Almeida Revista e Corrigida (2009) (ARC)
2

21Mas deliberei isto comigo mesmo: não ir mais ter convosco em

2.1
2Co 1.23
12.20-21
tristeza. 2Porque, se eu vos entristeço, quem é que me alegrará, senão aquele que por mim foi contristado? 3E escrevi-vos isso mesmo para que, quando for,
2.3
2Co 12.21
Gl 5.10
não tenha tristeza da parte dos que deveriam alegrar-me, confiando em vós todos de que a minha alegria é a de todos vós. 4Porque, em muita tribulação e angústia do coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que vos entristecêsseis,
2.4
2Co 7.8-9,12
mas para que conhecêsseis o amor que abundantemente vos tenho.

5Porque, se alguém me contristou, não me

2.5
1Co 5.1
Gl 4.12
contristou a mim senão em parte, para vos não sobrecarregar a vós todos; 6basta ao tal esta repreensão feita por
2.6
1Co 5.4-5
1Tm 5.20
muitos. 7De maneira que, pelo contrário,
2.7
Gl 6.1
deveis, antes, perdoar-lhe e consolá-lo, para que o tal não seja, de modo algum, devorado de demasiada tristeza. 8Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor. 9E para isso vos escrevi também, para por essa prova saber se
2.9
2Co 7.15
10.6
sois obedientes em tudo. 10E a quem perdoardes alguma coisa também eu; porque o que eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás, 11porque não ignoramos os seus ardis.

12Ora,

2.12
At 16.8
1Co 16.9
quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo e abrindo-se-me uma porta no Senhor, 13não tive descanso no
2.13
2Co 7.5-6
meu espírito, porque não achei ali meu irmão Tito; mas, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.

O caráter e os frutos do ministério de Paulo

14E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o

2.14
Ct 1.3
cheiro do seu conhecimento. 15Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo,
2.15
1Co 1.18
2Co 4.3
nos que se salvam e nos que se perdem. 16Para estes, certamente, cheiro
2.16
Jo 9.39
1Pe 2.7-8
de morte para morte; mas, para aqueles, cheiro de vida para vida. E, para
2.16
1Co 15.10
essas coisas, quem é idôneo? 17Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus;
2.17
2Pe 2.3
2Co 1.12
antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.

3

31Porventura, começamos outra

3.1
2Co 5.12
At 18.27
vez a louvar-nos a nós mesmos? Ou necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós ou de recomendação de vós? 2Vós
3.2
1Co 9.2
sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens, 3porque é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós
3.3
1Co 3.5
Êx 24.12
Jr 31.33
e escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. 4E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; 5não que sejamos
3.5
Jo 15.5
Fp 2.13
capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, 6o qual nos fez também capazes de ser ministros
3.6
1Co 3.5
Ef 3.7
Cl 1.25,29
dum Novo 3.6 ou ConcertoTestamento, não da letra, mas do Espírito; porque a letra mata, e o Espírito vivifica.

7E, se o ministério da morte, gravado

3.7
Rm 7.10
com letras em pedras, veio em
3.7
Êx 34.1,28-30,35
glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual 3.7 Gr. estava sendo abolidaera transitória, 8como não será de maior glória o ministério do
3.8
Gl 3.5
Espírito? 9Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória
3.9
Rm 1.17
3.21
o ministério da justiça. 10Porque também o que foi glorificado, nesta parte, não foi glorificado, por causa desta excelente glória. 11Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.

12Tendo, pois, tal esperança, usamos

3.12
2Co 7.4
Ef 6.19
de muita ousadia no falar. 13E não somos como Moisés, que punha um véu
3.13
Êx 34.33,35
Rm 10.4
sobre a sua face, para que os filhos de Israel não olhassem firmemente para o fim daquilo que era transitório. 14Mas os seus
3.14
Is 6.10
Mt 13.11,14
Jo 12.40
sentidos foram endurecidos; porque até hoje o mesmo véu está por levantar na lição do Velho Testamento, o qual foi por Cristo abolido. 15E até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles. 16Mas, quando se converterem
3.16
Rm 11.23,26
ao Senhor, então, o véu se tirará. 17Ora, o Senhor
3.17
2Co 3.6
1Co 15.45
é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí liberdade. 18Mas todos nós, com cara descoberta,
3.18
1Co 13.12
1Tm 1.11
refletindo, como um espelho, a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.

4

Jesus Cristo é o único assunto do ministério de Paulo

41Pelo que, tendo este

4.1
1Co 7.25
1Tm 1.13
ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; 2antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia
4.2
2Co 6.4,7
7.14
nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 3Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto,
4.3
1Co 1.18
2Ts 2.10
para os que se perdem está encoberto, 4nos quais o deus deste século cegou
4.4
Jo 12.31,40
14.30
16.11
os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 5Porque não nos pregamos
4.5
1Co 1.13,23
10.33
a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos, por amor de Jesus. 6Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse
4.6
Gn 1.3
2Pe 1.19
a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.

7Temos, porém, esse tesouro em vasos de

4.7
2Co 5.1
1Co 2.5
barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. 8Em tudo somos atribulados, mas
4.8
2Co 7.5
não angustiados; perplexos, mas não desanimados; 9perseguidos, mas não desamparados; abatidos,
4.9
Sl 37.24
mas não destruídos; 10trazendo sempre por
4.10
1Co 15.31
Rm 8.17
1Pe 4.13
toda parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos. 11E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues
4.11
Rm 8.36
1Co 15.31,49
à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossa carne mortal. 12De maneira que em nós opera a morte,
4.12
2Co 13.9
mas em vós, a vida. 13E temos, portanto, o mesmo espírito
4.13
Rm 1.12
2Pe 1.1
de fé, como está escrito: Cri; por isso, falei. Nós cremos também; por isso, também falamos, 14sabendo que o que ressuscitou
4.14
Rm 8.11
1Co 6.14
o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus e nos apresentará convosco. 15Porque tudo isso é por amor
4.15
1Co 3.21
Cl 1.24
2Tm 2.10
de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, torne abundante a ação de graças, para glória de Deus.

O desígnio e efeito das aflições. As coisas visíveis são contrapostas às invisíveis

16Por isso, não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa,

4.16
Rm 7.22
Cl 3.10
1Pe 3.4
o interior, contudo, se renova de dia em dia. 17Porque a nossa leve e momentânea tribulação
4.17
Mt 5.12
Rm 8.18
1Pe 1.6
produz para nós um peso eterno de glória mui excelente, 18não atentando nós
4.18
Rm 8.24
Hb 11.1
nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.