

23Disse assim:

7.23
Dn 2.43
O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. 24E,
7.24
Dn 7.7-8,20
Ap 17.12
quanto às dez pontas, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros e abaterá a três reis. 25E
7.25
Is 37.23
Dn 8.24-25
11.28,30-31,36
Ap 13.5-6
proferirá palavras contra o Altíssimo,
7.25
Ap 17.6
18.24
e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos
7.25
Dn 2.21
12.7
Ap 12.14
e a lei; e eles serão entregues nas suas mãos por um tempo, e tempos, e metade de um tempo. 26Mas o juízo estabelecer-se-á, e eles tirarão o seu domínio, para o destruir e para o desfazer até ao fim. 27E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu
7.27
Dn 7.14,18,22
serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno,
7.27
Dn 2.44
Lc 1.33
Is 60.12
e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. 28Aqui findou a visão. Quanto a mim, Daniel,
7.28
Dn 7.15
10.8,16
os meus pensamentos muito me espantavam, e mudou-se em mim o meu semblante;
7.28
Lc 2.19,51
mas guardei essas coisas no meu coração.